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A coluna vertebral é o eixo central do corpo. É exigida em quase todos os movimentos e ainda funciona como um duto de feixes nervosos, ligando diversos órgãos e outras partes do corpo ao cérebro.
Como proteger sua coluna:
A melhor maneira de se deitar de lado é com um travesseiro entre a cabeça e o ombro e outro entre as pernas;
Quando deitar de barriga para cima, coloque um travesseiro embaixo dos joelhos e outro embaixo da cabeça;
Evitar dormir de bruços, pois além de forçar a coluna, dificulta a respiração;
Ao levantar-se, vire-se de lado, apoie-se nos braços, levando as pernas para fora da cama;
Ao elevar um objeto pesado do chão, abaixar-se com as pernas flexionadas;
Usar um colchão ortopédico ou semi-ortopédico, de acordo com o peso e a altura de cada pessoa;
O travesseiro não deve ser muito fino nem muito macio, para não alterar a curvatura da coluna; o ideal é que seja da altura entre a cabeça e o ombro;
Ao ficar de pé, contraia os músculos da barriga e das nádegas periodicamente; utilize esta técnica de relaxamento quando quiser aliviar dores;
Ao trabalhar em frente a uma mesa, ou digitando no computador, manter as costas retas, encostadas ao encosto da cadeira; manter as pernas debaixo da mesa, evitando cruzá-las.
Ao realizar alguma atividade em pé, repouse alternadamente um dos pés sobre um objeto;
Procure posicionar ao seu alcance os objetos que esteja manuseando;
Ao dirigir horas seguidas, é importante manter as costas retas, perfeitamente apoiadas no encosto;
Não carregar mochilas ou sacolas, com o peso de um só lado. A mochila deverá ser apoiada nos dois ombros e as sacolas, divididas nas duas mãos;
Ao caminhar, manter as costas retas, abdome contraído, olhar para frente. O sapato deve ter salto de base larga e leve e no máximo 4 cm de altura;
Nas atividades domésticas, evitar trabalhar com o tronco totalmente inclinado;
No trabalhar agachado, flexione os joelhos e mantenha as costas retas.
Fonte: copacabanarunners Acesso: 26-06-2011
Introdução: O conhecimento dos mecanismos de instabilidade, bem como dos de controle e interação dos subsistemas passivo, ativo e neural para o alcance da estabilidade articular da coluna ainda é controverso. Explicações distintas e muitas vezes conflitantes montam um cenário atual de conceito ideológico. Objetivo: Apresentar e discutir os paradigmas e as controvérsias de algumas das principais teorias contemporâneas para explicar os mecanismos de estabilidade articular da coluna vertebral. Material e método: Trata-se de uma revisão bibliográfica das teorias modernas de controle da estabilidade encontradas em livros e trabalhos científicos de autores relevantes na área. Foram selecionadas três teorias de autores conceituados para explicar estabilidade articular da coluna: controle interdependente, controle da rigidez e tensigridade. Resultados: Enquanto uma teoria afirma que a estabilidade é um fenômeno que contempla níveis interdependentes de controle, outra teoria assume a estabilidade como dependente da tarefa e funcionando através da regulação das rigidezes componentes do sistema. A tensigridade surge como uma alternativa para a explicação e entendimento do tema. Conclusão: Controvérsias encontradas nas três teorias levantadas demonstram incerteza quanto a qual dessas melhor explica estabilidade articular da coluna.
estabilidade-articular-vertebral-novos-paradigmas
Fonte: Propulsão Acesso: 05-10-2010
O objetivo neste estudo foi buscar, através de entrevistas pessoas que se trataram, em décadas anteriores, com tração mecânica intermitente, a qual permitia uma força oscilatória utilizada em patologias da coluna vertebral, informações sobre os efeitos e a resolutividade desse método fisioterapêutico. Esse tipo de tração é usado alternadamente, sendo aplicada e liberada em intervalos freqüentes, geralmente, em um padrão rítmico, podendo ser toleradas forças maiores, que as usadas na tração mantida. Em qualquer caso patológico, a tração intermitente em geral é mais confortável, quando usadas grandes forças, considerando que o conforto do paciente é o principal, pois trazem alívio, com efeitos semelhantes à massagem sobre os músculos, estruturas ligamentares e capsulares. Não se encontram, na literatura, informações sobre o período dessa modalidade entre a fase de tração e a fase de repouso, nem pesquisas comprovando sua eficácia, por esse motivo, este estudo registra o parecer de 40 pessoas que se trataram, em Santa Maria, RS, com tração mecânica nas décadas de 60, 70, 80 e obtiveram sucesso no tratamento. Para coleta dessas informações, realizou-se uma entrevista pessoalmente através de um formulário que continha 16 questões. Solicitaram-se cartas manuscritas de cada sujeito, que relataram toda a terapêutica da época e seus resultados.
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Fonte: Unifra Acesso: 11-04-2010
Os autores, em artigo de revisão, analisam as lesões mais comuns da coluna vertebral na prática esportiva e ilustram com casos de sua experiência pessoal as diferentes patologias
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A dor lombar é uma das alterações musculoesqueléticas mais comuns nas sociedades industrializadas, pois pode ser caracterizada com uma doença de pessoas com vida sedentária, atingindo ambos os sexos e várias faixas etárias. Uma das técnicas utilizadas no tratamento da lombalgia é a manipulação articular. O presente estudo tem como objetivo analisar o efeito da manipulação do osso ilíaco na dor lombar. A amostra foi composta por onze pacientes do sexo masculino, com faixa etária entre 20 e 40 anos de idade. Os pacientes foram avaliados através da aplicação dos testes de Finger-floor, Gillet e Downing, e aqueles que apresentaram disfunção da ASI foram tratados com as técnicas de manipulação. Foi realizada uma EVA no momento da avaliação e uma EVA após uma semana da técnica de manipulação. O resultado do teste estatístico de Wilcoxon revelou que dentre os onze pacientes submetidos ao teste de Finger-floor, 63,6% dos pacientes apresentaram uma diminuição na distância realizada no teste Finger floor. Na avaliação da dor através da EVA, constatou-se diferença significativa p< 0,05, dentre os onze pacientes nove relataram redução da dor após a manipulação. Neste sentido constatou-se que a manipulação articular é efetiva no alívio da dor e no aumento da flexibilidade da coluna vertebral e dos membros inferiores na população estudada.
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Fonte: Unisul Acesso: 26-02-2010
Este estudo analisou o comportamento mecânico da coluna vertebral sob diferentes cargas de tração (0, 30 e 60% do peso corporal). Quinze sujeitos saudáveis do sexo masculino tiveram medidas a variação de estatura a cada 7 minutos durante 42 minutos de tração. A tração foi imposta através de uma mesa pneumática, enquanto que as variações de estatura foram determinadas por meio de um estadiômetro de precisão. Os ganhos de estatura seguiram a um modelo linear. A condição de tração de 60% do peso corporal propiciou os maiores aumentos de estatura em comparação as outras condições experimentais. Todavia, tais ganhos somente foram observados a partir do 21º minuto de aplicação da tração. Após o período de tração os sujeitos permaneceram em pé e a variação de estatura foi monitorada a cada 5 minutos durante 45 minutos. Observou-se que a estatura retornou a condição inicial ao final do protocolo de forma exponencial. A análise do modelo exponencial revelou que os maiores ganhos da estatura foram obtidos na primeira metade da fase de recuperação após as cargas de 60% do peso corporal. Conclui-se que a condição de tração de 60% do peso corporal produziu os maiores ganhos na estatura em comparação às outras condições experimentais.
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Fonte: unesp Acesso: 18-01-2010
A coluna cervical é um dos segmentos mais móveis da coluna vertebral. É submetida a um grande número de agressões e pressões como o peso da cabeça, trabalho dos membros superiores, posturas de trabalho/atividades de vida diária, além de aspectos emocionais, como o estresse. Sofre, também, influência do sistema estomatognático e dos ossos do crânio sendo por isso, uma região que merece atenção de uma equipe multidisciplinar. Nem somente o fisioterapeuta pode tratar a coluna cervical sem correlacionar com a articulação temporo-mandibular, assim como o dentista deve, também, saber que uma alteração nesta região pode levar a alterações não somente da cervical, mas na postura globalmente.
Levando-se esses e outros aspectos em consideração é que este texto traz a importância da estreita relação entre a coluna cervical e a articulação temporo-mandibular. Uma reflexão para que todos os profissionais envolvidos na área da saúde possam fazer e entender então, que a atuação de uma equipe multidisciplinar no tratamento de nossos pacientes é indispensável.
Fonte: actiradentes acesso 28-08-2009
Visto que uma das técnicas utilizadas no tratamento da lombalgia é a manipulação articular. O presente estudo tem como objetivo analisar o efeito da manipulação do osso ilíaco na. Materiais e métodos: A amostra foi composta por onze pacientes do sexo masculino, com faixa etária entre 20 e 40 anos de idade. Os pacientes foram avaliados através da aplicação dos testes de Finger-floor, Gillet e Downing, e aqueles que apresentaram disfunção da ASI foram tratados com as técnicas de manipulação. Foi realizada uma EVA no momento da avaliação e uma EVA após uma semana da técnica de manipulação. Neste sentido constatou-se que a manipulação articular é efetiva no alívio da dor e no aumento da flexibilidade da coluna vertebral e dos membros inferiores na população estudada.
http://www.fisio-tb.unisul.br/Tccs/08b/carla_luiz/ARTIGO.pdf
Fonte: fisio-tb.unisul dia 23-08-2009
Manobras e posturas para o tratamento de dores crônicas e agudas
Por ser uma queixa frequente, quando o tratamento fisioterápico é indicado?
A Fisioterapia é indicada tanto no caso das cervicalgias agudas como nas crônicas, pois existem métodos adequados para cada estágio, como a Facilitação Neuromuscular proprioceptiva e a Reeducação Postural Global, utilizando contrações isométricas ou isotônicas associadas a técnicas específicas com alongamentos ou relaxamento em posturas apropriadas. É preciso realizar uma avaliação fisioterápica detalhada de modo a observar as alterações que podem ser responsáveis por essa queixa, investigando se a dor é decorrente de um trauma muscular, articular ou de problemas posturais. Sendo assim, o tratamento será indicado conforme o diagnóstico cinesiológico funcional.
Até que ponto o problema pode ser a causa de um quadro doloroso?
As alterações posturais têm grande responsabilidade pela maioria dessas dores que podem iniciar lenta e progressivamente devido aos encurtamentos musculares, que vão se formando nas regiões anterior e posterior da cervical bem como na superior do ombro. O paciente apresenta frequentemente uma cabeça anteriorizada em relação à coluna dorsal, uma extensão da cabeça em relação ao pescoço ou inclinações laterais da cabeça ou do pescoço, que podem ser de alteração leve, moderada ou grave. Depende do nível dos encurtamentos, podendo ser também de origem súbita com dor mais intensa após dormir em posturas inadequadas ou execução de um movimento brusco. Pode ocorrer em função da amplitude normal de movimento durante uma atividade funcional.
O portador de cervicalgia deve evitar quais posturas?
As posturas sentada ou deitada com flexão de cabeça mantidas por longos períodos, muito comum durante a leitura, na televisão e no computador devido a baixa altura dos monitores. A postura de inclinação lateral da cabeça e elevação do ombro ao atender ao telefone, quando coloca o apoio do fone entre a cabeça e o ombro. A utilização do membro superior em elevação durante muito tempo também deve ser evitado, comum entre bibliotecários, cabeleireiros, garçons e outros. A cada 50 minutos deve ser feito um alongamento muscular e neural nessas regiões da cervical e membros superiores.
A posição para dormir também pode ser determinante. Até onde o tipo de travesseiro ou de colchão responde pelas dores na região do pescoço e na nuca?
Como boa parte da vida estamos sobre o colchão e o travesseiro, os mesmos são determinantes para manutenção de um bom alinhamento da coluna vertebral, o colchão deve ser semi-ortopédico e com densidade apropriada a cada indivíduo. O travesseiro não pode ser alto, deixando a cabeça fora do alinhamento. Pode-se dormir em decúbito lateral com um travesseiro entre os joelhos, outro apoiando a cabeça no espaço vazio entre a cabeça e o ombro e outro dando suporte ao membro superior contra-lateral ao colchão. Também em decúbito dorsal, com um travesseiro no espaço da cervical na altura onde a cabeça possa ficar em linha neutra; outro abaixo dos joelhos (que devem estar semi-fletidos). Deve-se evitar dormir em decúbito ventral (bruços), pois essa postura pode provocar uma rotação cervical mantida por longo período, gerando um desalinhamento entre as colunas cervical, dorsal e lombar.
Em quais casos o uso do colar cervical (faixa de segurança que restringe o movimento do pescoço) é prescrito?
É indicado nas cervicalgias agudas provocadas por traumas de grande intensidade. O colar cervical deixa a coluna cervical em posição neutra, diminuindo a mobilidade, a tensão muscular e a sobrecarga articular, evitando a exacerbação dos sintomas.
A ginástica laboral, com ênfase nas posturas de alongamento, são vitais para a prevenção das dores no pescoço?
Não são vitais, porém necessárias. Os alongamentos previnem as lesões musculares e neurais, devido seus encurtamentos provocarem um tensionamento nas estruturas periarticulares, sendo responsáveis por várias patologias, a exemplo das tendinopatias, que normalmente iniciam com dores inflamatórias e evoluem para processos degenerativos dos tecidos moles como ligamentos, tendões, bursas, cápsula articular e fibras musculares.
Como área de sustentação entre a cabeça e a coluna, a nuca é uma das regiões que concentra todos os excessos a que submetemos nosso organismo.
A coluna cervical é o segmento mais móvel de toda a coluna vertebral. A região é submetida a um grande número de agressões e pressões, a exemplo do peso da cabeça, esforços ao nível dos membros superiores, posturas de trabalho, esporte, sono e incidência do estresse. A coluna cervical é subdividida em superior, sendo composta de atlas (C1) e axis (C2), e inferior que começa em C3 e termina em C7. A cervical superior tem uma mobilidade mais baixa comparada com a inferior, que possui larga amplitude de movimento. Essas diferenças geram desalinhamentos articulares e sobrecargas musculares, provocando alteração da biomecânica. As cervicalgias podem ocorrer associadas às contraturas musculares com pontos de gatilho, hérnias de disco, doença articular degenerativa, inflamatória, infecciosa e metabólica, alterações posturais, compressão nervosa, estenose do canal medular, fraturas e outros. Sendo assim, é necessário que seja feita uma avaliação fisioterápica criteriosa, devendo ser complementada com alguns exames radiológicos.
Fonte: Diário on line
Este artigo trata sobre a avaliação dos aspectos ergonômicos nos postos de trabalho frente ao
computador. Através da análise de vinte modelos aleatórios em diferentes tipos de
equipamento e condições de ambiente de trabalho, concluiu-se que há necessidade de maiores
estudos e difusão sobre o assunto, já que todos os usuários apresentaram incorreções, seja
quanto à postura, seja quanto a inadequações dos equipamentos.
fonte: Revista Científica da UFPA
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