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O objetivo neste estudo foi buscar, através de entrevistas pessoas que se trataram, em décadas anteriores, com tração mecânica intermitente, a qual permitia uma força oscilatória utilizada em patologias da coluna vertebral, informações sobre os efeitos e a resolutividade desse método fisioterapêutico. Esse tipo de tração é usado alternadamente, sendo aplicada e liberada em intervalos freqüentes, geralmente, em um padrão rítmico, podendo ser toleradas forças maiores, que as usadas na tração mantida. Em qualquer caso patológico, a tração intermitente em geral é mais confortável, quando usadas grandes forças, considerando que o conforto do paciente é o principal, pois trazem alívio, com efeitos semelhantes à massagem sobre os músculos, estruturas ligamentares e capsulares. Não se encontram, na literatura, informações sobre o período dessa modalidade entre a fase de tração e a fase de repouso, nem pesquisas comprovando sua eficácia, por esse motivo, este estudo registra o parecer de 40 pessoas que se trataram, em Santa Maria, RS, com tração mecânica nas décadas de 60, 70, 80 e obtiveram sucesso no tratamento. Para coleta dessas informações, realizou-se uma entrevista pessoalmente através de um formulário que continha 16 questões. Solicitaram-se cartas manuscritas de cada sujeito, que relataram toda a terapêutica da época e seus resultados.
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Fonte: Unifra Acesso: 11-04-2010
Este estudo analisou o comportamento mecânico da coluna vertebral sob diferentes cargas de tração (0, 30 e 60% do peso corporal). Quinze sujeitos saudáveis do sexo masculino tiveram medidas a variação de estatura a cada 7 minutos durante 42 minutos de tração. A tração foi imposta através de uma mesa pneumática, enquanto que as variações de estatura foram determinadas por meio de um estadiômetro de precisão. Os ganhos de estatura seguiram a um modelo linear. A condição de tração de 60% do peso corporal propiciou os maiores aumentos de estatura em comparação as outras condições experimentais. Todavia, tais ganhos somente foram observados a partir do 21º minuto de aplicação da tração. Após o período de tração os sujeitos permaneceram em pé e a variação de estatura foi monitorada a cada 5 minutos durante 45 minutos. Observou-se que a estatura retornou a condição inicial ao final do protocolo de forma exponencial. A análise do modelo exponencial revelou que os maiores ganhos da estatura foram obtidos na primeira metade da fase de recuperação após as cargas de 60% do peso corporal. Conclui-se que a condição de tração de 60% do peso corporal produziu os maiores ganhos na estatura em comparação às outras condições experimentais.
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Fonte: unesp Acesso: 18-01-2010
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