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Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

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A influência do sedentarismo na prevalência de lombalgia

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A obtenção de equilíbrio nas estruturas que compõem a pilastra de sustentação humana (coluna vertebral), evitando quadros dolorosos a ela relacionados, não se constitui em tarefa fácil, devido principalmente às constantes mudanças de posturas realizadas diariamente pelo homem, expondo sua estrutura morfofuncional a uma série de agravos.

As estruturas músculo-articulares são responsáveis pelo antagonismo das ações mecânicas da coluna: eixo de sustentação do corpo e, ao mesmo tempo, eixo de movimentação. A falta ou excesso de esforço físico nessas estruturas facilmente acarretará danos à mecânica do ser humano em seus componentes osteomioarticulares.

Pensando nisso, este artigo descreve o problema do sedentarismo dentro da multicausalidade de fatores de risco da lombalgia, bem como apontar a influência da aptidão física como importante fator de proteção nas síndromes lombálgicas.

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Fonte: scielo Acesso: 11-01-2010

 

 

 

 

 

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O IMPACTO DE UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON

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A doença de Parkinson (DP) é uma doença crônico-degenerativa do sistema nervoso central que afeta 1 em cada 1.000pessoas acima de 65 anos e 1 em cada 100 acima de 75 anos. Indivíduos com DP apresentam bradicinesia, tremor, rigidez, diminuição da força muscular e da aptidão física, alterações cognitivas, tendência ao isolamento e depressão. Tais alterações favorecem o sedentarismo, a dependência e a piora na qualidade de vida (QV). Objetivos: Avaliar o impacto de um programa de fortalecimento muscular e condicionamento aeróbio na função e na QV de parkinsonianos.

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Fonte: fisionet

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Beleza e Bem-Estar na terceira idade: Por que não?

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A busca da vaidade e a procura pela melhoria da qualidade de vida por parte dos idosos vêm ganhando status por um simples motivo: a expectativa de vida deles vem aumentando gradativamente e, segundo o IBGE, 27% dos idosos são responsáveis por mais de 90% do rendimento familiar. A estimativa dos especialistas em geriatria e gerontologia é que em 2025, este número chegue a 32 milhões de brasileiros na terceira idade. Isto provoca a necessidade do bem-estar e a maior procura pelo ser belo, além do dinheiro sobrando no bolso, claro.

Um dos métodos recorridos pelos idosos para se incluírem neste perfil de beleza é apostar em aulas de aeróbica e, até mesmo, na musculação, até então tida como atividade para os mais jovens. “Quando falamos de atividade física para idosos, devemos levar em consideração as limitações dos mesmos, assim como a atividade mais adequada. Partindo desse referencial, podemos afirmar que a melhor atividade para esta população específica é, de fato, a musculação ou, como vem sendo chamada, o treinamento resistido”, explica Marcus Vinícius, Personal Trainner da AMfitness, empresa especializada em equipamentos para academias tanto de grande porte, quanto para pequenas salas de atividades físicas em condomínios.

Como a principal dificuldade dos idosos é a falta de força, devido à perda de massa magra (músculos), e da massa óssea – espécie de fragilização dos ossos, levando a uma osteogenia e, posteriormente, a osteoporose – tornando-os mais fracos e vulneráveis às fraturas, é essencial que este público só faça exercícios em equipamentos confortáveis e, sobretudo, adequados e seguros. “A melhor indicação para agregar todos estes cuidados é a bicicleta horizontal, por ser mais confortável dando maior apoio as costas do praticante, além do acento ser mais largo, ao invés dos selins das verticais”, ensina Vinícius.

Trabalhos direcionados para membros inferiores como leg-press, cadeira extensora, cadeira flexora, adutoras e abdutoras são encarregadas de melhorar a qualidade do deslocamento dos idosos. Com exercícios que estimulem a capacidade de resistência dos músculos, uma simples subida de escada não acarretaria naquela conhecida tremedeira dos membros inferiores, pelo contrário, os idosos ficam com passadas mais firmes e potentes, ajudando na qualidade e manutenção de uma vida saudável e ativa. “Sem dúvida, tendo um estímulo constante de exercícios físicos, os idosos ficarão cada vez mais distantes de doenças relacionadas à própria idade, como a depressão”, acredita o Personal Trainner.

Por trás da vaidade estão uma série de benefícios vitais para os com mais de 60 anos. “Quando o idoso não quer se cuidar, pode ser um alerta para a família, pois corre o risco de ser sintomas de depressão. Nessa faixa etária, ela tende a ser mais grave, e muitas vezes até fatal”, alerta Alexandre de Mattos, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG/PE).

Fonte:amfitness

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Mexa-se!

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Se você não pratica nenhum tipo de exercício físico, cuidado. Você é considerado uma pessoa sedentária. E ser sedentário pode causar uma série de prejuízos não só à sua vida prática – como na hora de subir a escada do prédio por que o elevador quebrou ou de dar uma corridinha para pegar o ônibus que está prestes a perder –, mas também à sua saúde.

Diabetes, problemas cardiovasculares, má circulação do sangue, hipertensão arterial, aumento de colesterol e obesidade são alguns dos problemas freqüentemente enfrentados por quem leva uma vida sedentária.

Mas enfrentar a preguiça e passar a praticar regularmente qualquer tipo de exercício físico é mais fácil do que parece. Basta força de vontade, disciplina, um pouco de disposição e, claro, um plano.

Para sair do marasmo
Empolgação no início é essencial, mas aja com cuidado. Algumas pessoas, por impulso, acabam fazendo muito mais exercício do que deveriam já no primeiro dia, achando que estão progredindo, quando na verdade estão fazendo mal ao organismo. Para evitar tropeços como esse, o ideal é, antes de começar, procurar orientação de um especialista.

O personal trainer César Augusto de Oliveira, da MPR Assessoria Esportiva, recomenda como primeiro passo ir ao médico antes de começar a se exercitar. “Exames são essenciais para saber o estado da saúde da pessoa e os limites que ela pode ter ao praticar exercício”, afirma.
Em seguida procure um profissional de educação física, uma academia ou um centro esportivo e comece a treinar, mas sempre sob orientação de um especialista. Ter uma meta também é importante.

“Estabeleça objetivos de curto, médio e longo prazos. Isso lhe dará mais estímulo para continuar”, diz César. Um exemplo: fazer atividades físicas três vezes por semana é uma meta de curto prazo, melhorar o condicionamento físico é de médio prazo e ter qualidade de vida, perder peso e largar o cigarro é uma meta de longo prazo. “Assim você poderá, com o tempo, perceber que os objetivos estão sendo alcançados.”

Além das metas alcançadas gradualmente, outras recompensas virão. Com a prática do esporte, a liberação do hormônio endorfina trará sensação de bem-estar e prazer e energizará o organismo. Por isso características comuns a pessoas sedentárias – como a impaciência, a irritação e a ansiedade – desaparecem e dão lugar a estados de espírito mais positivos, sem mencionar o maior benefício, a melhora da saúde.

Se depois de ler o texto você tiver decidido a se livrar de verdade do sedentarismo, confira o programa inicial que o personal César preparou especialmente para você.

  • Para o início dos treinos, o segredo é começar devagar sem se esquecer do alongamento antes e depois do exercício. Caminhe três vezes por semana durante três semanas por 30 minutos.
  • Se conseguiu superar esse período com organização e disciplina, você estará pronto para intensificar o treino.
  • Em vez de meia hora por dia, aumente o tempo para 35 ou 40 minutos, três vezes por semana, durante mais 21 dias.
  • Se completou as seis semanas de treino, comemore. Você acaba de sair do que chamamos de estado ocioso e está com um ritmo físico um pouco melhor.
  • Após a sexta semana de treino, caminhe por 40 minutos, quatro vezes por semana, durante quatro semanas.
  • Vencendo mais essa etapa, você já não é mais considerada uma pessoa sedentária.

Confira as dicas do personal trainer:

  • Procure praticar uma atividade física de que você goste ou com a qual você tenha algum tipo de afinidade. A prática será muito mais prazerosa.
  • Se for praticar esportes terrestres, compre um bom tênis. Ele previne possíveis lesões causadas pelo impacto no solo.
  • Se for praticar esportes aquáticos, certifique-se de que a piscina é tratada com regularidade.
  • Encontrar uma companhia para fazer exercício com você é ideal, mas não fique dependente. Se o seu acompanhante faltar ao treino por algum motivo, não tem problema. Continue o seu treino independente da presença dele.
  • Procure lugares abertos e agradáveis para a prática do esporte. Um parque, uma praça, um quarteirão arborizado, um clube ou uma academia são lugares ideais.

Fonte: Taeq

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Exercício na dose certa

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Já está bem estabelecido que o sedentarismo está associado há várias doenças e que exercício físico realizado de forma regular traz inúmeros benefícios, incluindo diminuição do risco de morte por doença cardiovascular; reduz o risco de desenvolver diabetes, hipertensão arterial e problemas de colesterol; Reduz o risco de desenvolver alguns tipos de cânceres, incluindo o câncer de colon e mama; Melhora quadros de depressão, ansiedade e promove o bem-estar psicológico; Ajuda a controlar o peso, melhorando a força muscular e diminuindo a quantidade de gordura; Protege ossos, músculos e articulações, diminuindo dores em geral e reduzindo o risco de quedas nos idosos.

Antes de iniciar um programa de exercícios físicos devemos:

  • Estabelecer isso como uma prioridade
  • Buscar apoio de amigos e familiares nesta importante decisão
  • Consultar seu médico para que sejam solicitados exames e ajustes de medicação
  • Realizar um teste ergométrico (ou de preferência ergoespirometria) para liberação e orientação da prescrição dos exercícios
  • Escolha uma modalidade de exercício que você goste, lembre-se não existe um exercício que seja melhor ou pior do que o outro, todos são bons desde que feitos com prazer e regularidade
  • Em caso de dúvida não hesite em obter apoio profissional especializado
  • Os primeiros dias são os mais difíceis e a progressão deve ser lenta e gradativa, não tente pular etapas
  • Não adianta fazer exercícios por poucos dias ou semanas e depois interromper. O exercício físico regular deverá ser mantido por toda a nossa vida
  • Nunca é tarde para iniciar um programa de exercício físico pois a treinabilidade (capacidade de melhora) do idoso e semelhante a do jovem
  • Se apresentar alguma mal-estar durante o exercício, tipo tontura, dor no peito, cansaço desproporcional ao esforço, vista escura, etc. pare o treinamento e procure orientação médica
  • Fonte: Cordis

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    Atividade física para crianças e adolescentes

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    Hoje em dia, a maioria dos pais se preocupa em oferecer uma atividade física aos seus filhos. Cada vez mais, têm se falado na necessidade de ter um estilo de vida saudável e na importância de seguir uma dieta balanceada e praticar atividade física para ter uma boa saúde

    Apesar disto, cresce a cada ano, o número de crianças e adolescentes obesos.

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, no mundo, existam 155 milhões de jovens obesos, ou seja, 1 em cada 10 enfrenta o problema.

    Uma das causas do problema é sem dúvida o sedentarismo. Muitos moram em condomínios e fazem apenas os exercícios da Educação Física do colégio. Não existem mais as brincadeiras de rua como esconde-esconde, pega-pega, entre outras, onde se queimavam muitas calorias. Tudo gira em torno do computador e do vídeo game. Com isto a criança gasta menos energia e pode ser uma candidata a obesidade. Crianças e adolescentes que possuem pais obesos têm mais chances de desenvolverem o problema, além de colesterol alto, diabetes e hipertensão.

    “A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, no mundo, existam 155 milhões de jovens obesos, ou seja, 1 em cada 10 enfrenta o problema”

    Algumas crianças obesas também enfrentam outro problema: a vergonha por ser gordo, preferindo não ir a academia ou não fazer atividade física em grupo. Por causa disto, vem crescendo o número de crianças e adolescentes adeptos ao Personal Trainer.

    Ter um professor particular parece ser uma boa idéia. Além de fazer um trabalho direcionado a cada caso, levando em conta as diferenças e necessidades de cada um, se desenvolve o gosto pela atividade física. Muitos pais, por não terem tempo de praticar atividades físicas ou jogos com seus filhos, têm procurado a ajuda destes profissionais da área de Educação Física.

    Mas também nesta fase, é muito importante principalmente para o seu desenvolvimento geral, que a criança ou adolescente se integre a grupos e faça um trabalho coletivo com brincadeiras, jogos, disputas, gincanas, etc. Atividades em clubes, parques, acampamentos ou mesmo na escola devem fazer parte da vida de crianças e adolescentes. Isto, com certeza poderá evitar que se tornem adultos obesos.

    Relacionamos abaixo algumas sugestões de atividades físicas de acordo com a faixa etária:

    1 ano em diante: natação, atividades de recreação.
    5 anos em diante: ballet, atividades de recreação.
    8 anos em diante: basquetebol, voleibol, futebol, tênis, caminhada, alongamentos, artes marciais, atividades de recreação.
    10 anos em diante: todas as anteriores além de corrida leve e circuitos.
    12 anos em diante: todas as anteriores e exercícios com pesos como musculação (leve).

    Mas atenção! Também as crianças e adolescentes deverão passar por uma avaliação física antes de iniciar a atividade física. Para isto, os pais devem consultar o pediatra e pedir uma prescrição das atividades mais indicadas a cada caso. As atividades indicadas acima, são apenas sugestões.

    Fonte: CyberDiet

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    Exercícios irregulares podem causar infarto

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    Praticar atividades físicas sem disciplina é prejudicial à saúde e pode levar à morte

    A vontade de melhorar a aparência para o verão na maioria das vezes é inevitável e é nessa época do ano que as academias ficam lotadas de pessoas loucas para se livrar do prejuízo conquistado ao longo do ano. Entretanto, é preciso ter responsabilidade e disciplina para iniciar uma atividade física. De acordo com o Dr. Dalmo Moreira, cardiologista do Delboni Auriemo, a prática de atividade física irregular pode causar infarto do miocárdio.

    O médico explica que manter um corpo bonito leva tempo e o começo deve ser leve. “Quando o sistema cardiovascular é submetido a um esforço pelo qual a pessoa não está acostumada, instala-se uma situação de estresse agudo. A conseqüência é a liberação de uma grande quantidade de adrenalina na circulação, causando o aumento da pressão arterial e da freqüência cardíaca”, alerta o Dr. Moreira. São esses fatores que provocam a sobrecarga no músculo cardíaco e podem ocasionar o infarto agudo do miocárdio.

    Segundo o cardiologista, algumas pessoas estão mais susceptíveis ao problema, como os indivíduos acima dos 40 anos, fumantes, diabéticos, com hipertensão arterial e dislipidemias ou com histórico familiar de doença coronariana. “Com certeza, esse grupo de indivíduos já pode ter um grau de obstrução coronária e não sabe. Se realizar um esforço intenso, corre o risco de ter um infarto do miocárdio”, afirma. Por essas razões, o médico orienta os iniciantes a visitarem o cardiologista com o objetivo de avaliar as condições clínicas e planejar um esforço físico que o sistema cardiovascular tolere.

    Apesar de ser um mal que atinge, em sua maioria, pessoas acima dos 40 anos, o risco de infarto seguido de morte é maior entre os jovens. Nessa faixa etária o coração ainda não possibilita grande variedade de alternativas contra uma artéria obstruída. “No momento em que há um bloqueio, a circulação colateral do coração mantém um fluxo de sangue opcional. Nos jovens, a circulação é bem menor”, explica Dr. Moreira.

    Com as devidas precauções, o exercício físico é um grande aliado à saúde do coração. Dentre muitos benefícios, controla a pressão dos hipertensos crônicos, melhora os índices de glicemia e diminui os níveis de colesterol e triglicérides do sangue. “Aconselho as atividades físicas a todas as pessoas. Mas antes de qualquer atitude, é primordial realizar uma rigorosa avaliação clínica com um cardiologista e definir o perfil que estabeleça um plano adequado para os exercícios físicos”, define.

    Mulheres x Infarto
    O estrógeno protege o sistema cardiovascular contra a hipertensão arterial e reduz o risco de doença coronariana. Durante a menopausa, este hormônio atinge níveis plasmáticos muito baixos e a proteção exercida por ele deixa de existir. Por essa razão, o índice de infarto no sexo feminino até os 50 anos, em média, é muito menor. Após essa faixa etária, o número de casos entre homens e mulheres é compatível. Fumantes e consumidoras de pílulas anticoncepcionais correm maior risco de sofrer infarto.

    Precauções antes de iniciar a prática de atividades físicas
    - Procurar um cardiologista para avaliar as condições clínicas e físicas;
    - Realizar exame de sangue para verificar colesterol e suas frações: glicemia e triglicérides;
    - Tirar um hemograma completo;
    - Acima dos 35 anos, realizar eletrocardiograma, teste de esforço e um ecocardiograma.

    Benefícios dos exercícios regulares
    - Hipertensos crônicos podem ter seus níveis pressóricos controlados de maneira mais eficaz;
    - Melhora os índices de glicemia (por isso os exercícios são indicados aos diabéticos);
    - Acentuada queda dos níveis de colesterol e triglicérides do sangue;
    - O indivíduo condicionado pelo esporte regular tem menor freqüência cardíaca, pouco consumo de oxigênio pelo coração e baixo desgaste do músculo cardíaco;
    - Melhora o aproveitamento do oxigênio pelos músculos dos membros, fazendo com que seja extraído e utilizado de maneira mais racional pela musculatura periférica;
    - Libera endorfinas que se acumulam na circulação e no sistema nervoso, causando sensação de bem estar;
    - Maior quantidade de mitocôndrias nos músculos – corpúsculos intracelulares responsáveis pela produção de energia das células de todo o corpo.

    Fonte: O2 por minuto

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    Combata as dores na coluna

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    Vida sedentária, excesso de exercícios e más postura podem prejudicar seria e irreversivelmente sua coluna vertebral.

    Um é pouco, dois é bom, três é demais.” O ditado se aplica também aos exercícios. E o que garante o reumatologista José Knoplich, autor do livro Viva Bem com a Coluna que Você Tem. “Tanto os exercícios em excesso quanto a ausência deles prejudicam a coluna”, garante. “Os riscos ainda podem se agravar se a atividade física for mal orientada.”

    Desde a década de 80, quando a malhação começou a virar moda, os casos de espondilolistese (escorregamento de uma vértebra sobre a outra) aumentaram cinco vezes. “O excesso de torções na coluna e os exercícios de alto impacto podem desencadear esse tipo de problema, principalmente para quem já tem certa predisposição”, diz Knoplich.

    A precaução contra esses males não é abandonar a atividade física, mas praticá-la em doses homeopáticas: musculação, aeróbica e ginástica localizada devem ser feitas moderamente, cerca de meia hora por dia. Já natação e passeios de bicicleta podem chegar a uma hora. Sedentarismo, com certeza, é a pior escolha. As dores nas costas provocadas, em sua maioria, pela falta de atividade física são uma das principais causas do afastamento dos brasileiros do trabalho.

    Cerca de 80% dos adultos têm algum desconforto associado ã coluna verte¬bral ao longo da vida”, alerta Knoplich. A falta de atividades físicas provoca a atrofia dos músculos responsáveis por parte da sustentação da coluna. Com isso, desencadeia-se um processo de desgaste que, muitas vezes, resulta em dores fortes e desagradáveis.

    Existe mais um agravante: as cadeiras ou mesas de escritório que são muito altas ou baixas. Segundo a fisioterapeuta Raquel Casarotto, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. o ideal é que os joelhos fiquem num ângulo de 90° e os pés no chão, enquanto as costas permanecem apoiadas no encosto da cadeira. A mesa, por sua vez, deve ficar 5 cm acima do umbigo. Caso contrário, a tendência é inclinar a cabeça para a frente, o que pode acabar pronvocando uma tensão acentuada na musrulatura do pescoço.

    Fonte: Vida Saudável

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    Dor nas costas: como evitar e o que fazer quando ela aparece

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    Mudança de hábitos
    Alterações na rotina doméstica e no trabalho pode fazer a diferença na postura

    CORRIGIR A POSTURA
    Preste atenção na maneira como você fica em pé, sentada e como executa movimentos
    como abaixar-se para calçar a meia, carregar peso e amamentar o bebê. A coluna não é uma alavanca. Os movimentos de flexão anterior do tronco, em que se inclina a espinha para a frente, são os mais prejudiciais e devem ser evitados. Ao erguer um peso, dobre os joelhos para repartir a carga com as pernas. Evite torcer a coluna para atender o telefone e nada de carregar grandes volumes de um lado só. Não fique mais do que 30 minutos na mesma posição.

    FAZER EXERCÍCIOS FÍSICOS
    Sedentários têm 15% mais probabilidade de apresentar dor nas costas. O exercício orientado melhora o condicionamento cardiovascular, fortalece e alonga os músculos, em especial os da região abdominal, que ajudam a arcar com o peso do corpo. Mas atenção: exercícios com carga e/ou repetições exageradas, além de movimentos malfeitos têm efeito contrário: favorecem lesões e dores.

    CONTROLAR O PESO

    A obesidade prejudica a coluna principalmente ao se concentrar na barriga – aumenta a sobrecarga na área lombar. Sobrepesos além de 10 quilos acrescem em 25% o risco de ter dor nas costas.

    PARAR DE FUMAR
    As substâncias tóxicas do cigarro enfraquecem os ossos e as articulações e prejudicam a circulação nos discos, que são como almofadas encarregadas de amortecer o impacto entre as vértebras.

    LIBERAR AS TENSÕES
    Fatores emocionais têm papel importante no surgimento da dor, lembra o reumatologista Ari Halpern. Por isso, meditação e relaxamento são bem-vindos. Ele cita o exemplo da de pres são: tratar logo os primeiros sintomas, com exercícios, terapia ou medicamentos, contribui para evitar as dores.

    INVESTIR EM SEGURANÇA
    Quedas decorrentes de acidentes domésticos podem ocasionar distensões, fraturas e outros estragos, ainda mais se negligenciadas. Prefira pisos antiderrapantes, tapetes fixos ao chão e mantenha as áreas de circulação livres.

    ANALISAR O AMBIENTE PROFISSIONAL
    Pesquisas mostram que, apesar de úteis, os programas de ginástica laboral e as correções ergonômicas das bancadas nem sempre são suficientes para reduzir a incidência de lombalgias. Fatores psicossociais, como insatisfação com o chefe, o cargo ou a profissão podem contribuir ainda mais para desencadear os problemas.

    MANTER-SE PROFISSIONALMENTE ATIVA
    Mudou aquele conceito de que, se a dor aparecer, o melhor é fazer repouso prolongado. Salvo em algumas situações, o afastamento da rotina aumenta o risco de uma dor eventual tornar-se crônica. A inatividade tende a enfraquecer a musculatura e a reduzir a estabilidade da coluna. “O ideal é continuar na ativa, mas adequando a atividade profissional à sua coluna”, esclarece o médico Ari Radu Halpern. Pesquisas revelam que pessoas com dores agudas apresentam menos recaídas quando voltam ao trabalho mais cedo.

    Fonte: Claúdia

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    Benefícios da Atividade Física

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    Cuidado com o sedentarismo.
    A falta de exercícios e prática da atividade física sempre foi associada com um fator de perigo para a saúde mas a partir de 1994 na elaboração de um documento conjunto entre American Heart Association (AHA), a Organização Mundial de Saúde e a International Society and Federation of Cardiology classificaram o sedentarismo em uma escala superior de risco a saúde, nos Estados Unidos segundo levantamento cerca de 250 mil mortes anuais são associadas a falta de atividade física regular.

    Quanto ao aparelho cardiovascular a pratica sistemática de atividade física demonstra evidências de melhora do perfil lipídico, diminuindo as taxas de colesterol total e aumentando as frações de HDL-Coleterol e recentemente novos trabalhos vem apresentando evidências sobre o papel do exercício físico no combate da disfunção endotelial causador de patologias cardiovasculares.

    As más noticias que além dos maléficos sobre o sistema cardiocirculátorio, pesquisas tem associado o sedentarismo a evolução de outras patologias, como a maior probabilidade do desenvolvimento de colecistopatias e maior predisposição de alguns tipos de câncer como de endomédrio, mama, cólon, pâncreas e rim tem segundo levantamentos maior incidência nos fisicamente inativos.

    Quanto ao sistema endócrino a diabetes tipo 2 na população mundial e a obesidade vem progredido de forma continua apesar dos esforços da comunidade médica passando de um problema de saúde para uma questão governamental associada aos custo financeiro e perda da qualidade de vida da população, apesar de uma maior longevidade pela evolução da medicina e ao combate das doenças infecto-contagiosas o desgastes associados aos hábitos de vida e principalmente ao sedentarismo tem alertado as autoridades mundiais, a titulo de exemplo a obesidade nos Estados Unidos se tornou uma verdadeira epidemia.

    E novas evidências também tem associado a falta da atividade física sistemática a alterações e maior predisposição de doenças cérebro-degenerativas, cientistas encontraram relação entre o sedentarismo e a piora cognitiva e aparecimento de demência. E recomendam aos pacientes de patologias como Parkinson, Alzheimer e esclerose múltipla a prática de atividade física dentro de suas condições de saúde, sendo o exercício um fator positivo em seu tratamento.

    Por: Dr. Marcos Brazão - Jornal de Medicina do Exercício - 34/2002
    Fonte: Saúde em movimento

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