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ALTERAÇÕES POSTURAIS E DESORDENS TEMPOROMANDIBULARES,ARTIGO DE REVISÃO


O estudo das Desordens Temporomandibulares (DTM) envolve polêmicas e desacertos e, diante da vasta sintomatologia torna-se impossível seu tratamento sem uma visão global dos pacientes, a postura tem sido um fator relacionado a esses distúrbios, podendo ser uma causa ou uma conseqüência dessas alterações, o objetivo desse estudo foi verificar a influência da postura global sobre as desordens temporomandibulares e as influências das desordens temporomandibulares sobre a postura e qual o papel do fisioterapeuta na intervenção desses distúrbios através de revisão bibliográfica.

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fonte:.uftm.

LER - DORT


A LER e DORT são as siglas para Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho, sendo doenças caracterizadas pelo desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético que atingem várias categorias profissionais.

Diferentemente do que ocorre com doenças não ocupacionais, as doenças relacionadas ao trabalho têm implicações legais que atingem a vida dos pacientes. O seu reconhecimento é regido por normas e legislações específicas a fim de garantir a saúde e os direitos do trabalhador.

Sintomas da LER- DORT

Geralmente os sintomas são de evolução insidiosa até serem claramente percebidos. Com freqüência, são desencadeados ou agravados após períodos de maior quantidade de trabalho ou jornadas prolongadas e em geral, o trabalhador busca formas de manter o desenvolvimento de seu trabalho, mesmo que à custa de dor. A diminuição da capacidade física passa a ser percebida no trabalho e fora dele, nas atividades cotidianas.

As queixas mais comuns do portador de LER - DORT são:

  • Dor localizada, irradiada ou generalizada,
  • Desconforto,
  • Fadiga,
  • Sensação de peso,
  • Formigamento,
  • Dormência,
  • Sensação de diminuição de força,
  • Inchaço,
  • Enrijecimento muscular,
  • Choques nos membros e
  • Falta de firmeza nas mãos.

Nos casos mais crônicos e graves, pode ocorrer:

  • Sudorese excessiva nas mãos e
  • Alodínea (sensação de dor como resposta a estímulos não nocivos em pele normal).

Causas da LER – DORT

A LER ou DORT são as manifestações de lesões decorrentes da utilização excessiva, imposta ao sistema músculo-esquelético, e da falta de tempo para recuperação. Lesões neuro-ortopédicas como as tendinites, sinovites, compressões de nervos periféricos podem ser identificadas ou não.

Os fatores de risco não são necessariamente as causas diretas das LER - DORT, mas podem gerar respostas que produzem as LER – DORT. Os fatores de risco não são independentes, interagem entre si e devem ser sempre analisados de forma integrada. Envolvem aspectos biomecânicos, cognitivos, sensoriais, afetivos e de organização do trabalho.

Os fatores incluem:

  • Posto de trabalho que force o trabalhador a adotar posturas, a suportar certas cargas e a se comportar de forma a causar ou agravar afecções músculo-esqueléticas.
  • Exposição a vibrações de corpo inteiro, ou do membro superior, podem causar efeitos vasculares, musculares e neurológicos.
  • Exposição ao frio pode ter efeito direto sobre o tecido exposto e indireto pelo uso de equipamentos de proteção individual contra baixas temperaturas (ex. luvas).
  • Exposição a ruído elevado, entre outros efeitos pode produzir mudanças de comportamento.
  • Pressão mecânica localizada provocada pelo contato físico de cantos retos ou pontiagudos de objetos, ferramentas e móveis com tecidos moles de segmentos anatômicos e trajetos nervosos provocando compressões de estruturas moles do sistema músculo-esquelético.
  • Posturas. As posturas que podem causar LER-DORT possuem três características que podem estar presentes simultaneamente:
    • Posturas extremas que podem forçar os limites da amplitude das articulações.
    • Força da gravidade impondo aumento de carga sobre os músculos e outros tecidos.
    • Posturas que modificam a geometria músculo-esquelética e podem gerar estresse sobre tendões, músculos e outros tecidos e/ou reduzir a tolerância dos tecidos.
  • Carga mecânica músculo-esquelética. Entre os fatores que influenciam a carga músculo-esquelética, encontramos: a força, a repetitividade, a duração da carga, o tipo de preensão, a postura e o método de trabalho. A carga músculo-esquelética pode ser entendida como a carga mecânica exercida sobre seus tecidos e inclui:
    • Tensão (ex.: tensão do bíceps);
    • Pressão (ex.: pressão sobre o canal do carpo);
    • Fricção (ex.: fricção de um tendão sobre a sua bainha);
    • Irritação (ex.: irritação de um nervo).

Diagnóstico da LER – DORT

Para realizar o diagnóstico da LER – DORT, o médico busca dados por meio da história clínica, levando em consideração as atividades realizadas pela pessoa tanto no trabalho, quanto no lazer. Em seguida realiza um exame físico geral, dedicando especial atenção aos locais afetados.

Exames complementares podem ser solicitados para esclarecer o diagnóstico, incluindo:

  • Radiografias,
  • Ecografias,
  • Eletroneuromiografia,
  • Ressonância magnética,
  • Exames laboratoriais para condições reumáticas, dentre outros.

Tratamento da LER – DORT

O tratamento da LER – DORT têm início após um diagnosticado correto e deve buscar uma abordagem integrada, ao invés de tratar somente a sintomatologia:

  • Medidas ergonômicas visam à melhoria do espaço físico e dinâmico de trabalho que não induzam ao desenvolvimento da LER – DORT. Por vezes, pequenas adaptações fazem grandes diferenças. As pausas programadas podem ser consideradas atitudes ergonômicas benéficas.
  • Exercícios físicos são benéficos e incluem tanto exercícios aeróbicos, como exercícios de alongamento.
  • Fisioterapia é muitas vezes empregada na redução da dor e na recuperação da função e dos movimentos do membro afetado pela LER – DORT.
  • Medicamentos antiinflamatórios e analgésicos são utilizados para alívio da dor aguda e crônica da LER - DORT. Devem ser utilizados com cautela e recomendação médica.
  • Intervenção cirúrgica é indicada para casos associados a mal formações e deformidades ósteo-musculares irreversíveis ao tratamento medicamentoso.

Prevenção da LER – DORT

  • Identifique tarefas, ferramentas ou situações que causam dor ou desconforto e converse sobre elas com os profissionais da Comissão de Saúde Ocupacional e com sua chefia.
  • Faça revezamento nas tarefas.
  • Procure aprender outras tarefas que exijam outros tipos de movimento.
  • Faça pausas obrigatórias de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados, evitando ultrapassar 6 horas de trabalho diário de digitação.
  • Auxilie na identificação das posições incorretas e forçadas no trabalho. Ao mesmo tempo, procure dar sugestões sobre o que fazer.
  • Informe claramente à sua chefia quando o tempo determinado para realizar uma tarefa for reduzido.
  • Diante dos sintomas de dor ou formigamento nos membros superiores, procure um médico.
  • Procure conhecer os recursos de conforto do seu posto de trabalho.
  • Procure adotar as posturas corretas.
  • Levante-se de tempos em tempos, ande um pouco, espreguice-se, faça movimentos contrários àqueles da tarefa.
fonte: Banco de saúde

Avaliação das formas de prevenção da pubalgia em atletas de alto nível - uma revisão bibliográfica


Em razão da pubalgia afetar muitos esportistas, a existência de um trabalho preventivo na preparação de atletas adquire extrema importância, principalmente em relação aos de alto nível, para os quais a lesão significa um grande prejuízo financeiro tanto para sua carreira quanto para o clube a que esta vinculado. Em razão disto, este trabalho procurou verificar as formas e parâmetros de prevenção desse tipo de inflamação, assim como verificar a eficácia destes métodos por meio de revisão de literatura.

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Fonte: uninove acesso 07-08-2009

Avaliação Postural: cada indivíduo tem uma postura diferenciada


A postura do ser humano pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Segundo Magee (2002), “postura é um composto das posições das diferentes articulações do corpo num dado momento”. Para que possamos estar em boa postura, é necessária uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.
Já Palmer & Apler (2000) definem a postura correta como o “alinhamento do corpo com eficiências fisiológicas e biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas sofridas ao sistema de apoio pelos efeitos da gravidade”.
Cada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, má postura, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.
A análise da postura envolve a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos à linha de gravidade. É importante lembrar que a avaliação postural deve determinar se um segmento corporal ou articulação desvia-se de um alinhamento postural ideal. Portanto, podemos entender que na avaliação postural o paciente deve sentir-se à vontade e evitar rigidez e posições não-naturais. Há a necessidade de ser visualizado o equilíbrio global do corpo. O fio de prumo situa-se no ponto Antero-posterior anterior ao maléolo lateral e, para os desvios laterais, entre os calcanhares.
Agora, quando falamos da Postura Padrão, nos referimos a uma postura “ideal” ao invés de uma postura média. O alinhamento esquelético ideal utilizado como padrão consiste nos princípios científicos válidos, envolvendo uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga, e conduz à do corpo.
Podemos concluir que o objetivo principal da avaliação postural é identificar os desequilíbrios mais evidentes a fim de evitar prescrição de exercícios que possam vir a acentuar esses desequilíbrios. A boa postura é aquela que melhor ajusta nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de suas partes.

Pés reumatóides: avaliação pela podobarometria



Os pés são comumente acometidos na artrite reumatóide (AR), contribuindo em muito na dor e incapacidade observadas nessa doença. Este artigo descreve uma paciente com pés reumatóides, tratada com órteses para os pés. Foram discutidas as alterações mais freqüentes observadas nessa patologia, o tratamento com palmilhas e o uso da podobarometria dinâmica computadorizada (F-Scan) como método auxiliar diagnóstico e de acompanhamento.

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Dor no calcâneo: área de sustentação e de sobreuso, o calcanhar abriga inúmeras lesões. Saiba como tratá-las


Não é à toa que a expressão derivada da mitologia grega -´calcanhar de Aquiles´ - indica o principal ponto fraco e/ou de sustentação de alguém. É sobre o calcâneo que o peso do corpo exerce maior pressão, respondendo pelo impacto contínuo da primeira fase da marcha, tornando-o uma região suscetível a diferentes tipos de lesões e traumas.
A fascia plantar, faixa fibrosa aponeurótica localizada na região plantar, dá sustentação e forma ao pé. Exigida ao extremo, essa região pode abrigar a fascite plantar, inflamação da fascia (principalmente em sua inserção no calcâneo). A doença, que tem na dor seu principal sintoma (intensificado após repouso prolongado e reduzido ao longo do dia), é causada por essa inflamação na fascia e não pela calcificação óssea (mais conhecida como ´esporão de calcâneo´), conforme muitas pessoas erroneamente pensam.
´A formação óssea não é a causa da dor, pois está situada fora da inserção da fascia. Além do que, metade dos pacientes que têm fascite plantar não possuem esporão de calcâneo´, explica o ortopedista e traumatologista Paulo Giordano Baima Colares, especialista em ortopedia infantil e afecções do pé (adulto) do Hospital São Mateus e da Clínica Ortopédica São Mateus, instalada no mesmo complexo hospitalar. Dr. Paulo Colares integra a Clínica Dr. Colares, do Hospital São Carlos, além de ser preceptor da Residência Médica do Serviço de Ortopedia Pediátrica do Instituto José Frota (IJF).

Retropé e talalgias

O pé pode ser dividido em regiões que são importantes para se localizar as queixas e seus respectivos sítios nosológicos: retropé (osso tálus e calcâneo); mediopé (ossos mediotarsais); e antepé (metatarsos e falanges). A dor no retropé, queixa comum dos pacientes no consultório, pertence as possibilidades diagnósticas chamada de talalgias.
O diagnóstico de fascite plantar (esporão de calcâneo para os leigos) costuma ser confundido com várias outras doenças que atingem a região posterior do pé, acarretando dificuldade no diagnóstico e consequente aumento no já prolongado tempo de tratamento. Alguns detalhes nas queixas relatadas pelos pacientes podem nortear o correto diagnóstico, agilizando o tratamento, informa o ortopedista Paulo Colares.

Fascite

A dor, quando localizada na região medial plantar do calcanhar, piorada após repouso prolongado, tem forte indício de ser a tão comum fascite plantar proximal ou insercional do calcâneo. O aumento no quadro doloroso após esse repouso é ocasionado pelo encurtamento da fascia plantar.

Ao primeiro suporte do pé no solo provoca um estiramento brusco da fascia, causando dor. Forças de tração durante a fase de apoio na marcha levam ao processo inflamatório, implicando em fibrose e degeneração. Esforços prolongados e repetidos sobre o pé, especialmente o retropé, ampliam a dor, estando provavelmente associado à causa da doença. Corridas, saltos e atividades de impacto agravam a dor.

O paciente costuma apresentar claudicação antálgica com apoio sobre a parte lateral e/ou anterior do pé. Apesar de não ser incapacitante, geralmente atrapalha as atividades laborais sendo considerado um problema para os profissionais que trabalham em pé, andam por períodos prolongados, atletas e obesos, especialmente as mulheres. Também podem estar envolvidos na gêneses: a assimetria do comprimento dos membros inferiores; a pronação excessiva do retropé (virado para dentro); a pouca flexibilidade do arco longitudinal; a rigidez das musculaturas da panturrilha; o uso de calçados rígidos; e o aumento do tamanho da passada no decorrer da corrida.
É de 6 meses o tempo médio que pode durar o tratamento e a melhora efetiva da fascite plantar. As pessoas devem estar cientes que mesmo com o diagnóstico correto, o processo é lento e, muitas vezes, doloroso.
O diagnóstico da fascite plantar é clínico podendo ser detectado por ultrassonografia (US) ou ressonância nuclear magnética (RNM). O tratamento costuma ser prolongado e, preferencialmente, não cirúrgico (conservador) podendo ser empregado, além de repouso do esforço desencadeante, medicação antinflamatória e medidas não invasivas: uso de gelo ou calor; fisioterapia; alongamentos; palmilhas/calcanheiras; órteses noturnas; assim como ondas de choque extracorpóreo.
As infiltrações são excepcionais e não devem ser repetidas por gerarem atrofia do coxim gorduroso (camada lipídica subcutânea e trabecular que reveste e contorna toda a planta do pé, especialmente o calcâneo) e a ruptura da fascia. As cirurgias raramente são indicadas.
´Quando o paciente é um corredor e a dor está localiza na região plantar do mediopé, podemos estar diante da fascite plantar clássica ou distal. Seu tratamento se assemelha ao da fascite proximal´, informa o ortopedista Paulo Colares. Também ressalta ser ´importante que a população esteja ciente que a efetiva melhora na fascite plantar, mesmo quando devidamente diagnosticada e tratada, é um processo lento, podendo, por vezes, durar 6 meses ou até mais´.

Síndromes compressivas

A dor na região posterior do pé também pode ocorrer devido ao processo de compressão de algum nervo (como o plantar medial ou ramo do plantar lateral) por estruturas adjacentes ao seu trajeto no pé, que desencadeiam sintomas similares (apesar de apresentarem áreas de dormência/formigamento, a dor é em queimação e no caso do plantar lateral, há a piora com o decorrer do dia). Importante: tanto o diagnóstico quanto o tratamento são diferentes das fascites. A eletroneuromiografia pode ser útil na compressão do nervo plantar medial (Síndrome do Túnel do Tarso),além de imagem de RNM. A indicação cirúrgica é comum, mesmo que antes possa ser adotado o uso de palmilhas, fisioterapia e medicação.

Tendinites e calçados

Em pacientes que fazem esforços exagerados sobre o retropé, especialmente os corredores e atletas, são bastante comuns as tendinites dos flexores longos e curtos dos dedos, tibial posterior e anterior, fibulares e do Aquiles. Nesse último, no tão conhecido ´calcanhar de Aquiles´ são encontrados sítios de inflamação, que devem ser reconhecidos e tratados de forma diferenciada. A tendinite incersional do calcâneo, a bursite retrocalcaneana e a doença de Haglund podem necesssitar de cirurgia específica.

O uso de órteses adaptadas para cada caso é de grande importância no tratamento dessas afecções. Sejam palmilhas moldadas, palmilhas ou calcanheiras de silicone, com coxins, elevações de região específica do pé e outras. ´Isso costuma ser motivo de preocupação entre o vaidoso público feminino de regiões quentes como Fortaleza, pois, como geralmente não é possível adequar as palmilhas às sandálias, as mulheres se recusam a trocar a beleza por algum alívio da dor´, descreve Paulo Colares.

Os saltos são coadjuvantes no tratamento de algumas talalgias. ´Costumamos prescrever saltos baixos para as fascites (e alongar o complexo aponeurótico fascial), e saltos mais elevados para as talalgias posteriores (que acometem o tendão de Aquiles)´.

Traumatismos

´Onde há uma história de trauma, são comuns sequelas dolorosas nas fraturas de calcâneo, talus ou ossos do médiopé que provocam algumas síndromes compressivas e as artroses pós traumáticas´, informa Colares.

A exemplo de outras articulações de carga, o retropé também é bastante acometido por processos degenerativos articulares como as artroses, que necessitam geralmente de tratamento cirúrgico. São também possíveis as artropatias reumáticas com suas artrites e deformidades.

Algumas deformidades comuns nos membros inferiores, como o pé plano (sem cava) e o pé cavo varo (cava do pé acentuada e menos flexível), podem predispor a dores e artrose em sua região posterior. Nestes casos, explica, necessitam de tratamentos específicos.

A atrofia degenerativa ou o traumatismo do coxim gorduroso também podem causar dores no pé, especialmente na região do retropé e do antepé. O contato do calcanhar no solo se torna muito doloroso e de difícil tratamento. Estão predispostos a tais problemas os pacientes ativos e obesos, sendo o quadro irreversível. Nesta situação, informa o médico, o tratamento pode incluir o uso de palmilhas e órteses específicas.

Processos infecciosos

Também devem ser lembrados os processos infecciosos de regiões específicas do retropé, principalmente as tenossinivites infecciosas e osteomielites (especialmente causadas por microorganismos de baixa virulência) que podem apresentar os mesmos sintomas dolorosos. Doenças tumorais, apesar dos relatos serem raros, devem ser lembradas pelo ortopedista, a exemplo da fibromatose plantar e o osteoma osteóide.

´O tratamento dessas doenças deve ser feito de forma diferenciada, podendo resultar, caso não seja feito um diagnóstico preciso, na efetiva não cura da doença em si e/ou gerar tratamentos ainda mais prolongados, amplificando o quadro doloroso, o incômodo e a baixa qualidade de vida a que são acometidos a maior parte dos pacientes

Fonte: Diario on line

Ao praticar esportes, tenha cuidado para evitar lesões.


Prevenção
O bom senso pode prevenir muitas das possíveis lesões durante a prática de esportes. Listamos abaixo algumas lesões típicas e suas respectivas medidas preventivas: lesões nos joelhos Os joelhos são muito suscetíveis a lesões.

  • Evite travar o joelho
  • Não dobre os joelhos mais do que 90º ao agachar-se ou fazer meia flexão com eles
  • Evite torcer os joelhos, mantendo os pés o mais plano possível (durante alongamentos, ao esticar-se)
  • Se possível, exercite-se sobre superfícies macias
  • Use calçados apropriados, com solas macias e flexíveis
  • Após pular, volte ao chão com os joelhos flexionados.

Dores musculares
A dor muscular é um sintoma de excesso de duração ou de intensidade do exercício praticado.

  • Faça aquecimento, como exemplo, exercícios de alongamento, antes de qualquer atividade física, independente do tipo e intensidade do exercício a ser praticado
  • Não exagere. O ditado “sem sofrimento, sem ganho” não é verdadeiro.
  • Após exercícios vigorosos, faça um período de relaxamento. Diminua a velocidade e intensidade do exercício por 5 minutos. Por exemplo, após uma corrida, caminhe por 5 minutos.

Bolhas
As bolhas ocorrem por uso de sapatos ou meias apertados ou inadequados.

  • Use sapatos e meias que lhe sirvam bem. Os sapatos, já calçados, devem permitira que você movimente os dedos, estando em pé ou sentado. As costuras internas dos sapatos não devem friccionar ou raspar no pés.
  • Se necessário use protetores adesivos.

“Dor do lado”
Dor do lado é o nome dado à dor em pontada, sentida abaixo das costelas, geralmente à esquerda, durante a realização de exercícios. Para preveni-la:

  • Não beba líquidos e não coma nas 2 horas que antecedem a atividade física.
  • Respire corretamente, elevando os músculos abdominais na inspiração
  • Não continue se exercitando ao sentir a dor. Pare a atividade e caminhe devagar.

Dor na parte da frente da perna
Pode ocorrer uma dor leve a moderada intensidade na parte da frente da perna (região do osso chamado tíbia). Para preveni-la:

  • Fortaleça os músculos da região
  • Mantenha a barriga da perna bem alongada
  • Não corra sempre na mesma direção quando em pistas cobertas em local fechado ou em vias movimentadas

Dor no tendão de Aquiles
A dor no tendão de Aquiles é causada por estiramento, inflamação ou ruptura do tendão que conecta os músculos da barriga da perna com a parte posterior do calcanhar.

  • Faça aquecimento com exercícios de alongamento antes de praticar qualquer atividade esportiva. Alongue ao máximo a região do tendão de Aquiles e mantenha-se nesta posição por um período prolongado. Não alongue o tendão de Aquiles com movimentos curtos e repetidos (de vai-e-volta)
  • Use calçados adequados, que absorvam impactos e proporcionem estabilidade
  • Evite usar tênis para corrida com solado muito alto
  • Evite correr em superfícies muito duras como asfalto e concreto
  • Corra em superfícies planas em vez de íngremes. Correr em superfícies íngremes sobrecarrega o tendão de Aquiles.

Lesões esportivas graves
As lesões graves são menos comuns, mas podem ocorrer, principalmente em esportes de contato como futebol e outros. Incluem:

  • Fraturas
  • Deslocamento das articulações
  • Distensões e estiramentos
  • Trauma craniano ou ferimentos na cabeça
  • Lesões no pescoço ou espinha
  • Traumas abdominais, como lesões no baço ou no fígado


Adote algumas medidas para evitar lesões graves durante a prática esportiva:

  • Use os equipamentos de proteção e vestimentas indicadas para cada esporte, como capacete, joelheiras e protetor de ombros, pulsos, tornozelos e boca.
  • Treine o esporte para aprender a se defender e evitar traumas leves. Atletas de fim de semana são mais propensos a traumas graves
  • Siga as regras do esporte.

Fonte: Dra. Shirley de Campos

ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS DE PREVENÇÃO E ORIENTAÇÃO DE PROBLEMAS POSTURAIS


RESUMO
Nos dias atuais, problemas posturais têm sido considerados um sério problema de saúde
pública, pois atingem uma alta incidência na população economicamente ativa, incapacitando-a temporária ou definitivamente para atividades profissionais. Considerando as alterações posturais na infância como um dos fatores que predispõem a condições degenerativas da coluna no adulto, manifestada geralmente por um quadro álgico, torna-se necessário estabelecer mecanismos de intervenção como meio profilático. Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo estabelecer a fundamentação teórica sobre os principais fatores que interferem na postura corporal da criança e do adolescente, e fornecer orientações sobre educação postural.
Procurou-se com base na literatura existente realizar uma reflexão sobre as bases biológicas, ergonômicas e pedagógicas para a elaboração de programas de prevenção de problemas posturais.

Download do artigo: prevproblemasposturais

Joelho: diagnóstico, prevenção e tratamento


Reconheça quando alguma coisa não vai bem com eles e aprenda a tratar

Você faz exercícios físicos para manter a saúde e, por descuido, acaba sendo obrigado a largar sua atividade favorita. O que parece profecia de mau agouro é muito mais comum do que você imagina. “Preocupados em alcançar um corpo mais forte e definido, muitos alunos acabam esquecendo os exercícios para fortalecer áreas de suporte e amortecimento, como os joelhos”, explica Fabiana Pereira, da assessoria esportiva TPM, em São Paulo.

“Como toda articulação, essa é uma área muito sensível” , afirma a treinadora Por que isso acontece? Na maioria dos casos, graças à falta de acompanhamento profissional na hora do treino. Por mais simples que pareça, cada exercício exige atenção máxima quando realizado, um cuidado que não só aumenta o rendimento como evita lesões.

No caso específico dos joelhos, explica Fabiana, temos uma articulação feita para flexionar e estender. “Não devemos fazer movimentos laterais, como as mudanças de direção muito bruscas típicas do futebol, daí o grande número de jogadores machucados” , diz.

Machucou, e agora?
Todos esses conselhos são ótimos para prevenir problemas. Mas e quando o estrago foi está feito? Atletas que praticam esportes para uma melhor qualidade de vida, e não profissionalmente, alcançam 100% de recuperação , garante a professora da TPM.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso evitar qualquer movimento que envolva impacto na fase de tratamento. Além do fortalecimento muscular, sempre importante, nada de fazer mudanças bruscas de direção, hiperextensão e hiperflexão.

Assim, você se livra de preocupações como a ruptura dos ligamentos anteriores e posteriores, o desgaste da cartilagem e rupturas do menisco.

Os músculos são responsáveis por grande parte da absorção do impacto recebido pelo corpo, protegendo articulações e ossos. As lesões começam quando eles estão frágeis ou recebem mais impacto do que suportam , explica Fabiana.

Enquanto estiver sentindo dores fortes, é melhor descansar até porque é difícil demais agüentar qualquer estímulo. Assim que o desconforto for aliviando, aposte nos exercícios de baixo impacto. “Recomendo os exercícios na piscina, porque a água ameniza os choques durante a movimentação, e a bicicleta” , diz Fabiana. Ela só pede atenção quanto ao ajuste do selim, posicionado de modo que você nunca estique completamente os joelhos enquanto pedala.
E ainda bem! dá para reconhecer que existe algo errado antes de transformar seus joelhos numa fonte de sofrimento. “Sem dúvida, temos que prestar atenção na dor. Mas, quando ela aparece, é sinal de que o problema já avançou muito” , afirma a treinadora.

Por isso, sempre que for começar um treino novo, peça o acompanhamento de um instrutor e pergunte à vontade. Você só tem a ganhar com isso. “Os outros dois segredos para preservar os joelhos são manter o peso ideal e escolher uma atividade compatível com a estrutura do seu corpo” , encerra a professora.

Previna-se, já!
Fabiana Pereira indica 6 exercícios fundamentais na rotina de quem deseja evitar dores nos joelhos. Todos eles fortalecem a musculatura das pernas, em geral , explica. Só é importante pedir ajuda de um profissional para calcular as cargas e as repetições adequadas ao seu caso.

1. Cadeira extensora;
2. Agachamento;
3. Leg press
4. Mesa flexora;
5. Abdutores
6. Adutores.

Fonte: Minha Vida

Joelho: diagnóstico, prevenção e tratamento


O problema é muito comum e não atinge apenas os atletas…

O joelho é uma articulação dividida entre o pivô central, composto pelos ligamentos cruzados e pelos meniscos e a porção periférica, formada pelos ligamentos colaterais, pelos tendões e músculos que envolvem a articulação.

As lesões ligamentares mais leves incluem pequenos estiramentos e contusões, sem intercorrências biomecânicas mais graves. Há as lesões intermediárias, acometendo os ligamentos laterais do joelho até as lesões graves, acometendo os ligamentos centrais, comuns e temidas entre os profissionais do esporte. Os meniscos são duas estruturas de fibrocartilagem que tem como uma das suas funções absorver o impacto do joelho. Quando lesados, podem apresentar roturas de diferentes extensões e localizações e diversas manifestações clínicas. A cartilagem articular, os tendões e os músculos também podem ser lesionados.

Após a entorse do joelho, é recomendado manter-se repouso articular e iniciar a aplicação de gelo o mais breve possível, com duração de 15 minutos, várias vezes ao dia e evitando-se o contato direto com a pele para impedir uma lesão térmica.

Outro cuidado necessário é evitar-se a carga sobre a perna lesionada, utilizando-se um par de muletas até a avaliação da extensão da lesão por um médico ortopedista. As tendinites e as contusões do joelho costumam melhorar após o repouso, o uso de meios físicos e de fisioterapia.

As lesões dos ligamentos colaterais necessitam de uma imobilização mais prolongada para a correta cicatrização dos mesmos. Já as lesões dos ligamentos cruzados e dos meniscos podem necessitar de tratamento cirúrgico. Atualmente, procedimentos por artroscopia, menos invasivos, são realizados para o diagnóstico e o tratamento, possibilitando o retorno precoce à atividade física.

As lesões crônicas do joelho possuem um amplo espectro de limitação funcional.

São causas: síndromes de desequilíbrio muscular, lesões da cartilagem articular e a artrose do joelho. As dores crônicas do joelho podem ser tratadas com o uso contínuo de medicamentos protetores da cartilagem e analgésicos, o re-equilíbrio muscular e a fisioterapia.

Caso não haja melhoria com o tratamento conservador e exista degeneração articular grave, a artroplastia total do joelho pode ser indicada como último recurso. A melhor prevenção para evitar as lesões no joelho se faz com uma boa preparação muscular e proprioceptiva para as atividades físicas, além da prática esportiva em piso adequado e utilização de equipamentos esportivos corretos.

Concluindo, o diagnóstico preciso e o exercício físico bem orientado por profissional capacitado é essencial para se prevenir o aparecimento e eventualmente tratar as lesões do joelho.

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