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A cervicobraquialgia é uma inflamação da coluna cervical (pescoço) com dores irradiadas para os membros superiores (braços, antebraços e mãos). As ramificações nervosas que saem do meio da nossa coluna (das vértebras) são responsáveis por inervar uma determinada área do nosso corpo chamado assim de dermátomos. Então os nervos que saem da coluna cervical possuem ramificações que se estendem para os ombros, cotovelos, antebraços, mãos, dedos e para a cabeça (região da nuca occipital).Os processos degenerativos naturais (artrose), metabólicos (osteoporose), posturais (escolioses) ou afecções em que haja compressão nervosa (hérnias de disco), geram uma inflamação na região do pescoço que quando essa inflamação acomete um determinado nervo, além da dor do pescoço, também haverá dores irradiadas para a região em que ele é inervado, por exemplo, uma inflamação na vértebra C6 (6º ossinho da coluna do pescoço de cima para baixo) poderá irradiar dores tipo pontadas e choques no dedo polegar e o indicador e na vértebra C3 poderá causar fortes dores de cabeça. Normalmente as dores irradiam apenas para um membro, a não ser que haja uma compressão muito grande tipo uma hérnia de disco em um grau acentuado poderá causar irradiações nos dois membros. O diagnóstico é feito com uma boa avaliação clínica, com um raio-x ou uma ressonância magnética. O tratamento segue com repouso, antiinflamatórios e fisioterapia com o intuito de reduzir a dor e a inflamação nervosa e após os sintomas das irradiações desaparecerem os exercícios de alongamentos são de suma importância. Vale lembrar que nesses casos não se adianta tratar onde dói e sim saber de onde está vindo tal dor e tratá-la no seu mal.
Fonte:jornal da cidade
Para cada posição de dormir, há uma maneira correta de usar o traveseiro
Embora ele receba todo o peso de nossas cabeças e amenize os problemas que carregamos em nossas mentes ao repousarmos sobre ele, muitas pessoas não dão a atenção necessária ao travesseiro e desconhecem sua importância para um sono tranquilo e reparador. Dormir com um travesseiro inadequado pode gerar sérias consequências, a maioria de ordem ortopédica; torcicolos, dores lombares e na coluna cervical são apenas alguns deles.
Ao dormirmos com coluna, tronco e cabeça alinhados, ajudamos o organismo a executar uma livre circulação sanguínea e dos estímulos elétricos enviados pelo cérebro aos órgãos do nosso corpo.
Nas lojas do ramo há uma grande variedade de tipos e modelos. O cliente pode optar pelo o que achar melhor, mais confortável, mas deve observar alguns detalhes fundamentais: alto ou baixo? Espuma ou penas de ganso?
A principal função do travesseiro é alinhar a cabeça com a coluna cervical durante as horas em que passamos deitados — que, aliás, corresponde a um terço do nosso dia (considerando as 8h de descanso recomendadas pelos médicos, suficientes para repor as energias).
Além do tipo de travesseiro correto, também deve-se aprender a forma certa de utilizá-lo. De lado, de bruços ou com a barriga para cima: cada estilo requer uma forma correta de uso, para que a cabeça não fique em um nível diferente do restante do corpo.
A fisioterapeuta Aline Brito recebe em seu consultório pacientes com queixas de torcicolo e dores de coluna “aparentemente” sem um motivo . Porém, após uma investigação mais detalhada é constatado o uso inadequado do travesseiro.
Para corrigir o problema, o paciente é submetido a sessões em equipamentos especiais, como a mesa de tração (“para aumentar o espaço entre as vértebras”) e a mesa de descompressão (“para aumentar a movimentação da coluna”).
A origem do travesseiro está ligada aos egípcios, que costumavam dormir com um apoio feito de pedra na cabeça. O costume se espalhou pelo oriente e foi sendo aperfeiçoado, até tornar-se macio e confortável, sendo confeccionado em materiais e formatos diversos, ao gosto de cada cultura.
Uso inadequado do travesseiro pode gerar sequelas
Muita gente não dá a devida importância a esse pequeno acessório da chamada roupa de cama, mas usar o travesseiro para dormir pode evitar muita dor de cabeça. A fisioterapeuta e educadora física Aline Brito esclarece ter o travesseiro a função primordial de alinhar a coluna cervical e o pescoço durante o sono, mantendo o equilíbrio também dessas partes com o tronco. “Uma postura incorreta ao dormir e o uso de um tipo errado de travesseiro podem interferir na qualidade do sono, que é essencial para a nossa saúde.”
O uso de um travesseiro inadequado pode trazer sérias consequências aos seus usuários, principalmente de ordem ortopédica. Entre os problemas mais frequentes estão torcicolo na coluna cervical, tendinite do quadril, aumento das enfermidades da região lombar deslocamento do disco entre as vértebras, sem falar no comprometimento do sono.
A fisioterapeuta comenta que muitas pessoas não relacionam dores no pescoço ou na coluna com o uso inadequado do travesseiro. “Tenho um paciente que está com torcicolo porque o travesseiro dele caiu durante a noite e ele ficou dormindo com a cabeça caída, sem apoio”, diz Aline Brito, que concorda ser o travesseiro um elemento essencial para a qualidade do sono, embora as pessoas muitas vezes não confiram-lhe a devida importância.
A postura é outro fator fundamental ao bom sono, aquele reparador. Aline Brito exemplifica as três posições mais comuns de dormir e o uso correto do travesseiro. No decúbito dorsal (de barriga para cima), o travesseiro deve ser fino afim de preencher o espaço entre a nuca e o pescoço.
“É importante ter um também embaixo do joelho para evitar lordose. Nesse caso pode ser um maior.”
O decúbito lateral (dormir de lado) é a postura ideal para a coluna. Nesse caso, o travesseiro deve preencher o espaço entre o pescoço e o ombro, evitando assim a queda da cabeça. Usa-se, então, um travesseiro fino entre os joelhos. Já o decúbito ventral (de barriga para baixo) é considerada a pior posição para dormir. “E só deve ser adotada quando não há outra solução, como em casos de cirurgias recentes”, diz a fisioterapeuta.
Nesse caso, ela recomenda colocar um travesseiro embaixo do quadril. “Mesmo assim, essa posição dá torção no pescoço.”
Cuidando do travesseiro
Para manter o travesseiro sempre livre de ácaros e fungos é necessário tomar alguns cuidados. A principal medida é trocá-lo a cada dois anos. Dessa forma, é possível evitar reações alérgicas provocadas por os micro-organismos. Nas lojas especializadas, pode-se comprar travesseiros próprios para os alérgicos, com propriedades antibacterianas.
Em tempo: em seis meses, um travesseiro pode acumular até 300 mil ácaros. Uma boa dica é usar capas e lavar as fronhas com regularidade. Não é indicado, porém, expor o acessório ao sol pois diminui a resistência da espuma e reduz sua vida útil.
A escolha certa
As consequências de uma noite de sono com um travesseiro errado vão desde dores musculares a doenças cardiovasculares, diabetes e infecções, segundo a especialista em Ergonomia do Sono, Simara Rodrigues Bueno, em declaração dada ao site www. meutravesseiro.com — dedicado apenas ao produto e suas implicações de uso.
A fisioterapeuta Aline Brito diz não haver um tipo ideal de travesseiro como padrão. “O bom é aquele que possui a altura e a densidade adequadas para cada pessoa.” Ela, porém, não recomenda ousar o “da Nasa” nem o de pena de ganso por não oferecerem sustentação adequada à cabeça de quem dorme.
Alguns estabelecimentos têm profissionais preparados para esclarecer as dúvidas dos clientes e orientá-los na hora da compra. “Fomos treinados para indicar o travesseiro correto. As pessoas deviam se preocupar mais com isso, afinal é a primeira coisa que pegamos quando deitamos para dormir”, comenta Ivanildo Pereira, gerente de uma loja do ramo de colchões e travesseiros. De acordo com ele, o modelo de viscoelástico, mais conhecido como espuma da Nasa, é o tipo mais vendido no momento. “A espuma é mais resistente e macia, além de se moldar de acordo com o peso da cabeça.”
Fonte: tribunadonorte Isaac Ribeiro - Repórter
Os pés precisam ser uma base firme para a manutenção da postura ereta e, ao mesmo tempo, elásticos e flexíveis o bastante para absorver forças reativas do solo e gerar propulsão. Os pés atuam, ainda, como sensores do solo e participam das estratégias de equilíbrio corporal
.As alterações morfológicas, biomecânicas e funcionais dos pés que ocorrem com o envelhecimento podem gerar lesões e incapacidades. Um exemplo dessas alterações é o valgismo do hálux.
fonte: scielo
O estudo das Desordens Temporomandibulares (DTM) envolve polêmicas e desacertos e, diante da vasta sintomatologia torna-se impossível seu tratamento sem uma visão global dos pacientes, a postura tem sido um fator relacionado a esses distúrbios, podendo ser uma causa ou uma conseqüência dessas alterações, o objetivo desse estudo foi verificar a influência da postura global sobre as desordens temporomandibulares e as influências das desordens temporomandibulares sobre a postura e qual o papel do fisioterapeuta na intervenção desses distúrbios através de revisão bibliográfica.
fonte:.uftm.
Este artigo trata sobre a avaliação dos aspectos ergonômicos nos postos de trabalho frente ao
computador. Através da análise de vinte modelos aleatórios em diferentes tipos de
equipamento e condições de ambiente de trabalho, concluiu-se que há necessidade de maiores
estudos e difusão sobre o assunto, já que todos os usuários apresentaram incorreções, seja
quanto à postura, seja quanto a inadequações dos equipamentos.
fonte: Revista Científica da UFPA
A Baropodometria Eletrônica é um recurso de alta tecnologia que contribui para avaliação postural de atletas e de pessoas sedentárias. Pode aplicar-se a indivíduos sadios ou portadores de alguma patologia de diferentes causas: seja ortopédica, traumatológica e/ou neurológica. Para melhor entendermos este recurso, começamos pela sua nomenclatura: Baro significa pressão, Podo é relativo aos pés e Metria é a referência quantitativa desta avaliação. Enfim, com este exame avaliaremos a distribuição de peso ou pressão nos pés e relacionaremos os resultados com as alterações posturais do indivíduo.
Normalmente, os Baropodômetros Eletrônicos constituem-se de uma plataforma de mais ou menos 45×57,5cm para as avaliações estáticas ou esteiras que podem chegar até 10 metros para as avaliações dinâmicas. Na sua superfície existem sensores eletrônicos que captam as diferentes pressões do indivíduo em pé (postura ortostática) ou caminhando. Os dados coletados são enviados a um Software que ajudará na interpretação dos valores coletados durante a análise. Numa avaliação estática ou dinâmica, podemos analisar as seguintes variáveis relacionadas aos pés dos indivíduos: pressões máximas e pressões médias em kgFcm2, distribuição de peso entre os pés em percentual (%) para cada lado, superfície em cm2, barocentro do pé e da postura (cm), estabilometria (avalia as oscilações em milímetros dos pés e do corpo nos diferentes planos), tempo do passo, velocidade e análises em 3D.
Você deve estar se perguntando por que e como a Baropodometria Eletrônica avalia a postura? Profissionais, normalmente Fisioterapeutas, com a formação em Podoposturologia irão avaliar não apenas os pés com este recurso, e sim todas as possibilidades de alterações posturais que irão determinar as pressões anormais nos pés. Por exemplo, pessoas com alterações vestibulares como a labirintite, alterações visuais como a miopia e astigmatismo, alterações da ATM (articulação têmporo mandibular) como o bruxismo, má oclusão, alterações ortopédicas da coluna como a escoliose, hiperlordose e outras. Assim como as alterações de quadris, joelhos (varo, valgo e recurvatum) e por fim as alterações típicas dos pés como a pronação, supinação, pés cavos, pés planos e suas distribuições de peso no antepé, médiopé e retropé que é a região do calcanhar que tem a função de receber as maiores cargas. Todos estes sistemas influenciam diretamente no resultado do exame e devem ser considerados.
Diante dos resultados traduzidos por Softwares específicos, a interpretação destes irá determinar a melhor forma de tratamento para melhora da “geometria” postural. Os pés são nossa base de sustentação e nossa mola propulsora para o deslocamento, daí sua importância global. Reforço muscular específico, alongamentos, reeducação postural, relaxamento terapêutico de músculos tensos, treino de resistência da região da cintura pélvica, propriocepção, palmilhas personalizadas ou mesmo uma melhor indicação para aumento da performance no esporte praticado pelo indivíduo poderão ser as conclusões deste exame que veio para agilizar e facilitar a reabilitação ou promoção da saúde dos indivíduos.~
Fonte: finalsports
A podoposturologia na França é voltada para as alterações estáticas do aparelho locomotor, que podem ser reduzidas ou compensadas pela prescrição e formulação de órteses plantares, que são chamadas palmilhas ortopédicas.
Há mais ou menos vinte anos atrás na França , as correções podológicas eram feitas dentro de um caráter mecânico, com exemplo: a correção de um pé valgo era feita com um calço mecânico supinador ou a de um pé varo, através de um calço mecânico pronador; sem haver nenhuma preocupação com as repercussões destas correções à distância.Com o tempo verificaram que este conceito de tratamento, não trazia um resposta satisfatória,pois não aliviava os sintomas e a causa das alterações podoposturais.
Tudo isto levou a evolução da podoposturologia na França, sendo realizado um exame clínico global de todo aparelho locomotor,com um enfoque mecânico, muscular e de cadeias musculares hipertônicas e hipotônicas nos três planos do espaço: frontal, sagital e horizontal ; analisando a origem dos problemas e atitudes posturais encontrados no indivíduo.Desta forma considerou-se um problema estático do aparelho locomotor em todo o seu conjunto, pois as alterações dos pés, causam adaptações em outros níveis do corpo, levando a uma resposta global do sistema músculo-esquelético.
A podoposturologia francesa nos conduz a pensar que pode trazer repostas satisfatórias e eficazes, partindo de órteses plantares (palmilhas ortopédicas) que intervém nas alterações posturais localizadas e como um todo, modificando globalmente uma postura, aliviando dores e melhorando o desempenho de todo aparelho locomotor.
As patologias mais frequentemente tratadas:
Fonte: IGF
O método Iso-stretching é de origem francesa e vem sendo aplicado no Brasil desde 1994.
O Iso-stretching consiste em uma ginástica terapêutica composta por exercícios que permitem simultaneamente alongar e fortalecer isometricamente os músculos do corpo atuando na prevenção e no tratamento das alterações osteomusculares.
Os exercícios são posturais, globais e eretos.
Posturais, porque a maioria dos exercícios são executados dentro de uma posição vertebral correta;
Globais, porque o corpo todo trabalha a cada exercício, principalmente a coluna vertebral, região pouco trabalhada nas diversas atividades físicas e que é, no entanto, a causa da maioria dos nossos males;
Eretos, porque solicita a coluna vertebral em autoengrandecimento, trabalhando inclusive a musculatura mais profunda da coluna.
Por que fazer o iso-stretching?
A técnica ajuda a aumentar a força muscular e como não tem impactos, não causa lesões musculares. Recomendado para todas as idades e tipos físicos, pois a força das contrações isométricas do alongamento é controlada e estabelecida de acordo com a potência muscular de cada um, a pessoa trabalha dentro do que o seu corpo suporta.
Realiza-se um trabalho de conscientização corporal, em que o indivíduo passa a conhecer seus próprios limites. As posturas são feitas com o paciente sentado, deitado e em pé, trabalhando a respiração simultaneamente.
Praticada duas ou três vezes por semana e acompanhada pelo fisioterapeuta capacitado para ministrá-la produz em pouco tempo uma melhora na flexibilidade da musculatura.
Nas sessões de iso-stretching, o ideal é utilizar roupas para ginástica ou aquelas que não atrapalham o movimento. As sessões podem ser individuais ou em grupos, o número de pessoas varia de acordo com cada profissional. Isso porque enquanto o aluno desenvolve o exercício, o fisioterapeuta vai orientando e corrigindo cada um.
Benefícios
Indicação
Além disso, com o iso-stretching o corpo irá recuperar a consciência das posições corretas da coluna. As más posturas desenvolvidas durante o dia, além de problemas na coluna vertebral como, uma escoliose, por exemplo, dores no quadril, entre outras, podem acarretar dores de cabeça e dor na região do pescoço.
Fonte: IGF
RESUMO – A proposta deste estudo foi analisar por uma visão cinesiológica e biomecânica
alguns exercícios do método Pilates e compará–los entre si para uma melhor descrição
do método e dos benefícios desta atividade. Duas professoras do método foram
fotografadas realizando tais exercícios nos aparelhos Mat, Cadillac, Chair e Reformer e,
posteriormente os músculos trabalhados, de forma concêntrica e excêntrica, e os
alongados foram comparados com os ângulos articulares mensurados no programa Corel
Draw. Para o cálculo dos torques resistentes a partir do modelo antropométrico de
Dempster, foi aplicado o método segmentar nas fotografias digitalizadas para determinar
os centros de gravidade dos segmentos do corpo. Concluímos que há uma grande
variação dos torques resistentes em função do posicionamento dos membros superiores e
inferiores, tronco e cabeça nos exercícios analisados e que a musculatura abdominal é o
principal grupo muscular trabalhado.
Download do artigo: pilates
RESUMO
Nos dias atuais, problemas posturais têm sido considerados um sério problema de saúde
pública, pois atingem uma alta incidência na população economicamente ativa, incapacitando-a temporária ou definitivamente para atividades profissionais. Considerando as alterações posturais na infância como um dos fatores que predispõem a condições degenerativas da coluna no adulto, manifestada geralmente por um quadro álgico, torna-se necessário estabelecer mecanismos de intervenção como meio profilático. Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo estabelecer a fundamentação teórica sobre os principais fatores que interferem na postura corporal da criança e do adolescente, e fornecer orientações sobre educação postural.
Procurou-se com base na literatura existente realizar uma reflexão sobre as bases biológicas, ergonômicas e pedagógicas para a elaboração de programas de prevenção de problemas posturais.
Download do artigo: prevproblemasposturais
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