Estamos com franqueados ITC Vertebral em todas as regiões do Brasil. Escolha a baixo um estado para encontrar uma franquia próxima de você:
Mudança de hábitos
Alterações na rotina doméstica e no trabalho pode fazer a diferença na postura
CORRIGIR A POSTURA
Preste atenção na maneira como você fica em pé, sentada e como executa movimentos
como abaixar-se para calçar a meia, carregar peso e amamentar o bebê. A coluna não é uma alavanca. Os movimentos de flexão anterior do tronco, em que se inclina a espinha para a frente, são os mais prejudiciais e devem ser evitados. Ao erguer um peso, dobre os joelhos para repartir a carga com as pernas. Evite torcer a coluna para atender o telefone e nada de carregar grandes volumes de um lado só. Não fique mais do que 30 minutos na mesma posição.
FAZER EXERCÍCIOS FÍSICOS
Sedentários têm 15% mais probabilidade de apresentar dor nas costas. O exercício orientado melhora o condicionamento cardiovascular, fortalece e alonga os músculos, em especial os da região abdominal, que ajudam a arcar com o peso do corpo. Mas atenção: exercícios com carga e/ou repetições exageradas, além de movimentos malfeitos têm efeito contrário: favorecem lesões e dores.
CONTROLAR O PESO
A obesidade prejudica a coluna principalmente ao se concentrar na barriga – aumenta a sobrecarga na área lombar. Sobrepesos além de 10 quilos acrescem em 25% o risco de ter dor nas costas.
PARAR DE FUMAR
As substâncias tóxicas do cigarro enfraquecem os ossos e as articulações e prejudicam a circulação nos discos, que são como almofadas encarregadas de amortecer o impacto entre as vértebras.
LIBERAR AS TENSÕES
Fatores emocionais têm papel importante no surgimento da dor, lembra o reumatologista Ari Halpern. Por isso, meditação e relaxamento são bem-vindos. Ele cita o exemplo da de pres são: tratar logo os primeiros sintomas, com exercícios, terapia ou medicamentos, contribui para evitar as dores.
INVESTIR EM SEGURANÇA
Quedas decorrentes de acidentes domésticos podem ocasionar distensões, fraturas e outros estragos, ainda mais se negligenciadas. Prefira pisos antiderrapantes, tapetes fixos ao chão e mantenha as áreas de circulação livres.
ANALISAR O AMBIENTE PROFISSIONAL
Pesquisas mostram que, apesar de úteis, os programas de ginástica laboral e as correções ergonômicas das bancadas nem sempre são suficientes para reduzir a incidência de lombalgias. Fatores psicossociais, como insatisfação com o chefe, o cargo ou a profissão podem contribuir ainda mais para desencadear os problemas.
MANTER-SE PROFISSIONALMENTE ATIVA
Mudou aquele conceito de que, se a dor aparecer, o melhor é fazer repouso prolongado. Salvo em algumas situações, o afastamento da rotina aumenta o risco de uma dor eventual tornar-se crônica. A inatividade tende a enfraquecer a musculatura e a reduzir a estabilidade da coluna. “O ideal é continuar na ativa, mas adequando a atividade profissional à sua coluna”, esclarece o médico Ari Radu Halpern. Pesquisas revelam que pessoas com dores agudas apresentam menos recaídas quando voltam ao trabalho mais cedo.
Fonte: Claúdia
Copyright ITC. Todos os direitos reservados ®.
É proibida a reprodução do conteudo desta página em qualquer rede de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do ITC.