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A dor lombar é um dos problemas mais comumente encontrados em clínicas e serviços de fisioterapia. Atualmente considera-se que a disfunção sacro-ilíaca é um dos fatores desencadeantes dessa dor. A articulação sacroilíaca (ASI), devido a sua anatomia, é uma articulação especial, podendo ser afetada por diversas patologias (SCHWARZER et al., 1995; GREENMAN, 2001). McKenzie-Brown (2005), em seu estudo com 54 pacientes, verificou que 44% apresentavam dor na ASI por traumas, 21% por movimentos repetitivos ou acumulativos e 35% dos pacientes tiveram dor de início idiopático ou espontâneo. Dos pacientes idiopáticos 50% referiram dor póscirurgia lombar.
DISFUNÇÃO SACRO-ILÍACA COMO CAUSA DE DOR LOMBAR
Fonte: Scielo Acesso: 25-10-2011
:: Melhor posição para dormir
A peça não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual.
Vire o corpo para o lado e comece a levantar-se de lado. Não levantar-se para frente.
Agache-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo.
O salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso.
Não durma de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho.
:: Tipo de colchão
:: Melhor forma de levantar da cama
:: Transporte de objetos pesados que estão no chão
:: No trabalho em escritórios
Utilize cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços. Sente-se usando todo o encosto. Os pés deve tocar totalmente o chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical ficar confortável.
:: Carregando mochilas
Utilize mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente para as crianças.
:: Usando salto alto
:: Ao dirigir
Fique sempre com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos, ou seja, não esticados totalmente.
:: Gestantes
Mantenha atividades físicas supervisionadas e permaneça dentro do peso recomendado. Lembre que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises.
Estudos têm demonstrado a eficácia do treinamento específico da musculatura que provê a estabilidade dinâmica e o controle segmentar na abordagem das disfunções lombares. Existem evidências que mostram que o transverso abdominal e o multífido são preferencialmente afetados na presença de uma instabilidade lombar. O presente estudo tem o objetivo de conhecer os efeitos de um programa de exercícios específicos para estabilização em pacientes com diagnóstico clínico de espondilolistese.
fonte:scielo.
A ação dos músculos extensores da coluna tem sido estudada através
da eletromiografia visando conhecer a participação muscular durante varias posturas corporais. Neste trabalho, o objetivo foi verificar a participação do músculo iliocostal lombar(eretor da espinha, durante os movimentos de flexão e extensão do tronco na posição sentada.
Fonte: scielo
Lombalgia é a denominação que se dá a todas as categorias de dor, com ou sem rigidez, que se localizam na região inferior do dorso entre o último arco costal e a prega glútea. Seu estudo é de interesse de diferentes especialidades médicas e remonta os primórdios da história da medicina.
Fonte:scielo
A lombalgia é uma das causas freqüentes de incapacidade. Este estudo apresenta protocolo e avaliação dos resultados dos efeitos terapêuticos, utilizando-se a técnica de injeção do ponto-gatilho de Fischer no tratamento da dor lombar crônica.
Fonte: actafisiatrica
Sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático). Essa é, digamos assim, a definição um tanto técnica do que é osteopatia. Mas pode-se dizer também que a osteopatia é uma técnica diagnóstica e terapêutica que olha o corpo como um todo e não em determinado problema isoladamente, como faz a fisioterapia convencional. Explica Tonia Ramos Costa, fisioterapeuta pós-graduada em Osteopatia, que essa técnica investiga e trata da causa do sintoma, já que tudo no corpo humano é relacionado. Para se ter uma ideia dessa relação, uma dor lombar pode ser resultado de problemas no útero devido a ligações anatômicas que envolvem essa parte do corpo (por isso algumas mulheres costumam sentir dores na região lombar em períodos pré-menstruais), explica a osteopata. Justamente por essa relação causa e efeito ser tão complexa, a osteopatia, se comparada com outras técnicas manuais de tratamento do corpo humano, tem como grandes diferenciais ser pautada nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo e ter uma avaliação detalhada, que deve ser feita na primeira sessão. Nesse mapeamento de quem passará pelo tratamento, avisa Tonia, “são coletados vários dados do histórico da pessoa como cirurgias, quedas, acidentes, traumas e outros mais específicos conforme as queixas e o problema que a levou procurar pelo tratamento”.
Indicações
O método é indicado para dores em geral, mas a maioria das pessoas buscam na osteopatia alívio para dores ortopédicas, principalmente. Dores de cabeça representam o segundo problema que levam as pessoas a conhecerem essa técnica e acrescentam-se à lista problemas de tendinite, patologias viscerais, fibromialgias e outras doenças e até desconfortos.
Não é preciso procurar pelo profissional da Osteopatia somente quando a dor aparece. Como ela é, na maioria das vezes, reflexo de um outro problema, a investigação das causas podem ser iniciadas mesmo quando o interessado não apresenta a dor. Conforme o que for descoberto, a fisioterapeuta indica ao paciente outro profissional ou tratamento. “Não se faz um trabalho postural em Osteopatia, então, se for necessário, indicamos uma terapia com pilates ou RPG, por exemplo”.
Independente de qual o problema levou o paciente à Osteopatia, Tonia dá algumas orientações que servem, de um modo geral, para fortalecer e preservar a saúde corporal. Ingerir muita água para estimular que o corpo libere toxinas, praticar atividades físicas, desde que não seja uma que possa ser prejudicial ao problema corporal já existente, aplicar ergonomia nas atividades cotidianas, principalmente no trabalho, local onde as pessoas passam a maior parte do dia, horas regulares de sono e ergonomia ao dormir são práticas que só benefícios apresentam e auxiliam o tratamento.
“Fiquei sem dor”
A Osteopatia tem como objetivo a homeostase, que como define Tonia, é equilibrar o corpo em todos os sentidos. A consequência é um tratamento mais eficiente, mais rápido e até saudável, visto que os remédios para tratamentos paliativos podem ser deixados de lado. Valéria Góes, grávida de sete meses afirma que valeu a pena. “Na primeira sessão, já fiquei sem dor”, garante ela, que procurou pela osteopatia depois de tomar de conhecimento da técnica, para tentar aliviar a dor que sentia na região do ventre. “Foi meu médico mesmo que disse que a dor não tinha nada a ver a com o útero, não era problema de gestação. Disse que podia ser a lombar que refletia na região do ventre. Então resolvi experimentar”. Depois do alinhamento na primeira sessão, Valéria fez mais três sessões para complementar o tratamento e fará mais uma sessão preventiva mensalmente. “Além de passar a dor, a terapia foi bem relaxante”.
Para alguns, de acordo com o tipo de dor e necessidade, o tratamento pode ser um pouco dolorido, a princípio, mais ainda quando se tem que ‘soltar’ os músculos para relaxá-los. “Mas depois é alívio mesmo que se sente”, afirma Tonia. “Tem pessoa que chega a dormir quando a cabeça é manipulada”. Tonia é formada pela Escola de Madrid, com sede em várias partes do mundo e uma delas está em Campinas, onde a fisioterapeuta estudou a prática manual por cinco anos. “A técnica é bem detalhada, difícil e muitos acabam abandonando a especialização. Por isso existem poucos profissionais formados em Osteopatia”, informou.
fonte:cruzeirodosul
Objetivo: avaliar a efetividade do método dos exercícios stretching global ativo (SGA) comparativamente às orientações médicas para resolver as dores lombares e/ou pélvica posterior durante a gestação. Métodos: foram selecionadas 69 grávidas que apresentaram dores lombares e/ou pélvica posteriores para participar de ensaio clínico prospectivo randomizado. As pacientes foram divididas aleatoriamente em dois grupos: grupo SGA, que praticou exercícios orientados pelo método SGA, e grupo ORI, que seguiu as orientações médicas. As gestantes foram acompanhadas por oito semanas. Foi utilizada a escala análogo-visual para medir a intensidade da dor e os testes de provocação de dor lombar e pélvica posterior para confirmação das mesmas.
Fonte: scielo
As pessoas que fumam, especialmente os mais jovens, têm mais chances de apresentar dores lombares do que aquelas que nunca fumaram, segundo estudo publicado este mês no American Journal of Medicine. Examinando dados de 40 estudos envolvendo mais de 300 mil adultos e adolescentes, pesquisadores finlandeses concluíram que o tabagismo está “modestamente” associado com o risco de dor lombar – que afeta oito em dez adultos em algum momento da vida –, e os efeitos podem ser “parcialmente reversíveis”.
“Os fumantes atuais têm apenas 31% maior risco de dores lombares, comparados com aqueles que nunca fumaram, mas esta estimativa é apenas para dor na parte inferior das costas por um dia ou mais durante os 12 meses anteriores”, destacou Rahman Shiri, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional. Segundo os autores, essa associação seria ainda mais forte para a dor crônica e incapacitante, embora nenhum estudo tenha determinado se seria uma relação de causa e efeito.
De acordo com os autores, os resultados apontaram, ainda, uma maior vulnerabilidade dos mais jovens aos efeitos do cigarro, porque a associação entre o tabagismo e a dor foi mais forte entre os adolescentes pesquisados, comparados aos adultos. Uma explicação para esses resultados seria a maior facilidade em identificar e estudar a lombalgia em pessoas mais jovens. Outro resultado interessante da pesquisa é a possibilidade de reversão desses efeitos, pois os participantes que haviam parado de fumar pareciam procurar menos atendimento para a lombalgia do que os fumantes.
Os cientistas ainda não sabem as razões da associação entre o tabagismo e as dores lombares, mas apontam uma série de possíveis explicações, incluindo a redução do suprimento de sangue à coluna, o aumento do risco de osteoporose e o aumento da circulação de substâncias tóxicas e inflamação pelo organismo. Por isso, mais estudos são necessários.
Fonte: gazetaweb;American Journal of Medicine. Janeiro de 2010.
Analisar a fadiga de músculos lombares e determinar as variáveis demográficas relacionadas com a fadiga destes músculos. Métodos: A atividade eletromiográfica (EMG) dos músculos iliocostal direito (ILD), iliocostal esquerdo (IL-E), multífido direito (MU-D) e multífido esquerdo (MU-E) de 18 voluntários foi captada durante contrações isométricas sub-máximas. Valores de root mean square (RMS) e freqüência mediana (FM) foram correlacionados com o tempo de resistência isométrica (TRI).
biomecanica-para-aval-de-sobrecarga-da-lombar
Fonte:scielo
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