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Artrose fêmur-patelar


Para podermos entender estas queixas devemos ter em mente, que quando do movimento de flexão máxima dos joelhos (90 graus), a manutenção deste eixo de movimentação e, da estabilidade desta articulação, é fruto não somente da integridade ligamentar, como também, da musculatura da coxa. Quando do movimento de extensão após a flexão (elevar-se após agachamento), o eixo de movimentação e a estabilidade desta articulação dependem, entre outras coisas, do eixo de escorregamento da patela.

A patela, também chamada de rótula, é um dos ossos que compõem a articulação do joelho, participando ativamente, dos movimentos de flexão e, principalmente, extensão desta articulação. Ela se insere na parte anterior do joelho e, por sua superfície passam os tendões do músculo quadríceps (principal músculo extensor) antes de se inserir na tuberosidade anterior da tíbia.

É a patela que evita o atrito entre a musculatura do joelho quando do movimento de extensão da perna após a flexão, atuando também, no aumento de eficácia desta musculatura (quadríceps). Possue a patela em sua superfície interna uma cartilagem denominada de “Cartilagem patelo-femural”. Quando o joelho encontra-se em sua flexão máxima, no movimento de retorno à extensão (elevação após agachamento), forças vetoriais agem internamente no joelho, de forma que uma alavanca é exercida em sua parte interna facilitando, este movimento.

Para que este movimento ocorra de forma harmônica, deverá a patela escorregar através de um sulco situado entre os dois côndilos do fêmur, denominado sulcu patelar ou incisura intercondiliana (troclear).

Em determinadas pessoas ou atletas, devido a uma má formação congênita ou hipertrofia de determinado grupo muscular da coxa, a patela pode escorregar lateralmente (internamente ou externamente) durante este movimento, fazendo com que ocorra um atrito entre a cartilagem patelar e cartilagem interna da tróclea do fêmur. A repetição de tal fato, poderá acarretar uma lesão que, se persistente, evoluirá para um processo degradativo articular (OSTEARTROSE FEMURO-PATELAR). Estes são os casos sub-luxação ou luxação patelar.

Tal alteração pode ocorrer em qualquer grau de flexão do joelho, podendo o diagnóstico da mesma, ser confirmado radiológicamente por um RX simples axial de patela á 30 graus, 45 graus e 60 graus de flexão.

Em academias de ginástica, exercícios de agachamento completo, semia agachamento (burpee), leg extension, leg press, prensa inclinada ou outros que impliquem em flexo-extensão máxima dos joelhos, podem desencadear ou agravar a sintomatologia decorrente desta alteração (luxação femuro-patelar).

Uma vez instalada esta patologia, o uso de exercícios corretivos, antiinflamatórios e substâncias condroprotetoras poderá auxiliar tanto na prevenção, quanto no tratamento.

A Fisioterapia tem papel importaníssimo na prevenção, estadiamento, e recuperação dos pacientes com este tipo de artrose.

Através da utilização de recursos eletrotermotrapeuticos, alongamentos da musculatura de reto femoral, quadriceps, não esquecendo a verificação da situação da cintura pélvica, no caso do osso iliaco, que pode em situação de posterioridade levar a um encurtamento da musculatura de ísquiotibiais (posterior da coxa) que vai aumentar o ângulo ou vetor de força femur-patelar. Maniplações osteopáticas e liberação miosfascial podem tambem se fazer necessárias.

Fonte: antonioviana

Joelhos na musculação


Para quem não sabe, os joelhos correspondem a 50% das consultas com médicos Ortopedistas/Traumatologistas dentro de todas as lesões músculo-esqueléticas do corpo humano. A articulação do joelho possui como principal característica a grande mobilidade. Mas em contrapartida, apresenta pequena estabilidade. Isto significa que, para termos um equilíbrio biomecânico desta articulação, os estabilizadores estáticos (ligamentos, meniscos, cápsula articular…) e os dinâmicos (músculos) precisam estar em harmonia.

O simples ato de caminharmos corresponde de 2 a 4 vezes o peso corporal na articulação intermediária do membro inferior. Atividades como agachar-se ou correr pode elevar este valor para 7 vezes o peso corporal na articulação. Estes números demonstram a importância para o cuidado com o treinamento desta articulação, para que nosso esporte não resulte em dor. Outros fatores como traumas, excesso de peso, genética, anomalias congênitas, uso frequente de corticóides, retrações e atrofias musculares, mau alinhamento ósseo, largura dos quadris e pés planos (chato), podem predispor a lesões específicas de joelhos e atrapalhar seu exercício na musculação.

Uma boa avaliação física associado ao histórico de saúde do indivíduo pode ajudar na detecção de potenciais problemas de joelhos. E isto não resultará na interrupção ou contra-indicação da musculação por exemplo. Com base nesta avaliação, treinamentos específicos serão montados, considerando o melhor ângulo de movimento nos aparelhos, ganho de flexibilidade muscular ou aumento de força muscular para um determinado músculo, além de confecção de palmilhas ou até mesmo exercícios terapêuticos com Fisioterapia, onde poderão ser utilizados a eletromiografia de superfície, eletroestimulação e propriocepção, que são exercícios que reúnem força, equilíbrio e coordenação.

Na academia, a principal dica é a orientação adequada para exercícios em cadeia cinética aberta (pés livres) e cadeia cinética fechada (pés apoiados em alguma superfície). Este último, dentro da angulação de movimento adequada, geram menores picos de pressão entre as cartilagens da patela e fêmur, prevenindo então, dores nos joelhos. Ambos poderão ser utilizados, de forma isolada ou mesmo em conjunto, basta conhecer o histórico de saúde do atleta, suas eventuais queixas de dores e o conhecimento de alguma patologia pré-existente ou potencial desequilíbrio estático ou dinâmico que possa atrapalhar o desempenho, conforme relatado anteriormente.

Sinais e sintomas como dor ao subir e descer escadas, ajoelhar, sentar e levantar após longo período, podem ser alertas de problemas não traumáticos dos joelhos. Converse com seu Educador Físico, Fisioterapeuta ou realize uma avaliação médica, pois uma simples mudança no treinamento pode prevenir futuros incômodos da articulação mais frequentadora dos consultórios médicos esportistas!

Fonte: finalsports

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