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São Paulo - O fisioterapeuta Helder Montenegro afirma que a hérnia de disco pode ser curada por meio de tratamentos convencionais combinados com exercícios. Ele faz o alerta ao dizer que muitos médicos insistem apenas na cirurgia, sem avaliar se outros métodos poderiam ser eficazes.
“Embora haja novas técnicas cirúrgicas menos invasivas, se o paciente não cuidar da coluna pós-cirurgia poderá sofrer novamente com a hérnia. O que temos visto atualmente são diversas pesquisas mostrando a eficácia de tratamentos convencionais combinados com exercícios - como pilates e musculação - e, em alguns casos, medicamentos, sempre receitados por um médico.”
De acordo com Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, a aplicação da técnica da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, que une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão, tem apresentado resultados satisfatórios.
“Por isso, temos insistido na conscientização dos pacientes: em vez de optar logo no primeiro momento pela cirurgia - dependendo do caso, claro -, eles deveriam investir no tratamento convencional aliado a exercícios, sempre com orientação de um profissional”, conclui.
Fonte: Abril Acesso: 04-02-2010
Fundado em 2006, em Fortaleza, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral tem ampliado a sua atuação no mercado de saúde brasileiro por meio da Técnica da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral. Depois de anos de pesquisa nos Estados Unidos e Europa, o fisioterapeuta e o osteopata Helder Montenegro criou um programa de tratamento que associa Fisioterapia Manual na coluna vertebral com equipamentos de tração e descompressão das estruturas e o uso de aparelhos que estimulam o fortalecimento dos músculos profundos da coluna vertebral.
“Neste ano, nós duplicamos o número de unidades franqueadas. Iniciamos em Fortaleza, São Paulo, Sorocaba e Manaus e agora inauguramos no Rio de Janeiro, Natal, Vitória e São Luis e Santos. No ano de 2010 inauguraremos mais nove unidades no primeiro semestre, nas seguintes cidades: Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Teresina, Campo Grande e mais três unidades em São Paulo”, afirma o fisioterapeuta osteopata Helder Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
“O pioneirismo da técnica foi justamente fazer com que os fisioterapeutas potencializassem os resultados já obtidos por cada uma delas individualmente. O protocolo se completa ao incluirmos a musculação e o Pilates como exercícios fundamentais para a manutenção do resultado obtido”, explica o fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral. “Isso porque se não houver o comprometimento do paciente, nenhuma técnica será eficaz.”
Outros países
A técnica da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral tem ganhado visibilidade também em outros países como: Inglaterra, Holanda, Argentina, Chile e Venezuela que apresentaram interesse em ter a franquia do ITC Vertebral.
“Percebemos que os fisioterapeutas, inclusive fora do Brasil, querem ir além da fisioterapia convencional, combinando protocolos já existentes para obterem melhores resultados. Em Portugal, o interesse em aplicar a técnica é muito grande, mas por enquanto o nosso foco é o Brasil, onde cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem com hérnia de disco e outros problemas relacionados à coluna que não precisam ser tratados cirurgicamente no primeiro momento”, explica Helder Montenegro, que recentemente foi até Portugal palestrar sobre as características deste protocolo.
Sobre o fisioterapeuta
Fisioterapeuta formado pela UNIFOR (Universidade de Fortaleza), Helder Montenegro foi integrante da equipe do Instituto Fazzi-Amatuzzi em São Paulo; contribuiu para o desenvolvimento da Fisioterapia Esportiva no Brasil sendo um dos primeiros fisioterapeutas a chefiar o departamento médico de um grande clube do futebol brasileiro (Ceará Sporting Clube 93/94); atuou como fisioterapeuta no futebol europeu durante uma pré-temporada no clube Galatasaray na Turquia (2000); contribuiu para a introdução e divulgação das técnicas de Fisioterapia Manual no Brasil, como professor de pós-graduação, ministrando cursos, palestras e promovendo em 2001 o I Congresso Internacional de Fisioterapia Manual; participou de cursos e estágios na Europa (Podoposturologia, Osteopatia, Cadeias Musculares) e nos Estados Unidos (Maitland e Programas científicos da Chattanooga Group utlizando Eletroterapia, Mesa de tração Triton DTS, Mesa de Flexão Ergostyle e Estabilização Vertebral) firmando, então uma parceria com este grande grupo e criando a técnica Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral que vem recebendo o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro através de convites para ministrar cursos e palestras como também a implantação de franquias.
Sobre o ITC Vertebral
O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, fundado pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Helder Montenegro, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação. Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. O ITC Vertebral possui clínicas em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos, Rio de Janeiro, Natal, Vitória e São Luís.
Fonte: Portaisdamoda Acesso: 03-01-2010
Vôos de avião há muito são acusados de causar dores na parte inferior das costas, conhecidas como lombalgia, até os casos mais raros (e bem mais dramáticos) de trombose, quando um coágulo se forma dentro de um vaso na perna, afetando perigosamente a circulação sangüínea. Essas encrencas, tão associadas a viagens aéreas que foram apelidadas de síndrome da classe econômica, são cada vez mais comuns em terra firme, ou melhor, asfaltada — mais precisamente nos engarrafamentos que infernizam a vida dos cidadãos.
“Esse é um problema que não tem recebido a devida atenção”, lamenta o especialista Marcelo Sampaio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. O tempo de clausura dentro do carro se reflete sobretudo nos músculos e nos ossos, antes mesmo do que você imagina. “O limite ideal para ficar apertado no veículo seria de 50 minutos. Depois disso, o organismo passa a ser sobrecarregado”, sentencia Helder Montenegro, fisioterapeuta do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, em Fortaleza, no Ceará.
Cinqüenta minutos, lembra? Para não ultrapassar esse limite máximo e evitar ser penalizado por toda sorte de tormento, o jeito é um só: sair do carro de vez em quando para dar uma boa esticada no corpo ou caminhar um pouco. Mas, claro, quando você é uma ilha cercada de veículos por todos os lados, isso é impossível. Ainda bem que algumas medidas podem ser tomadas dentro do próprio automóvel para minimizar os efeitos do trânsito no corpo moído.
Importante: as estratégias que sugerimos a seguir devem ser adotadas antes mesmo de surgir qualquer sinal de cansaço. “Não espere a dor. Quando ela aparece, o organismo já sofreu alguns dos efeitos do tráfego lento”, explica Rubens Rodrigues, ortopedista do IOT-SP.
PREPARE-SE PARA RODAR
Se o organismo paga infrações pelo trânsito, condicione-se para enfrentar o suplício de todo dia sem correr risco. Faça atividade física regularmente, concentrandose nos exercícios de peso, ao pé da letra. “Músculos fortes protegem a coluna”, decreta Rodrigues. Alongar- se com freqüência e apostar em práticas como o pilates, que aliam desenvolvimento muscular e flexibilidade, também são boas maneiras de minimizar os efeitos nocivos dos congestionamentos. O saudável hábito de botar o corpo em movimento só não impede que um grande problema permaneça no ar: sim, ela mesma, a nefasta poluição. O ideal seria cada um de nós buscar soluções alternativas de transporte não poluente. Enquanto não dá para deixar o carro na garagem, conte com a gente: nós indicamos o melhor caminho para salvaguardar a sua saúde.
Lombar
Permanecer sentado é sinônimo de sobrecarga na região. “Nessa posição, ela tem que suportar todo o peso da parte superior do corpo”, explica Helder Montenegro. Para ter uma idéia, a lombar recebe uma carga quatro vezes maior nessa situação do que quando você está de pé. Isso porque os amortecedores naturais do corpo humano, como os pés e os joelhos, não são usados.
Ombros
Eles são mais afetados pelas constantes trocas de marcha. “Esse movimento, se repetido incessantemente, gera até bursite”, garante, sem medo de exagerar, o ortopedista Rubens Rodrigues, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia de São Paulo (IOT-SP). Traduzindo: o trânsito pode provocar uma dolorosa infl amação nos ombros.
Pescoço
O principal inimigo dele é o estresse decorrente do tráfego intenso. Sem querer, você tende a cerrar os dentes, tracionando toda a musculatura da área. Pressionada, ela se cansa. É quando surgem os incômodos. Sem contar que a posição dos braços também força a musculatura local, que, vale lembrar, ajuda a sustentar os membros superiores.
Pulmões e coração
Quanto maior a exposição aos poluentes despejados pelos escapamentos, pior para esses órgãos vitais. “Se for prolongada, pode até causar um infarto”, alerta Ciro Kirchenchtejn, pneumologista da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. É que certas substâncias tóxicas difi cultam a entrada de oxigênio e isso danifica as artérias.
Tornozelos e joelhos
Movimentos alternados de acelerar e brecar, freqüentes durante o trânsito, são um verdadeiro martírio para os tornozelos — existe a possibilidade de a articulação começar a se deteriorar. No caso dos joelhos, quem já sofreu um desgaste da cartilagem ou uma lesão de ligamento precisa redobrar a atenção. Isso porque muito tempo sentado culmina em inchaço e incômodo.
Panturrilha
Esse músculo na batata da perna é vital para a circulação dos membros inferiores. Quando andamos, ele impulsiona o sangue para cima, impedindo a formação de coágulos que bloqueiam a passagem do líquido vermelho para áreas como o cérebro — o que causaria um derrame. “No trânsito, a pessoa não move tanto as pernas. E isso favorece o problema”, explica o cardiologista Marcelo Sampaio.
Fonte: AVOL
A junção de técnicas de fisioterapia manual e aparelhos ajuda a reabilitar a musculatura
Um te deixa mais ágil, forte, belo. Exatamente por isso, todos só costumam dar atenção a ele. O outro é pequenino, discreto, conhecido e reconhecido por poucos. Estamos falando de dois tipos de músculos, com funções absolutamente distintas.
O primeiro é o chamado músculo dinâmico. Espalhado por todo o corpo humano, é ele o responsável pelos movimentos mais atléticos. Correr, saltar, levantar e arrastar pesos seria impossível sem eles. Poderosos, não? Bom, talvez nem tanto. Esses músculos precisam renovar suas energias, pedem descanso após as atividades físicas que ajudam a desempenhar. Do contrário, não funcionariam mais. É exatamente por isso que ficamos exaustos após muita malhação.
O outro tipo de musculatura diz respeito aos músculos profundos e posturais da coluna vertebral. Ao contrário dos dinâmicos, esses não deveriam se cansar. Trabalham vinte e quatro horas por dia, responsáveis naturais pela sustentação corporal. Eles ficam escondidos entre as vértebras da coluna, atravessados por nervos que, se ficam muito comprimidos, acabam provocando dores capazes de tornar a vida de qualquer pessoa um inferno.
´Esses músculos bem pequenos cruzam apenas uma articulação, têm apenas uma função - ou lateroflexão, ou extensão ou rotação -e estão bem juntos da coluna. Já os dinâmicos são grandes. Os músculos profundos servem para agüentar o tranco. Você passa o dia em pé. Se não tivesse esses músculos, é provável que se fatigasse facilmente´, explica o fisioterapeuta Helder Montenegro.
No entanto, conforme o especialista, os músculos profundos também podem se exaurir e se enfraquecer, seja por traumas, doenças sistêmicas, entre outros fatores que acabam provocando a temida (porém comum) dor nas costas.
Montenegro dirige uma clínica, em Fortaleza - com franquias espalhadas pelo Brasil -, especializada no tratamento denominado Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral (RMA), programa criado por ele. Para libertar o paciente da dor, o trabalho se concentra basicamente em melhorar o grau de mobilidade músculo-articular da coluna e diminuir a compressão no complexo disco-vértebras e facetas - estruturas responsáveis por sua flexibilidade.
Fonte: Viva - Diário do Nordeste
O constante anda e para do trânsito nas ruas e nas estradas tem efeitos no corpo todo; mas é possível frear os malefícios se você adotar as manobras que freiam os problemas
Vôos de avião há muito são acusados de causar dores na parte inferior das costas, conhecidas como lombalgia, até os casos mais raros (e bem mais dramáticos) de trombose, quando um coágulo se forma dentro de um vaso na perna, afetando perigosamente a circulação sangüínea.
Segundo informações da revista SAÚDE, esses contratempos, tão associados a viagens, são cada vez mais comuns em terra firme, ou melhor, asfaltada — mais precisamente nos engarrafamentos que infernizam a vida dos cidadãos.
“Esse é um problema que não tem recebido a devida atenção”, lamenta o especialista Marcelo Sampaio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. O tempo de clausura dentro do carro se reflete sobretudo nos músculos e nos ossos, antes mesmo do que você imagina.
“O limite ideal para ficar apertado no veículo seria de 50 minutos. Depois disso, o organismo passa a ser sobrecarregado”, sentencia Helder Montenegro, fisioterapeuta do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, em Fortaleza, no Ceará.
Cinqüenta minutos, lembra? Para não ultrapassar esse limite máximo e evitar ser penalizado por toda sorte de tormento, o jeito é um só: sair do carro de vez em quando para dar uma boa esticada no corpo ou caminhar um pouco.
Mas, claro, quando você é uma ilha cercada de veículos por todos os lados, isso é impossível. Ainda bem que algumas medidas podem ser tomadas dentro do próprio automóvel para minimizar os efeitos do trânsito no corpo moído.
Importante: as estratégias que sugerimos a seguir devem ser adotadas antes mesmo de surgir qualquer sinal de cansaço. “Não espere a dor. Quando ela aparece, o organismo já sofreu alguns dos efeitos do tráfego lento”, explica Rubens Rodrigues, ortopedista do IOT-SP.
Prepare-se para rodar
Se o organismo paga infrações pelo trânsito, condicione-se para enfrentar o suplício de todo dia sem correr risco. Faça atividade física regularmente, concentrandose nos exercícios de peso, ao pé da letra. “Músculos fortes protegem a coluna”, decreta Rodrigues.
Alongar- se com freqüência e apostar em práticas como o pilates, que aliam desenvolvimento muscular e flexibilidade, também são boas maneiras de minimizar os efeitos nocivos dos congestionamentos. O saudável hábito de botar o corpo em movimento só não impede que um grande problema permaneça no ar: sim, ela mesma, a nefasta poluição.
O ideal seria cada um de nós buscar soluções alternativas de transporte não poluente. Enquanto não dá para deixar o carro na garagem, conte com a gente: nós indicamos o melhor caminho para salvaguardar a sua saúde.
Fonte: Abril
Novo protocolo reforça e protege o sistema muscular contra os efeitos do desuso, lesões e dores na região lombar
A alta incidência de pacientes com dores na coluna vertebral - cerca de 80% da população - é uma realidade nos dias de hoje, sendo este um desafio para os profissionais de saúde.
Crivados pela dor intermitente e incapacitante na região lombar, os pacientes adotam uma atitude antálgica (portura de dor, a exemplo da ciática), curvando o corpo como se tentassem “desviar” do sofrimento.
Conseguir tratar a lesão de forma a minimizar a dor do paciente tem levado os especialistas a desenvolverem novas técnicas de tratamento dessa patologia.
É o caso da série Ergostyle, que reúne equipamentos de alta performance e tecnologia, sendo a Academia Personal Care a pioneira no Ceará a desenvolver este protocolo, segundo informa o fisioterapeuta Helder Montenegro, especialista em osteopatia e podoposturologia.
A técnica aborda o esforço de um sistema muscular específico para proteção de estruturas articulares e neurais contra os efeitos do desuso, lesão ou dor, de forma a evitar a formação de um ciclo contínuo de incapacidade. Todo o protocolo visa a melhora definitiva do quadro, ou seja, de estabilização vertebral, e inclui: mesa de imobilização; mesa de tração automática; manobras de osteopatia e o trabalho visando o fortalecimento dos músculos mais profundos. Todo o processo é realizado de forma a não acarretar dores no paciente e acelerar o processo de cura.
Na mesa de imobilização, o paciente pode observar melhoras significativas na lateroflexão, rotação , flexão ou extensão (principais movimentos da coluna vertebral). O objetivo a ser alcançado é aumentar o espaço articular, sendo esperada uma melhora no quadro geral de dor após 4 ou 5 sessões.
Na mesa de tração automática, a coluna é tracionada com conforto já que a fixação no tórax é feita com cintas, proporcionando uma pressão uniforme. Todo o comando é computadorizado. Sendo assim, ao menor sinal de desconforto ou dor, o paciente - de posse de um controle manual - dá um toque, fazendo com que a tração volte imediatamente a posição inicial (zero). Por se tratar de um sistema gradativo, o peso é colocado de forma progressiva. Além disso, o paciente é monitorado durante todo o processo que evolui até nove passos.
Entre as vantagens, Helder Montenegro cita o aumento no espaço articular e que resulta numa melhora na circulação no local. Também melhora a hidratação no disco e promove alongamento dos músculos mais profundos (que ligam uma vértebra a outra). O passo seguinte é ensinar o paciente a contrair e descontrair, assim como fortalecer corretamente os músculos. Trata-se de um processo de reeducação que o paciente deve levar da sala de atividade física (na academia) para todas as suas atividades do cotidiano.
Durante a execução de todo o protocolo, o paciente é acompanhado por um profissional capacitado. Um fato importante, segundo informa Helder Montenegro, professor de pós-graduação no Colégio Brasileiro de Ensino Sistêmico, em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, é esclarecer que a manutenção da saúde da coluna deve ser feita mediante uma atividade física e nunca ficar parado devido ao estado de dor.
“A máquina (corpo) deve estar sempre em movimento. Isso é necessário para manter o sistema cardiovascular em dia, assim como as funções respiratórias, o peso, o aparelho digestivo, o desempenho sexual e a capacidade neurológica.
SERVIÇO: O novo protocolo é realizado na Academia Personal Care. Informações com o fisioterapeuta Helder Montenegro: (85) 3242.9444.
Fonte: Viva - Diário do Nordeste
4 dicas para reduzir dores na coluna provocadas por má postura no carro
Texto: Adriana Bernardino
Fotos: da autora/Renato Takahashi
Antes do câmbio automático, do vidro elétrico, do celular e outras inovações tecnológicas o corpo encontrava mais ocasiões para fazer aquilo que lhe é inerente: mover-se. A rigidez corporal praticada na dinâmica da vida urbana – dirigir e trabalhar sentando por longas horas, por exemplo – representa uma das vilãs das dores nas costas.
“Hoje 80% da população apresentam ou irão apresentar dor lombar”, diz o fisioterapeuta Helder Montenegro, especialista em Reconstrução Muscular Articular da Coluna Vertebral.
Segundo Montenegro, os efeitos colaterais mais comuns ocasionados pelo trânsito são dores lombares e articulares, tensão na base do pescoço, dores nos membros inferiores e superiores, além de problemas circulatórios. “O fator desencadeante dessas dores é a postura sentada inadequada e a permanência prolongada nesta posição. Acima de 45 minutos, a musculatura começa a se fadigar”, alerta.
Manutenção preventiva
Com quase mil novos carros todos os dias nas ruas e, conseqüentemente, mais tempo no trânsito, motoristas e passageiros não podem abrir de mão de certos cuidados com a coluna. O banco dos veículos é o primeiro obstáculo a ser vencido.
“A padronização dos assentos usados pelos meios de transporte contribui para os maus hábitos posturais, pois raramente dão suporte adequado à coluna lombar. O encosto ideal deve fornecer um suporte lombar para que a lordose seja mantida, evitando assim futuras dores lombares ou prevenindo o agravamento das lesões já instaladas”, explica o Montenegro.
Mudança de postura
O fisioterapeuta dá dicas especiais para que a saúde de sua coluna não seja comprometida enquanto você dirige. São elas:
Inclinação – um suporte lombar pode promover o conforto do indivíduo quando sentado. Como poucos assentos fornecem o suporte adequado, o rolo lombar portátil ou toalha enrolada são essenciais para pessoas com problemas lombares em progressão.
O rolo irá facilitar a manutenção da lordose e da postura correta. Já o uso da toalha tem sido considerado eficaz, pois fornece o volume de acordo com a maneira que é pressionada.
Onde colocar: a toalha deve ficar na altura da terceira vértebra lombar, acima da bacia.

Apoio lombar, rolo lombar ou toalha enrolada que estejam fora das medidas podem provocar dores. O tamanho desse suporte dependerá do biótipo de cada indivíduo.
Braços e pernas – regule a distância do banco para que carga adicional no uso dos pedais não seja transmitida para coluna lombar. Os braços devem estar relaxados e com os cotovelos semifletidos para não tensionar ombros e pescoço. Nada de dirigir “em cima do volante” nem muito afastado, evitando assim que os braços e pernas fiquem esticados. Pausas freqüentes são importantes para evitar sobrecarga nos discos intervertebrais.
As pernas devem ficar paralelas. Evite dirigir com os joelhos muito flexionados, pois se corre o risco de comprometer a circulação sanguínea.
Chicote – o pescoço também merece cuidado especial. Para que não haja o chamado “chicote”, isto é, movimento brusco do pescoço ocasionado por freadas, a cabeça deve estar próxima ao encosto, mas não relaxada sobre ele, já que a posição pode provocar sono.

Farol vermelho – hora de parar. Faça repousos intercalados com movimentos adequados, como alongamento. Esses cuidados simples melhoram a dor e evitam a falta de condicionamento físico.
Pioneiro em adaptar a técnica de estabilização vertebral para dentro da sala de musculação, Montenegro recomenda também atividade física que possa prevenir dores na coluna, as mais indicadas são musculação e pilates. “Lembre-se: nunca levante ou suspenda um peso sem contrair a musculatura abdominal e sem dobrar os joelhos. Atividade física em excesso também pode causar dor na coluna vertebral. No primeiro sintoma ou crise de dor, procure um profissional especializado em coluna”.
Fonte: Revista Webmotors
O artigo sobre a Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral foi publicado na revista Terapia Manual. Faça o download abaixo:
Download do artigo: RMA da Coluna Vertebral
Conheça o novo tratamento fisioterápico que se vale de aparelhos de tração e flexão mais atividade física para dar um fim nas dores de hérnias de disco e outros problemas de coluna.
Quando o disco, a cartilagem entre as vértebras da coluna, está em crise, os incômodos não tardam a aparecer. E só depois de muita avaliação que os especialistas no assunto podem bater o martelo para a melhor terapia. Às vezes, opta-se pelo controle da dor por meio de medicamentos. Outras tantas, recorre-se à fisioterapia. Ou, então, a solução está na cirurgia - minimamente invasiva ou não. Porém, muitos concordam que, em boa parte dos casos, o tratamento é paliativo. E mais: se o paciente não toma alguns cuidados ou faz exercícios físicos sem orientação, a dor voltará a dar o ar de sua desgraça.
Não por acaso, o fisioterapeuta cearense Helder Montenegro resolveu estudar o assunto para buscar mais uma alternativa no combate às encrencas no disco vertebral. Depois de trabalhos e viagens, o expert trouxe dos Estados Unidos dois equipamentos que, segundo ele, trazem alívio para os problemas de coluna, entre eles, a hérnia de disco, a desidratação e degeneração discal e a instabilidade vertebral.
Um desses aparelhos é a mesa de tração eletrônica. Ela lembra uma cadeira de dentistas e é acoplada a um computador, por meio do qual o profissional poderá calcular as cargas aplicadas ao paciente. Ao contrário das mesas de tração antigas, usada nos anos 1970, esta depende do que é programado pelo fisioterapeuta. O paciente é preso pelo tórax e pelos quadris por cintos que o conectam ao equipamento. Depois de calculados o peso e a quantidade de etapas em que o procedimento será realizado, são programados os movimentos de tração, compressão e relaxamento da coluna, com a definição de uma carga mínima e outra máxima. Tudo para não prejudicar a musculatura da região.
“Os movimentos realizados na mesa imitam aqueles feitos no dia-a-dia”, explica Montenegro. E são eles que promovem uma abertura entre uma vértebra e outra. Assim, o nervo que passa pela coluna não fica comprimido. Em outras palavras, não há dor. “Quando o disco é pressionado pelas vértebras, diminui a quantidade de oxigênio que ele recebe e aumenta a concentração de hidrogênio”, afirma o fisioterapeuta. “Isso faz com que o pH da região se torne ácido, favorecendo a irritação e a dor”, completa. Depois de entrar em ação, a mesa ajuda a preservar esse espaço e permite que o disco permaneça mais hidratado e, portanto, saudável.
O outro item que auxiliará o combate das hérnias e afins é a mesa de descompressão dinâmica, que também se vale de movimentos nas articulações. “Assim como a outra, esta visa aumentar o espaço intradiscal”, conta Montenegro. A diferença é que o especialista recorre a ela quando o paciente já se sente menos incomodado com o problema no disco - geralmente ela é usada depois de o indivíduo passar pela mesa de tração eletrônica.
Para fechar a lista de equipamentos, Helder Montenegro, que tem clínicas em Fortaleza e na cidade de São Paulo, aposta no estabilizador vertebral. O utensílio vem da Austrália e, quando colocado sob o paciente, verifica as condições da musculatura que sustenta a coluna, especialmente na porção lombar, próxima à cintura. “Ele serve como um guia para trabalhar corretamente esses músculos”, diz o especialista.
O tratamento que reúne esses três aparelhos costuma durar dois meses. Mas, atenção, depois de se submeter a ele, o paciente deve se comprometer a fazer atividades físicas específicas para a manutenção dos benefícios. “Caso contrário, em cerca de um ano e oito meses, o problema pode voltar”, conta o fisioterapeuta. Os exercícios em questão são musculação dirigida e acompanhada por um professor de educação física, ou pilates. Montenegro, aliás, é categórico: “Se o paciente não se compromete a fazer os exercícios, não iremos atendê-lo”. Na visão do especialista, eles são imprescindíveis.
As principais contra-indicações da terapia que aposta nessa tríade de aparelhos são os casos de hérnia de disco aguda. “Não a recomendamos a pacientes que, por causa do problema, têm incontinência urinária ou já perderam a força nas pernas”, avisa Montenegro. Baseado em pesquisa com 30 pacientes, o especialista assegura que 87% deles se consideram satisfeitos com o tratamento.
Procuramos ortopedistas e cirurgiões para ouvir outras visões sobre a terapia. Eles preferiram não emitir opinião uma vez que, como o uso das mesas é recente, ainda poucos a conhecem suficientemente bem para uma análise correta. Sem contar que existem poucos trabalhos científicos a respeito.
Fonte: Saúde!
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