Criamos um programa de fisioterapia pioneiro para a hérnia de disco e doenças da coluna vertebral. O programa promove a descompressão das estruturas intervertebrais da coluna, bem como o fortalecimento específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral. (saiba mais)
Estamos com franqueados ITC Vertebral em todas as regiões do Brasil. Escolha a baixo um estado para encontrar uma franquia próxima de você:
OBJETIVOS. Avaliar a prevalência destas algias na coluna vertebral, identificar sua localização e a associação entre idade, idade
gestacional, acometimento nervoso e a presença de dor anterior à gravidez.
MÉTODOS. A dor nas costas foi identificada através de estudo descritivo, no qual se realizaram entrevistas através de um
questionário estruturado pelos autores a 203 gestantes, selecionadas em salas de espera de Unidades Básicas de Saúde da
cidade de Paulínia (Estado de São Paulo), no momento em que chegavam para a assistência pré-natal, entre janeiro e
dezembro de 2001.
Fonte scielo
Com o aumento do peso e o crescimento da barriguinha, a coluna fica sobrecarregada sendo mais freqüentes, nesse período, as dores nas costas. Para prevení-las ou aliviá-las, é importante não assumir posturas erradas. Por exemplo, muitas gestantes cedem à tentação de exibir a sua barriga, projetando-a ainda mais para a frente. Esse velho costume força a lordose e pode custar caro à sua coluna. Por isso, mais do que nunca a futura mamãe deve adotar, ao caminhar, a clássica postura “barriga para dentro, peito para frente e cabeça para cima”.
Procure também sentar em cadeiras com encosto reto e fuja dos sofás muito macios. Aparentemente superconfortáveis, eles são um convite para que você se jogue no assento de qualquer jeito. Nos últimos meses, isso pode levar, inclusive, ao rompimento da bolsa.
A escolha dos sapatos certos também é importante. Esqueça os de salto alto e bico fino. Os médicos aconselham usar calçados de couro, amplos na região dos dedos, com saltos de até 3 cm e alguma elasticidade. Além de não prejudicarem a coluna, são confortáveis para os pés, que durante a gravidez, tendem a ficar inchados ao longo do dia. Um último lembrete: tenha por hábito usar meias elásticas. Elas ajudam na prevenção de “vasinhos” e varizes.
Fonte: Bibliomed
Grávidas podem fazer exercícios físicos específicos e moderadamente. É bom para a mãe, para o bebê e para a preparação do parto. Uma das modalidades recomendadas é o Pilates, já que as mudanças que ocorrem na gestação não são apenas hormonais e emocionais, são também posturais. À medida que avança, as alterações em músculos, articulações e coluna vertebral também progridem.
“O método Pilates é um programa de exercícios que pode trazer conforto à gravidez e ao parto, com foco na estabilidade da musculatura postural e do assoalho pélvico e no fortalecimento e alongamento suave dos músculos”, diz a ginecologista e obstetra Juliana Lima de Araújo. “Melhora a concentração, a força postural, o equilíbrio, a coordenação e a qualidade dos movimentos, sem sobrecarregar as articulações. Consequentemente auxiliará a prevenir as dores lombares, ombros caídos e tensão no pescoço”, continua.
Porém, os trabalhos científicos sobre Pilates na gestação são, na sua maioria, realizados pela área da fisioterapia; sendo raros os estudos pela obstetrícia. Mas os benefícios da atividade na gravidez estão sendo cada vez mais estudados e reconhecidos.
Parto fortalecido
“Além do estrogênio e da progesterona, outro hormônio, chamado relaxina também se eleva na gravidez. A relaxina proporciona maior mobilidade aos ligamentos, permitindo a estabilidade das articulações”, explica a médica. “As articulações que conectam os ossos da pelve tornam-se mais frouxas e alongadas, preparando-se para o parto. Contudo, a estabilidade articular é reduzida”, conta Dra. Juliana.
O método Pilates incentiva o controle muscular postural, que compensa os ligamentos enfraquecidos, ajudando a evitar os problemas comuns nas articulações e a tensão lombar. As técnicas de respiração trabalhadas no Pilates também ajudam a relaxar e respirar com mais eficiência, induzindo a calma e reduzindo de forma eficaz os níveis do cortisol, que é o hormônio do estresse.
A diretora técnica do CGPA Pilates, Cristina Abrami, explica como o método pode ajudar a gestante: “Inúmeros estudos científicos comprovaram a importância da atividade física durante a gravidez. Mas, vale lembrar, que nem toda atividade é indicada. Neste período, a mulher requer atenção especial na elaboração de um plano de exercícios que fortaleça seu corpo, prevenindo dores decorrentes do progressivo ganho de peso e respeitando as limitações impostas pela gestação“.
Assoalho pélvico
O CGPA é um dos estúdios que oferece atendimento personalizado para quem vive esta fase. Entre os 500 exercícios do Pilates, cerca de 200 são indicados para a mulher gestante. Outro grupo de músculos importantes durante a gestação que é trabalhado pelo Pilates são os do assoalho pélvico. Esses agem como uma espécie de rede, passando do osso púbico na frente da pelve para o cóccix nas costas e saindo em cada lado do ísquio (ossos de sentar).
A uretra, a vagina e o ânus separam esta faixa de músculo semelhante a uma rede. Ao redor da uretra, da vagina e do ânus, existe um músculo em forma de “8″ chamado pubococcígeo. Fortalecer este músculo é fundamental para prevenir possíveis problemas nos intestinos e bexiga.
Benefícios de um assoalho pélvico fortalecido:
. Melhora a capacidade de estirar e relaxar com mais facilidade durante o parto;
. Melhora a circulação para a região pélvica;
. Promove a rápida recuperação e cicatrização, auxiliando na reconquista de boa qualidade muscular após o parto;
. Previne a incontinência urinária por esforço;
. Apóia os órgãos da pelve;
. Previne o mau alinhamento das articulações do quadril e sacroilíacas (que formam uma interligação entre a parte posterior da pelve e os ossos do quadril);
. Promove a estabilidade da musculatura postural.
Fonte: yahoo noticias
A prática evita a dor nas costas, alivia inchaços nas pernas e ainda colabora para um parto mais tranquilo.
O corpo muda rapidamente durante a gestação, o que causa desconforto, dores e má postura. Mas tudo isso pode ser amenizado com o método de condicionamento físico Pilates. Desde que não haja contraindicação médica, as grávidas podem começar o exercício logo depois do terceiro mês de gestação e manter a prática até o final do sétimo.
Os benefícios? A modalidade alonga e fortalece a musculatura, principalmente a de abdômen, glúteos e parte inferior das costas, considerada o centro de força do corpo e responsável pela sustentação da coluna vertebral.
Além de ganhar condicionamento físico e bem-estar e controlar o peso, a gestante que faz Pilates ainda tem um ganho extra. Um abdômen mais forte vai facilitar o trabalho de parto. “Nessa hora, o útero se contrai para expulsar o bebê e, por um ato reflexo, a mulher também faz pressão abdominal, que é importante para empurrá-lo pelo canal vaginal. Um abdômen mais forte facilita esse trabalho. Nos momentos finais, há um relaxamento do períneo que permite a passagem da criança”, explica o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, do Hospital Sírio-Libanês. Outra vantagem para levar em conta: “Depois do nascimento, se essa musculatura estiver bem treinada, ela se recupera mais rapidamente”, continua o obstetra.
“Nessa prática, a prioridade é a qualidade e a execução correta dos exercícios, e uma das grandes preocupações do instrutor é garantir a postura adequada do aluno. O objetivo não são as repetições excessivas e a utilização de muita carga”, explica Ludmila Pedroso, terapeuta ocupacional e instrutora de Pilates do CGPA (Centro de Ginástica Postural Angélica).
Fonte: Bebe.com.br
da BBC Brasil
As mulheres desenvolveram colunas vertebrais mais curvadas do que os homens para impedir que percam a estabilidade com o peso da gravidez, de acordo com pesquisadores americanos.
Segundo especialistas, sem a curvatura mais acentuada, as ancestrais dos seres humanos que caminhavam eretas não poderiam fugir de predadores durante a gestação.
Elas também teriam sofrido de fortes dores nas costas, disse o estudo, publicado na revista Nature.
A teoria ganhou mais peso quando a diferença entre as colunas de homens e mulheres foi identificada num fóssil de uma fêmea da espécie Australopithecus, que é um parente pré-histórico humano que viveu há cerca de dois milhões de anos.
“Sem a adaptação, a gravidez colocaria um peso maior nos músculos lombares, causando dores e fadiga consideráveis e possivelmente limitando a capacidade de colher alimentos e a habilidade de fugir de predadores”, disse Liza Shapiro, antropóloga da Universidade de Harvard.
A transição para um andar mais erguido verticalmente foi uma das mudanças-chave na evolução do homem, mas teve uma conseqüência indesejável para mulheres grávidas.
Nos primatas, o feto fica confortavelmente apoiado no ventre, mas em seres humanos, ele fica mais à frente, deslocando o centro de gravidade e causando um desequilíbrio.
Tanto homens quanto mulheres têm uma curvatura na parte inferior da coluna, mas nas mulheres, de acordo com os pesquisadores, a curvatura se prolonga mais na coluna vertebral.
A diferença permite que as mulheres ajustem sua postura para se manter em equilíbrio e reduzir o desconforto causado por dores na parte mais baixa da espinha, mesmo nos últimos meses de gestação, quando o abdômen pode pesar quase 7 quilos mais do que o normal.
Fonte: Folha Online
Para isso, identifique o que causa as terríveis dores e livre-se do problema na origem.
A maioria das pessoas só percebe que precisa proteger mais sua coluna (ou que ela existe) quando as dores começam a incomodar e a limitar a realização de tarefas… E é justamente esse descaso com a região que sustenta o nosso corpo que prejudica o tratamento e o alívio desse incômodo.
Felizmente, na maior parte dos casos (80% deles), a dor nas costas não dura mais do que três meses e desaparece, com ou sem medicação, segundo o médico Jamil Natour, professor de Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Neste caso, o paciente obrigatoriamente tem que mudar o estilo de vida. Parar de fumar, emagrecer, alongar, cuidar da postura e ficar calmo , receita José Goldenberg, reumatologista do Hospital Albert Einstein e autor do livro Coluna, Ponto e Vírgula . Mesmo assim, não devemos subestimar o problema, porque as causas da dor são múltiplas e vão desde simples vícios de postura até a presença de doenças graves.
Cabe ao médico avaliar os sinais de alerta. Se existirem, é necessária uma maior investigação da causa e do melhor tipo de intervenção. Os sinais de perigo são febre, perda de peso, histórico de trauma, quando a dor piora com repouso e quando o primeiro episódio ocorre em crianças ou após os 60 anos.
Conheça a seguir os oito vilões que mais abalam a sua estrutura:
1- TABAGISMO, sempre ele
Pouco se fala a respeito, mas o cigarro, além de todos os prejuízos já conhecidos à saúde, também pode afetar o bom funcionamento da coluna vertebral. Segundo os médicos, a dor nas costas costuma tornar-se crônica mais freqüentemente entre os fumantes. A teoria é a de que os discos situados entre as vértebras e que funcionam como amortecedores para os impactos são irrigados por vasos capilares, que, por sua vez, são afetados pelo tabaco. Ou seja, o fumo atrapalha a circulação do sangue nessa região.
2- DEFORMIDADES na coluna
Escoliose, hiperlordose e hipercifose podem ser um fator de risco ou a origem da dor, mas só se tornam causa do problema quando associadas a outros aspectos. Um exemplo é quando a musculatura flácida deixa de oferecer sustentação para a coluna. A gravidade varia conforme o ângulo de curvatura.
A escoliose é caracterizada como um desvio lateral da coluna. Pode ocorrer já na infância, com maior freqüência em meninas e, nesse caso, exige tratamento rápido para evitar deformidade óssea e artrose no futuro. Escolioses de até 10 graus de angulação ocorrem em até 3% da população. O Instituto Nacional de Tráumato-Ortopedia (Into), órgão ligado ao Ministério da Saúde, alerta: crianças que carregam mochilas muito pesadas correm o risco de desenvolver postura incorreta e apresentar desvios na coluna vertebral. O peso das mochilas não deve ultrapassar o limite de 10% do peso da criança.
Já a hiperlordose é a lordose (curvatura normal da coluna) exagerada. É caracterizada pelo bumbum arrebitado e mais comum em mulheres, tanto que o salto alto é um agravante. O problema, geralmente, é bem tolerado, mas, às vezes, pode causar dor. Neste caso, é preferível circular com os glúteos em posição normal, sem forçar a saliência, para o bem da coluna. Já a hipercifose é aquela corcundinha que aparece com freqüência ainda na adolescência, quando os jovens tentam disfarçar a altura ou, no caso das meninas, os seios fartos.
3- o peso da GRAVIDEZ
Até cerca de 50% das mulheres grávidas sofrem de dores na coluna. Porém, os médicos perceberam que a dor é pior no primeiro trimestre. Atualmente, muitos especialistas acreditam que a causadora da dor é a mudança hormonal. Um hormônio relaxaria e diminuiria o tônus da musculatura, especialmente da pélvis. Esse problema é muito comum. Acontece muito. Mas não é normal. Sentir dor não é normal , diz Arnaldo Libman, autor do livro Cure sua Coluna .
Engordar demais força as estruturas osteoarticulares e também responde por dor. Neste caso, a postura também tem sua cota de participação, especialmente com o hábito da grávida de jogar a barriga para a frente e o quadril para trás.
Libman recomenda à futura mamãe procurar um médico, especialmente porque o tratamento de grávidas é mais complexo, uma vez que elas devem evitar medicamentos fortes. Para resolver o problema, exercícios adequados, hidroterapia e até uma cinta de sustentação podem ser indicadas.
4- OBESIDADE
Para afetar a coluna, não é necessário entrar na categoria de obeso. Cada 10 quilos a mais do que o recomendado aumenta em 20% o risco de dor nas costas. Ou seja, a cada 2,5 quilos somados, cresce em 5% a chance da pessoa vir a sofrer de dor nas costas.
5- SEDENTARISMO, fuja dele
O sedentarismo também tem sua parcela de responsabilidade. O exercício físico alonga e fortalece os músculos, lubrifica as articulações e nutre os discos. Por outro lado, é preciso certa cautela. Alguns exercícios podem aumentar as dores ou piorar o estado de quem já sofre com o problema. Portanto, é necessário escolher a atividade adequada e começar devagar.
Boas opções são caminhadas, natação, bicicleta (atenção à postura!), alongamentos e fortalecimento da musculatura. Os abdominais, além de deixar a barriga tanquinho, ajudam a coluna. A idade também pesa sobre a coluna.
Aos 20 anos, uma pessoa tem os discos compostos por 70% de água. Com o passar do tempo, além de sofrerem desgaste, perdem água.
6- POSTURA reta
A principal causa de dor nas costas é a postural mecânica. Essa é a causa mais comum de dor aguda. A pessoa leva uma vida sedentária e fica em uma posição ruim o dia todo , afirma Ari Radu Halpern, presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia.
A capacidade da coluna adaptar-se a essa espécie de ginástica postural equivocada é limitada. Não é por falta de uso. Somente a cervical (parte superior da coluna) realiza 600 movimentos por hora, um a cada seis segundos. Boa postura não é só conseguir carregar um livro na cabeça sem deixar cair, como ensinavam nossas mães e avós.
A forma como você trabalha no computador, como fica sentado, como abaixa para pegar um objeto que caiu, como dorme, como carrega peso….. Cada atividade exige consciência corporal, pois apenas entrar no carro ou se jogar na cadeira pode lesionar sua coluna. Em geral, a dor nas costas de origem mecânico-postural melhora com repouso.
7- CAUSAS emocionais
O estresse da vida moderna cobra seu preço muitas vezes por meio da coluna. Um dia de pressão e sobrecarga de trabalho, aquela sensação de carregar o mundo nas costas, por exemplo, pode tensionar as delicadas estruturas da coluna e desencadear a dor.
Os especialistas sabem que os sintomas dolorosos nessa região podem ser conseqüência de problemas emocionais. Emoções negativas podem se manifestar como dor , diz Arnaldo Libman, reumatologista e diretor do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, no Rio. É freqüente a junção de alterações físicas e emocionais em pessoas que têm problemas de coluna , afirma em seu livro Cure sua Coluna .
O estresse e a depressão também são provocados pela dor nas costas, em um círculo vicioso complicado. Com o problema, a pessoa deixa de trabalhar e isso provoca sentimentos negativos. Por isso, o aspecto psicológico e emocional precisa ser considerado antes, durante e depois do tratamento.
8- atenção às DOENÇAS
Segundo especialistas, existem até 100 doenças que podem causar dor nas costas. A hérnia de disco é uma das mais freqüentes. Ocorre pelo deslocamento de um disco intervertebral, que passa a comprimir um nervo, causando dor. Os especialistas afirmam que mais de 95% dos casos dispensam cirurgia, ocorrendo absorção do disco após fisioterapia e tratamento clínico.
Entre as doenças metabólicas, se destaca a osteoporose, que é a diminuição da densidade da massa óssea. É mais comum em mulheres que entram na menopausa e atinge cerca de 10% dos homens acima dos 50 anos. Para detectar o problema, é preciso fazer o exame de densitometria óssea. O tratamento envolve atividade física, suplemento de cálcio, vitamina D e medicamentos.
Outra doença que causa muitas dores é a artrose, considerada uma doença degenerativa que acomete as vértebras e o disco intervertebral. Ela é muito comum em pessoas com mais de 45 anos. Além dessas, doenças reumáticas, infecciosas, inflamatórias (como artrite e espondilite) e até a presença de tumores podem provocar problemas na coluna.
Fonte: Minha Vida
A gravidez envolve extensas modificações em todo o corpo, inclusive nos músculos, nas articulações e nos ossos. À medida que o útero aumenta de tamanho, o centro da gravidade da mulher tende a alterar-se, forçando-a a adaptar-se. Muitas adotam posturas incorretas, impondo à coluna vertebral e às articulações um esforço desnecessário.
Nesta fase, além de tomar consciência do próprio corpo e reeducar sua postura, a gestante deverá fazer exercícios regularmente, integrando-os à sua vida diária. Assim estará desenvolvendo autoconfiança - tanto emocional quanto física - suportando as dores ou mal-estares, e assim estará preparada tanto para o parto quanto para o puerpério.
Muitas mulheres ao engravidarem desconhecem o funcionamento interno do seu corpo. É importante a consciência do efeito das mudanças e suas alterações sobre a postura. Nesta fase uma postura correta deve ser dinâmica e vital, variando sempre com suas necessidades.
Através de orientações, tem como objetivo evitar e prevenir lesões musculares, pois conta com atividades que propiciam à gestante pensar e viver o corpo em modificação, propondo-se a modificar as regras que inibem a consciência corporal através da reeducação postural.
Como conseguir uma postura correta durante a gestação? A seguir, sugere-se algumas orientações posturais básicas para que a gestante tenha um máximo de conforto, segurança e desempenho eficientes nas suas atividades de vida diária.
Levantar da cama: antes de levantar-se, mexer as mãos e pés com movimentos circulares para lubrificar estas articulações, preparando-as para o movimento. Virar-se de lado e apoiar o tronco sobre o cotovelo, levando as pernas para fora da cama. Evitar levantar flexionando o tronco para frente, pois esta posição promove um afastamento dos músculos reto abdominais, prejudicando assim a função de sustentação dos órgãos abdominais e sua ação durante o período expulsivo.
Ficar em pé: ao ficar em pé, a grávida deve deslocar o peso do corpo para a parte anterior dos pés, evitando sobrecarregar os calcanhares; para se posicionar desta forma, basta fletir ligeiramente os joelhos, contraindo as nádegas.
Caminhar: para realizar esta atividade a grávida deve estar usando sapatos adequados: confortáveis, de salto baixo e nivelados. O pé que está na frente deve tocar o chão primeiro com o calcanhar e os dedos voltados para cima; depois coloque o peso sobre esse pé e impulsione com os dedos, erguendo o outro que está atrás, que também deverá dobrar-se no tornozelo. Quando o pé vier de trás para frente, o joelho deve dobrar-se para frente antes do pé encostar no chão. Mantenha a cabeça erguida e balance os braços. O braço que balança para a frente normalmente é o oposto ao pé que está na frente.
As roupas devem ser adequadas à estação. Dar preferência para vestidos, pois são mais confortáveis e fáceis de vesti-los, não limitam os movimentos e mantêm a postura favorável à ação dos músculos perineais e permitem uma melhor ventilação.
Sentar: para sentar-se a cadeira deverá ter encosto e braço de apoio, apoiando bem as costas, sentando-se sobre as nádegas, permitindo aos joelhos relaxar em ângulo reto, e aos pés, descansar no chão. Permanecendo muito tempo nesta posição, estimular a circulação batendo os pés nos chão alternadamente.
No trabalho: o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para a posição, seja em pé ou sentada.
Para trabalho manual sentada, os móveis devem propiciar à gestante condições de boa postura, visualização e operação e devem ter, no mínimo, altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura da cadeira. O espaço deve permitir posicionamento e movimentação dos seguimentos corporais.
As cadeiras utilizadas no posto de trabalho devem ter altura apropriada à estatura da grávida e à natureza da função exercida, com borda frontal arredondada, encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da coluna lombar e suporte para os pés que se adapte ao comprimento da perna da mesma.
Para as atividade em pé, a grávida poderá utilizar uma cadeira para descanso entre as pausas e outro apoio para elevar as pernas.
Dirigir: evitar extensão de braços e pernas mantendo-os semiflexionados, aproximar o banco da direção, sem comprimir o abdomêm. Utilizar o cinto de segurança com a tira inferior abaixo do abdomêm e a tira superior entre as mamas, desviando o abdomêm.
Deitar: sentar na beira da cama, apoiar o tronco sobre o cotovelo, girando de costas, colocando as pernas sobre a cama. Para levantar, utilizar o processo inverso. sentar na beira da cama, apoiar o tronco sobre o cotovelo, girando de costas, colocando as pernas sobre a cama. Para levantar, utilizar o processo inverso.
Relaxar: é importante que a grávida repouse em sua cama uma hora, diariamente, colocando os pés para cima, pois ajudará a circulação em todo o corpo. Procure empurrar repetidamente os pés contra a guarda da cama, alongando a musculatura posterior das pernas o que fará com que ative a circulação. Isso deve ser feito com todo o cuidado e devagar, já que algumas mulheres são facilmente acometidas de cãibras, se isto ocorrer, alongar a musculatura afetada. Recomenda-se suprir a necessidade de potássio através de dieta (ingerir bananas).
Dormir: utilizar travesseiro que preencha o espaço entre a cabeça e os ombros e outro entre as pernas. Preferencialmente utilizando um posicionamento para o lado esquerdo, pois esta posição permite um relaxamento dos músculos das costas, diminuindo a compressão dos discos intervertebrais e facilita a circulação do sangue, principalmente a útero-placentária. utilizar travesseiro que preencha o espaço entre a cabeça e os ombros e outro entre as pernas. Preferencialmente utilizando um posicionamento para o lado esquerdo, pois esta posição permite um relaxamento dos músculos das costas, diminuindo a compressão dos discos intervertebrais e facilita a circulação do sangue, principalmente a útero-placentária.
Tarefas domésticas: ao realizar tarefas domésticas em pé (lavar louça, cozinhar, lavar roupa, passar roupa, etc…), a grávida deve colocar um dos pés sobre um banquinho de aproximadamente 20 cm de altura, alternando-os; aproximar-se do móvel onde estiver realizando a tarefa.
Tarefas em quatro apoios em posição de gato (lavar o chão, passar cera, limpar carpete, etc.), contrair o abdomêm, retificando a coluna e observar o relaxamento dos músculos do perineo. Ao ajoelhar-se coloque um pedaço de espuma sob os joelhos para protegê-los. Para limpeza no solo, faça movimentos amplos com os braços e tente trabalhar alternando-os. Quando torcer o pano de limpeza, enrole-o apoio-o no solo, depois dobre-o ao meio e comprima-o com os braços contra o solo.
Limpar paredes: manter a postura (ficar em pé) e fazer movimentos laterais e verticais amplos com os braços; associando a respiração, fortalecerá a musculatura dos membros superiores e peitoral, que sustenta as mamas.
Varrer: procurar vassouras e rodos de cabos mais longos para não se curvar durante a limpeza. Evitar torcer o tronco, empurrando o lixo para a frente do corpo. Estofar e engrossar o cabo facilitando a preensão.
Levantar objetos: dobrar os joelhos, abrir as pernas, encaixar a barriga entre elas. A força deve incidir sobre os músculos das pernas e não sobrecarregando a musculatura da coluna lombar.
Arrumar a cama: trocar o bebê ou banhá-lo, quando num nível abaixo da cintura, aproximar-se e ajoelhar-se junto ao móvel. Recomenda-se utilizar equipamentos apropriados e de altura adequada.
Autocuidados:
Escovar os dentes: aproximar-se ao máximo da pia, flexionar os dois joelhos com abertura lateral das coxas, evitando flexionar o corpo. Utilizar um banquinho de aproximadamente 20 cm para colocar um dos pés alternando-os; isto proporcionará uma postura adequada para realizar a tarefa, evitando sobrecargas na coluna.
Maquiagem: Esta atividade deve ser realizada em um ambiente bem iluminado. O espelho deve estar na altura do rosto, para que a gestante não necessite curvar-se evitando uma sobrecarga na coluna vertebral. Se for realizada no banheiro, utilizar como auxílio o banquinho.
Banho: os produtos a serem utilizados durante o banho (shampoo, sabonetes, etc.), devem estar dispostos às altura dos ombros ou acima da linha da cintura. Evitando uma inclinação do tronco e compressão abdominal ao abaixar-se. Durante o banho recomenda-se a utilização de um banco no boxe sobre um tapete anti-derrapante. Para lavar os pés, sente-se e cruze uma perna sobre a outra. No final da gestação com o crescimento abdominal, a melhor forma de fazê-lo será trazendo cada perna de encontro ao corpo. Aproveitar o momento do banho para realizar massagens circulares nas mamas e mamilos. Para lavar as costas utilize uma toalha de rosto dobrada no sentido do comprimento e lave-as na diagonal ou utilize escova de cabo longo, trocando alternadamente de lado.
Alterações ambientais: sugerimos que a gestante altere seu ambiente físico, a fim de evitar quedas e escorregões acidentais.
Em casa: não utilize tapetes soltos nos quartos, use guarnições nos carpetes para fixá-los; retire móveis baixos e pequenos (banquetas, mesas de centro, etc) a fim de não machucar-se; retire cordões, arames e fios de telefones quando encontrarem-se em locais de passagem.
Nos assoalhos: Evite escadas com tapetes soltos e sem corrimão; evite transitar em pisos encerados; não sente-se em cadeiras e sofás baixos e camas muito altas, pois haverá um esforço físico inadequado para levantar-se. Colocar iluminação adequada para noite (principalmente no caminho do banheiro).
Banheiros: Colocar apoios de alça no toalete e no chuveiro; Usar borracha anti-derrapante no boxe do chuveiro e banheiro; Instalar suporte para colocação de shampoo, sabonete, etc, ao alcance, conforme orientação em autocuidados.
Fora de casa: procure obter iluminação adequada perto de portas e escadas e mantenha os passeios nivelados e conservados.
Estas orientações devem ser seguidas e entendidas pelas gestante de forma adaptável e gradual, modulando tempo e força às condições individuais respeitando a idade gestacional.
Fonte: Boa Postura
Mande uma mensagem para o franqueado de sua preferência:
Copyright ITC. Todos os direitos reservados ®.
É proibida a reprodução do conteudo desta página em qualquer rede de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do ITC.