ITC - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Conheça mais sobre coluna vertebral, encontre os melhores tratamentos e saiba tudo sobre fisioterapia.

Estamos com franqueados ITC Vertebral em todas as regiões do Brasil. Escolha a baixo um estado para encontrar uma franquia próxima de você:

Treinar excessivamente coloca sua saúde física e mental em risco


É fato que quando bem aplicados os exercícios físicos sempre trazem benefícios à saúde. No entanto, a pressa para perder peso pode fazer com que certas pessoas treinem demais, comprometendo os sistemas fisiológico, imunológico e  psicológico. Chamado de overtrainning, o hábito de malhar demais provoca alterações no sono, além de distúrbios alimentares como anorexia e bulimia.“Com a prática da atividade física excessiva, o individuo não satisfaz todas as fases do sono ou passa por elas de forma truncada, acordando diversas vezes durante a noite”, afirma Luciana Mara Lorenzini, especialista em fisiologia e membro do Grupo de Pesquisa Avançada em Medicina do Sono. O resultado? Dias com baixa produtividade e falta de energia até para desenvolver atividades rotineiras.

Segundo profissionais, na ausência do sono reparador e do descanso, há maiores dificuldades para dormir, inclusive com pesadelos. Além disso, também pode ocorrer lesões físicas e dores articulares capazes de impedir a realização de atividades simples.

Para não correr o risco de sofrer tais consequências, deve-se impreterivelmente seguir as orientações de um profissional. Isso significa que mesmo quem malha sozinho ou corre pelo bairro sem personal trainer precisa consultar um educador físico para montar um plano de exercícios que respeitará sua idade, peso, objetivos e, principalmente, seu limite.

(Por Monique dos Anjos)

Fonte abril.com

Dores nas costas e a prática de exercícios físicos


Podemos considerar praticamente impossível alguém passar por essa vida sem reclamar de dores nas costas. Essas dores são tão comuns que entre 1994 e 1995 a Inglaterra teve a perda 116 milhões de dias produtivos como conseqüência das mesmas (Maniadakis&Gray,2000). Essa perda de dias produtivos indica que o custo para o país é imenso. Os autores reportaram um custo, direto e indireto, na ordem de £ 10,668 bilhões! Além do custo financeiro, o custo pessoal é muito grande. Qualquer um que já foi acometido por dores na coluna sabe o quanto elas são incapacitantes e atrapalham a nossa vida diária.

A ciência vem fazendo o seu papel tentando identificar os meios para melhorar os sintomas e prevenir o reaparecimento das dores nas costas. Dentre os meios e métodos mais pesquisados podemos citar diferentes formas de exercícios físicos (Danneels et al.,2001) (Rasmussen-Barr et al.,2003) (Kollmitzer et al.,2000) (Anderson&Behm,2005). Eles vêm se mostrando eficientes no alívio dos sintomas durante as fases crônica e sub-aguda da dor (Koumantakis et al.,2005) (Koumantakis et al.,2005). Porém, a seleção dos exercícios parece ser extremamente importante no resultado obtido. Dependendo do exercício selecionado pode-se ter uma maior ou menor força compressiva e estabilização da coluna lombar (Kavcic et al.,2004) (McGill,1998). Exercícios que aumentem a força compressiva e diminuam a estabilização podem indicar o fracasso de um programa na melhora de dores na coluna. Dessa forma, é interessante determinar grupos de exercícios que possam diminuir as forças compressivas e favorecer a estabilização da coluna durante suas execuções.

De maneira genérica sabe-se que exercícios que envolvam a elevação concomitante do tronco e dos membros inferiores, enquanto se está deitado com o quadril apoiado no chão, produzem as maiores forças compressivas entre as vértebras lombares L4 e L5. Exercícios que utilizem a elevação de uma das pernas ou do tronco isoladamente produzem forças compressivas menores. Assim como exercícios que não utilizem amplitudes de flexão e extensão do tronco extremas (McGill,1998). Como se pode perceber a seleção dos exercícios para pessoas com dores nas costas parece ser crucial.

De acordo com Anderson e Behm (2005) os músculos estabilizadores da coluna entram em ação antes do movimento ser iniciado, quando o exercício produz instabilidades no equilíbrio corporal. Caso os exercícios sejam praticados em uma situação de estabilidade, ou seja, numa superfície rígida e que não exija controle constante dos segmentos corporais, esses músculos não são ativados. Para entender como os estabilizadores da coluna entram em ação é importante compreender como os músculos do tronco agem na produção de movimentos. Comerford e Mottram (2001) classificaram os músculos esqueléticos em três grupos, de acordo com a funcionalidade dos mesmos: 1) Estabilizadores locais - a função desses músculos é produzir uma força pequena, mas constante em todas as posições e direções da amplitude de movimento. A atividade desses músculos é extremamente importante na posição neutra, na qual a estabilização produzida pelas estruturas articulares, ligamentos e cápsulas, é muito pequena 2) estabilizadores gerais - eles são responsáveis pela geração de força (torque) em situações mais extremas, principalmente naquelas em que há necessidade de desacelerar uma força e em movimentos de rotação e 3) mobilizadores globais - esses músculos são responsáveis por executar movimentos com o máximo de amplitude sem sobrecarregar outras estruturas. Eles agem como estabilizadores em situações em que cargas elevadas são manipuladas.

Desses três grupos de músculos há concordância que o primeiro, estabilizadores locais, é o mais importante para garantir a estabilidade da coluna vertebral em movimentos cotidianos e diminuir a incidência de dores nas costas ((Rasmussen-BarrNilsson-Wikmar et al.,2003), (Marshall&Murphy,2005), (McGill,1998)). Esse grupo é composto, principalmente, pelos músculos transverso do abdômen, obliquo interno do abdômen e multifídio. Então, para que um determinado exercício ative os estabilizadores locais as exigências de força não podem ser elevadas e a necessidade de reequilíbrio constante.

Pessoas que apresentem uma deficiência na força desses músculos tendem a perder controle da coluna na posição neutra e a ter dores na coluna. Comerford e Mottram (2001) explicam que tratamentos de coluna têm que gerenciar esses três fatores para amenização dos sintomas (Fig. 1). Então, determinar os exercícios que possam ativar esses músculos e reeducar o controle no paciente/aluno é imperioso. Clinicas de reabilitação apresentam diferentes enfoques para o tratamento de dores na coluna, porém o método desenvolvido por Joseph Pilates vem sendo utilizado com um meio alternativo para devolver a funcionalidade às pessoas que sofrem de problemas de coluna (Comerford&Mottram,2001), e que não necessitem intervenções clinicas. O Pilates tem como característica principal a realização de exercícios executados lentamente e com constantes mudanças no equilíbrio corporal. Dessa forma eles têm a possibilidade de ativar os estabilizadores locais devolvendo a “funcionalidade” para seus praticantes. Essa uma das razões pelas quais muitas pessoas começam a utilizar o Pilates tanto para o tratamento quanto para a profilaxia de dores nas costas, aumentando a já grande legião de aficionados pelo método.

Referências Bibliográficas:

Anderson, K. and Behm, D. G. (2005). The impact of instability resistance training on balance and stability. Sports Med 35(1): 43-53.

Comerford, M. J. and Mottram, S. L. (2001). Functional stability re-training: principles and strategies for managing mechanical dysfunction. Man Ther 6(1): 3-14.

Danneels, L. A., Vanderstraeten, G. G., Cambier, D. C., Witvrouw, E. E., Bourgois, J., Dankaerts, W. and De Cuyper, H. J. (2001). Effects of three different training modalities on the cross sectional area of the lumbar multifidus muscle in patients with chronic low back pain. Br J Sports Med 35(3): 186-91.

Kavcic, N., Grenier, S. and McGill, S. M. (2004). Quantifying tissue loads and spine stability while performing commonly prescribed low back stabilization exercises. Spine 29(20): 2319-29.

Kollmitzer, J., Ebenbichler, G. R., Sabo, A., Kerschan, K. and Bochdansky, T. (2000). Effects of back extensor strength training versus balance training on postural control. Med Sci Sports Exerc 32(10): 1770-6.

Koumantakis, G. A., Watson, P. J. and Oldham, J. A. (2005). Supplementation of general endurance exercise with stabilisation training versus general exercise only Physiological and functional outcomes of a randomised controlled trial of patients with recurrent low back pain. Clin Biomech (Bristol, Avon) 20(5): 474-82.

Koumantakis, G. A., Watson, P. J. and Oldham, J. A. (2005). Supplementation of general endurance exercise with stabilisation training versus general exercise only. Physiological and functional outcomes of a randomised controlled trial of patients with recurrent low back pain. Clin Biomech (Bristol, Avon) 20(5): 474-82.

Maniadakis, N. and Gray, A. (2000). The economic burden of back pain in the UK. Pain 84(1): 95-103.

Marshall, P. W. and Murphy, B. A. (2005). Core stability exercises on and off a Swiss ball. Arch Phys Med Rehabil 86(2): 242-9.

McGill, S. M. (1998). Low back exercises: evidence for improving exercise regimens. Phys Ther 78(7): 754-65.

Rasmussen-Barr, E., Nilsson-Wikmar, L. and Arvidsson, I. (2003). Stabilizing training compared with manual treatment in sub-acute and chronic low-back pain. Man Ther 8(4): 233-41.

Fonte: Atma Studio - Educação e Treinamento/ Online

Carlos Ugrinowitsch, Ph.D.

Cintia Rodacki, Ms.

André Rodacki, Ph.D.

Beleza e Bem-Estar na terceira idade: Por que não?


A busca da vaidade e a procura pela melhoria da qualidade de vida por parte dos idosos vêm ganhando status por um simples motivo: a expectativa de vida deles vem aumentando gradativamente e, segundo o IBGE, 27% dos idosos são responsáveis por mais de 90% do rendimento familiar. A estimativa dos especialistas em geriatria e gerontologia é que em 2025, este número chegue a 32 milhões de brasileiros na terceira idade. Isto provoca a necessidade do bem-estar e a maior procura pelo ser belo, além do dinheiro sobrando no bolso, claro.

Um dos métodos recorridos pelos idosos para se incluírem neste perfil de beleza é apostar em aulas de aeróbica e, até mesmo, na musculação, até então tida como atividade para os mais jovens. “Quando falamos de atividade física para idosos, devemos levar em consideração as limitações dos mesmos, assim como a atividade mais adequada. Partindo desse referencial, podemos afirmar que a melhor atividade para esta população específica é, de fato, a musculação ou, como vem sendo chamada, o treinamento resistido”, explica Marcus Vinícius, Personal Trainner da AMfitness, empresa especializada em equipamentos para academias tanto de grande porte, quanto para pequenas salas de atividades físicas em condomínios.

Como a principal dificuldade dos idosos é a falta de força, devido à perda de massa magra (músculos), e da massa óssea – espécie de fragilização dos ossos, levando a uma osteogenia e, posteriormente, a osteoporose – tornando-os mais fracos e vulneráveis às fraturas, é essencial que este público só faça exercícios em equipamentos confortáveis e, sobretudo, adequados e seguros. “A melhor indicação para agregar todos estes cuidados é a bicicleta horizontal, por ser mais confortável dando maior apoio as costas do praticante, além do acento ser mais largo, ao invés dos selins das verticais”, ensina Vinícius.

Trabalhos direcionados para membros inferiores como leg-press, cadeira extensora, cadeira flexora, adutoras e abdutoras são encarregadas de melhorar a qualidade do deslocamento dos idosos. Com exercícios que estimulem a capacidade de resistência dos músculos, uma simples subida de escada não acarretaria naquela conhecida tremedeira dos membros inferiores, pelo contrário, os idosos ficam com passadas mais firmes e potentes, ajudando na qualidade e manutenção de uma vida saudável e ativa. “Sem dúvida, tendo um estímulo constante de exercícios físicos, os idosos ficarão cada vez mais distantes de doenças relacionadas à própria idade, como a depressão”, acredita o Personal Trainner.

Por trás da vaidade estão uma série de benefícios vitais para os com mais de 60 anos. “Quando o idoso não quer se cuidar, pode ser um alerta para a família, pois corre o risco de ser sintomas de depressão. Nessa faixa etária, ela tende a ser mais grave, e muitas vezes até fatal”, alerta Alexandre de Mattos, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG/PE).

Fonte:amfitness

Fibromialgia acomete 6% da população


Dor crônica afeta principalmente mulheres perfeccionistas e detalhistas

A fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica, não inflamatória, que acomete 6% da população adulta. De acordo com a reumatologista e professora da UNINOVE, Márcia Veloso Kuahara, qualquer pessoa pode ter a doença, mas a incidência é de 15 mulheres para cada homem. Em sua tese de doutorado “A Percepção da Fibromialgia pela Mulher”, a professora observou que a maioria dessas mulheres é detalhista e perfeccionista. “São as melhores em casa e no trabalho até ficarem doentes”, observa.

Os principais sintomas da doença, segunda a médica, são dores pelo corpo, cansaço mesmo após dormir horas seguidas, fadiga, dores de cabeça, sensação de formigamento, agulhadas e inchaço, dores durante o período mestrual, rigidez no corpo pela manhã, sintomas de ansiedade e depressão, entre outros.

Como as dores parecem caminhar pelo corpo e os sintomas são variados, o paciente costuma ficar apavorado e com dificuldades de explicar ao médico o que sente. Segundo a especialistas, a média de tempo para o diagnóstico entre pacientes de classes A e B é de 5 anos e nas classes C e D, pode superar os 10 anos. “Essa dificuldade ocorre porque a doença não aparece em exames laboratoriais. Os médicos estão acostumados a valorizar apenas os exames laboratoriais e a maioria não têm tempo para ouvir o paciente. “Os pacientes ficam peregrinando de médico a médico, fazendo exames desnecessários que oneram o serviço de saúde público e privado, sem chegar a uma conclusão”, explica.

De acordo com a médica, a fibromialgia é uma doença crônica e seu tratamento deve ser multifocal. “O uso de medicamentos como antidepressivos, analgésicos e anti-inflamatórios deve ser aliado a exercícios físicos, massagens, acupuntura e pilates, entre outros”, diz. A prática de exercícios físicos, segundo a especialista, é a única maneira de aumentar a serotonina naturalmente. Entretanto, é preciso iniciar o tratamento com medicamentos para controlar a dor e dar condições para que o paciente consiga começar a se exercitar.

Fonte: o serrano

Pilates fortalece musculatura na gravidez


Grávidas podem fazer exercícios físicos específicos e moderadamente. É bom para a mãe, para o bebê e para a preparação do parto. Uma das modalidades recomendadas é o Pilates, já que as mudanças que ocorrem na gestação não são apenas hormonais e emocionais, são também posturais. À medida que avança, as alterações em músculos, articulações e coluna vertebral também progridem.

“O método Pilates é um programa de exercícios que pode trazer conforto à gravidez e ao parto, com foco na estabilidade da musculatura postural e do assoalho pélvico e no fortalecimento e alongamento suave dos músculos”, diz a ginecologista e obstetra Juliana Lima de Araújo. “Melhora a concentração, a força postural, o equilíbrio, a coordenação e a qualidade dos movimentos, sem sobrecarregar as articulações. Consequentemente auxiliará a prevenir as dores lombares, ombros caídos e tensão no pescoço”, continua.

Porém, os trabalhos científicos sobre Pilates na gestação são, na sua maioria, realizados pela área da fisioterapia; sendo raros os estudos pela obstetrícia. Mas os benefícios da atividade na gravidez estão sendo cada vez mais estudados e reconhecidos.

Parto fortalecido

“Além do estrogênio e da progesterona, outro hormônio, chamado relaxina também se eleva na gravidez. A relaxina proporciona maior mobilidade aos ligamentos, permitindo a estabilidade das articulações”, explica a médica. “As articulações que conectam os ossos da pelve tornam-se mais frouxas e alongadas, preparando-se para o parto. Contudo, a estabilidade articular é reduzida”, conta Dra. Juliana.

O método Pilates incentiva o controle muscular postural, que compensa os ligamentos enfraquecidos, ajudando a evitar os problemas comuns nas articulações e a tensão lombar. As técnicas de respiração trabalhadas no Pilates também ajudam a relaxar e respirar com mais eficiência, induzindo a calma e reduzindo de forma eficaz os níveis do cortisol, que é o hormônio do estresse.

A diretora técnica do CGPA Pilates, Cristina Abrami, explica como o método pode ajudar a gestante: “Inúmeros estudos científicos comprovaram a importância da atividade física durante a gravidez. Mas, vale lembrar, que nem toda atividade é indicada. Neste período, a mulher requer atenção especial na elaboração de um plano de exercícios que fortaleça seu corpo, prevenindo dores decorrentes do progressivo ganho de peso e respeitando as limitações impostas pela gestação“.

Assoalho pélvico

O CGPA é um dos estúdios que oferece atendimento personalizado para quem vive esta fase. Entre os 500 exercícios do Pilates, cerca de 200 são indicados para a mulher gestante. Outro grupo de músculos importantes durante a gestação que é trabalhado pelo Pilates são os do assoalho pélvico. Esses agem como uma espécie de rede, passando do osso púbico na frente da pelve para o cóccix nas costas e saindo em cada lado do ísquio (ossos de sentar).

A uretra, a vagina e o ânus separam esta faixa de músculo semelhante a uma rede. Ao redor da uretra, da vagina e do ânus, existe um músculo em forma de “8″ chamado pubococcígeo. Fortalecer este músculo é fundamental para prevenir possíveis problemas nos intestinos e bexiga.

Benefícios de um assoalho pélvico fortalecido:

. Melhora a capacidade de estirar e relaxar com mais facilidade durante o parto;

. Melhora a circulação para a região pélvica;

. Promove a rápida recuperação e cicatrização, auxiliando na reconquista de boa qualidade muscular após o parto;

. Previne a incontinência urinária por esforço;

. Apóia os órgãos da pelve;

. Previne o mau alinhamento das articulações do quadril e sacroilíacas (que formam uma interligação entre a parte posterior da pelve e os ossos do quadril);

. Promove a estabilidade da musculatura postural.

Fonte: yahoo noticias

Artrite e a Artrose


A artrite e a artrose são algumas das doenças das articulações mais comuns no Brasil, afetando cerca de 40 milhões de pessoas em nosso país. E a atividade física é uma ferramenta importante para enfrentar este problema.
A artrite e a artrose são dores causadas por falhas nas cartilagens das pontas dos ossos.
Quando existe uma falha na cartilagem, um osso encosta com outro, provocando as dores.
É aí que entram os exercícios físicos. Uma rotina de malhação ajuda a fortalecer não só os músculos,mas também os ossos, gerando mais resistência na massa óssea.
Assim, com músculos e ossos mais fortes, ficamos menos propensos a sermos afetados por falhas na cartilagem. E caso estas já tenham ocorrido, a prática de atividade física vai fortalecer a ossatura, equilibrando assim a perda nas cartilagens.
Exercícios como caminhada, corrida, dança e também a musculação,são boas recomendações para reduzir a perda óssea que provoca artrite e artrose.
Por Marco de Cardoso


Mude de postura e adote os exercícios físicos o ano todo


Apesar deste outono ainda estar com cara (e temperatura) de verão, é certo que os dias frios estão por chegar. E, nesta época, as academias costumam perder boa parte de seus frequentadores. Afinal, a partir de agora os corpos ficam cobertos, e torna-se mais fácil esconder as gordurinhas e imperfeições, tão à mostra na beira da praia ou piscina.

E como fazer para não perder o pique e continuar malhando nos meses de frio? Segure firme! Há bons motivos para você não deixar o ânimo despencar e continuar mexendo o corpo, sem parar, até o próximo verão. Antes de desistir da academia e ficar na cama mais tempo nos dias frios, pense que fazer exercícios rotineiros faz bem para a saúde e para a alma. Ao suar a camisa, ocorre a liberação da endorfina, que é um hormônio que causa a sensação de bem-estar e prazer, liberando também a euforia. Depois de doses frequentes, o cérebro se habitua e passa a querer mais. Dessa forma, malhar deixa de ser uma obrigação e se torna um prazer. E você vai querer sempre mais. Por isso, deixe a preguiça de lado, pois, ao deixar de ir à academia, você poderá perder o condicionamento obtido.

– Isso depende do tempo que frequenta a academia. Se já estiver malhando regularmente há um ano ou mais, pode se dar ao luxo de faltar uma semana. Para quem está treinando há pouco tempo, a tendência é que os resultados obtidos se percam com mais facilidade – explica Almeris Armiliato, consultor de fitness e diretor da Linner Gestão de Pessoas.

Motivação além-verão
A estudante de Psicologia Ruth Meira Magalhães, 22 anos, é aluna aplicada na academia onde pratica musculação todos os dias, de segunda à sexta-feira, há quatro anos. Ela nem pensa em desistir nos meses de frio. Exercitar-se faz parte de sua rotina diária, e os resultados são visíveis: dona de um corpo perfeito, atrai olhares masculinos por onde passa. Mesmo assim, ela jura que pratica exercícios para manter a saúde.

O professor Leandro Moares, 26 anos, formou-se em Educação Física pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), e dá aulas em academias há cinco anos. Ele ressalta que há dois públicos diferentes em suas aulas. Os mais jovens preocupam-se principalmente com a estética. Os meninos querem ganhar massa muscular e as meninas definir o corpo e secar a barriguinha. Já a turma mais velha procura a academia em busca de melhorias na qualidade de vida.

– Estes são os mais fieis, permanecem na academia o ano inteiro, pois estão preocupoados com a saúde, e não apenas em melhorar o corpo para estar em forma no verão – finaliza.

Dedicação é palavra-chave

Melina Cauduro da Silva tem 20 anos e há dois anos não troca a academia por nada. Em uma semana são 15 horas de aula entre ginástica e musculação.

– Faço muitas aulas por dois motivos. Porque me sinto bem e o resultado vem mais rápido. As aulas são mais divertidas do que ficar na correndo na esteira.

Para garantir que a boa forma prejudique sua estrutura, Melina toma muitas cuidados.

– Uso sempre tênis adequados para exercícios de impacto, com amortecedores, visito o ortopedista para verificar joelhos, tornozelos e articulações, e não exagero, quando vejo que meu corpo não vai aguentar, não forço. Faço sempre os exercícios como são propostos pelos professores, cuidando para o movimento sair correto.

E a atividade física não faz bem apenas para o corpo da garota.

– Consegui um bom preparo físico, gosto mais do meu corpo atualmente, fiquei muito mais vaidosa, sem contar que é a minha forma de extravasar, com isso consigo eliminar o mau humor, a preguiça e esvazio a cabeça. Faço o possível para não faltar, mas quando não posso ir para a academia, além de sentir muita falta, fico chateada, e até com um pouquinho de culpa.

Exercícios em qualquer idade
Como manter a academia cheia todo o ano? A principal estratégia é o atendimento personalizado.

– Tentamos conscientizar o aluno da importância de realizar uma atividade física o ano inteiro, e não apenas no verão –, comenta Vera Maria Zaslavsky, professora de Educação Física e proprietária da Academia Atlas, de Florianópolis.

– Queremos que ele se sinta bem na academia, que funciona também como um ambiente socializador. É um ótimo ambiente para fazer novos amigos – comenta.

Ela confirma a tendência observada na maioria das academias brasileiras: no verão, as salas estão superlotadas. Chega março e boa parte dos alunos desiste dos exercícios.

– Procuramos mostrar aos alunos que não é só a estética que conta. A prática de exercícios ajuda a prevenir contra doenças cardiorrespiratórias, hipertensão, diabetes, obesidade e outras enfermidades – salienta.

A filha de Vera, Patrícia Zalavsky, é a responsável técnica pela academia, e está especializando-se em atendimento a um público diferenciado: terceira idade, cardíacos e portadores de outras doenças, como diabetes.

– Alimentação adequada e atividade física são a chave para uma vida mais saudável – avisa Patrícia.

A musculação aumenta a força e a resistência à fadiga. Sabe-se hoje que, aos 40 anos, começamos a ter um decréscimo na nossa massa muscular e força, afetando o equilíbrio e a resistência. Muitos estudos já comprovaram a eficácia da musculação não só para prevenir como também auxiliar no tratamento de dores e desvios na coluna, tendinites e bursites, osteoporose, reabilitação para traumatismos e cirurgias, por ser um exercício sem impacto.

O advogado Rafael Barbosa, 27 anos, pratica musculação há um ano. Tinha uma vida sedentária e, seguindo conselho médico, procurou a academia para melhorar a postura. E, claro, para dar uma melhorada no visual. Pelo jeito deu certo, pois foi lá que conheceu a namorada, também adepta dos exercícios físicos.

Alcione Faria, especialista em fisiologia do exercício, com oito anos de atividades, é professora da Companhia do Corpo Academia de Ginástica. A todo o momento está corrigindo a postura em um exercício ou estimulando o aluno a não desanimar. Mas como fazer para que o aluno não desista? Eis os conselhos da profissional:

  • Primeiro o aluno tem que se sentir parte da academia, confortável. Desta forma é mais fácil a academia fazer parte da vida do aluno.
  • Atenção com seus exames médicos. É importante fazer exames médicos primeiro e só depois procurar uma academia com profissionais formados em Educação Física.
  • Procure uma modalidade que lhe dê prazer. Assim, tudo fica mais fácil e os resultados tendem a aparecer.
  • Benefícios: além do bem-estar físico (disposição, força, resistência, agilidade e flexibilidade), o ambiente propicia um encontro de diversas pessoas (amizades tendem a acontecer). E num ambiente assim, os resultados vão aparecendo, sejam eles o emagrecimento, a definição muscular, o aumento de massa. O aluno vai se sentindo mais “bonito” e com vontade de dar continuidade aos treinos.
  • A academia não deve ser vista como supérflua, e sim como forma de cuidar da saúde.
  • O corpo precisa de tempo para se acostumar com a atividade física. A forma mais saudável é a gradativa e continuada de treino, e, de preferência, sem grandes sofrimentos.

Fonte: Clicrbs

Hidratação correta para quem pratica exercícios


Comece a se hidratar logo no café da manhã. O suco deve fazer parte do café da manhã, além da água. Recomenda-se tomar dois litros de água por dia, o que equivale a um copo pequeno a cada hora.

Perdemos liquido naturalmente, portanto uma boa opção é ter sempre uma garrafinha. O resultado desses cuidados é a melhora na atenção e concentração, e a prevenção das dores de cabeça e sensação de moleza que acontece no fim do dia.

Em seu treino ou competição procure beber água a cada 15 minutos, de 150 a 300 ML, variando entre água e isotônico.

Isotônicos possuem sódio, carboidratos e potássio próximos aos níveis do plasma sangüíneo, que potencializam a absorção de água pelo nosso organismo.

Não espere até sentir sede para começar a tomar água, pois pode ser tarde demais para que a reposição tenha efeito e os sintomas da desidratação prejudiquem seu desempenho.

Quem for treinar por tempo prolongado, mais do que 1 hora e 30 minutos, deve começar a hidratar-se antes, ao menos uma hora.

Beba água devagar enquanto se exercita para não sentir peso no estomago e mal-estar. Esses limites são individuais e variam de acordo com peso, altura e sexo. Ao sentir alguma alteração, pare por 15 minutos.

Ao sentir tontura, boca seca ou dor de cabeça não se desespere: diminua o ritmo, e assim que puder pare. Comece a hidratar-se imediatamente e, quando se sentir melhor, volte para casa e repouse. Não desista e evite os erros que cometeu.

Fonte: Dica.info

Joelho: diagnóstico, prevenção e tratamento


Reconheça quando alguma coisa não vai bem com eles e aprenda a tratar

Você faz exercícios físicos para manter a saúde e, por descuido, acaba sendo obrigado a largar sua atividade favorita. O que parece profecia de mau agouro é muito mais comum do que você imagina. “Preocupados em alcançar um corpo mais forte e definido, muitos alunos acabam esquecendo os exercícios para fortalecer áreas de suporte e amortecimento, como os joelhos”, explica Fabiana Pereira, da assessoria esportiva TPM, em São Paulo.

“Como toda articulação, essa é uma área muito sensível” , afirma a treinadora Por que isso acontece? Na maioria dos casos, graças à falta de acompanhamento profissional na hora do treino. Por mais simples que pareça, cada exercício exige atenção máxima quando realizado, um cuidado que não só aumenta o rendimento como evita lesões.

No caso específico dos joelhos, explica Fabiana, temos uma articulação feita para flexionar e estender. “Não devemos fazer movimentos laterais, como as mudanças de direção muito bruscas típicas do futebol, daí o grande número de jogadores machucados” , diz.

Machucou, e agora?
Todos esses conselhos são ótimos para prevenir problemas. Mas e quando o estrago foi está feito? Atletas que praticam esportes para uma melhor qualidade de vida, e não profissionalmente, alcançam 100% de recuperação , garante a professora da TPM.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso evitar qualquer movimento que envolva impacto na fase de tratamento. Além do fortalecimento muscular, sempre importante, nada de fazer mudanças bruscas de direção, hiperextensão e hiperflexão.

Assim, você se livra de preocupações como a ruptura dos ligamentos anteriores e posteriores, o desgaste da cartilagem e rupturas do menisco.

Os músculos são responsáveis por grande parte da absorção do impacto recebido pelo corpo, protegendo articulações e ossos. As lesões começam quando eles estão frágeis ou recebem mais impacto do que suportam , explica Fabiana.

Enquanto estiver sentindo dores fortes, é melhor descansar até porque é difícil demais agüentar qualquer estímulo. Assim que o desconforto for aliviando, aposte nos exercícios de baixo impacto. “Recomendo os exercícios na piscina, porque a água ameniza os choques durante a movimentação, e a bicicleta” , diz Fabiana. Ela só pede atenção quanto ao ajuste do selim, posicionado de modo que você nunca estique completamente os joelhos enquanto pedala.
E ainda bem! dá para reconhecer que existe algo errado antes de transformar seus joelhos numa fonte de sofrimento. “Sem dúvida, temos que prestar atenção na dor. Mas, quando ela aparece, é sinal de que o problema já avançou muito” , afirma a treinadora.

Por isso, sempre que for começar um treino novo, peça o acompanhamento de um instrutor e pergunte à vontade. Você só tem a ganhar com isso. “Os outros dois segredos para preservar os joelhos são manter o peso ideal e escolher uma atividade compatível com a estrutura do seu corpo” , encerra a professora.

Previna-se, já!
Fabiana Pereira indica 6 exercícios fundamentais na rotina de quem deseja evitar dores nos joelhos. Todos eles fortalecem a musculatura das pernas, em geral , explica. Só é importante pedir ajuda de um profissional para calcular as cargas e as repetições adequadas ao seu caso.

1. Cadeira extensora;
2. Agachamento;
3. Leg press
4. Mesa flexora;
5. Abdutores
6. Adutores.

Fonte: Minha Vida

10 dicas para a prática de exercícios físicos no verão


Nem mesmo o sedentário mais convicto fica imune aos apelos da prática de exercícios físicos no verão. O calor desperta em todos os brasileiros a vontade de sair de casa para fazer alguma atividade física ao ar livre. Nada contra, muito pelo contrário.

No entanto, os belos dias ensolarados podem esconder riscos potenciais à saúde de pessoas de todas as idades e, em especial, aos da terceira idade que têm adotado a caminhada como um exercício diário.

Para que todos possam aproveitar o verão com atividades físicas, enumero 10 dicas básicas para garantir saúde e o bem-estar durante os exercícios.
Aproveite o verão!

1. AVALIAÇÃO MÉDICA
Antes de iniciar a prática de atividades físicas é necessário fazer uma avaliação médica, incluindo exames como eletrocardiograma e hemograma. Atenção especial para diabéticos e hipertensos, que devem tomar uma série de cuidados.

2. ESCOLHA DO EXERCÍCIO
Parece óbvio, mas a escolha do tipo de exercício físico é fundamental para que a prática perdure durante todo o ano. A pessoa deve analisar o seu estilo de vida e avaliar se tem mais aptidão para exercícios aeróbicos, musculação ou se é melhor iniciar com uma caminhada. Há inúmeras opções como, por exemplo, aulas de circo. Na prática, o exercício deve ser um momento de lazer!

3. HIDRATAÇÃO
A ingestão de líqüidos, isotônicos e água, deve ser prioridade antes, durante e depois da prática de atividades físicas. Com a alta temperatura, o corpo perde mais água e sais minerais — inclusive sódio —, o que eleva o risco de tonturas e mal-estar. Jamais considere nessa lista bebidas alcoólicas ou que contenham cafeína, já que essas substâncias são diuréticas e aceleram o processo de perda de líqüidos.

4. USAR ROUPAS ADEQUADAS
É muito natural que com tanta gente nas ruas, parques, praças e praias, as pessoas queiram caprichar na roupa. No entanto, na hora de praticar exercícios, vale a elegância da simplicidade. Tecidos que facilitam a secagem do suor e roupas que não apertam são os mais adequados. Quanto ao calçado, vale a dica de sempre: tênis!

5. HORÁRIOS CERTOS
Os exercícios ao ar livre não devem ser realizados em qualquer horário. Os mais adequados são início da manhã, até as 10 horas, e após às 16 horas. Nesses horários, o risco de doenças decorrentes da exposição excessiva ao sol — como câncer de pele — são menores. Além disso, você evita o envelhecimento precoce. Vale lembrar que o horário indicado é o real, não o horário de verão!

6. PROTEGER A PELE
Um bom protetor solar é um dos principais aliados da prática de atividades físicas ao ar livre. Na compra, priorize um bom produto, com fator 30. Na praia, o cuidado deve ser redobrado, já que a areia branca é refletora dos raios solares.

7. RESPIRAR CORRETAMENTE
A sensação de falta de ar tão comum à prática de exercícios no verão pode ser evitada se o praticante respirar corretamente. As dicas são:

  • Inspirar pelo nariz, que tem mecanismos para filtrar o ar e permite uma ventilação mais eficiente e segura.
  • Para expirar, o melhor é utilizar a boca, o que torna a troca de ar mais rápida, já que a boca é bem maior do que as duas narinas.
  • Quando o esforço é grande, a tendência é inspirar também pela boca. Quando isso ocorre, o ideal é diminuir o ritmo e respirar profundamente, contando até cinco, para voltar a inspirar pelo nariz e expirar pela boca.
  • Um dos pontos mais importantes é o equilíbrio entre a quantidade de oxigênio colocada na circulação sangüínea pela respiração e o gasto desse oxigênio. Uma dica é equilibrar pelo número de passadas: quatro para inspirar, outras quatro para expirar.

8. ALONGAMENTO
O alongamento é a palavra-chave para a prática de exercícios físico em todas as estações. No entanto, o verão faz com que muita gente pense que o alongamento é dispensável. Vale lembrar que é o alongamento que torna a prática de exercícios mais segura e eficiente, por reduzir o risco de lesões e cãibras. Para fazer o alongamento, inicie da seguinte forma:

  • Apoiar as mãos na parede, flexione o joelho da perna direita à frente do corpo, enquanto a outra fica estendida para atrás. Troque a posição, utilizando a perna esquerda.
  • Apoiar a ponta do pé direito na beirada da calçada e deixe que o calcanhar se abaixe. Repita o movimento com o pé esquerdo.
  • Apoiar a perna direita na parede e direcione o tronco em sentido do pé. Repita o alongamento com a perna esquerda.
  • Sentar-se com os pés juntos (formato borboleta), deixando que os joelhos caiam para os lados. Mantenha o corpo ereto, alinhando a coluna.
  • Separe as pernas e desça com as mãos em direção ao chão. Deixe seu corpo relaxar completamente. Não é necessário tocar o chão.
  • Entrelace os dedos e eleve as palmas das mãos juntas para cima. Eleve os calcanhares durante o exercício.

9. REGULARIDADE
A prática de exercícios físicos deve ser regular e durar, no mínimo, 30 minutos. Sem a regularidade é muito difícil conquistar condicionamento físico! Os exercícios físicos devem ser realizados de forma regular três vezes por semana, com intervalo entre as sessões de 24 a 48 horas. Para pessoas com mais de 60 anos, o exercício mais indicado, no caso de prevenção da osteoporose é a caminhada, que deve ser realizada por aproximadamente 40 minutos, antecedidos por aquecimento e finalizados com um alongamento muscular. A intensidade do exercício deve ser de 60% a 90% da freqüência cardíaca máxima (própria para a idade), de preferência avaliada por meio de consulta médica, complementada pelo teste de esforço.

10. LIVRAR A MENTE DE PREOCUPAÇÕES
Quando sair para caminhar ou para realizar outros exercícios, deixe as preocupações de lado. A prática de atividades físicas deve ser encarada como um momento de lazer, de cuidado com a mente e o corpo. O risco de lesões que são resultados de erros cometidos por distração é muito grande. Tente cultivar bons pensamentos!

Fonte: Instituto de Ortopedia e Saúde

Instituto Krion Campolim manaus vitoria eduardo

Mande uma mensagem para o franqueado de sua preferência:




Copyright ITC. Todos os direitos reservados ®.
É proibida a reprodução do conteudo desta página em qualquer rede de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do ITC.

ITC Vertebral - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral
Av. Beira Mar, nº 3900 - Mucuripe - Fortaleza - CE - CEP 60165-121
Fone: (85) 3263.2717