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Criamos um programa de fisioterapia pioneiro para a hérnia de disco e doenças da coluna vertebral. O programa promove a descompressão das estruturas intervertebrais da coluna, bem como o fortalecimento específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral. (saiba mais)
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Contextualização: As disfunções musculoesqueléticas representam um problema de saúde mundial. Dentre o conjunto de medidas para controle dessas alterações está a prática de exercício físico em ambiente ocupacional que pode ser realizada no próprio setor de trabalho ou em ambientes à parte, mas dentro da empresa. Entretanto, há controvérsias quanto à efetividade e à forma de aplicação desse tipo de intervenção. Objetivos: Avaliar a efetividade e fornecer evidências a respeito da prática de exercício físico no ambiente ocupacional para o controle da dor musculoesquelética. Métodos: As seguintes bases bibliográficas foram consultadas: PubMed, MEDLINE, Embase, Cochrane, PEDro e Web of Science. Dois revisores independentes selecionaram os estudos pertinentes, e as eventuais discordâncias foram solucionadas por consenso. Foram incluídos no estudo os ensaios clínicos randomizados controlados que realizaram intervenção no local de trabalho envolvendo exercício e avaliaram a dor musculoesquelética. A escala PEDRO, que tem pontuação de 0-10, foi utilizada para avaliação da qualidade dos estudos incluídos nesta revisão. Resultados e Conclusões: A busca eletrônica resultou em um total de 8680 referências publicadas em inglês. Ao final do processo de seleção, 18 estudos foram incluídos. Forte evidência foi encontrada para a efetividade do exercício físico no controle de dor cervical em trabalhadores que realizavam atividades em escritórios ou setores administrativos, descritos como sedentários enquanto evidência moderada foi encontrada para a região lombar daqueles que realizavam atividades envolvendo manuseio de pacientes ou materiais na indústria, desde que os treinamentos fossem aplicados por períodos superiores a dez semanas, incluíssem exercícios realizados com algum tipo de resistência e fossem supervisionados. Nenhum estudo avaliando trabalhadores sedentários relatou resultados positivos para o controle da dor musculoesquelética em ombros. Novos estudos randomizados controlados (RCTs) são necessários para avaliar, dentre outros aspectos, o efeito comparado de treinos leves e pesados para ombros.
Fonte: scielo Acesso: 29-09-2011
O aparecimento de dor aguda nas costas está associado à ruptura das fibras anulares do disco intervertebral (hérnia de disco) ou ao estiramento de estruturas musculares ou ligamentares da coluna vertebral, podendo haver ou não compressão dos nervos. Se houver compressão, a melhora dos sintomas é mais vagarosa.
Um trauma severo ou diversos pequenos traumas na coluna podem lesar as estruturas do disco intervertebral, levando ao aparecimento da hérnia de disco.
A hérnia de disco surge quando o núcleo do disco intervertebral migra de seu local, no centro do disco para a periferia, em direção ao canal medular ou nos espaços por onde saem as raízes nervosas.
Se a lesão do disco intervertebral ou das estruturas musculares e ligamentares da coluna for muito severa, o repouso no leito com as pernas apoiadas sobre um banco é indicado para aliviar a dor e o desconforto. Pesquisas científicas sobre o tema, provaram que muito repouso é mais prejudicial que benéfico. O paciente deve fazer repouso intercalado com movimentos leves e fisioterapia.
Exercícios de respiração abdominal e o uso de bolsa térmica no local da dor aliviam os sintomas.
O paciente deve evitar movimentos que piorem a dor mas, na medida do possível, deve fazer pequenas caminhadas, que devem ser aumentadas com a melhora dos sintomas.
A posição sentada é a mais desconfortável pois causa mais dor. Se o paciente tem hérnia de disco, é nessa posição que há mais compressão do disco intervertebral.
A mudança frequente de posturas, tais como deitada com pernas apoiadas num banco, deitada de lado, sentada com apoio lombar e caminhadas, é importante para melhorar a dor e manter o condicionamento físico.
A prática de repouso intercalado com movimentos adequados melhoram a dor e evitam o descondicionamento físico.
Evite fazer movimentos que piorem a dor.
Evite carregar peso, empurrar carrinhos, abrir e fechar portas pesadas ou qualquer atividade que exija força nos braços e no tronco.
Faça caminhadas curtas em terreno plano. Evite subir e descer ladeiras ou escadas.
O uso de medicamento deve ser feito somente com prescrição médica.
Faça fisioterapia nas modalidades: técnicas para aliviar a dor, alongamento das cadeias musculares, reeducação postural e orientação ergonômica.
Coletes ortopédicos
O uso de coletes ajudam a diminuir a dor e manter uma boa postura. Há vários tipos de suportes lombares no mercado, mas é bom que seja prescrito por seu médico, o mais indicado para o seu caso. O colete deve ser usado somente na fase aguda da dor, pois eles não melhoram as condições físicas do paciente, podendo piorá-las pois substituem os músculos que suportam a coluna (os músculos abdominais e os músculos dorsais), deixando-os mais fracos. Os coletes não substituem um programa de tratamento para os problemas de coluna, nem vão prevenir novas lesões.
Fonte: Dornascostas Acesso: 04-07-2011
A dor lombar atinge cerca de 80% da população adulta, gerando um custo anual de milhões de dólares. Embora a etiologia nem sempre seja clara, excetuando algumas patologias bem definidas, a hipotrofia das fibras do tipo I e II, no multífido e eretores da coluna parece estar sempre presente. A resistência de alguns terapeutas em recomendar o exercício como prevenção e reabilitação, perpetua um quadro de descondicionamento crônico, onde toda atividade física passa a ser evitada, gerando conseqüências socioeconômicas graves para esses pacientes. O objetivo dessa revisão foi demonstrar que o treinamento contra resistência, na reabilitação da dor lombar crônica, possui efeito clinicamente testado; ao contrário de algumas modalidades passivas de reabilitação, sobretudo no que diz respeito ao trabalho isolado dos extensores da coluna.
Fonte: Scielo Acesso: 20-04-2011
A disfunção dos músculos eretores da coluna é a principal causa da lombalgia crônica. A fadiga destes músculos tem sido relacionada com a dor lombar. Objetivos: verificar a fadiga dos músculos paraespinhais dos indivíduos com lombalgia crônica e compará-los com indivíduos assintomáticos em posição sentada. Método: Participaram 16 sujeitos do gênero masculino que se dividiram em grupo lombalgia e controle. O teste de fadiga consistiu em realizar a extensão de tronco contra a resistência de uma célula de carga na posição sentada por 30 segundos, a 50% e 75% da contração máxima. Resultados: Em todos os músculos avaliados (L1 e L5 direito e esquerdo) encontrou-se maior queda da freqüência mediana no grupo lombalgia. No entanto, nenhum apresentou diferença estaticamente significante. Conclusão: O grupo lombalgia apresentou menor valor da freqüência mediana, indicando um processo de fadiga. Isto pode estar associado ao grau de disfunção dos músculos eretores da coluna nestes indivíduos.
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Fonte: Unesp Acesso: 05-04-2011
A prevalência ao longo da vida de lombalgias mecânico-posturais é estimada em 60-70% em países industrializados. Um dos principais fatores para dor lombar é a instabilidade segmentar, e para manter a estabilidade é necessária a interação de três subsistemas: passivo, ativo e controle neural. Exercícios específi cos que promovem a contração independente dos músculos profundos do tronco (transverso do abdômen e multífi do) têm demonstrado ter efeitos benéfi cos em indivíduos que sofrem de dor lombar inespecífi ca, sugerindo a estimulação desses subsistemas. Objetivo: Avaliar a efetividade de exercícios de estabilização segmentar sobre a dor e a capacidade funcional em indivíduos com lombalgia crônica. Materiais e métodos: Participaram da pesquisa 12 mulheres jovens com idade média de 20,66 ± 3,74 anos. Foram realizadas 12 sessões de um programa de estabilização segmentar com frequência de duas vezes semanais, sendo avaliadas quanto à dor (questionário McGILL-Br) e capacidade funcional (questionário Rolland-Morris Brasil) antes e depois do período de intervenção. Resultados: Houve melhora signifi cativa dos valores médios do índice de dor (p < 0,0001), melhora do índice de dor sensitiva (p = 0,0024), afetiva (p = 0,048), avaliativo (p = 0,042) e miscelânea (p = 0,017) e melhora da capacidade funcional dos indivíduos (p < 0,0001), após o período de intervenção. Discussão: Vários estudos relataram a eficácia de exercícios dos músculos profundos do tronco, apresentando efeitos benéfi cos em indivíduos com lombalgia, corroborando com o estudo proposto. Conclusão: Pode-se concluir que o programa de estabilização segmentar foi efetivo na redução da dor e na melhora da função nestes pacientes, demonstrando assim ser um método efi caz de tratamento de lombalgias.
Fonte: Scielo Acesso: 09-01-2011
A dor lombar é um importante problema de saúde pública presente em todas as nações industrializadas, afetando 70 a 80% da população adulta em algum momento da vida, com predileção em adultos jovens, em fase economicamente ativa. Está em segundo lugar entre as causas de afastamento do trabalho.
O antigo conceito de tração nas vértebras ganhou um toque de tecnologia, que garante maior precisão e eficiência no tratamento.
Quem nunca ouviu alguma história ou até mesmo a reclamação de alguém que sofre com dores e problemas na coluna? Pequenos descuidos durante as tarefas do dia-a-dia, como bolsa pesada, salto alto e postura inadequada, podem gerar este desconforto. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 85% da população terá pelo menos um episódio de dores nas costas ao longo da vida. E a parte mais complicada é o tratamento. Mas, e se este problema ganhasse uma solução mais eficaz? Em Campinas, a clínica de fisioterapia Roberto Serafim trouxe o que existe de mais moderno no tratamento de problemas na coluna. Trata-se de macas computadorizadas de tração e flexão-descompressão, que integram o programa de Reconstrução Músculo - Articular da Coluna Vertebral (R.M.A Vertebral).
O programa pioneiro de fisioterapia, criado pelo Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral), promove a descompressão das estruturas intervertebrais da coluna, bem como o fortalecimento específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral. O sucesso do tratamento se comprova pelos índices de aprovação. O R.M.A Vertebral solucionou 87% dos casos.
A técnica une fisioterapia manual, a tecnologia das mesas de tração eletrônica e de flexão-descompressão, do Stabilazer – equipamento que condiciona o paciente a usar os músculos profundos da coluna e transverso do abdômen – e exercícios específicos de musculação. Segundo o professor de fisioterapia e fundador do ITC, Helder Montenegro, primeiramente são trabalhados os sintomas para que o paciente inicie o tratamento sem dores. “No primeiro momento, vamos trabalhar para tirar a dor. Depois focamos no fortalecimento e damos orientações para que o paciente tome alguns cuidados no dia-a-dia. Esses cuidados, por serem preventivos, são fundamentais para qualquer pessoa, mesmo as que nunca sentiram dores”.
Em Campinas, o tratamento já está disponível na Clínica Roberto Serafim. Os profissionais passaram por um treinamento durante o último mês para que o atendimento seja completo. De acordo com o professor de Pós Graduação e fisioterapeuta Roberto Serafim, responsável por trazer a nova tecnologia à cidade, alguns pacientes já estão utilizando as macas e estão satisfeitos com os resultados. “Todas as etapas do tratamento apresentam comprovação científica. Por conta do desenvolvimento tecnológico das macas, o trabalho ganhou uma precisão que antes não havia no tratamento da coluna. Isso não só torna os resultados ainda mais eficazes como também garante uma maior segurança nos procedimentos fisioterápicos para as patologias da coluna vertebral”, explica Roberto Serafim.
Piloto de MotoCross nas horas vagas, o diretor comercial Leonardo Satoru Uratani, de 32 anos, sofreu duas lesões na cervical durante uma competição em julho de 2009. Depois de fazer tentativas com a fisioterapia convencional, resolveu experimentar o novo equipamento indicado pelo Dr. Roberto Serafim. “Já realizei 15 sessões e sinto os resultados em um tempo reduzido de tratamento. Há um relaxamento no local o que alivia a dor e proporciona maior estabilidade e segurança para as competições”, afirma Uratani que pretende dar continuidade ao tratamento com a musculação especializada e as aulas de pilates.
Complicações vertebrais - As dores nas costas atingem 85% da população do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Hérnias de disco, problemas posturais, artrose na coluna e problemas no nervo ciático são os caos mais comuns. Os diferentes distúrbios relacionados às vértebras diminuem não só as qualidades de vida dos pacientes como também impedem a realização de algumas atividades cotidianas. As dores na coluna cervical atingem mais as mulheres e a dor lombar é mais comum nos homens. A faixa etária mais atingida está entre 30 e 55 anos, período considerado como o de maior produtividade ao longo da vida.
Um estudo feito pela Escola de Postura da Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas/FMUSP concluiu que dores na coluna causam incapacidade e exclusão social em indivíduos com menos de 45 anos. De acordo com a pesquisa, a lombalgia tem grande impacto nas relações sociais e está diretamente ligada ao isolamento, limitação e diminuição da capacidade de produção. A dor lombar atinge de 65% a 80% das pessoas com menos de 45 anos e é a principal causa de afastamento no trabalho e da vida social. No estudo realizado, verificou-se que além das alterações neurológicas e biomecânicas, a dor crônica afeta psicologicamente o paciente, provocando depressão e ansiedade.
ITC Vertebral em Campinas - A filial do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, trazida a Campinas pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Roberto Serafim, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação.
Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. Além de Campinas, o ITC Vertebral também possui filiais em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos e outras cidades.
Acredita-se atualmente que a articulação sacro-ilíaca seja responsável por grande parte dos casos de dor lombosacral, talvez em até 40% dos casos.
A pelve é uma das regiões mais importantes a ser tratada do ponto de vista osteopático, pois muitas das disfunções vertebrais têm como origem desequilíbrios na pelve. Deste modo o objetivo da presente investigação foi: analisar, através de estudo de caso, o efeito da manipulação ilio-sacra (HVLAT) em uma paciente portadora de dor lombar.
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Fonte: fibbauru Acesso: 23-05-2010
A região lombar desempenha um papel fundamental na acomodação de cargas decorrentes do peso corporal, da ação muscular e das forças aplicadas externamente. A funcionalidade dessa região é mantida através do sinergismo entre os mecanismos ativo, passivo e neural da estabilização lombar. O desequilíbrio proporcionará a instabilidade que terá como principal conseqüência à dor.
Fonte:scielo
A dor lombar é uma das alterações musculoesqueléticas mais comuns nas sociedades industrializadas, pois pode ser caracterizada com uma doença de pessoas com vida sedentária, atingindo ambos os sexos e várias faixas etárias. Uma das técnicas utilizadas no tratamento da lombalgia é a manipulação articular. O presente estudo tem como objetivo analisar o efeito da manipulação do osso ilíaco na dor lombar. A amostra foi composta por onze pacientes do sexo masculino, com faixa etária entre 20 e 40 anos de idade. Os pacientes foram avaliados através da aplicação dos testes de Finger-floor, Gillet e Downing, e aqueles que apresentaram disfunção da ASI foram tratados com as técnicas de manipulação. Foi realizada uma EVA no momento da avaliação e uma EVA após uma semana da técnica de manipulação. O resultado do teste estatístico de Wilcoxon revelou que dentre os onze pacientes submetidos ao teste de Finger-floor, 63,6% dos pacientes apresentaram uma diminuição na distância realizada no teste Finger floor. Na avaliação da dor através da EVA, constatou-se diferença significativa p< 0,05, dentre os onze pacientes nove relataram redução da dor após a manipulação. Neste sentido constatou-se que a manipulação articular é efetiva no alívio da dor e no aumento da flexibilidade da coluna vertebral e dos membros inferiores na população estudada.
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Fonte: Unisul Acesso: 26-02-2010
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