ITC - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

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Primeira maca computadorizada para problemas na coluna em Campinas.


O antigo conceito de tração nas vértebras ganhou um toque de tecnologia, que garante maior precisão e eficiência no tratamento.

Quem nunca ouviu alguma história ou até mesmo a reclamação de alguém que sofre com dores e problemas na coluna? Pequenos descuidos durante as tarefas do dia-a-dia, como bolsa pesada, salto alto e postura inadequada, podem gerar este desconforto. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 85% da população terá pelo menos um episódio de dores nas costas ao longo da vida. E a parte mais complicada é o tratamento. Mas, e se este problema ganhasse uma solução mais eficaz? Em Campinas, a clínica de fisioterapia Roberto Serafim trouxe o que existe de mais moderno no tratamento de problemas na coluna. Trata-se de macas computadorizadas de tração e flexão-descompressão, que integram o programa de Reconstrução Músculo - Articular da Coluna Vertebral (R.M.A Vertebral).

O programa pioneiro de fisioterapia, criado pelo Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral), promove a descompressão das estruturas intervertebrais da coluna, bem como o fortalecimento específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral. O sucesso do tratamento se comprova pelos índices de aprovação. O R.M.A Vertebral solucionou 87% dos casos.

A técnica une fisioterapia manual, a tecnologia das mesas de tração eletrônica e de flexão-descompressão, do Stabilazer – equipamento que condiciona o paciente a usar os músculos profundos da coluna e transverso do abdômen – e exercícios específicos de musculação. Segundo o professor de fisioterapia e fundador do ITC, Helder Montenegro, primeiramente são trabalhados os sintomas para que o paciente inicie o tratamento sem dores. “No primeiro momento, vamos trabalhar para tirar a dor. Depois focamos no fortalecimento e damos orientações para que o paciente tome alguns cuidados no dia-a-dia. Esses cuidados, por serem preventivos, são fundamentais para qualquer pessoa, mesmo as que nunca sentiram dores”.

Em Campinas, o tratamento já está disponível na Clínica Roberto Serafim. Os profissionais passaram por um treinamento durante o último mês para que o atendimento seja completo. De acordo com o professor de Pós Graduação e fisioterapeuta Roberto Serafim, responsável por trazer a nova tecnologia à cidade, alguns pacientes já estão utilizando as macas e estão satisfeitos com os resultados. “Todas as etapas do tratamento apresentam comprovação científica. Por conta do desenvolvimento tecnológico das macas, o trabalho ganhou uma precisão que antes não havia no tratamento da coluna. Isso não só torna os resultados ainda mais eficazes como também garante uma maior segurança nos procedimentos fisioterápicos para as patologias da coluna vertebral”, explica Roberto Serafim.

Piloto de MotoCross nas horas vagas, o diretor comercial Leonardo Satoru Uratani, de 32 anos, sofreu duas lesões na cervical durante uma competição em julho de 2009. Depois de fazer tentativas com a fisioterapia convencional, resolveu experimentar o novo equipamento indicado pelo Dr. Roberto Serafim. “Já realizei 15 sessões e sinto os resultados em um tempo reduzido de tratamento. Há um relaxamento no local o que alivia a dor e proporciona maior estabilidade e segurança para as competições”, afirma Uratani que pretende dar continuidade ao tratamento com a musculação especializada e as aulas de pilates.

Complicações vertebrais - As dores nas costas atingem 85% da população do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Hérnias de disco, problemas posturais, artrose na coluna e problemas no nervo ciático são os caos mais comuns. Os diferentes distúrbios relacionados às vértebras diminuem não só as qualidades de vida dos pacientes como também impedem a realização de algumas atividades cotidianas. As dores na coluna cervical atingem mais as mulheres e a dor lombar é mais comum nos homens. A faixa etária mais atingida está entre 30 e 55 anos, período considerado como o de maior produtividade ao longo da vida.

Um estudo feito pela Escola de Postura da Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas/FMUSP concluiu que dores na coluna causam incapacidade e exclusão social em indivíduos com menos de 45 anos. De acordo com a pesquisa, a lombalgia tem grande impacto nas relações sociais e está diretamente ligada ao isolamento, limitação e diminuição da capacidade de produção. A dor lombar atinge de 65% a 80% das pessoas com menos de 45 anos e é a principal causa de afastamento no trabalho e da vida social. No estudo realizado, verificou-se que além das alterações neurológicas e biomecânicas, a dor crônica afeta psicologicamente o paciente, provocando depressão e ansiedade.

ITC Vertebral em Campinas - A filial do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, trazida a Campinas pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Roberto Serafim, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação.

Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. Além de Campinas, o ITC Vertebral também possui filiais em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos e outras cidades.

Efeito da manipulação ilio-sacra no paciente portador de lombalgia: Estudo de caso


Acredita-se atualmente que a articulação sacro-ilíaca seja responsável por grande parte dos casos de dor lombosacral, talvez em até 40% dos casos.

A pelve é uma das regiões mais importantes a ser tratada do ponto de vista osteopático, pois muitas das disfunções vertebrais têm como origem desequilíbrios na pelve. Deste modo o objetivo da presente investigação foi: analisar, através de estudo de caso, o efeito da manipulação ilio-sacra (HVLAT) em uma paciente portadora de dor lombar.

 

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Fonte: fibbauru  Acesso: 23-05-2010

 

 

Relação da fáscia tóraco lombar com o mecanismo ativo de estabilização lombar


A região lombar desempenha um papel fundamental na acomodação de cargas decorrentes do peso corporal, da ação muscular e das forças aplicadas externamente. A funcionalidade dessa região é mantida através do sinergismo entre os mecanismos ativo, passivo e neural da estabilização lombar. O desequilíbrio proporcionará a instabilidade que terá como principal conseqüência à dor.

 

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Fonte:scielo

Manipulação do osso ilíaco na dor lombar


A dor lombar é uma das alterações musculoesqueléticas mais comuns nas sociedades industrializadas, pois pode ser caracterizada com uma doença de pessoas com vida sedentária, atingindo ambos os sexos e várias faixas etárias. Uma das técnicas utilizadas no tratamento da lombalgia é a manipulação articular. O presente estudo tem como objetivo analisar o efeito da manipulação do osso ilíaco na dor lombar. A amostra foi composta por onze pacientes do sexo masculino, com faixa etária entre 20 e 40 anos de idade. Os pacientes foram avaliados através da aplicação dos testes de Finger-floor, Gillet e Downing, e aqueles que apresentaram disfunção da ASI foram tratados com as técnicas de manipulação. Foi realizada uma EVA no momento da avaliação e uma EVA após uma semana da técnica de manipulação. O resultado do teste estatístico de Wilcoxon revelou que dentre os onze pacientes submetidos ao teste de Finger-floor, 63,6% dos pacientes apresentaram uma diminuição na distância realizada no teste Finger floor. Na avaliação da dor através da EVA, constatou-se diferença significativa p< 0,05, dentre os onze pacientes nove relataram redução da dor após a manipulação. Neste sentido constatou-se que a manipulação articular é efetiva no alívio da dor e no aumento da flexibilidade da coluna vertebral e dos membros inferiores na população estudada.

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Fonte: Unisul Acesso: 26-02-2010

Cirurgia de hérnia de disco lombar: existe relação entre a profissão e a persistência de dor?


A hérnia de disco lombar (HDL) é uma causa comum de dor lombar e ciática. Quando o tratamento clínico não oferece melhora dos sintomas, a cirurgia pode ser proposta em casos selecionados. Apesar de ser efetiva, uma pequena, porém significativa parcela dos pacientes operados podem não melhorar. Diversos fatores podem influenciar tais resultados. A insatisfação no ambiente de trabalho é relacionada com um maior índice de maus resultados

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Comparação da Fadiga Eletromiográfica dos Músculos Paraespinhais e da Cinemática Angular da Coluna entre Indivíduos com e sem Dor Lombar


RESUMO
Indivíduos com dor lombar têm redução na força e na resistência dos músculos paraespinhais. A
avaliação da fadiga e da resistência dos músculos paraespinhais é importante, uma vez que tem sido reportado que indivíduos com lombalgia desenvolvem um déficit no condicionamento físico que influencia na força e na função do tronco. Além disso, ainda é incerto a relação da fadiga dos paraespinhais e o ângulo de flexão anterior de tronco. Os objetivos deste estudo foram comparar a fadiga em indivíduos com e sem dor lombar e correlacionar a fadiga com o ângulo de flexão anterior de tronco. O grupo lombalgia foi composto por dez indivíduos com diagnóstico médico exclusivo de lombalgia. O grupo controle foi composto por dez indivíduos que possuíam características físicas semelhantes. Inicialmente avaliou-se a flexão anterior de tronco dos indivíduos pelo método angular de Whistance. A fadiga dos músculos paraespinhais foi avaliada nas alturas de L1 e L5 por meio da eletromiografia de superfície em duas cargas: 50 e 75% da contração isométrica voluntária máxima. Os resultados do estudo indicaram que o grupo lombalgia apresentou menor força durante os testes de contração isométrica voluntária máxima (P < 0,004). Embora o grupo lombalgia tenha apresentado maior valor de fadiga, não houve
diferença estatisticamente significante entre os dois grupos para as alturas de L1 e L5 nas duas cargas. As correlações entre a fadiga e o ângulo de flexão anterior de tronco mostraram-se de fracas a moderadas (valores entre r = -0,58 a 0,51). Estes achados indicam que ambos os grupos fadigam, entretanto o grupo lombalgia apresentou maior fadiga. Além disso, não se pode predizer a fadiga por meio do ângulo de flexão anterior de tronco.

Download do artigo: Comparação da Fadiga Eletromiográfica

Efeitos do tratamento de quiropraxia sobre pacientes portadoras de espondiloartrose


RESUMO
Introdução: Este estudo visou verificar os efeitos do tratamento de quiropraxia sobre a dor, a flexibilidade e as alterações posturais em pacientes portadores de espondiloartrose atendidos na Clínica Escola de Fisioterapia da UEPB. Materiais e Métodos: A amostra foi composta por 19 pacientes do sexo feminino (entre 45 e 69 anos), portadoras de espondiloartrose, que foram submetidas a um protocolo de tratamento de quiropraxia, uma vez por semana, durante dez semanas. A avaliação da dor foi realizada através da Escala Analógica Visual da Dor. Para avaliação da flexibilidade foi utilizada a medição linear. A avaliação postural foi realizada por análise de foto digital, através do software AutoCad 2007. Todas as avaliações foram realizadas antes do início do tratamento e imediatamente após a 10ª sessão. Foi utilizado o Teste de Shapiro-Wilk, para verifi car a normalidade da amostra e o Teste “t” de Student para comparação dos dados pareados. Resultados: Foram encontradas diferenças significativas na redução da dor nas três regiões da coluna vertebral (p<0,01), principalmente na coluna lombar, com 100% de redução. A flexibilidade corporal não apresentou mudanças signifi cativas. Ocorreu melhora da postura corporal, com significativo equilíbrio entre as cinturas escapular e pélvica (p=0,013), diminuição das assimetrias dos membros superiores (p=0,017) e inferiores (p=0,001), além da redução da postura anterior da cabeça, com aumento signifi cativo do ângulo craniovertebral (p=0,02). Discussão: O protocolo utilizado foi sufi ciente para promover redução da sintomatologia dolorosa e para a melhora das alterações posturais em pacientes portadoras de espondiloartrose.

Download: quiropraxia-espondiloartrose

Lombalgia atinge 59% dos caminhoneiros de São Paulo.


O elevado número de horas de trabalho é a principal causa do problema, revela dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Medicina da USP. Uma das principais causas de afastamento temporário e permanente do trabalho no Brasil, a lombalgia (dor na região lombar) atinge mais da metade dos motoristas de caminhão do Estado de São Paulo, principalmente os que exercem a atividade várias horas por dia. Uma pesquisa da fisioterapeuta Silvia Ferreira Andrusaitis mostrou que 59% dos caminhoneiros sofrem de lombalgia e, para cada hora de trabalho, o risco de o motorista ter dor lombar aumenta 7%.

Segundo Silvia Andrusaitis, a lombalgia ocupacional é um mal que acomete principalmente indivíduos que trabalham na condução de veículos motorizados, com destaque para os caminhoneiros que passam longas horas do dia ao volante. A fisioterapeuta pesquisou o tema para sua dissertação de mestrado, apresentada ao Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP, sob orientação do ortopedista Reginaldo Perilo Oliveira.

Em seu estudo foram avaliados 489 caminhoneiros do sexo masculino, dos quais 410 foram selecionados para a pesquisa, com uma média de 9,9 horas de trabalho diário. Todos tinham mais de um ano de experiência profissional e a condição era de que não tivessem apresentado dor na região lombar antes do exercício da atividade. O objetivo foi investigar a prevalência de lombalgia entre caminhoneiros, bem como os fatores de riscos relacionados à ocorrência de dor lombar.

A pesquisa focalizou caminhoneiros que trabalhavam nas rodovias paulistas Castello Branco, Raposo Tavares e Senador José Ermírio de Moraes, entre os meses de março e novembro de 2003. O grupo respondeu a um questionário onde foram abordados fatores como idade, prática de atividade física e esportiva, hábitos gerais de saúde e questões relativas ao exercício profissional. Calculou-se também o índice de massa corpórea, por meio da relação entre o peso corporal e o quadrado da estatura.

Horas de trabalho

O resultado indicou que a prevalência de lombalgia nos caminhoneiros é de 59% e, dentre as variáveis estudadas, apenas o número de horas de trabalho mostrou-se estatisticamente significante. “O principal resultado é a correlação do número de horas de trabalho com a ocorrência da dor lombar”, destaca Silvia Andrusaitis. Mas outros fatores também contribuem para uma postura errada, adverte a fisioterapeuta: “Permanecer sentado por tempo prolongado, expor-se à vibração, inclinações e rotações excessivas do tronco, carregar objetos pesados e manter a concentração que a atividade exige, sem intervalos adequados de relaxamento.”

Apesar de o fator sedentarismo não ter apresentado correlação com a dor lombar, 77% dos caminhoneiros não praticavam qualquer atividade física. Foi detectada a ocorrência de irradiação da dor para membros inferiores em 33,9% dos motoristas que apresentaram lombalgia. “Essa média é maior do que a encontrada na população em geral, o que pode ser indicativo de comprometimento do disco intervertebral”, afirma a autora do estudo. Com relação às ausências no trabalho, 17,4% dos motoristas de caminhão já se ausentaram pelo menos uma vez em decorrência da lombalgia. O período de afastamento variou de um a 240 dias.

Fonte: Saude em movimento

Patologias do nervo Ciático - Síndrome do Piriforme


Artemio D’Agosto Ayala

A dor do nervo ciático pode ter várias razões: hérnia de disco lombar, espasmo do músculo Piriforme ou trauma direto sobre nervo, produzido por exemplo por uma injeção mal aplicada.

O nervo ciático ou isquiático (como também é conhecido) se localiza a meio caminho entre o trocanter maior e a tuberosidade isquiático. Quando o quadril está estendido o nervo se acha recoberto pelo grande glúteo, mas ao fletir o quadril, o músculo desloca-se deixando o nervo descoberto.

O nervo ciático conecta-se com a medula espinhal através dos forames sacras posteriores e também a L5 (Quinta vertebra lombar). A medida que caminhamos distalmente pelo nervo (entendam distalmente como caminhando do quadril para o pé), esses ramos que saem da medula unem-se formando o nervo ciático que quando chega na metade do fêmur se divide em Nervo Tibial e Nervo Fibular Comum, estes por sua vez vão se ramificando.

Neste trajeto do nervo, ele atravessa vários músculos, fascias, e tendões inervando alguns deles como: o Músculo adutor magno e o Músculo Piriforme.

Na região do quadril o nervo ciático passa internamente pelo músculo Piriforme e lateralmente pelos músculos Obturador Interno e os Gêmeos Inferior e Superior.

Quando o músculo Piriforme encontra-se em espasmo muscular, ele por sua vez comprime o nervo ciático produzindo dor, por isso o nome da patologia de Síndrome do Piriforme.

As dores dos nervos ou citalgias podem parecer como choques, agulhadas ou formigamentos e ocorrem no local da lesão ou em uma região que esse nervo percorre. Na Síndrome do Piriforme a dor pode chegar no joelho ou parte posterior da panturrilha, já que o nervo ciático se divide em Tibial que atravessa a panturrilha e vai até a sola do pé ou na parte lateral do joelho provocado pelo nervo Fibular Comum.

Muitos ciclistas, triatletas e corredores apresentam esse tipo de patologia porque o Músculo Piriforme encontra-se encurtado levando a uma compressão do nervo. A posição na bicicleta e o tipo de corrida (ex.: treinos de subida) são alguns dos fatores.

O tratamento pode ser feito pelo médico no que diz respeito de uma medicação para a inflamação desse nervo e também da fisioterapia para uma total reabilitação; realizando um trabalho para a retirada da inflamação e o alongamento do Músculo Piriforme, se esse for o motivo da sua patologia.

Um tratamento só com um anti-inflamatório ou de acupuntura (que tem como principio aumentar as endorfinas fisiológicas do nosso corpo para que possamos tolerar um nível maior de dor), irão resolver apenas a consequencia que seria a dor. Para resolver a causa é preciso um bom trabalho de alongamento do músculo para deixa-lo no seu tamanho fisiológico ou no tamanho da sua necessidade.

Fonte: TotalSport

Dor lombar, a famosa lombalgia.


Oitenta por cento dos seres humanos sentem dor lombar (lombalgia) em algum momento de suas vidas. Uma proporção menor tem dor cervical (pescoço) e na nuca, sendo que outros sentem dorsalgia. A maioria destas pessoas pode manter suas atividades habituais, mas as cumprirão com períodos de desconforto ou dor. Cerca de 30% desse grupo faltará ao trabalho devido à lombalgia.

Quais as causas de lombalgia?
Na maioria das vezes, a dor se relaciona com problemas mecânicos da coluna vertebral, isto é, com defeitos na sua função. O tratamento principal é normalizar a função, isso podendo ser obtido com exercícios e outros cuidados posturais.

Prevenção
A correção da má postura previne, melhora ou corrige a maioria dos problemas que leva à lombalgia.
Boa postura é o resultado da capacidade que ligamentos, cápsulas e tônus muscular têm de suportar o corpo ereto, permitindo sua permanência em uma mesma posição por períodos prolongados sem desconforto. Uma postura aceitável também deve ser esteticamente apreciável.

Portanto, quando alguém cansa em uma fila de cinema, sente desconforto ou dor se fica muito tempo assistindo TV, ou precisa sair cedo da cama no domingo porque dóem as costas, há sintomas de doença postural da coluna vertebral.

Desse modo, o exame postural é a avaliação da posição da coluna vertebral, das relações das suas curvaturas entre si e dos elementos envolvidos na sua harmonia ou desequilíbrio.

Algumas dicas que devem ser seguidas diariamente…

  • Ao chegar em casa cansado e com dor procure deitar e colocar as pernas com os joelhos dobrados sobre um travesseiro ou almofada altos. Essa posição diminuirá a dor pois relaxa a musculatura lombar.
  • Os sapatos de salto alto acima de cinco centímetros aumentam a lordose lombar e devem ser evitados.
  • Pratique sempre exercícios de alongamento. É a mais simples das atividades físicas, podendo ser realizada em todas as faixas etárias. Realizado regularmente proporcionará: o alívio da tensão muscular; melhora da circulação sangüínea e redução significativa do estresse, fadiga e ansiedade. Tudo isso fará você se sentir melhor, repercutindo positivamente em seu trabalho e vida social.
  • Evite qualquer postura por períodos prolongados. Se forem necessárias as posturas mantidas, interrompa-as freqüentemente e faça exercícios apropriados de amplitude de movimento pelo menos a cada meia hora.

Elisabete Fernandes Almeida
Fonte: Catho Online

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