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Cuidados com postura eliminam dores


A maneira de sentar, andar, permanecer em pé ou deitado determina não só a qualidade da postura, mas a qualidade de vida das pessoas. “O modo como cada indivíduo ‘carrega’ seu próprio corpo tem influência direta sobre a dor e pode comprometer a saúde como um todo”, alerta Lafayette Lage, especialista em quadril e medicina esportiva, diretor da Clínica Lage Ortopedia de Ponta.

Segundo o médico, a má postura afeta a posição de alguns órgãos internos, diminui o fluxo sangüíneo e pode prejudicar até mesmo a visão”, diz. De acordo com o ortopedista, todas as partes do corpo ficam em equilíbrio quando se tem boa postura.

“Em pé, é necessário que pescoço, ombros, coluna lombar, pélvis e quadril estejam todos alinhados. Sentado, enquanto o quadril suporta o peso do corpo, os pés devem estar totalmente apoiados no chão e a coluna deve receber todo suporte do encosto da cadeira”.

Desde cedo

Lage defende que desde a infância é importante aprender a ter bons hábitos posturais. “Grande parte das dores na fase adulta poderia ser evitada se as pessoas assumissem uma boa postura desde crianças. É muito importante corrigir casos em que a criança se apóia em uma só perna quando em pé, ou mesmo quando brinca sentada no chão sobre as pernas dobradas, ou ainda quando dorme de bruços. Tem adolescente que debruça metade do corpo sobre a carteira enquanto copia lições da lousa. Eles precisam de ajuda.”

Segundo o especialista, depois de anos cultivando hábitos nocivos ao deitar, sentar, parar ou andar, ossos e cartilagens sofrem um desgaste maior e localizado, sendo comum a pessoa começar a sentir dores agudas, como se fossem ‘pontadas’ ou ‘choques elétricos’ nas pernas, costas, ombros ou pescoço.

“A má postura na fase de crescimento, que vai do nascimento aos 20 anos, chega a ‘torcer os ossos’ levando a um encaixe assimétrico nas pontas dos ossos e sobrecarregando as cartilagens. Algumas vezes, este desencaixe é tão grave que chega a ser de difícil solução, levando a uma artrose (desgaste) precoce da articulação”.

Ao dormir

“Nós passamos quase um terço da vida dormindo. Daí a importância fundamental de adquirir bons hábitos posturais ao deitar”, diz Lafayette Lage. O ideal é permitir que a espinha permaneça em sua posição normal, com sua curva natural.

“Dormir de bruços deve ser combatido, já que a pessoa acaba não só forçando a coluna lombar, como também acaba entortando o pescoço. Essa é a razão por que muita gente acorda mal, mais cansada e dolorida. O ideal é dormir de lado, com um travesseiro que tenha a altura exata entre o ombro e o pescoço”.

E o médico dá mais uma dica:

“Colocar um pequeno travesseiro entre as pernas ligeiramente flexionadas também é aconselhável para que o repouso seja restaurador”, diz Lafayette Lage.

Sapatos

“Os pés devem receber uma atenção especial, já que contribuem para a boa postura. Usar calçados confortáveis é uma das primeiras medidas recomendadas quando o assunto é dor”, ressalta.

“Saltos altos, formatos apertados, ou modelos que ponham em risco a estabilidade da pessoa podem resultar em dores nas costas, cansaço extremo nas pernas, enfim, uma série de desconfortos que chegam ao consultório dos ortopedistas diariamente”.

Dicas para aliviar a dor

Lage chama atenção para a importância dos exercícios regulares para a manutenção da boa postura. “Há alguns exercícios simples que ajudam a fortalecer a musculatura, dando suporte à postura ideal”.

Confira: “Para treinar o corpo a manter o alinhamento adequado, deve-se sentar no chão, com as costas contra uma parede. Certifique-se de que a cabeça, os ombros e o quadril toquem a parede e permaneça na posição por alguns minutos. O ideal é repetir o exercício diariamente até que se aprenda a alinhar a coluna. O paciente pode aproveitar a posição para fazer meditação ou relaxamento, também”.

“Outra dica é adotar a posição anterior, tentando levantar e abaixar sem desencostar da parede”.

“Para exercitar a espinha, deite-se de costas, eleve os joelhos à altura peito, envolvendo-os com os braços. Role o corpo de um lado para o outro nessa posição, sem soltar, por algumas vezes seguidas”.

“Deitado de costas, repita os movimentos de bicicleta, com as pernas no ar. Pedale em grandes círculos, sem pressa e sem mover as costas”.

“Finalmente, acostume-se a caminhar como se fosse um militar em desfile, ou seja, barriga encolhida, ombros e cabeça alinhados com a bacia para quem olha de lado. Essas dicas visam fortalecer toda musculatura que sustenta a coluna, que são os músculos abdominais, glúteos e paravertebrais”.

Fonte: Cadernor  Acesso: 02-09-2010

Dor nas costas


Não é raro ouvirmos alguém se queixar de dores na coluna, principalmente as pessoas mais idosas. Especialistas afirmam que de 80 a 90% das pessoas têm ou terão dores nesta região, pelo menos uma vez ao longo de suas existências. Estas, que podem ser constantes, esporádicas ou restritas a apenas uma região ou sistêmicas, consistem nas queixas mais comuns da humanidade.

A “dor nas costas” acomete, pelo menos aparentemente, pessoas de ambos os sexos, sendo que as mulheres se queixam mais de incômodos na região cervical e os homens, na lombar. A faixa etária compreendida entre 25 anos de idade em diante é a que sofre deste mal com mais freqüência, tal fator é devido à sobrecarga de trabalho e, mais tarde, à velhice. Em geral, a dor pode vir de músculos, nervos, ossos ou articulações.

Dores na coluna podem ser sintomas de alterações posturais, hérnia de disco, doenças reumáticas, fraturas nas vértebras, músculos atrofiados, osteoporose, desgaste das estruturas da coluna vertebral, envelhecimento, etc., podendo ter como causa sobrecarga física, stress, obesidade, sedentarismo, quedas e até tabagismo.

Alongamentos, exercícios físicos e boa postura podem melhorar bastante este quadro. Dores recorrentes devem ser investigadas por um profissional da área, o qual orientará o tipo de tratamento mais adequado para a situação.


Avaliação longitudinal da Escola de Postura para dor lombar crônica através da aplicação dos questionários Roland Morris e Short Form Health Survey


Lombalgia é a denominação que se dá a todas as categorias de dor, com ou sem rigidez, que se localizam na região inferior do dorso entre o último arco costal e a prega glútea. Seu estudo é de interesse de diferentes especialidades médicas e remonta os primórdios da história da medicina.

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Fonte:scielo

Tratamento da lombalgia crônica pela inativação de pontosgatilho miofasciais – experiência da Divisão de Medicina Física da FMUSP


A lombalgia é uma das causas freqüentes de incapacidade. Este estudo apresenta protocolo e avaliação dos resultados dos efeitos terapêuticos, utilizando-se a técnica de injeção do ponto-gatilho de Fischer no tratamento da dor lombar crônica.

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Fonte: actafisiatrica

Osteopatia propõe investigação completa sobre origem das dores


Sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático). Essa é, digamos assim, a definição um tanto técnica do que é osteopatia. Mas pode-se dizer também que a osteopatia é uma técnica diagnóstica e terapêutica que olha o corpo como um todo e não em determinado problema isoladamente, como faz a fisioterapia convencional. Explica Tonia Ramos Costa, fisioterapeuta pós-graduada em Osteopatia, que essa técnica investiga e trata da causa do sintoma, já que tudo no corpo humano é relacionado. Para se ter uma ideia dessa relação, uma dor lombar pode ser resultado de problemas no útero devido a ligações anatômicas que envolvem essa parte do corpo (por isso algumas mulheres costumam sentir dores na região lombar em períodos pré-menstruais), explica a osteopata. Justamente por essa relação causa e efeito ser tão complexa, a osteopatia, se comparada com outras técnicas manuais de tratamento do corpo humano, tem como grandes diferenciais ser pautada nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo e ter uma avaliação detalhada, que deve ser feita na primeira sessão. Nesse mapeamento de quem passará pelo tratamento, avisa Tonia, “são coletados vários dados do histórico da pessoa como cirurgias, quedas, acidentes, traumas e outros mais específicos conforme as queixas e o problema que a levou procurar pelo tratamento”.

Indicações

O método é indicado para dores em geral, mas a maioria das pessoas buscam na osteopatia alívio para dores ortopédicas, principalmente. Dores de cabeça representam o segundo problema que levam as pessoas a conhecerem essa técnica e acrescentam-se à lista problemas de tendinite, patologias viscerais, fibromialgias e outras doenças e até desconfortos.

Não é preciso procurar pelo profissional da Osteopatia somente quando a dor aparece. Como ela é, na maioria das vezes, reflexo de um outro problema, a investigação das causas podem ser iniciadas mesmo quando o interessado não apresenta a dor. Conforme o que for descoberto, a fisioterapeuta indica ao paciente outro profissional ou tratamento. “Não se faz um trabalho postural em Osteopatia, então, se for necessário, indicamos uma terapia com pilates ou RPG, por exemplo”.

Independente de qual o problema levou o paciente à Osteopatia, Tonia dá algumas orientações que servem, de um modo geral, para fortalecer e preservar a saúde corporal. Ingerir muita água para estimular que o corpo libere toxinas, praticar atividades físicas, desde que não seja uma que possa ser prejudicial ao problema corporal já existente, aplicar ergonomia nas atividades cotidianas, principalmente no trabalho, local onde as pessoas passam a maior parte do dia, horas regulares de sono e ergonomia ao dormir são práticas que só benefícios apresentam e auxiliam o tratamento.

“Fiquei sem dor”

A Osteopatia tem como objetivo a homeostase, que como define Tonia, é equilibrar o corpo em todos os sentidos. A consequência é um tratamento mais eficiente, mais rápido e até saudável, visto que os remédios para tratamentos paliativos podem ser deixados de lado. Valéria Góes, grávida de sete meses afirma que valeu a pena. “Na primeira sessão, já fiquei sem dor”, garante ela, que procurou pela osteopatia depois de tomar de conhecimento da técnica, para tentar aliviar a dor que sentia na região do ventre. “Foi meu médico mesmo que disse que a dor não tinha nada a ver a com o útero, não era problema de gestação. Disse que podia ser a lombar que refletia na região do ventre. Então resolvi experimentar”. Depois do alinhamento na primeira sessão, Valéria fez mais três sessões para complementar o tratamento e fará mais uma sessão preventiva mensalmente. “Além de passar a dor, a terapia foi bem relaxante”.

Para alguns, de acordo com o tipo de dor e necessidade, o tratamento pode ser um pouco dolorido, a princípio, mais ainda quando se tem que ‘soltar’ os músculos para relaxá-los. “Mas depois é alívio mesmo que se sente”, afirma Tonia. “Tem pessoa que chega a dormir quando a cabeça é manipulada”. Tonia é formada pela Escola de Madrid, com sede em várias partes do mundo e uma delas está em Campinas, onde a fisioterapeuta estudou a prática manual por cinco anos. “A técnica é bem detalhada, difícil e muitos acabam abandonando a especialização. Por isso existem poucos profissionais formados em Osteopatia”, informou.

fonte:cruzeirodosul

Eu fiz dois meses de tratamento neste instituto e hoje posso dizer que estou bem.


Já há alguns anos eu vinha sentindo dores na coluna e no ano passado (2009) as dores aumentaram muito passando para as pernas, me deixando sem condições de me mover e de caminhar normalmente. Ao procurar um ortopedista fiz todos os exames solicitados e após uma avaliação ele disse que o meu caso era de cirurgia na coluna, devido ao quadro de: estenose do canal lombar associado a espondilolistese L4 e L5 com compressão medular.

Eu e minha família ficamos preocupados pelo meu quadro de saúde, pois tenho 74 anos e sou paciente cardíaca com três pontes safenas já há muitos anos. Por tudo isso, achamos por bem procurar um tratamento alternativo que apresentasse mais segurança e bons resultados.

Minha filha ouviu pelo rádio do carro o anúncio deste Instituto de tratamento da coluna e me levou lá para fazer uma avaliação e ver se tinha tratamento para o meu problema na coluna.

Eu fiz dois meses de tratamento neste instituto e hoje posso dizer que estou bem, graças a Deus. Agora quem fala para mim que está com a coluna ruim eu logo indico este Instituto e falo da minha recuperação que foi bem sucedida.

Síndrome da Cefaléia Cervicogênica


RESUMO

O conceito de cefaléia cervicogênica foi introduzido por Sjaastad et al. em 1983. Mesmo permanecendo como uma síndrome controversa, critérios diagnósticos e seus refinamentos foram publicados em 1990 e 1998. Apresentamos uma breve revisão dessa síndrome, enfocando seus aspectos anatômicos, fisiopatológicos e de tratamento.

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Fonte:revistaneurociência

 

 

 

PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA: A PREVALÊNCIA DA DOR NA COLUNA DESDE ADULTO JOVEM ATÉ IDOSO. COMPARAÇÃO DOS INQUÉRITOS DE SAÚDE NO BRASIL


A dor na coluna (DC) está entre os sintomas clínicos mais comuns entre os adultos e idosos em todo o mundo. OBJETIVO: Este trabalho tem como principais objetivo estudar no Brasil o ciclo vital da prevalência da DC, desde adulto jovem até idosos, numa perspectiva epidemiológica, comparar os resultados de dois inquéritos domiciliares e estudar fatores associados à dor da coluna.

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Fonte:scielo

Síndrome do pinçamento no ombro, decorrente da prática esportiva: uma revisão bibliográfica


A sobrecarga repetitiva decorrente de algumas práticas esportivas, sobre a articulação do ombro pode ocasionar lesões agudas e crônicas. O presente levantamento bibliográfico tem como objetivo verificar as causas e incidências dos aspectos relacionados à principal lesão crônica, a qual acomete a articulação do ombro dos atletas, que é chamada de Síndrome do Pinçamento. Fatores como, esporões degenerativos, espessamento crônico da bursa, depósitos crônicos de cálcio, tensão da cápsula posterior do ombro, frouxidão ligamentar e hipovascularização do tendão do supra-espinhoso, juntamente associado à atividade que envolva elevação do ombro acima dos 90 graus, têm sido apontados como fatores importantes na incidência desta patologia.

 

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Fonte: unesp

 

Fuja das dores de coluna


Hábitos simples previnem mal que impede 90% dos adultos de trabalhar ao menos um dia

Dores na coluna afetaram recentemente os cantores Roberto Carlos e Beth Carvalho, que precisaram alterar as programações de fim de ano devido ao problema. Segundo o comitê de coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 90% dos adultos terão crise de dor nas costas que os impossibilitará de trabalhar pelo menos um dia. Dicas simples, no entanto, podem ajudar a evitar o problema.

 “As pessoas passam muito tempo sentadas de forma errada, por exemplo. O ideal é que os pés estejam apoiados para que os joelhos fiquem levemente mais altos do que o quadril”, explica o vice-presidente do comitê, Sérgio Zylbersztejn. Segundo o ortopedista, outro cuidado necessário é não permanecer mais de uma hora sentado. “É importante se levantar para que os discos intervertebrais sejam reidratados e fiquem novamente em condições de suportar as pressões”.

Atender o telefone e apoiá-lo entre o pescoço e o ombro, por exemplo, é um grave erro, de acordo com a fisioterapeuta Marília Veras, do Studio Physius. “Esse hábito provoca dor na cervical que com o tempo pode se agravar.”

Outro erro muito comum que pode provocar dores na coluna é a postura errada ao pegar um objeto pesado do chão, como uma sacola ou caixa. “O correto é flexionar os joelhos, a agachar”, diz Marília.

Sapatos muito altos ou muito baixos também não são adequados. E eles devem ser confortáveis. “Quando o sapato machuca, a pessoa começa a mancar. Ela sai do eixo e isso pode causar dor no tornozelo, joelhos e coluna”, diz ela.

Já o hábito de espreguiçar é um grande aliado. “É um alongamento que solta as estruturas articulares e musculares. Isso ajuda a evitar contratura e estiramentos que travam a pessoa. O ideal é levantar com calma, deitar de lado, apoiar o braço e se levantar”, ensina a fisioterapeuta.

A prática de exercício físico é outra amiga da coluna. “A musculatura forte protege e segura a coluna”, diz Sérgio. Pilates, RPG e alongamentos também são boas opções.

Fonte: o dia online

POR PÂMELA OLIVEIRA

 

 

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