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Coluna boa sem cirurgia


Pesquisa revela que somente 10% dos casos de hérnia de disco precisam de operação. A grande maioria é curada com terapias não agressivas.

Os números dão o tamanho do sofrimento: cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem de hérnia de disco, um problema caracterizado pelo deslocamento da estrutura que existe entre as vértebras da coluna.

Matéria da Revista IstoÉ sobre o problema da hérnia de disco, tratamentos não agressivos e como surge esse problema que aflinge milhares de pessoas.

Clique na imagem abaixo para conferiar a matéria na íntegra.

Pense antes de operar a hérnia de disco


O diagnóstico de hérnia de disco na lombar corresponde somente de 1% a 5% das pessoas que sofrem de dores na coluna lombar. A absoluta totalidade dessas pessoas com dores na coluna lombar não tem hérnia de disco, mas sim discartrose, ou o famoso bico de papagaio.

Essas pessoas não precisam de maneira nenhuma fazer cirurgia. Com advento da Ressonância Magnética o diagnóstico de hérnia de disco, está sendo feito de maneira exagerada e a sua indicação cirúrgica antes era muito freqüente e desnecessária. Isso porque com freqüência, é dito aos pacientes que se adiarem a cirurgia, correrão o risco de sofrer danos permanentes aos nervos, possivelmente o enfraquecimento da perna ou até mesmo a perda do controle sobre intestinos ou bexiga.

James Weinstein e colaboradores, da Faculdade de Medicina de Dartmouth na cidade de Hanover, nos Estados Unidos realizaram o estudo observacional chamado de Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT). O estudo envolveu 13 clínicas, em 11 Estados americanos. A finalidade de verificar o que acontecia com essa pequena parcela de sofredores de dores na coluna vertebral que tem sim hérnia de disco, mas que não querem operar imediatamente e preferem esperar, pois com um tratamento clínico melhoram.

Todos os 2.000 participantes desse estudo sofriam dores resultantes de hérnias de disco e dores ciáticas nas pernas, e não de bico de papagaio. O grupo A - daqueles que não fizeram a cirurgia geralmente receberam fisioterapia, aconselhamento e drogas antiinflamatórias. O grupo B - que optou pela cirurgia, essa foi feita de maneira tradicional por um ortopedista.

O estudo constatou que a cirurgia parece promover o alívio da dor em um prazo menor, mas que a maioria dos pacientes acaba se recuperando de qualquer maneira com o tempo, e que não há mal nenhum em esperar.
Ao final, nem a espera nem a cirurgia saíram vencendo claramente. A conclusão foi que a maioria dos pacientes pode decidir em segurança o que fazer, baseada em suas preferências pessoais e seu nível de dor. Embora muitos pacientes não tivessem se mantido com o tratamento que lhes tinha sido designado, a maioria se saiu bem com qualquer um dos comportamentos.

Os pacientes submetidos à cirurgia em muitos casos relataram alívio imediato da dor. Mas, ao término de três a seis meses, os pacientes de ambos os grupos relataram melhoras significativas. Após dois anos, cerca de 70% dos pacientes dos dois grupos disseram ter sentido “uma melhora importante” de seus sintomas. Nenhum dos pacientes que esperou sofreu conseqüências sérias, e nenhum dos que passou pela cirurgia sofreu resultados desastrosos. Muitos cirurgiões temiam que a espera pudesse acarretar danos importantes, mas o estudo comprovou que esses temores não tinham fundamento. Houve um número enorme de mudanças de opção nos dois sentidos, pacientes que trocou de opção: de cirurgia para aguardar e vice-versa. O mais importante que esse estudo mostrou que não existe urgência de operar a hérnia de disco lombar, quando ela realmente existe pois em boa porcentagem de casos ela desaparece com tratamentos clínicos, e em muitos casos de cirurgia da hérnia depois de 2 a 3 anos a dor volta.

Fonte: Portal Fisioterapia

Artigo: “Escore funcional e de dor após cirurgia de hérnia de disco lombar e fisioterapia precoce”


RESUMO
Objetivos: Avaliar o efeito da intervenção fisioterapêutica no escore funcional e de dor dos pacientes submetidos à cirurgia de hérnia de disco lombar (HDL).

Métodos: Estudo randomizado, controlado e cego, avaliando pacientes que internaram no Hospital São
Lucas da PUCRS, no período de outubro de 2003 a maio de 2004, para realizar cirurgia de HDL.

Amostra: 20 pacientes, 10 do grupo controle (cirurgia e repouso no pós-operatório) e 10 do grupo de intervenção (cirurgia e fisioterapia no pós-operatório). Intervenção fisioterapêutica: alongamento neural do ciático, alongamentos de Williams e uso da estimulação elétrica transcutânea três vezes ao dia, do primeiro dia pós-operatório até a alta hospitalar. Instrumentos para avaliar o escore de dor e de função, respectivamente: escala análogo-visual de dor e Roland Morris Questionnaire. Escores avaliados antes da cirurgia, no pós-operatório imediato e dois meses após os procedimentos.

Resultados: Houve significância estatística na diferença do escore funcional (P = 0,009) e na redução da intensidade da dor (P = 0,028) dos pacientes no segundo mês pós-operatório, favorecendo o grupo com intervenção fisioterapêutica.

Conclusões: A intervenção precoce de fisioterapia contribuiu para melhorar o estado funcional e reduzir a dor dos pacientes nos dois primeiros meses após o procedimento cirúrgico de HDL.

Download do arquivo: fisioterapia-precoce-pos-cirurgia-de-henia-de-disco

“O tratamento me deu uma qualidade de vida muito melhor”


Iniciei o tratamento em novembro de 2005, nesse tempo já tinha mais ou menos um ano que eu estava com dores na minha lombar. Na primeira vez que eu vim conversar com o Dr. Helder eu não conseguia amarrar o sapato. Já tinha conversado com vários médicos, massagistas, e me indicaram o Dr. Helder.

Meu tratamento durou por volta de três meses, hoje estou fazendo musculação. O tratamento me deu uma qualidade de vida muito melhor, antes eu sentia muitas dores, tomava muita medicação, e hoje eu não tomo nada, faço tudo normalmente, ando, viajo muito, e voltei a jogar meu futebol. Então o tratamento me devolveu a mesma qualidade de vida que eu tinha antes de sentir as dores. Eu recomendo e indico.
Jaime Belincanta

A minha vida mudou da água pro vinho depois do tratamento.


Passei praticamente 90 dias sem sair da cama, me alimentando e vivendo em cima de uma cama. Nessa minha crise já tinha tentado de tudo: acupuntura, hidroterapia, massagem, infiltrações na coluna, fisioterapia convencional, nada adiantou. Foi quando vimos uma entrevista do Helder falando sobre o ITC. Meu ortopedista, Dr. Fernando Façanha, nunca me aconselhou cirurgia, me indicando e me estimulando a realizar o tratamento com o Helder.

Comecei o tratamento e no terceiro dia já estava bem melhor. Faço hoje a manutenção do tratamento uma vez por semana, o que esta dando certo. A minha vida mudou da água pro vinho depois do tratamento. Não é apenas o tratamento ou os equipamentos que são bons, são os profissionais que trabalham no ITC, que são muito bons. Minha vida é outra, hoje estou praticamente normal.

Luciano Moreira Braga

“Espero sinceramente que você reaja da mesma forma que eu em relação a este tratamento e obtenha sucesso!”


Há aproximadamente dois meses, após várias idas a emergências hospitalares e uma internação, o ITC Vertebral me foi apresentado e eu o vi como uma luz no fim do túnel…

Sou paciente portador de uma Hérnia de Disco na L4 e L5, vivia um quadro de dores intensas e irradiação para a parte posterior da perna direita; falta de mobilidade e total dependência para as coisas mais simples imagináveis.

Cheguei emocionalmente abalada, pois era ciente que meu caso indicava a necessidade de intervenção cirúrgica, todavia eu buscasse tratamento conservador. Fui muito bem atendida por toda equipe de Dr. Helder Montenegro e embora não seja o foco desse depoimento, não posso deixar de mencionar o comprometimento e responsabilidade de todos da equipe.

Com o tratamento e a cada sessão, minha evolução foi gradativa, fui retirando a medicação para dor, e hoje já não faço uso da mesma, retomo aos poucos as atividades diárias e a vida normal. Voltei a dirigir e pasme: estou malhando! Conseqüentemente minha auto-estima também melhorou, pois a eficiência do tratamento depende também da colaboração do paciente.

Espero sinceramente que você reaja da mesma forma que eu em relação a este tratamento e obtenha sucesso! Eu recomendo!

Reijane Almeida

Após o tratamento tive de volta a minha rotina


“Eu já estava sem esperança com relação às minhas dores na coluna. Já havia me submetido a diversas cirurgias como de quadril e de coração e por conta de tantas intervenções traumáticas, estava com receio de me submeter a mais uma.
Através de uma amiga, em uma conversa informal fiquei sabendo sobre o ITC Vertebral e fui até Fortaleza, pois na época era a única cidade onde se realizava essa tratamento. Meu diagnóstico era de artrose da coluna e hérnia de disco, e durante a avaliação o Dr. Helder Montenegro achou meu caso muito difícil pois quase não existia mais espaço entre uma vértebra e outra. Mesmo assim eu acreditei no tratamento e o sucesso foi obtido e comprovado com exames de ressonância magnética pedidos pelo meu médico em Recife.
Após o tratamento tive de volta a minha rotina. Voltei a trabalhar, a viajar e agora pratico musculação diariamente, o que me garante a qualidade de vida que eu temia não encontrar mais.
Agradeço a todos os profissionais que contribuíram com a minha recuperação : Dr. Helder, Dr. André, Dr. Neyva, Dra. Jaelma, Dr. Thiago e ao Prof. Valcir da Academia Personal Care.”

Adilson Fares - Recife - PE

Descobri o ITC Vertebral através da internet


“Sempre fui uma pessoa muito ativa e realizava atividades físicas diariamente. Tive minha primeira crise de coluna em 2005 e me tratei com fisioterapia convencional. Em abril de 2007 tive a segunda crise, bem mais forte do que a primeira e piorei ainda mais até me submeter a uma cirurgia em janeiro de 2008. Descobri o ITC Vertebral através da internet e fui para Fortaleza me tratar pois, após a cirurgia eu ainda sentia dores incapacitantes que me abalavam até psicologicamente.
Agradeço a equipe do ITC por ter me recuperado e esclarecido todas as minhas dúvidas sobre a minha doença através de “aulas” e orientações sobre a coluna vertebral e principalmente por serem profissionais que entendem o que passa na cabeça do paciente e o comportamento de uma pessoa que tem dor crônica há mais de três anos.
Hoje me sinto realmente reabilitada, não sinto dores, realizo atividades físicas e o melhor de tudo : TENHO ÂNIMO DE VIDA.”

Josefa Marques - São Luis - MA

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