ITC - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Conheça mais sobre coluna vertebral, encontre os melhores tratamentos e saiba tudo sobre fisioterapia.

Estamos com franqueados ITC Vertebral em todas as regiões do Brasil. Escolha a baixo um estado para encontrar uma franquia próxima de você:

Propriocepção cervical e equilíbrio: uma revisão


Segundo as mais recentes teorias, a manutenção do equilíbrio postural é realizada tanto pelas propriedades viscoelásticas dos músculos quanto por ajustes posturais desencadeados a partir das informações sensoriais visuais, vestibulares e somatossensoriais, sendo a propriocepção uma das fontes sensoriais que parecem ter maior expressividade no controle da postura. Contudo, disfunções musculoesqueléticas da região cervical podem causar alterações no funcionamento dos proprioceptores e conseqüente distúrbio no controle postural. O objetivo deste trabalho foi revisar a literatura científica a respeito do papel dos proprioceptores cervicais no controle do equilíbrio e do papel das disfunções da propriocepção cervical nas disfunções de equilíbrio. A revisão realizada permitiu considerar que os distúrbios cervicais interferem negativamente no equilíbrio, o que levanta a necessidade dos fisioterapeutas atentarem a tal correlação ao lidarem com pacientes que apresentem disfunções na região cervical.

0007-00001813-artigo_4

Fonte: pucpr  Acesso: 18-03-2011

A ESTREITA RELAÇÃO ENTRE A COLUNA


 

 

A coluna cervical é um dos segmentos mais móveis da coluna vertebral.  É submetida a um grande número de agressões e pressões como o peso da cabeça, trabalho dos membros superiores, posturas de trabalho/atividades de vida diária, além de aspectos emocionais, como o estresse.  Sofre, também, influência do sistema estomatognático e dos ossos do crânio sendo por isso, uma região que merece atenção de uma equipe multidisciplinar.  Nem somente o fisioterapeuta pode tratar a coluna cervical sem correlacionar com a articulação temporo-mandibular, assim como o dentista deve, também, saber que uma alteração nesta região pode  levar a alterações não somente da cervical, mas na postura globalmente.

 

estreita_relacao_entre_a_coluna_cervical-20051

 

Fonte: revista ATO

UMA ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA NOS DISTÚRBIOS CRÂNIO-FACIAIS RELACIONADO ÀS DESORDENS CRANIOMANDIBULARES (DCM) E DISTÚRBIOS POSTURAIS: RELATO DE CASO


O propósito deste estudo foi verificar a relação entre as desordens craniomandibulares (DCM) e os distúrbios posturais, bem como a importância da fisioterapia na avaliação e detecção das causas multifatoriais. Baseado na revisão da literatura e nos achados da avaliação fisioterapêutica em um caso acompanhado na Clínica de Fisioterapia sugere-se que as disfunções posturais provocam alterações na articulação temporomandibular e a fisioterapia tem importante papel na detecção e no controle da sintomatologia das DCM.

 

fonte:scielo

039-elaine-uma_abordagem_fisioterapeutica_disturbios_crani

Cervicobraquialgia


A cervicobraquialgia é uma inflamação da coluna cervical (pescoço) com dores irradiadas para os membros superiores (braços, antebraços e mãos). As ramificações nervosas que saem do meio da nossa coluna (das vértebras) são responsáveis por inervar uma determinada área do nosso corpo chamado assim de dermátomos. Então os nervos que saem da coluna cervical possuem ramificações que se estendem para os ombros, cotovelos, antebraços, mãos, dedos e para a cabeça (região da nuca occipital).Os processos degenerativos naturais (artrose), metabólicos (osteoporose), posturais (escolioses) ou afecções em que haja compressão nervosa (hérnias de disco), geram uma inflamação na região do pescoço que quando essa inflamação acomete um determinado nervo, além da dor do pescoço, também haverá dores irradiadas para a região em que ele é inervado, por exemplo, uma inflamação na vértebra C6 (6º ossinho da coluna do pescoço de cima para baixo) poderá irradiar dores tipo pontadas e choques no dedo polegar e o indicador e na vértebra C3 poderá causar fortes dores de cabeça. Normalmente as dores irradiam apenas para um membro, a não ser que haja uma compressão muito grande tipo uma hérnia de disco em um grau acentuado poderá causar irradiações nos dois membros. O diagnóstico é feito com uma boa avaliação clínica, com um raio-x ou uma ressonância magnética. O tratamento segue com repouso, antiinflamatórios e fisioterapia com o intuito de reduzir a dor e a inflamação nervosa e após os sintomas das irradiações desaparecerem os exercícios de alongamentos são de suma importância. Vale lembrar que nesses casos não se adianta tratar onde dói e sim saber de onde está vindo tal dor e tratá-la no seu mal.

Fonte:jornal da cidade

Para descansar a cabeça


Para cada posição de dormir, há uma maneira correta de usar o traveseiro

Embora ele receba todo o peso de nossas cabeças e amenize os problemas que carregamos em nossas mentes ao repousarmos sobre ele, muitas pessoas não dão a atenção necessária ao travesseiro e desconhecem sua importância para um sono tranquilo e reparador. Dormir com um travesseiro inadequado pode gerar sérias consequências, a maioria de ordem ortopédica; torcicolos, dores lombares e na coluna cervical são apenas alguns deles.
Ao dormirmos com coluna, tronco e cabeça alinhados, ajudamos o organismo a executar uma livre circulação sanguínea e dos estímulos elétricos enviados pelo cérebro aos órgãos do nosso corpo.
Nas lojas do ramo há uma grande variedade de tipos e modelos. O cliente pode optar pelo o que achar melhor, mais confortável, mas deve observar alguns detalhes fundamentais: alto ou baixo? Espuma ou penas de ganso?
A principal função do travesseiro é alinhar a cabeça com a coluna cervical durante as horas em que passamos deitados — que, aliás, corresponde a um terço do nosso dia (considerando as 8h de descanso recomendadas pelos médicos, suficientes para repor as energias).
Além do tipo de travesseiro correto, também deve-se aprender a forma certa de utilizá-lo. De lado, de bruços ou com a barriga para cima: cada estilo requer uma forma correta de uso, para que a cabeça não fique em um nível diferente do restante do corpo.
A fisioterapeuta Aline Brito recebe em seu consultório pacientes com queixas de torcicolo e dores de coluna “aparentemente” sem um motivo . Porém, após uma investigação mais detalhada é constatado o uso inadequado do travesseiro.
Para corrigir o problema, o paciente é submetido a sessões em equipamentos especiais, como a mesa de tração (“para aumentar o espaço entre as vértebras”) e a mesa de descompressão (“para aumentar a movimentação da coluna”).
A origem do travesseiro está ligada aos egípcios, que costumavam dormir com um apoio feito de pedra na cabeça. O costume se espalhou pelo oriente e foi sendo aperfeiçoado, até tornar-se macio e confortável, sendo confeccionado em materiais e formatos diversos, ao gosto de cada cultura.

Uso inadequado do travesseiro pode gerar sequelas

Muita gente não dá a devida importância a esse pequeno acessório da chamada roupa de cama, mas usar o travesseiro para dormir pode evitar muita dor de cabeça. A fisioterapeuta e educadora física Aline Brito esclarece ter o  travesseiro a função primordial de  alinhar a coluna cervical e o pescoço durante o sono, mantendo o equilíbrio também dessas partes com o tronco. “Uma postura incorreta ao dormir e o uso de um tipo errado de travesseiro podem interferir na qualidade do sono, que é essencial para a nossa saúde.”
O uso de um travesseiro inadequado pode trazer sérias consequências aos seus usuários, principalmente de ordem ortopédica. Entre os problemas mais frequentes estão torcicolo na coluna cervical, tendinite do quadril, aumento das enfermidades da região lombar deslocamento do disco entre as vértebras, sem falar no comprometimento do sono.
A fisioterapeuta comenta que muitas pessoas não relacionam dores no pescoço ou na coluna com o uso inadequado do travesseiro. “Tenho um paciente que está com torcicolo porque o travesseiro dele caiu durante a noite e ele ficou dormindo com a cabeça caída, sem apoio”, diz Aline Brito, que concorda ser o travesseiro um elemento essencial para a qualidade do sono, embora as pessoas muitas vezes não confiram-lhe a devida importância.
A postura é outro fator fundamental ao bom sono, aquele reparador. Aline Brito exemplifica  as três posições mais comuns de dormir e o uso correto do travesseiro. No decúbito dorsal (de barriga para cima), o travesseiro deve ser fino afim de preencher o espaço entre a nuca e o pescoço.
“É importante ter um também embaixo do joelho para evitar lordose. Nesse caso pode ser um   maior.”
O decúbito lateral (dormir de  lado) é a postura ideal para a coluna. Nesse caso, o travesseiro deve preencher o espaço entre o pescoço e o ombro, evitando assim a queda da cabeça. Usa-se, então, um travesseiro fino entre os joelhos. Já o decúbito ventral (de barriga para baixo) é considerada a pior posição para dormir. “E só deve ser adotada quando não há outra solução, como em casos de cirurgias recentes”, diz a fisioterapeuta.
Nesse caso, ela recomenda colocar um travesseiro embaixo do quadril. “Mesmo assim, essa posição dá torção no pescoço.”

Cuidando do travesseiro
Para manter o travesseiro sempre livre de ácaros e fungos é necessário tomar alguns cuidados. A principal medida é trocá-lo a cada dois anos. Dessa forma, é possível evitar reações alérgicas provocadas por os micro-organismos. Nas lojas especializadas, pode-se comprar travesseiros próprios para os alérgicos, com propriedades antibacterianas.
Em tempo: em seis meses, um travesseiro pode acumular até  300 mil ácaros. Uma boa dica é usar capas e lavar as fronhas com regularidade. Não é indicado, porém, expor o acessório ao sol pois diminui a resistência da espuma e reduz sua vida útil.

A escolha certa

As consequências de uma noite de sono com um travesseiro errado vão desde dores musculares a doenças cardiovasculares, diabetes e infecções, segundo a especialista em Ergonomia do Sono, Simara Rodrigues Bueno, em declaração dada ao site www. meutravesseiro.com — dedicado apenas ao produto e suas implicações de uso.
A fisioterapeuta Aline Brito diz não haver um tipo ideal de travesseiro como padrão. “O bom é aquele que possui a altura e a densidade adequadas para cada pessoa.” Ela, porém, não recomenda ousar o “da Nasa” nem o de pena de ganso por não oferecerem sustentação adequada à cabeça de quem dorme.
Alguns estabelecimentos têm profissionais preparados para esclarecer as dúvidas dos clientes e orientá-los na hora da compra. “Fomos treinados para indicar o travesseiro correto. As pessoas deviam se preocupar mais com isso, afinal é a primeira coisa que pegamos quando deitamos para dormir”, comenta Ivanildo Pereira, gerente de uma loja do ramo de colchões e travesseiros. De acordo com ele, o modelo de viscoelástico, mais conhecido como espuma da Nasa, é o tipo mais vendido no momento. “A espuma é mais resistente e macia, além de se moldar de acordo com o peso da cabeça.”

Fonte: tribunadonorte Isaac Ribeiro - Repórter

Síndrome da Cefaléia Cervicogênica


RESUMO

O conceito de cefaléia cervicogênica foi introduzido por Sjaastad et al. em 1983. Mesmo permanecendo como uma síndrome controversa, critérios diagnósticos e seus refinamentos foram publicados em 1990 e 1998. Apresentamos uma breve revisão dessa síndrome, enfocando seus aspectos anatômicos, fisiopatológicos e de tratamento.

cefaleia-cervical-ok

Fonte:revistaneurociência

 

 

 

Terapia manual pode elimiar dores na coluna


Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que 80% da população mundial terá, pelo menos, duas crises de dor na coluna durante a vida. Nestes casos, tanto para a coluna cervical quanto para a coluna lombar, os efeitos analgésicos cumulativos da terapia manual foram estudados e comprovados, reduzindo a dor e os espasmos pós-lesão, acelerando a recuperação.

“A terapia manual inclui um impulso manipulativo de alta-velocidade e baixa amplitude e mobilizações oscilatórias, se mostrado capaz de diminuir a dor e melhorar a função do paciente”, explica Roberto Serafim, fisioterapeuta e professor universitário, pós-graduado em Aparelho Locomotor no Esporte pela Escola Paulista de Medicina, especialista na restauração de funções articulares.

Direto no local

 Ele explica que a terapia foi e é extensivamente pesquisada e pode agir diretamente em problemas comuns da população brasileira, como dores na coluna cervical e coluna lombar.

É a partir desta premissa que a terapia manual vem recebendo atenção cada vez maior de pesquisadores e profissionais de saúde e sendo aplicada com sucesso em tratamentos dedicados ao sistema músculo-esquelético (sistemas muscular, articular e neural). 

A incidência deste tipo de dor é tanta que em 1994, a Agência em Política e Pesquisa em Saúde nos USA desenvolveu o Guia para Dor Lombar Aguda. Em 1997, a Nova Zelândia também criou um guia oficial que recomenda a terapia manual nas primeiras quatro a seis semanas de dor lombar. O Royal College of General Practitioners, do mesmo país, afirmou que existem fortes evidências para apoiar o uso da manipulação na dor lombar, provendo maior rapidez na melhora da dor e no nível de atividade do paciente.

Mãos na massa

A fisioterapia manual consiste em utilizar as mãos para recompor a capacidade de reparo do organismo. Assim, a manipulação afeta propriedades mecânicas dos tecidos como elasticidade, força e alongamento. Ela trata as deficiências neuromusculares decorrentes de doenças e lesões musculoesqueléticas como perda de equilíbrio e movimento, permite a correção postural, além de causar reações psicológicas que apresentam uma resposta somática traduzida pelo relaxamento e sensação de bem estar.

 Fonte: Yahoo

ALTERAÇÕES POSTURAIS E DESORDENS TEMPOROMANDIBULARES,ARTIGO DE REVISÃO


O estudo das Desordens Temporomandibulares (DTM) envolve polêmicas e desacertos e, diante da vasta sintomatologia torna-se impossível seu tratamento sem uma visão global dos pacientes, a postura tem sido um fator relacionado a esses distúrbios, podendo ser uma causa ou uma conseqüência dessas alterações, o objetivo desse estudo foi verificar a influência da postura global sobre as desordens temporomandibulares e as influências das desordens temporomandibulares sobre a postura e qual o papel do fisioterapeuta na intervenção desses distúrbios através de revisão bibliográfica.

aviligadedor081123020640

fonte:.uftm.

Cervicalgia: quando e como tratá-la


Manobras e posturas para o tratamento de dores crônicas e agudas

Por ser uma queixa frequente, quando o tratamento fisioterápico é indicado?

A Fisioterapia é indicada tanto no caso das cervicalgias agudas como nas crônicas, pois existem métodos adequados para cada estágio, como a Facilitação Neuromuscular proprioceptiva e a Reeducação Postural Global, utilizando contrações isométricas ou isotônicas associadas a técnicas específicas com alongamentos ou relaxamento em posturas apropriadas. É preciso realizar uma avaliação fisioterápica detalhada de modo a observar as alterações que podem ser responsáveis por essa queixa, investigando se a dor é decorrente de um trauma muscular, articular ou de problemas posturais. Sendo assim, o tratamento será indicado conforme o diagnóstico cinesiológico funcional.

Até que ponto o problema pode ser a causa de um quadro doloroso?

As alterações posturais têm grande responsabilidade pela maioria dessas dores que podem iniciar lenta e progressivamente devido aos encurtamentos musculares, que vão se formando nas regiões anterior e posterior da cervical bem como na superior do ombro. O paciente apresenta frequentemente uma cabeça anteriorizada em relação à coluna dorsal, uma extensão da cabeça em relação ao pescoço ou inclinações laterais da cabeça ou do pescoço, que podem ser de alteração leve, moderada ou grave. Depende do nível dos encurtamentos, podendo ser também de origem súbita com dor mais intensa após dormir em posturas inadequadas ou execução de um movimento brusco. Pode ocorrer em função da amplitude normal de movimento durante uma atividade funcional.

O portador de cervicalgia deve evitar quais posturas?

As posturas sentada ou deitada com flexão de cabeça mantidas por longos períodos, muito comum durante a leitura, na televisão e no computador devido a baixa altura dos monitores. A postura de inclinação lateral da cabeça e elevação do ombro ao atender ao telefone, quando coloca o apoio do fone entre a cabeça e o ombro. A utilização do membro superior em elevação durante muito tempo também deve ser evitado, comum entre bibliotecários, cabeleireiros, garçons e outros. A cada 50 minutos deve ser feito um alongamento muscular e neural nessas regiões da cervical e membros superiores.

A posição para dormir também pode ser determinante. Até onde o tipo de travesseiro ou de colchão responde pelas dores na região do pescoço e na nuca?

Como boa parte da vida estamos sobre o colchão e o travesseiro, os mesmos são determinantes para manutenção de um bom alinhamento da coluna vertebral, o colchão deve ser semi-ortopédico e com densidade apropriada a cada indivíduo. O travesseiro não pode ser alto, deixando a cabeça fora do alinhamento. Pode-se dormir em decúbito lateral com um travesseiro entre os joelhos, outro apoiando a cabeça no espaço vazio entre a cabeça e o ombro e outro dando suporte ao membro superior contra-lateral ao colchão. Também em decúbito dorsal, com um travesseiro no espaço da cervical na altura onde a cabeça possa ficar em linha neutra; outro abaixo dos joelhos (que devem estar semi-fletidos). Deve-se evitar dormir em decúbito ventral (bruços), pois essa postura pode provocar uma rotação cervical mantida por longo período, gerando um desalinhamento entre as colunas cervical, dorsal e lombar.

Em quais casos o uso do colar cervical (faixa de segurança que restringe o movimento do pescoço) é prescrito?

É indicado nas cervicalgias agudas provocadas por traumas de grande intensidade. O colar cervical deixa a coluna cervical em posição neutra, diminuindo a mobilidade, a tensão muscular e a sobrecarga articular, evitando a exacerbação dos sintomas.

A ginástica laboral, com ênfase nas posturas de alongamento, são vitais para a prevenção das dores no pescoço?

Não são vitais, porém necessárias. Os alongamentos previnem as lesões musculares e neurais, devido seus encurtamentos provocarem um tensionamento nas estruturas periarticulares, sendo responsáveis por várias patologias, a exemplo das tendinopatias, que normalmente iniciam com dores inflamatórias e evoluem para processos degenerativos dos tecidos moles como ligamentos, tendões, bursas, cápsula articular e fibras musculares.

Como área de sustentação entre a cabeça e a coluna, a nuca é uma das regiões que concentra todos os excessos a que submetemos nosso organismo.

A coluna cervical é o segmento mais móvel de toda a coluna vertebral. A região é submetida a um grande número de agressões e pressões, a exemplo do peso da cabeça, esforços ao nível dos membros superiores, posturas de trabalho, esporte, sono e incidência do estresse. A coluna cervical é subdividida em superior, sendo composta de atlas (C1) e axis (C2), e inferior que começa em C3 e termina em C7. A cervical superior tem uma mobilidade mais baixa comparada com a inferior, que possui larga amplitude de movimento. Essas diferenças geram desalinhamentos articulares e sobrecargas musculares, provocando alteração da biomecânica. As cervicalgias podem ocorrer associadas às contraturas musculares com pontos de gatilho, hérnias de disco, doença articular degenerativa, inflamatória, infecciosa e metabólica, alterações posturais, compressão nervosa, estenose do canal medular, fraturas e outros. Sendo assim, é necessário que seja feita uma avaliação fisioterápica criteriosa, devendo ser complementada com alguns exames radiológicos.

Fonte: Diário on line

Solução para cefaléia cervicogênica pode estar na fisioterapia



Provavelmente, não há no mundo quem nunca tenha tido uma dor de cabeça. Segundo o International Headache Society (IHS) existem entre 144 e 150 tipos de cefaléia, mas o que pouca gente sabe é que a origem dessa dor pode estar na má postura e a solução, na fisioterapia. A cefaléia cervicogênica é responsável por 15% a 20% de todas as dores de cabeça e consiste em uma disfunção nos primeiros segmentos da coluna cervical. Os sintomas também são velhos conhecidos: dor unilateral na altura dos olhos e na região lateral e posterior da cabeça.

Ela ocorre geralmente de duas a três vezes por semana e tem duração de horas ou até de dois a quatro dias. “Alguns hábitos ruins podem agravar o quadro. É importante prestar atenção em posturas mantidas por mais de 20 minutos e, principalmente tomar cuidado com os movimentos com o pescoço, área mais próxima das três primeiras vértebras cervicais, a região onde se origina a cefaléia cervicogênica”, alerta a fisioterapeuta Carla Danielle Chagas da Silva, do Centro de Estabilização Articular (Ceart), em Botafogo, Rio de Janeiro, que defendeu tese sobre o assunto na Universidade de Queensland, Austrália. Quedas e outros acidentes envolvendo essas regiões também podem piorar a situação. Além da dor de cabeça, outros sintomas são rigidez ou dor no pescoço, alterações do sono, intolerância a luz e, em algumas situações, até náuseas e vômitos. “Todos os casos podem ser aliviados fazendo o uso de analgésicos comuns, no entanto, a cura continua dependendo da coluna cervical”, explica Carla Danielle, que é pós-graduada em Neurofisiologia.

Para tratar o problema desde a origem, o mais indicado é o auxílio de um profissional da fisioterapia. Segundo o também fisioterapeuta do Ceart e especialista em Terapia Manual, Fábio Périssé, exercícios específicos para corrigir a postura e para trabalhar musculaturas profundas que envolvem a coluna cervical são indicados. “O profissional dessa área também é apto para fazer recomendações a respeito dos fatores agravantes do problema, como o mau posicionamento de um computador na mesa do trabalho ou hábitos posturais inadequados”, diz ele.

Pequenas mudanças, grandes benefícios

É possível começar desde já a diminuir os sintomas e a prevenir a cefaléia cervicogênica. São exercícios muito simples, que podem ser feitos a qualquer hora e em qualquer lugar. “Para aliviar a tensão no pescoço, movimente a cabeça para frente e para trás em ritmo lento. Evite poltronas ou colchões muito macios e tente não permanecer na mesma posição por mais de 20 minutos”, ensina o fisioterapeuta e especialista em RPG e osteopatia, André Chediek. “Quando falar ao telefone, segure-o com as mãos e não com os ombros. Ao ler, posicione o livro na altura dos olhos para evitar ficar com a cabeça muito baixa. Para aqueles que usam óculos, recomendo que se preste atenção se o grau é o adequado. Pois pessoas que não enxergam direito fazem pequenos movimentos de inclinação ou aproximação para melhorar a imagem da vista. Estes movimentos de correção da cabeça ocorrem principalmente nas primeiras vértebras cervicais, que são exatamente as responsáveis pela cefaléia cervicogênica ”, completa o especialista.

Fonte: ceart

Instituto Krion Campolim manaus vitoria eduardo

Mande uma mensagem para o franqueado de sua preferência:




Copyright ITC. Todos os direitos reservados ®.
É proibida a reprodução do conteudo desta página em qualquer rede de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do ITC.

ITC Vertebral - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral
Av. Beira Mar, nº 3900 - Mucuripe - Fortaleza - CE - CEP 60165-121
Fone: (85) 3263.2717