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ALTERAÇÕES POSTURAIS E DESORDENS TEMPOROMANDIBULARES,ARTIGO DE REVISÃO


O estudo das Desordens Temporomandibulares (DTM) envolve polêmicas e desacertos e, diante da vasta sintomatologia torna-se impossível seu tratamento sem uma visão global dos pacientes, a postura tem sido um fator relacionado a esses distúrbios, podendo ser uma causa ou uma conseqüência dessas alterações, o objetivo desse estudo foi verificar a influência da postura global sobre as desordens temporomandibulares e as influências das desordens temporomandibulares sobre a postura e qual o papel do fisioterapeuta na intervenção desses distúrbios através de revisão bibliográfica.

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fonte:.uftm.

Deslizamento Miofascial


O deslizamento miofascial é uma modalidade de massagem criada na década de 70 nos Estados Unidos pelo fisioterapeuta Johnn Barnes, que era um crítico das técnicas tradicionais de fisioterapia.

Este método se baseia no princípio de que todos os músculos do corpo humano são revestidos por um tecido conjuntivo chamado fáscia. Ela não só envolve os músculos como também as vísceras, as artérias e as veias.

Através de pressão leve ou moderada, deslizando os dedos sobre o corpo do paciente, o terapeuta auxilia a aumentar a circulação sanguínea na região provocando o alongamento da fáscia e por conseqüência do músculo.

Fonte: BemStar - Corpo em movimento \Por Marco de Cardoso

Cuidado com a postura ao pedalar


Para pedalar com conforto e evitar dores musculares, você tem que ficar atenta à maneira como se posiciona na bike:

• Ajuste a altura do banco para não sobrecarregar os joelhos: a perna que fica no pedal mais baixo deve estar semiflexionada, quase estendida.

• Deixe os joelhos sempre voltados para a frente.

• Mantenha os cotovelos levemente flexionados e não jogue toda a força do corpo sobre os braços.

• Apóie bem a planta dos pés (e não os dedos) sobre o pedal.

• Alinhe as costas com o pescoço e a cabeça.

Fonte: Boa Forma

Beleza e Bem-Estar na terceira idade: Por que não?


A busca da vaidade e a procura pela melhoria da qualidade de vida por parte dos idosos vêm ganhando status por um simples motivo: a expectativa de vida deles vem aumentando gradativamente e, segundo o IBGE, 27% dos idosos são responsáveis por mais de 90% do rendimento familiar. A estimativa dos especialistas em geriatria e gerontologia é que em 2025, este número chegue a 32 milhões de brasileiros na terceira idade. Isto provoca a necessidade do bem-estar e a maior procura pelo ser belo, além do dinheiro sobrando no bolso, claro.

Um dos métodos recorridos pelos idosos para se incluírem neste perfil de beleza é apostar em aulas de aeróbica e, até mesmo, na musculação, até então tida como atividade para os mais jovens. “Quando falamos de atividade física para idosos, devemos levar em consideração as limitações dos mesmos, assim como a atividade mais adequada. Partindo desse referencial, podemos afirmar que a melhor atividade para esta população específica é, de fato, a musculação ou, como vem sendo chamada, o treinamento resistido”, explica Marcus Vinícius, Personal Trainner da AMfitness, empresa especializada em equipamentos para academias tanto de grande porte, quanto para pequenas salas de atividades físicas em condomínios.

Como a principal dificuldade dos idosos é a falta de força, devido à perda de massa magra (músculos), e da massa óssea – espécie de fragilização dos ossos, levando a uma osteogenia e, posteriormente, a osteoporose – tornando-os mais fracos e vulneráveis às fraturas, é essencial que este público só faça exercícios em equipamentos confortáveis e, sobretudo, adequados e seguros. “A melhor indicação para agregar todos estes cuidados é a bicicleta horizontal, por ser mais confortável dando maior apoio as costas do praticante, além do acento ser mais largo, ao invés dos selins das verticais”, ensina Vinícius.

Trabalhos direcionados para membros inferiores como leg-press, cadeira extensora, cadeira flexora, adutoras e abdutoras são encarregadas de melhorar a qualidade do deslocamento dos idosos. Com exercícios que estimulem a capacidade de resistência dos músculos, uma simples subida de escada não acarretaria naquela conhecida tremedeira dos membros inferiores, pelo contrário, os idosos ficam com passadas mais firmes e potentes, ajudando na qualidade e manutenção de uma vida saudável e ativa. “Sem dúvida, tendo um estímulo constante de exercícios físicos, os idosos ficarão cada vez mais distantes de doenças relacionadas à própria idade, como a depressão”, acredita o Personal Trainner.

Por trás da vaidade estão uma série de benefícios vitais para os com mais de 60 anos. “Quando o idoso não quer se cuidar, pode ser um alerta para a família, pois corre o risco de ser sintomas de depressão. Nessa faixa etária, ela tende a ser mais grave, e muitas vezes até fatal”, alerta Alexandre de Mattos, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG/PE).

Fonte:amfitness

Avaliação Postural: cada indivíduo tem uma postura diferenciada


A postura do ser humano pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Segundo Magee (2002), “postura é um composto das posições das diferentes articulações do corpo num dado momento”. Para que possamos estar em boa postura, é necessária uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.
Já Palmer & Apler (2000) definem a postura correta como o “alinhamento do corpo com eficiências fisiológicas e biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas sofridas ao sistema de apoio pelos efeitos da gravidade”.
Cada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, má postura, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.
A análise da postura envolve a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos à linha de gravidade. É importante lembrar que a avaliação postural deve determinar se um segmento corporal ou articulação desvia-se de um alinhamento postural ideal. Portanto, podemos entender que na avaliação postural o paciente deve sentir-se à vontade e evitar rigidez e posições não-naturais. Há a necessidade de ser visualizado o equilíbrio global do corpo. O fio de prumo situa-se no ponto Antero-posterior anterior ao maléolo lateral e, para os desvios laterais, entre os calcanhares.
Agora, quando falamos da Postura Padrão, nos referimos a uma postura “ideal” ao invés de uma postura média. O alinhamento esquelético ideal utilizado como padrão consiste nos princípios científicos válidos, envolvendo uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga, e conduz à do corpo.
Podemos concluir que o objetivo principal da avaliação postural é identificar os desequilíbrios mais evidentes a fim de evitar prescrição de exercícios que possam vir a acentuar esses desequilíbrios. A boa postura é aquela que melhor ajusta nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de suas partes.

Dor no calcâneo: área de sustentação e de sobreuso, o calcanhar abriga inúmeras lesões. Saiba como tratá-las


Não é à toa que a expressão derivada da mitologia grega -´calcanhar de Aquiles´ - indica o principal ponto fraco e/ou de sustentação de alguém. É sobre o calcâneo que o peso do corpo exerce maior pressão, respondendo pelo impacto contínuo da primeira fase da marcha, tornando-o uma região suscetível a diferentes tipos de lesões e traumas.
A fascia plantar, faixa fibrosa aponeurótica localizada na região plantar, dá sustentação e forma ao pé. Exigida ao extremo, essa região pode abrigar a fascite plantar, inflamação da fascia (principalmente em sua inserção no calcâneo). A doença, que tem na dor seu principal sintoma (intensificado após repouso prolongado e reduzido ao longo do dia), é causada por essa inflamação na fascia e não pela calcificação óssea (mais conhecida como ´esporão de calcâneo´), conforme muitas pessoas erroneamente pensam.
´A formação óssea não é a causa da dor, pois está situada fora da inserção da fascia. Além do que, metade dos pacientes que têm fascite plantar não possuem esporão de calcâneo´, explica o ortopedista e traumatologista Paulo Giordano Baima Colares, especialista em ortopedia infantil e afecções do pé (adulto) do Hospital São Mateus e da Clínica Ortopédica São Mateus, instalada no mesmo complexo hospitalar. Dr. Paulo Colares integra a Clínica Dr. Colares, do Hospital São Carlos, além de ser preceptor da Residência Médica do Serviço de Ortopedia Pediátrica do Instituto José Frota (IJF).

Retropé e talalgias

O pé pode ser dividido em regiões que são importantes para se localizar as queixas e seus respectivos sítios nosológicos: retropé (osso tálus e calcâneo); mediopé (ossos mediotarsais); e antepé (metatarsos e falanges). A dor no retropé, queixa comum dos pacientes no consultório, pertence as possibilidades diagnósticas chamada de talalgias.
O diagnóstico de fascite plantar (esporão de calcâneo para os leigos) costuma ser confundido com várias outras doenças que atingem a região posterior do pé, acarretando dificuldade no diagnóstico e consequente aumento no já prolongado tempo de tratamento. Alguns detalhes nas queixas relatadas pelos pacientes podem nortear o correto diagnóstico, agilizando o tratamento, informa o ortopedista Paulo Colares.

Fascite

A dor, quando localizada na região medial plantar do calcanhar, piorada após repouso prolongado, tem forte indício de ser a tão comum fascite plantar proximal ou insercional do calcâneo. O aumento no quadro doloroso após esse repouso é ocasionado pelo encurtamento da fascia plantar.

Ao primeiro suporte do pé no solo provoca um estiramento brusco da fascia, causando dor. Forças de tração durante a fase de apoio na marcha levam ao processo inflamatório, implicando em fibrose e degeneração. Esforços prolongados e repetidos sobre o pé, especialmente o retropé, ampliam a dor, estando provavelmente associado à causa da doença. Corridas, saltos e atividades de impacto agravam a dor.

O paciente costuma apresentar claudicação antálgica com apoio sobre a parte lateral e/ou anterior do pé. Apesar de não ser incapacitante, geralmente atrapalha as atividades laborais sendo considerado um problema para os profissionais que trabalham em pé, andam por períodos prolongados, atletas e obesos, especialmente as mulheres. Também podem estar envolvidos na gêneses: a assimetria do comprimento dos membros inferiores; a pronação excessiva do retropé (virado para dentro); a pouca flexibilidade do arco longitudinal; a rigidez das musculaturas da panturrilha; o uso de calçados rígidos; e o aumento do tamanho da passada no decorrer da corrida.
É de 6 meses o tempo médio que pode durar o tratamento e a melhora efetiva da fascite plantar. As pessoas devem estar cientes que mesmo com o diagnóstico correto, o processo é lento e, muitas vezes, doloroso.
O diagnóstico da fascite plantar é clínico podendo ser detectado por ultrassonografia (US) ou ressonância nuclear magnética (RNM). O tratamento costuma ser prolongado e, preferencialmente, não cirúrgico (conservador) podendo ser empregado, além de repouso do esforço desencadeante, medicação antinflamatória e medidas não invasivas: uso de gelo ou calor; fisioterapia; alongamentos; palmilhas/calcanheiras; órteses noturnas; assim como ondas de choque extracorpóreo.
As infiltrações são excepcionais e não devem ser repetidas por gerarem atrofia do coxim gorduroso (camada lipídica subcutânea e trabecular que reveste e contorna toda a planta do pé, especialmente o calcâneo) e a ruptura da fascia. As cirurgias raramente são indicadas.
´Quando o paciente é um corredor e a dor está localiza na região plantar do mediopé, podemos estar diante da fascite plantar clássica ou distal. Seu tratamento se assemelha ao da fascite proximal´, informa o ortopedista Paulo Colares. Também ressalta ser ´importante que a população esteja ciente que a efetiva melhora na fascite plantar, mesmo quando devidamente diagnosticada e tratada, é um processo lento, podendo, por vezes, durar 6 meses ou até mais´.

Síndromes compressivas

A dor na região posterior do pé também pode ocorrer devido ao processo de compressão de algum nervo (como o plantar medial ou ramo do plantar lateral) por estruturas adjacentes ao seu trajeto no pé, que desencadeiam sintomas similares (apesar de apresentarem áreas de dormência/formigamento, a dor é em queimação e no caso do plantar lateral, há a piora com o decorrer do dia). Importante: tanto o diagnóstico quanto o tratamento são diferentes das fascites. A eletroneuromiografia pode ser útil na compressão do nervo plantar medial (Síndrome do Túnel do Tarso),além de imagem de RNM. A indicação cirúrgica é comum, mesmo que antes possa ser adotado o uso de palmilhas, fisioterapia e medicação.

Tendinites e calçados

Em pacientes que fazem esforços exagerados sobre o retropé, especialmente os corredores e atletas, são bastante comuns as tendinites dos flexores longos e curtos dos dedos, tibial posterior e anterior, fibulares e do Aquiles. Nesse último, no tão conhecido ´calcanhar de Aquiles´ são encontrados sítios de inflamação, que devem ser reconhecidos e tratados de forma diferenciada. A tendinite incersional do calcâneo, a bursite retrocalcaneana e a doença de Haglund podem necesssitar de cirurgia específica.

O uso de órteses adaptadas para cada caso é de grande importância no tratamento dessas afecções. Sejam palmilhas moldadas, palmilhas ou calcanheiras de silicone, com coxins, elevações de região específica do pé e outras. ´Isso costuma ser motivo de preocupação entre o vaidoso público feminino de regiões quentes como Fortaleza, pois, como geralmente não é possível adequar as palmilhas às sandálias, as mulheres se recusam a trocar a beleza por algum alívio da dor´, descreve Paulo Colares.

Os saltos são coadjuvantes no tratamento de algumas talalgias. ´Costumamos prescrever saltos baixos para as fascites (e alongar o complexo aponeurótico fascial), e saltos mais elevados para as talalgias posteriores (que acometem o tendão de Aquiles)´.

Traumatismos

´Onde há uma história de trauma, são comuns sequelas dolorosas nas fraturas de calcâneo, talus ou ossos do médiopé que provocam algumas síndromes compressivas e as artroses pós traumáticas´, informa Colares.

A exemplo de outras articulações de carga, o retropé também é bastante acometido por processos degenerativos articulares como as artroses, que necessitam geralmente de tratamento cirúrgico. São também possíveis as artropatias reumáticas com suas artrites e deformidades.

Algumas deformidades comuns nos membros inferiores, como o pé plano (sem cava) e o pé cavo varo (cava do pé acentuada e menos flexível), podem predispor a dores e artrose em sua região posterior. Nestes casos, explica, necessitam de tratamentos específicos.

A atrofia degenerativa ou o traumatismo do coxim gorduroso também podem causar dores no pé, especialmente na região do retropé e do antepé. O contato do calcanhar no solo se torna muito doloroso e de difícil tratamento. Estão predispostos a tais problemas os pacientes ativos e obesos, sendo o quadro irreversível. Nesta situação, informa o médico, o tratamento pode incluir o uso de palmilhas e órteses específicas.

Processos infecciosos

Também devem ser lembrados os processos infecciosos de regiões específicas do retropé, principalmente as tenossinivites infecciosas e osteomielites (especialmente causadas por microorganismos de baixa virulência) que podem apresentar os mesmos sintomas dolorosos. Doenças tumorais, apesar dos relatos serem raros, devem ser lembradas pelo ortopedista, a exemplo da fibromatose plantar e o osteoma osteóide.

´O tratamento dessas doenças deve ser feito de forma diferenciada, podendo resultar, caso não seja feito um diagnóstico preciso, na efetiva não cura da doença em si e/ou gerar tratamentos ainda mais prolongados, amplificando o quadro doloroso, o incômodo e a baixa qualidade de vida a que são acometidos a maior parte dos pacientes

Fonte: Diario on line

Artrite e a Artrose


A artrite e a artrose são algumas das doenças das articulações mais comuns no Brasil, afetando cerca de 40 milhões de pessoas em nosso país. E a atividade física é uma ferramenta importante para enfrentar este problema.
A artrite e a artrose são dores causadas por falhas nas cartilagens das pontas dos ossos.
Quando existe uma falha na cartilagem, um osso encosta com outro, provocando as dores.
É aí que entram os exercícios físicos. Uma rotina de malhação ajuda a fortalecer não só os músculos,mas também os ossos, gerando mais resistência na massa óssea.
Assim, com músculos e ossos mais fortes, ficamos menos propensos a sermos afetados por falhas na cartilagem. E caso estas já tenham ocorrido, a prática de atividade física vai fortalecer a ossatura, equilibrando assim a perda nas cartilagens.
Exercícios como caminhada, corrida, dança e também a musculação,são boas recomendações para reduzir a perda óssea que provoca artrite e artrose.
Por Marco de Cardoso


Alongar Sempre


Algumas pessoas ainda questionam a importância dos alongamentos antes e depois de uma atividade física.

Os alongamentos são derivados de comportamentos humanos instintivos como alongar os braços e as pernas para espreguiçar e bocejar. Os alongamentos, na medida que relaxam a mente e “regulam” o corpo, devem fazer parte da vida diária de cada um, pois acarretam:

  • Redução de tensões musculares;
  • Relaxamento;
  • Benefícios para a coordenação, pois os movimentos se tornam mais soltos e fáceis;
  • Aumento do arco de maleabilidade;
  • Prevenção de lesões;
  • Facilita atividades de desgaste como por exemplo: corrida, tênis, natação, ciclismo;
  • Desenvolve a consciência corporal à medida que a pessoa focaliza a parte do corpo que esta sendo alongada;
  • Ativa a circulação;
  • Ajuda no aquecimento à medida que eleva a temperatura do corpo;
  • Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais.

Os alongamentos podem ser realizados toda vez que sentirmos vontade: no trabalho, no carro ou assistindo à televisão.

Podemos e devemos nos alongar de manhã, antes de começar o dia; no final do dia, para aliviar as tensões acumuladas depois de ficar sentado ou em pé por muito tempo e, principalmente, antes e depois de atividades físicas.

Todas as pessoas podem aprender a fazer alongamentos independentes da idade e do condicionamento físico. É gostoso fazê-los quando se procede de forma correta, respeitando a sua estrutura muscular, sua flexibilidade e seus limites pessoais.

A regularidade e o relaxamento são os fatores mais importantes para o alongamento, que deve ser feito lentamente e sem tensionamento. Nada de balanceios, pois estes enrijecem o músculo que você esta tentando alongar. Assuma uma posição confortável e sustente-a relaxando o músculo. Permaneça nesta posição de 10 a 30 segundos. Não segure a respiração, mantenha-se respirando de forma lenta e controlada.

A flexibilidade e a maleabilidade da pele e a elasticidade muscular são poderosamente influenciadas por alguns fatores:

Endógenos (internos)

  1. Idade: Quanto mais cedo iniciar o treinamento, maiores serão as possibilidades de atingir grandes arcos de mobilidade. Quanto mais velho, menor a amplitude de movimento.
  2. Sexo: Em geral, as mulheres são mais flexíveis pois seus tecidos são menos densos.
  3. Individualidade biológica: Portadores de patologias, como a síndrome de Down apresentam hipotonia e maior flelexibilidade.

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Cuide do corpo com Pilates


O método criado pelo alemão Joseph H. Pilates visa melhorar a flexibilidade, a consciência corporal, o equilíbrio e a força

Enviado como enfermeiro para a Primeira Guerra Mundial, o dançarino alemão Joseph H. Pilates desenvolveu um método para ajudar na recuperação de seus pacientes com os poucos recursos e aparelhos que possuía. Os exercícios criados tiveram resultados surpreendentes e chegaram até a livrar seus pacientes de uma forte epidemia de gripe que matou milhares de pessoas em outros campos de treinamento da Inglaterra, em 1918. Foi aí que o método Pilates foi reconhecido.

Após a guerra, o sucesso dos exercícios de Joseph Pilates foi tão grande que ele passou a dar treinamento para a polícia de Hamburgo, na Alemanha. Em 1920, o dançarino montou uma fundação com aparelhos desenvolvidos especialmente para a prática do método e, desde então, o Pilates começou a ser conhecido no mundo inteiro.

Vantagens do Pilates
O Pilates é considerado um método diferenciado das outras atividades por ser um “exercício inteligente”. “A prática trabalha a consciência corporal por meio de princípios básicos como a respiração, a força, o alongamento, o equilíbrio e a concentração”, define Simone Geremia, sócia-fundadora e diretora do Studio de Pilates Sal da Terra de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

A chamada consciência corporal é a chave dos benefícios que essa prática oferece, pois quanto maior o conhecimento do seu próprio corpo o praticante tem, mais específico e eficiente o exercício se torna. Com isso, é possível trabalhar problemas como dores crônicas, estresse, recuperação de lesões ou mesmo para aumento de força, alongamento e melhoria de performance de atletas.

“Pilates une qualidade de vida para o corpo e para a mente a resultados rápidos buscados pelos atletas”, explica Gláucia Mollo, professora de Educação Física formada na modalidade pela The Piltaes Studio Brasil e coordenadora do Studio Pilates da Companhia Athletica.

Como funciona
O princípio da prática é iniciar o trabalho dos músculos de dentro para fora, ou seja, exercitando primeiramente os músculos do centro do corpo, como os abdominais, os que ficam próximo à coluna e também os das costas. A partir da força adquirida nos músculos centrais, as áreas mais periféricas, como braços e pernas, começam a ser mais facilmente trabalhadas e com mais eficiência.

Outro diferencial do Pilates é que o número de repetições de cada exercício é menor, mas sem perder em eficiência. Isso é possível porque a técnica foi desenvolvida para trabalhar a força e a velocidade igualmente na “ida” e na “volta” de cada movimento e o nível de aproveitamento é o dobro.

Benefícios

  • Aumento de força, resistência e flexibilidade;
  • Melhora da postura;
  • Melhora do equilíbrio muscular;
  • Desenvolvimento de concentração;
  • Controle de respiração;
  • Aumento da consciência corporal;
  • Alívio de tensões e dores crônicas.
  • Fonte: http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=2005&idCanal=6&stCanal=For%E7a+e+flexibilidade

    Quais as atividades físicas mais recomendadas aos adolescentes?


    Para você que tem filhos adolescentes que querem entrar numa academia para praticar esportes, há sempre uma dúvida: quais as atividades recomendadas aos jovens?

    A maioria dos profissionais de Educação Física recomenda atividades visando o desenvolvimento de várias habilidades, como natação, capoeira, musculação etc. Muitos técnicos e até
    mesmo alguns pais, pensam em criar um atleta precoce. Saiba que é muito difícil definir as principais características para um esporte como habilidades para velocidade, resistência ou força de um jovem de 11 ou 12 anos. Por isso o melhor é deixar o jovem livre para escolher as atividades que o agradam, para que ele consiga manter uma regularidade.

    Alguns pais chegam a obrigar os filhos a praticar um esporte, causando traumas e afastando o jovem da atividade física. Deve-se sempre, respeitar os limites e aptidões do adolescente. Fazer exercícios é sempre importante, em qualquer idade e na adolescência pode ajudar a moldar o corpo e até mesmo a personalidade do praticante.

    Veja outros benefícios:

    • Aumento da força e resistência muscular, agilidade, flexibilidade, da condição cardiorespiratória etc…;
    • Melhora da composição corporal com a diminuição do percentual de gordura;
    • Ajuda a evitar a obesidade;
    • Ensina o jovem a ter disciplina;
    • Afasta das drogas;
    • Promove o relacionamento social;
    • Estimula a superação e a resolução de problemas e dificuldades;
    • Melhora a postura;
    • Exercita tanto a independência do aluno, quanto o relacionamento em grupo.

    O ideal seria que o aluno procurasse uma academia ou clube, fizesse uma avaliação física, para conhecer o seu nível de condicionamento e aptidão física e elaborar junto ao instrutor, um programa de acordo com os seus interesses. Se o jovem já pratica algum esporte, deverá fazer um trabalho complementar. Por exemplo: se for um jogador de futebol, deverá fazer aulas de alongamento ou flexibilidade para aumentar a mobilidade articular, musculação para aumentar a resistência e força muscular e até outras atividades aeróbias, para melhor a sua condição cardiorespiratória, como natação etc…

    Há muita polêmica quanto ao pré-adolescente e adolescente fazer musculação. Não existe nenhum artigo que comprove que a musculação atrapalhe o crescimento. O que nunca se deve fazer é trabalhar com carga máxima ou sub-máxima (Levantar o máximo de peso que se agüenta, como fazem os fisioculturistas). Geralmente de 11 anos para cima, desde que com o acompanhamento de um professor, a musculação pode ser feita visando um treino de resistência muscular e não de força.

    O legal para prender a atenção do jovem é o circuito, que é mais dinâmico e pode-se intercalar exercícios aeróbios e exercícios com pesos leves. São casos mais raros os de adolescentes treinando, geralmente é um complemento para alguma atividade esportiva como no caso do futebol que eu citei acima, ou quando se deseja perder peso, ou mesmo, num caso de fisioterapia.

    Atividades mais indicadas:

    • Artes marciais;
    • Esportes coletivos;
    • Musculação visando um trabalho de resistência muscular;
    • Natação;
    • Dança;
    • Corrida;
    • Aulas de alongamento.

    Estas atividades podem ser feitas 3x por semana, com a duração de 45 minutos a 1 hora, sempre com o acompanhamento de um professor ou de um profissional.

    Fonte: CyberDiet

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