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Lesões músculo-esquelético no ombro do atleta: mecanismo de lesão, diagnóstico e retorno à prática esportiva.


O ombro é sede freqüente de lesões nos esportes competitivos. Na literatura revisada a incidência varia de 8 a 13% de todas as lesões atléticas. As lesões nos esportes de arremesso são comuns na prática clínica; as lesões nos membros superiores giram em torno de 75% do total e a articulação do ombro é a região mais afetada.

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Fonte: scielo acesso dia 24-08-2010

Lesões músculo-esqueléticas no ombro do atleta: mecanismo de lesão, diagnóstico e retorno à prática esportiva


O ombro é sede freqüente de lesões nos esportes competitivos. Na literatura revisada a incidência varia de 8 a 13% de todas as lesões atléticas. As lesões nos esportes dearremesso são comuns na prática clínica; as lesões nos membros superiores giram em torno de 75% do total e a articulação do ombro é a região mais afetada.

Os autores avaliaram 119 atletas com queixas relacionadas à região do ombro, dos quais 95 (79,8%) eram do sexo masculino, 71 (59,6%) arremessadores e 76 (63,8%) competitivos.



artigo: ombro

Atletas queimam mais calorias mesmo em repouso


Músculos de quem tem bom preparo físico têm metabolismo mais acelerado.

Atletas que têm um bom preparo físico queimam mais calorias do que quem não faz exercícios regularmente mesmo quando estão descansando, segundo um estudo publicado pela revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Isso porque, segundo pesquisadores da Yale University, em Connecticut, nos Estados Unidos, quem passa por treinamento intensivo de resistência têm um metabolismo muscular mais acelerado do que as pessoas que não têm um bom preparo físico mesmo quando não estão se exercitando.

Os pesquisadores compararam os níveis de oxidação e de síntese de ATP (trifosfato de adenosina, molécula responsável por armazenar energia nas células) nos músculos da panturrilha de corredores de longa distância e de pessoas sedentárias durante períodos em que os dois grupos estavam de repouso.

Embora a oxidação tenha se mostrado em média 54% maior nos atletas, as taxas de síntese de ATP durante o descanso eram parecidas nos dois grupos. A oxidação é o processo pelo qual as mitocôndrias, cuja principal função é a geração de energia por meio das moléculas de ATP, consomem material que será transformado em energia - processo também conhecido como a queima de calorias.

O resultado é que, apesar de não produzirem mais energia nos momentos de descanso, os atletas queimam mais calorias. Segundo os pesquisadores, o estudo indica que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários.

O experimento contou com a participação de oito voluntários que não fazem exercícios físicos regularmente e de sete atletas. A comparação foi feita levando em conta a idade, o peso e a altura dos participantes.

Os resultados também sugerem que exercícios têm ainda mais benefícios contra o diabetes do que se pensava anteriormente.

O treinamento aeróbico intenso é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes.

Segundo os pesquisadores, a nova pesquisa indica que a dissociação da oxidação e da produção de ATP pode representar uma outra forma pela qual o exercício aumenta a sensibilidade à insulina e a queima de calorias em excesso. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Estadão online

Conheça as lesões mais comuns entre os atletas que praticam corrida


Veja como elas acontecem e saiba como deve ser a prevenção e o tratamento

Elas até já ficaram conhecidas por lesões de corredor. Comuns entre quem escolher o esporte para entrar em forma, alguns tipos de inflamação e de fraturas podem fazer sofrer até mesmo os atletas mais experientes.

Claro que a experiência e um bom preparo diminuem as chances de que problema venha a ocorrer. Mas certos casos são resultado mesmo do esforço exigido para segurar o pique, mesmo com noites mal dormidas ou com o tempo curto para cumprir as séries de alongamento e musculação.

De qualquer forma, uma boa avaliação física é grande aliada na prevenção da maioria dos inconvenientes. Ela alerta para suas principais fragilidades e permite que o professor indique maneiras de superá-las. A seguir, você fica conhecendo as lesões mais comuns entre os corredores e aprende como lidar com elas.

  1. Canelite (periostite tibial): ela acontece, principalmente, na região da frente da canela e pode surgir por excesso de esforço ou por treinos feitos em condições inadequadas (como correr em áreas irregulares e sem tênis com amortecimento indicado para sua pisada). A falta de alongamento também aumenta os riscos de lesões na canela. O tratamento é feito com repouso até que a inflamação acabe, fisioterapia e compressas indicadas pelo médico.
  2. Joelho de Corredor (síndrome da banda iliotibial): campeã de reclamações, esta lesão tem múltiplas causas e acontece quando há sobrecarga nos joelhos. Postura inadequada, musculatura sem preparo, FALTA DE ALONGAMENTO exagero nos treinos e tênis sem amortecimento são agentes que favorecem o problema. É mais um tipo de inflamação, que causa dor sempre que as pernas são esticadas ou flexionadas. O tratamento é feito cm fisioterapia, exercícios de correção postural e remédios antiinflamatórios. Para prevenir, fortaleça os músculos das pernas e alongue-se sempre antes e depois de treinar.
  3. Osteotite do Púbis: entre os atletas amadores, este problema não é tão freqüente. Trata-se de uma inflamação provocada na região do púbis, graças à movimentação de quadril exigida pela corrida. Causa muita dor e, para melhorar, exige fisioterapia e acompanhamento médico.
  4. Tendinite no tendão de Aquiles: a falta de um tênis adequado para sua pisada e de alongamentos são as principais causas deste tipo de lesão, que provoca dor na região de trás do calcanhar. Pode ocorrer desde uma inflamação no tendão calcâneo até pequenas rupturas neste ligamento. O tratamento é feito com repouso, compressas e remédios antiinflamatórios. Combatido cedo, o problema some em um mês. mas ficar convivendo com a dor pode agravar a tendinite, exigindo fisioterapia e até mesmo impedindo você de voltar a correr.
  5. Torções no tornozelo: o problema é comum e aflige principalmente quem está começando a correr e ainda não tem muita noção sobre os movimentos e os impactos causados na pisada. A inversão acontece quando você vira o pé para dentro e afeta os ligamentos laterais externos do tornozelo. Já a eversão ocorre quando você gira o joelho e vira o pé para fora, soltando os ligamentos internos. Nos dois casos, o tratamento é feito com compressas de gelo e repouso. Uma consulta no ortopedista é necessária para que ele avalie o grau da lesão, as mais graves são corrigidas apenas com cirurgia. A prevenção é feita com séries de alongamento antes e depois do treino, além de exercícios para fortalecer os músculos das pernas.

Fonte: Minha Vida

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