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	<title>Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</title>
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	<description>Encontre o que você precisa saber sobre fisioterapia para coluna vertebral, doenças da coluna como a hérnia de disco, suas causas, sintomas e a possibilidade de tratamento sem cirurgia.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 May 2013 12:09:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>“Dor nas costas pode indicar a presença de várias doenças”, alerta médico</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 12:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Desconforto comum para muitos brasileiros, a dor nas costas é, na maioria das vezes, mascarada com analgésico. No entanto, especialistas &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/dor-nas-costas-pode-indicar-a-presenca-de-varias-doencas-alerta-medico/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/dor-nas-costas-pode-indicar-a-presenca-de-varias-doencas-alerta-medico/">“Dor nas costas pode indicar a presença de várias doenças”, alerta médico</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desconforto comum para muitos brasileiros, a dor nas costas é, na maioria das vezes, mascarada com analgésico. No entanto, especialistas advertem que o incômodo pode ser sintoma de doenças graves, como problemas na musculatura da coluna, pedras nos rins, infecção renal, hérnia de disco, depressão e até aneurisma da aorta abdominal.</p>
<p>Por isso, avisa o neurocirurgião Alexandre Campos, especialista em terapia da dor do hospital São Camilo, “se a dor persistir por mais de três dias sem nenhuma melhora e acompanhada de outros sintomas, é importante procurar ajuda médica”. A automedicação, completa ele, é prejudicial porque leva à cronificação do quadro, dificultando o diagnóstico precoce e o tratamento correto.</p>
<p>— Em 40% dos casos, os pacientes têm dor crônica, ou seja, com duração superior a três meses.</p>
<p>De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 85% a 90% da população sofre ou ainda vai sofrer desse mal, que além de prejudicar a qualidade de vida, representa um impacto socioeconômico muito importante.</p>
<p>— A dor nas costas está entre as principais causas de aposentadoria por invalidez no Brasil.</p>
<p>Sem escolher sexo ou idade, a dor nas costas está diretamente relacionada à falta de condicionamento físico, má postura, excesso de carga na mochila, bolsa e pasta de trabalho e permanência em posição desconfortável por longos períodos.</p>
<p>— Obesidade, sedentarismo e tabagismo também contribuem para o surgimento ou agravamento do quadro. No caso das mulheres, ainda há o agravante do salto alto.</p>
<p>Na maioria dos casos, avisa o neurocirurgião Lucas Vasconcellos, especialista em cirurgia da coluna vertebral, a dor nas costas é tratada com mudança de hábitos, como prática regular de exercícios físicos sem impacto (natação, hidroginástica, caminhada e pilates), perda de peso e correção da postura.</p>
<p>— Dependendo do caso, o tratamento precisa ser multidisciplinar e deve envolver, além do ortopedista ou neurocirurgião, psicólogo, fisiatra, fisioterapeuta, endocrinologista e nutricionista.</p>
<p>A terapia medicamentosa, explica o médico, só entra em cena quando os novos hábitos não surtem efeito. Analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares fazem parte da gama de opções, mas não devem ser usados de forma indiscriminada.</p>
<p>Segundo o neurocirurgião, em 90% a 95% dos casos a dor melhora entre três e seis meses de tratamento. Após este período, se o incômodo persistir, a cirurgia aparece como outra alternativa.</p>
<p>— Atualmente, é raro o procedimento cirúrgico deixar sequelas ou incapacitar o paciente. Pelo contrário, as técnicas são minimamente invasivas, ou seja, sem cortes. Além disso, a vantagem é que os pacientes têm alta hospitalar no mesmo dia, o que diminui o risco de infecção, e sentem menos dor no pós-operatório.</p>
<p>Em 80% dos casos, garante Vasconcellos, a dor nas costas é resolvida. Nos 20% que não atingiram a cura, “a dor se torna muito mais amena”. Mas, o tratamento não se encerra após a intervenção cirúrgica. O médico acrescenta que a reabilitação é fundamental para fortalecer a musculatura, além da manutenção dos bons hábitos de vida.</p>
<p><strong>Postura correta</strong></p>
<p>A melhor forma de prevenir a dor na coluna é adotar hábitos de vida saudáveis. Além de priorizar um cardápio balanceado, manter o peso e praticar exercícios físicos regularmente, o neurocirurgião enfatiza a importância da postura correta.</p>
<p>— Pessoas que trabalham muitas horas sentadas devem priorizar encostar a coluna no encosto da cadeira, deixar as pernas levemente abertas sem cruzá-las e colocar a tela do computador na altura do olhar.</p>
<p>Campos acrescenta que pausas de cinco a dez minutos a cada hora de trabalho são importantes para sair da posição e relaxar o corpo. Outra dica é ficar atento para não carregar excesso de peso nas atividades do dia a dia e abandonar o vício do cigarro.</p>
<p>— O fumo causa o estreitamento dos pequenos vasos que ligam a coluna vertebral.</p>
<p>Vasconcellos também faz um alerta para o controle do colesterol e da glicemia, pois &#8220;pessoas com colesterol elevado e diabetes têm mais chances de desencadear o problema na coluna&#8221;.</p>
<p>Fonte: R7</p>
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		<title>Dor nas costas em crianças</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 12:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mochila pesada, muitas horas no sofá em frente à TV, má postura na carteira da escola. O resultado não poderia &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/dor-nas-costas-em-criancas/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/dor-nas-costas-em-criancas/">Dor nas costas em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mochila pesada, muitas horas no sofá em frente à TV, má postura na carteira da escola. O resultado não poderia ser diferente: seu filho reclama de dor nas costas. O problema, assim como outros que fazem parte da vida moderna, já não é mais exclusividade dos adultos – e a incidência entre os pequenos só aumenta. “Antigamente a dor nas costas era sinal de algo mais grave, como alguma infecção, e costumava deixar os pediatras preocupados”, diz a reumatologista Margarida Fernandes Carvalho, presidente do Departamento de Reumatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Hoje, a reclamação é mais comum, mas sabemos que a maioria é de origem muscular. As crianças, principalmente as de centros urbanos, têm rotina de gente grande: passam mais tempo sentadas, são sedentárias e até obesas. Isso prejudica a musculatura abdominal e das costas”, explica. Não é à toa que estudos realizados em diferentes países nos últimos anos mostram que até 70% das crianças e adolescentes já se queixaram um dia de dor nas costas (nos adultos com até 50 anos, a incidência é de 80%).</p>
<p>A solução seria, então, investir em atividades físicas? Nem tanto. Como tudo o que é demais faz mal, se o seu filho pratica diversos esportes também pode sofrer com o sintoma. O mesmo acontece se tiver a agenda cheia. Isso porque o excesso de exercícios físicos e o estresse sobrecarregam a musculatura, provocando a dor nas costas. A boa notícia é que, em geral, na infância, o problema é mais fácil de tratar e, principalmente, de evitar. Veja como encontrar esse equilíbrio a seguir.</p>
<p><strong>A causa da dor</strong></p>
<p>A distensão e a tensão dos músculos são os motivos mais frequentes para a queixa do seu filho. Ele pode reclamar de dor tanto depois de um dia intenso de brincadeiras como após uma longa partida de videogame. A obesidade também é um fator de risco, pois o acúmulo de gordura na região lombar influencia a postura, além de sobrecarregar a coluna. E a mochila é uma das grandes vilãs (veja quadro na página a seguir). Outros fatores menos comuns são infecções (nos rins, pulmões ou vértebras), anormalidades da coluna, como escoliose (desvio à direita ou à esquerda) ou espondiolise (malformação da última vértebra lombar), artrite juvenil (inflamação nas articulações) e tumores.</p>
<p><strong>O peso da idade</strong></p>
<p>A não ser em caso de certas doenças, antes dos 5 anos é raro a criança reclamar de dor nas costas, pois as articulações e a musculatura ainda não sofreram qualquer desgaste. Por isso, é importante prestar atenção também à postura infantil. Nas fases em que ocorrem os chamados estirões de crescimento (aos 2, 7 e 14 anos), alterações como a escoliose, que nem sempre causam dor, ficam mais evidentes.</p>
<p><strong>Ir ao médico nem sempre é preciso</strong></p>
<p>Antes de marcar uma consulta com o pediatra, tente lembrar como foi o dia do seu filho: ele correu muito? Machucou-se enquanto jogava futebol? Ficou muitas horas em frente à TV? Nesses casos, é provável que a dor desapareça sozinha. Mas, se a queixa for constante, avise o médico. Ele vai fazer uma análise física e, se achar necessário, solicitar exames de imagem, como radiografias, ou de sangue. É importante ficar atento também se aparecerem outros sintomas, como febre e apatia, que podem indicar algo mais grave e, por isso, devem ser investigados com urgência</p>
<p><strong>Caso de família</strong></p>
<p>Sim, há evidências que mostram que certos tipos de doenças relacionadas à coluna e que causam dor são hereditárias. Uma pesquisa realizada com gêmeos adultos pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, sugere que os não idênticos (que compartilham apenas metade do código genético) têm três vezes mais chance de sofrer dessa dor se o irmão também sofre. No caso dos idênticos, o risco aumenta para seis (saiba mais sobre doenças genéticas na reportagem especial de capa). Apesar de o estudo ter sido feito com adultos, se houver histórico de problemas de coluna na sua família é preciso avisar o pediatra.</p>
<p><strong>Trava no pescoço</strong></p>
<p>O torcicolo provocado por “mau jeito”, como acontece com os adultos, é raro na infância porque as crianças são mais flexíveis (no entanto, existe um tipo que é congênito: uma malformação muscular que “entorta” o pescoço para um dos lados e pode ser corrigida com fisioterapia desde os primeiros meses de vida ou cirurgia). Vale lembrar que o uso de travesseiro só é recomendado a partir do primeiro ano de vida por causa do risco de sufocamento. E, independentemente do material com que for fabricado, o ideal é que ele mantenha coluna, pescoço e cabeça alinhados quando a criança estiver deitada de lado.</p>
<p><strong>Alívio para os sintomas</strong></p>
<p>Quando a dor nas costas do seu filho for de causa muscular, o pediatra pode indicar compressas quentes, relaxantes musculares e analgésicos. Ele também vai dar orientações sobre a postura correta e indicar exercícios para alongar e fortalecer os músculos, que podem ser acompanhados por um fisioterapeuta ou professor de Educação Física. Já as dores causadas por doença mais graves, que vão de infecções a alterações na coluna, vão ser tratadas com antibióticos, anti-inflamatórios ou cirurgias corretivas, de acordo com a origem do problema.</p>
<p><strong>Como proteger seu filho</strong></p>
<p>Desde os primeiros anos de vida, a criança tem de aprender a cuidar da postura. Ao pegar algo no chão, por exemplo, ensine-a a dobrar os joelhos e não as costas. Para sentar, seja no sofá, na cadeira ou na carteira da escola, a coluna tem de ficar reta e as coxas, paralelas ao chão. Compromissos demais além da escola podem “roubar” o tempo que o seu filho tem para brincar – e descansar também. Isso sem falar na pressão que uma agenda de adulto pode trazer. O hábito de praticar esportes tem de começar na infância. Um estudo dinamarquês feito com crianças de 9 anos mostrou que aquelas que praticavam atividades físicas regularmente tinham menos chance de sofrer de dores nas costas aos 12.</p>
<p>Fonte: Revista Crescer</p>
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		<title>A prática de Pilates durante a gravidez</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 13:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Praticar exercícios físicos durante a gestação pode ser uma excelente maneira de manter a saúde e o bem-estar da mãe &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/a-pratica-de-pilates-durante-a-gravidez/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/a-pratica-de-pilates-durante-a-gravidez/">A prática de Pilates durante a gravidez</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Praticar exercícios físicos durante a gestação pode ser uma excelente maneira de manter a saúde e o bem-estar da mãe e do bebê. No pilates, modalidade de baixo risco, o corpo e a mente ficam em harmonia, e a atividade, além de prazerosa, diminui os incômodos e a ansiedade, comuns na gravidez.</p>
<p>Não existe nenhum outro período da vida adulta no qual ocorram mudanças fisiológicas tão significativas quanto as que ocorrem na gravidez. Nos primeiros três meses, alteram-se significativamente os hormônios da mulher, o que causa mal-estar, vertigem, náusea e azia, dificultando o bom desempenho da atividade física.</p>
<p>A disposição da gestante melhora a partir da 13ª semana, quando os níveis hormonais se estabilizam. A barriga proeminente muda o centro de gravidade do corpo e, consequentemente, o controle, o equilíbrio e a força são afetados. O responsável por essa instabilidade na região lombar e da pélvis é o hormônio relaxina, que, em níveis mais altos, pode deixar os músculos vulneráveis a lesões. É nessa fase que a prática do pilates fica mais agradável, mas é importante ter cuidado ao executar os exercícios, pois os alongamentos intensos e os movimentos bruscos podem causar lesões. </p>
<p>Já no terceiro trimestre, há um significativo aumento do metabolismo, e o ganho de peso do bebê provoca maior sobrecarga à coluna e às extremidades do corpo da mulher. É o momento de desacelerar, de evitar os movimentos bruscos, as grandes amplitudes de movimento e os exercícios exaustivos.</p>
<p>Mas nada de achar que gravidez é doença! De acordo com o ACOG (American College of Obstetricians and  Gynecologists), é recomendável que as mulheres grávidas pratiquem pelo menos 30 minutos de exercício moderado diariamente. Essa frequência pode minimizar significativamente o mal-estar provocado por náusea e fadiga e evitar os edemas, as cãibras e a constipação.</p>
<p>Isso não se aplica, porém, às mulheres sedentárias ou que correm risco de aborto espontâneo. Para essas, o melhor é esperar o término do primeiro trimestre da gestação para iniciar a atividade física.</p>
<p>É importante interromper o exercício rapidamente caso haja alguma dor ou desconforto (principalmente na região abdominopélvica), tontura, forte cãibra, dor no peito, cólica, sangramento ou queda da pressão.</p>
<p>É proibido realizar exercícios invertidos, com carga pesada para os músculos internos da coxa, deitar de barriga para baixo, pular e exercitar-se em ambientes quentes.</p>
<p><strong>Benefícios até na hora do parto</strong></p>
<p>Os movimentos dinâmicos e diversificados do pilates contribuem, em particular, para o aumento do equilíbrio e da flexibilidade e promovem uma melhora nos suportes abdominal e pélvico. </p>
<p>A prática constante relaxa os músculos tensos, reestimula os fracos, provê suporte para o bebê, melhora a respiração, ajuda a readquirir uma postura apropriada e também estimula a eficiência do assoalho pélvico, região entre as pernas que ajuda a sustentar a bexiga, o útero e o intestino, e a controlar os músculos  necessários na hora do parto. </p>
<p>Outras alternativas indicadas para as gestantes são: ioga, hidroginástica, caminhada e natação. Vale ressaltar que complementar o pilates com atividades cardiovasculares, como caminhar e nadar, ajuda a manter a saúde e o peso em dia.</p>
<p>Os benefícios que o pilates pode proporcionar às mulheres grávidas são muitos. A prática regular aprimora os movimentos, melhora o controle e a percepção do corpo e aumenta a disposição e melhora o desempenho nas atividades diárias.</p>
<p>Os exercícios respiratórios, além de ajudar na consciência corporal, auxiliam na diminuição da tensão, do desconforto e da ansiedade e, consequentemente, aumentam a sensação de prazer e de bem-estar. Durante a aula, é importante que a gestante esteja atenta ao seu corpo na busca de identificar as mudanças, perceber os sinais e seus limites. A aula é um momento especial de concentração para estar em contato com seu próprio corpo e estreitar a relação com o bebê.</p>
<p>Fonte: Segs</p>
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		<title>Nove dicas para prevenir problemas de coluna</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 13:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem tem ou teve problemas de coluna sabe como é difícil lidar com a dor e o incômodo causado por &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/nove-dicas-para-prevenir-problemas-de-coluna/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/nove-dicas-para-prevenir-problemas-de-coluna/">Nove dicas para prevenir problemas de coluna</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem ou teve problemas de coluna sabe como é difícil lidar com a dor e o incômodo causado por ela. No entanto, para evitar e até aliviar as dores, o neurocirurgião, especialista em coluna, Eduardo Iunes dá algumas dicas, com base na pesquisa realizada pela Sociedade Norte-Americana de Coluna – “9 for Spine”.</p>
<p>1. Exercite-se regularmente para melhorar a saúde e reduzir as chances de dor nas costas</p>
<p>Para se manter saudável, sua coluna precisa de um regime regular de alongamento, fortalecimento e exercícios de condicionamento aeróbico, tais como natação, yoga, musculação e caminhadas. “Sem exercício, os músculos podem ficar fracos e sem condicionamento, o que pode levar a dores nas costas e a lesões. Se você tiver dúvida sobre a prática esportiva mais apropriada para você, consulte um especialista, antes de iniciar a prática esportiva, visando encontrar os exercícios certos para ajudá-lo a permanecer saudável, sem estresse, forte e livre de dor nas costas”, orienta o neurocirurgião Eduardo Iunes.</p>
<p>2. Não fume</p>
<p>Muitos especialistas em coluna relatam que os fumantes são mais propensos a sofrerem com dor nas costas do que os que não fumam. “Acredita-se que o fumo restringe o fluxo de sangue para os discos que amortecem as vértebras, reduz a absorção de cálcio e impede o crescimento de novos ossos. Muitos cirurgiões de coluna relutam em realizar certas cirurgias, como a fusão de coluna, em pacientes que fumam devido às possíveis  intercorrências no pós-operatório”, diz o médico.</p>
<p>3. Mantenha um peso corporal saudável</p>
<p>O peso extra, particularmente quando concentrado na região abdominal, muda o centro de gravidade do corpo, deslocando-o para frente e realizando uma tensão desnecessária sobre os músculos das costas e dos tecidos circundantes. “Por outro lado, a magreza extrema, que também pode ser acompanhada por baixa massa óssea, também coloca o paciente em risco de desenvolver osteoporose. O ideal é contar com acompanhamento médico para determinar e manter o peso ideal durante a vida”, recomenda Eduardo Iunes.</p>
<p>4. Mantenha os músculos das costas fortes</p>
<p>Músculos fracos e sem condicionamento no abdômen e nas costas não oferecem um apoio apropriado à coluna, podendo levar ao aparecimento de dor e ao risco de lesões. “É preciso buscar o fortalecimento da musculatura desta região do corpo, praticando exercícios, com orientação médica, que visem alongar e fortalecer as costas e os músculos abdominais, como yoga ou pilates”, diz o neurocirurgião.</p>
<p>5. Observe as orientações de mecânica corporal quando você se levantar e se abaixar</p>
<p>“Se você deve levantar ou mover algo pesado, faça isto com segurança. Encontre um parceiro para compartilhar a carga. Em vez de puxar ou levantar um objeto pesado, empurre-o”, ensina o especialista em coluna.</p>
<p>6. Verifique e altere a sua postura frequentemente ao usar seu laptop, smartphone ou tablet</p>
<p>Graças à tecnologia, sentir dores nas costas nunca foi tão fácil! O uso de tablets, smartphones e laptops todo o dia (e noite) pode causar dor no pescoço e tensão nas costas. “Estar conectado 24 horas por dia pode realmente adicionar estresse à vida, o que pode levar a dores nas costas. Se você deseja limitar a sua dor nas costas, limite também o uso da parafernália eletrônica. Se você precisa usar seus gadgets, mantenha uma postura neutra na coluna e observe se a tela está na altura dos olhos, sempre que possível. Assim que você completar 30 minutos de uso, levante-se, espreguice-se e faça uma pausa no uso dos eletrônicos, quebrando assim a atividade mecânica do corpo”, recomenda Eduardo Iunes.</p>
<p>7. Reduza o estresse</p>
<p>Há uma forte ligação entre estresse e a dor na coluna. A resposta do organismo ao estresse pode ser dada pela tensão muscular nas costas, que pode causar espasmos dolorosos. “No manejo da dor crônica nas costas, é fundamental reduzir o estresse tanto quanto possível, mesmo que isso signifique desligar o smartphone após o trabalho, ir a um terapeuta, aprender técnicas de relaxamento ou praticar exercícios físicos mais regularmente. Gerenciar bem o estresse pode ajudar a prevenir que a dor nas costas ocorra”, ensina o médico.</p>
<p>8. Mantenha os ossos fortes e saudáveis, tomando cálcio, vitamina D e praticando exercícios</p>
<p>Como a coluna tem 33 dos 206 ossos do nosso corpo, a saúde geral está ligada à saúde óssea. “Para reduzir a chance de sofrer com osteoporose, verifique com seu médico se você precisa tomar suplementos de cálcio e/ou vitamina D. Faça exercícios com regularidade. Caminhada, alongamento, yoga, pilates e musculação (sob orientação) desencadeiam um aumento da densidade óssea muito benéfica para prevenir dores na coluna”, informa Eduardo Iunes.</p>
<p>9. Moderação! Se você não pratica exercícios físicos com frequência, nada de exagerar nas práticas esportivas no fim de semana</p>
<p>Se você trabalha duro de segunda a sexta, não declare &#8220;guerra&#8221; ao seu organismo, fazendo exercícios intensos ou todas as tarefas domésticas no fim de semana. “É provável que você acabe ficando doente na segunda por causa da tensão muscular dolorosa. A melhor aposta para se manter saudável e livre de dor na coluna é manter o mesmo ritmo, durante toda a semana, em suas tarefas e nos exercícios físicos. Um regime regular de alongamento,  musculação e exercícios aeróbicos de condicionamento são melhores para a coluna do que uma única explosão de exercício intenso no sábado”, alerta o neurocirurgião.</p>
<p>Fonte: Administradores</p>
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		<title>Lesões da coluna vertebral nos esportes</title>
		<link>http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/lesoes-da-coluna-vertebral-nos-esportes-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lesoes-da-coluna-vertebral-nos-esportes-2</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 02:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A incidência de lesões da coluna vertebral na prática esportiva é estimada entre 10 e 15% e 0,6 a 1% &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/lesoes-da-coluna-vertebral-nos-esportes-2/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/lesoes-da-coluna-vertebral-nos-esportes-2/">Lesões da coluna vertebral nos esportes</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A incidência de lesões da coluna vertebral na prática esportiva é estimada entre 10 e 15% e 0,6 a 1% apresenta algum grau de déficit neurológico associado.</p>
<p>Obviamente, qualquer lesão da coluna vertebral observada entre não atletas pode ser encontrada entre os participantes da prática esportiva. Porém, algumas lesões são mais características dos atletas e apresentam peculiaridades que justificam abordagem mais específica.</p>
<p>Entre as lesões da coluna vertebral mais características entre os atletas destacam-se as seguintes:<br />
– instabilidades da coluna cervical;<br />
– tetraparesia transitória;<br />
– apofisite da coluna toracolombar;<br />
– espondilólise traumática;<br />
– fraturas do arco vertebral.</p>
<p>Os mecanismos de lesão incluem forças de flexão, extensão, cisalhamento, torção e microtraumas repetitivos. Em geral, há combinação de forças produzindo a lesão. Por exemplo, no golfe atuam forças de compressão, cisalhamento, torção e inclinação lateral. Pode haver lesões de partes moles, disco intervertebral e osso. As lesões das partes moles são as mais comuns, ocorrendo em músculos e ligamentos. As lesões do disco intervertebral podem-se traduzir na forma de discopatia precoce ou hérnia de disco traumática. As lesões ósseas podem ocorrer na forma de microfraturas, avulsões ou fraturas propriamente ditas.</p>
<p>A coluna vertebral e sua musculatura são uma estrutura biológica e mecânica complexa. É composta de dois tipos bá-sicos de tecido: osso e partes moles, sendo uma estrutura anisotrópica. Suas propriedades mecânicas dependem da orientação específica e carga aplicada. A resistência do osso é maior em flexão e menor em tensão. O oposto é válido quando se trata das partes moles. Outra propriedade importante dos materiais biológicos é a viscoelasticidade, característica dos materiais viscosos. Existe uma deformação contínua dependendo do tempo de aplicação da carga. O sistema absorve energia em determinado tempo, em geral por mecanismo hidráulico,</p>
<p>O que ocorre no disco quando a água é eliminada sob pressão. O mesmo ocorre no osso esponjoso, no qual a medula óssea atua como uma bomba hidráulica. Atividades contínuas ou cíclicas podem prejudicar esse mecanismo ou mesmo impedi-lo e desencadear degeneração precoce do disco intervertebral lombar. O principal elemento na capacidade da vértebra para suportar carga é o osso esponjoso. O osso cortical contribui com 10% da resistência à compressão e o esponjoso, com 50%. Atividades cíclicas podem produzir fraturas da placa vertebral e do anel apofisário. Na osteoporose diminui a resistência da vértebra, podendo haver fratura ou mesmo colapso dela, o que pode ocorrer no atleta idoso.</p>
<p>Os discos intervertebrais são extremamente complexos em sua anatomia, fisiologia e propriedades mecânicas.</p>
<p>Durante a compressão o núcleo e as fibras internas do anel transmitem forças de vértebra a vértebra, provocando deflexão dos platôs vertebrais adjacentes, protrusão discal e o desenvolvimento de tensão no ânulo. A compressão pura não causa a hérnia discal. Ao contrário do disco jovem, a compressão excessiva pode conduzir à fratura da placa vertebral, principalmente em atividades que promovem a carga rápida ou quando há fraqueza no platô vertebral decorrente da idade, ocorrendo, então, um defeito referido como nódulo de Schmorl.</p>
<p>Os ligamentos espinais atuam como estabilizadores da coluna. Os músculos atuam como estabilizadores ativos e passivos. Os ligamentos isoladamente não conseguem suportar a coluna, havendo necessidade de suporte externo através da musculatura. Os músculos da coluna vertebral são descritos em termos de flexores e extensores. Os flexores são compostos de duas camadas. A primeira camada é o músculo psoas,cujo momento de atuação é pequeno. A segunda camada são os músculos abdominais, que apresentam um grande momento de atuação. Os músculos abdominais atuam também como estrutura hidráulica, suportando as vísceras abdominais de con-teúdo aquoso. Os músculos paravertebrais atuam como extensores, tendo pequeno momento de atuação, sendo limitada sua atuação como estabilizadores da coluna.</p>
<p>Fonte: Tribuna do Norte</p>
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		<title>Atendimento em todo Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 13:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) é especializado em doenças da coluna. O tratamento realizado é a &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/atendimento-em-todo-brasil/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/atendimento-em-todo-brasil/">Atendimento em todo Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) é especializado em doenças da coluna. O tratamento realizado é a técnica de Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, o <a href="http://www.herniadedisco.com.br/tratamento-nao-cirurgico/nosso-tratamento/">RMA da Coluna Vertebral</a>. </p>
<p>A novidade, criada pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, virou sucesso na cidade de origem (Fortaleza, Ceará) e, dois anos depois de sua criação, em 2005, já estava presente em cidades como São Paulo, Manaus e Sorocaba.</p>
<p>Oito anos depois, o Brasil inteiro pode se beneficar com esse tratamento não-cirúrgico, voltado para doenças como hérnia de disco, cervicalgia, lordose, escoliose, lombalgia e degeneração discal (confira todas as doenças <a href="http://www.herniadedisco.com.br/categoria/doencas-da-coluna/">aqui</a>).</p>
<p>Se você faz parte da estatística que afirma que 8 em cada 10 pessoas sentirão dores nas costas ao menos uma vez na vida, procure uma de nossas unidades no Brasil e em Portugal. Confira <a href="http://www.herniadedisco.com.br/unidades/">aqui</a> os nossos endereços.</p>
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		<title>Colchões e travesseiros podem ser causadores de doenças</title>
		<link>http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/colchoes-e-travesseiros-podem-ser-causadores-de-doencas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=colchoes-e-travesseiros-podem-ser-causadores-de-doencas</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 13:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dormir bem é sinônimo de qualidade de vida. Mas o que muita gente ainda não sabe é que o colchão &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/colchoes-e-travesseiros-podem-ser-causadores-de-doencas/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/colchoes-e-travesseiros-podem-ser-causadores-de-doencas/">Colchões e travesseiros podem ser causadores de doenças</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dormir bem é sinônimo de qualidade de vida. Mas o que muita gente ainda não sabe é que o colchão é o responsável por diversas doenças, como dores nas costas e alergias. Um mal que pode surgir é a escoliose, que é a deformação óssea na coluna. O mau posicionamento na hora de dormir, além da escoliose, pode causar também a hérnia de disco. Essas doenças podem acontecer em qualquer idade.</p>
<p>O uso irregular do colchão e do travesseiro pode causar ainda distúrbio do sono. Esse distúrbio faz a pessoa sentir cansaço e sono durante o dia. E isso afeta crianças também.</p>
<p>O uso correto dos travesseiros também deve ser observado. Eles precisam ser trocados a cada dois anos. A maneira como o travesseiro é usado é muito complexa, pois depende de cada pessoa. A tecnologia tem ajudado na fabricação de travesseiros e colchões, o uso de molas de gel, travesseiros com regulagem e até a novidade como o travesseiro com cheiro de chocolate.</p>
<p>COMO ESCOLHER O MELHOR COLCHÃO?</p>
<p>Antigamente, costumava-se pensar que os colchões para a coluna deveriam ser aqueles bem macios, porém, estes deformavam muito com o passar do tempo e a compra do produto acabava em um prejuízo, pois a tendência do colchão muito macio é afundar quando recebe pressão, o que dificulta manter o corpo na posição reta. </p>
<p>Com o surgimento dos colchões ortopédicos e magnéticos, pensava-se que este era o melhor colchão para coluna, porém, a eficiência do magnetismo nos colchões não é garantida. Colchões muito duros também não são os melhores, já que não acomodam adequadamente as curvaturas do tronco. Os melhores colchões para coluna devem exercer uma função ortopédica para seu usuário. </p>
<p>Para isto ocorrer precisa-se combinar o colchão para coluna e o seu biotipo. Então, se você possui problemas na coluna, o colchão de mola promete fazer a melhor distribuição do peso corporal. Além disso, o colchão de mola não é macio nem rígido demais, ele é firme. Nele, todas as curvas do corpo têm apoio e a coluna fica reta, sem ser forçada. Ou seja, não se deformam tão facilmente quanto outros tipos de colchões. </p>
<p>O ideal é pedir orientação a um médico ortopedista, só ele saberá indicar com precisão quais são os melhores colchões para coluna que atendem às suas necessidades. Portanto, deve-se prestar atenção em alguns fatores, pois está cientificamente comprovado que o colchão deve levar em conta o peso e a estatura do indivíduo, já que o que faz a diferença na hora de escolher é a densidade que este colchão possui. Se ele suporta o seu peso e faz a distribuição correta dele. Além disso, deve permitir o movimento seguro e suave enquanto você dorme, adquirindo o contorno do seu corpo.</p>
<p>Fonte: Rádio JC/CBN Recife</p>
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		<title>A relação entre o cigarro e a dor nas costas</title>
		<link>http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/relacao-cigarro-dor-nas-costas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=relacao-cigarro-dor-nas-costas</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 12:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há algum tempo, a pesquisa científica vem mostrando uma ligação estreita entre tabagismo e risco aumentado de dor lombar, doença &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/relacao-cigarro-dor-nas-costas/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/relacao-cigarro-dor-nas-costas/">A relação entre o cigarro e a dor nas costas</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo, a pesquisa científica vem mostrando uma ligação estreita entre tabagismo e risco aumentado de dor lombar, doença do disco intervertebral e mais complicações pós-operatórias após as cirurgias de coluna.</p>
<p>Um novo estudo – Smoking Cessation Related to Improved Patient-Reported Pain Scores Following Spinal Care  – publicado no The Journal of Bone  &#038; Joint Surgery, revela que fumantes que sofrem com problemas de coluna sentiram mais dores do que pacientes com transtorno da coluna vertebral que pararam de fumar durante o tratamento.</p>
<p>O tabagismo já foi identificado como um fator de risco modificável para doenças que provocam dores crônicas. Neste novo estudo, os pesquisadores revisaram o histórico de tabagismo e de dor de mais de 5.300 pacientes com dores axiais (costas) ou radiculares (perna), que passaram por tratamento, cirúrgico ou não, durante um período de oito meses.</p>
<p>No momento do atendimento, pacientes que nunca fumaram e ex-fumantes relataram significativamente menos dor nas costas do que fumantes e do que aqueles que pararam de fumar durante o período de estudo. A pesquisa também traz diversas informações importantes para os que sofrem com dores na coluna:</p>
<p>• Aqueles que deixaram de fumar durante o estudo relataram uma melhora significativa na dor nas costas em comparação aos que continuaram a fumar;<br />
• A média de melhora na classificação de dor foi clinicamente mais significativa nos pacientes não fumantes;<br />
• O grupo que continuou fumando durante o tratamento não obteve melhora clínica significativa da dor relatada;<br />
• Usando o Índice de Incapacidade de Oswestry (parâmetro mais comumente utilizado para avaliação da dor lombar), uma melhora média maior foi observada em pacientes que nunca fumaram em comparação aos pacientes que ainda fumavam durante o estudo.</p>
<p>Tabagismo x cirurgia de coluna</p>
<p>Todos conhecem a influência do fumo no câncer de pulmão, em outros tipos de câncer e nas enfermidades cardíacas. “Entretanto, a maioria das pessoas não sabe que existe uma relação causal entre o tabagismo e as complicações pós-cirúrgicas”, diz o neurocirurgião, especialista em coluna, Eduardo Iunes (CRM-SP 119.864).</p>
<p>Uma das vilãs é a nicotina, que além de causar a dependência, tem efeito vasoconstritor na microcirculação sanguínea. Ou seja, reduz o diâmetro dos pequenos vasos, dificultando o aporte de oxigênio e de nutrientes que as células recebem por meio do sangue. A vasoconstrição causada pela nicotina e por outras substâncias contidas no tabaco comprometem o processo de cicatrização após as cirurgias e também interferem na consolidação de fraturas, pois prejudica a produção de colágeno pelo organismo. </p>
<p>Além de reduzir a oxigenação do fluxo sanguíneo e retardar o processo de recuperação no pós-operatório, o cigarro também compromete o sistema respiratório, deixando o paciente mais suscetível às infecções, problemas de cicatrização, necrose e intercorrências referentes à anestesia, trombose e embolias.</p>
<p>“Se o paciente é fumante e precisa passar por uma cirurgia da coluna vertebral, certamente, o cirurgião recomendará a este paciente que pare de fumar. Ao parar de fumar antes da cirurgia, o paciente dará ao próprio corpo uma maior chance de cura, que pode realmente afetar o sucesso global da sua cirurgia. Vamos a um exemplo: para pacientes que necessitam se submeter a uma cirurgia de fusão da coluna vertebral, para de fumar é fundamental, pois o tabaco impacta negativamente a taxa de fusão bem sucedida”, explica Eduardo Iunes.</p>
<p>Fonte: Jornal Brasil</p>
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		<item>
		<title>Entrevista: fisioterapeuta explica o método utilizado no ITC Vertebral</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 12:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Angela Lepesquer, fisioterapeuta especialista em coluna vertebral e representante da Associação Brasileira de Coluna Vertebral em Brasília, concedeu nesta semana &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/entrevista-fisioterapeuta-explica-o-metodo-utilizado-no-itc-vertebral/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/entrevista-fisioterapeuta-explica-o-metodo-utilizado-no-itc-vertebral/">Entrevista: fisioterapeuta explica o método utilizado no ITC Vertebral</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Angela Lepesquer, fisioterapeuta especialista em coluna vertebral e representante da Associação Brasileira de Coluna Vertebral em Brasília, concedeu nesta semana uma entrevista à Rádio Nacional.</p>
<p>Durante a conversa, a fisioterapeuta do ITC Vertebral de Brasília apresentou o conceito do Instituto, o método RMA da Coluna Vertebral, os hábitos que causam problemas na coluna, as profissões mais afetadas, avaliações físicas, prevenção e a relação terceira idade x dor nas costas.</p>
<p>Ela também frisa a questão da cirurgia, em que apenas 13% dos casos é necessária enquanto o restante pode ser tratado com métodos não-cirúrgicos.</p>
<p>Confira agora a entrevista completa e tire todas as suas dúvidas sobre o tratamento do ITC Vertebral.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/F8zMumRSE_c" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A unidade do ITC Vertebral de Brasília fica na SHIS Qi 5, Conjunto 3. O telefone é o (61) 3248-0951. Confira as outras unidades do ITC Vertebral <a href="http://www.herniadedisco.com.br/unidade/?id=28">aqui</a>.</p>
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		<title>Dúvidas mais frequentes</title>
		<link>http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/duvidas-mais-frequentes-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=duvidas-mais-frequentes-2</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 12:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ITC Vertebral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Frequentemente recebemos e-mails e mensagens com dúvidas sobre o tratamento do ITC Vertebral e perguntas sobre exercícios físicos e cuidados &#8230; <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/duvidas-mais-frequentes-2/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p><p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/duvidas-mais-frequentes-2/">Dúvidas mais frequentes</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Frequentemente recebemos e-mails e mensagens com dúvidas sobre o tratamento do ITC Vertebral e perguntas sobre exercícios físicos e cuidados com a coluna. Selecionamos as mais comuns:</p>
<p><strong>Como é feito o tratamento?</strong><br />
Primeiro se faz necessário realizar uma avaliação fisioterapêutica, através da qual conheceremos melhor o caso e as necessidades terapêuticas dele. Depois disso, direcionamos o tratamento dentro da nossa metodologia, através de técnicas de Fisioterapia Manual, Mesa de Tração eletrônica, Mesa de Descompressão dinâmica e Estabilização Vertebral. No final do tratamento, o paciente é encaminhado para o Pilates ou para a Musculação, para manutenção dos resultados alcançados. O paciente recebe também da nossa equipe de fisioterapeutas orientações de posturas e posições corretas para suas atividades profissionais e domésticas.</p>
<p><strong>O tratamento é contra-indicado para pessoas idosas?</strong><br />
Não, o tratamento é adaptado para as condições clínicas e físicas dos pacientes. Através da história clínica, do exame físico e dos exames de imagem podemos determinar a conduta de tratamento dos pacientes.</p>
<p><strong>Tenho hérnia de disco e gostaria de saber quais alongamentos e exercícios posso fazer em casa</strong><br />
Nossa sugestão é passar por uma avaliação com um profissional de Fisioterapia ou de Educação Física para que se possa identificar as limitações e os exercícios necessários. É importante destacar os exercícios de fortalecimento dos músculos responsáveis pela sustentação da coluna, tranverso do abdômen e multífidos.</p>
<p>Leia mais no nosso espaço &#8220;Tire suas dúvidas&#8221;, clicando <a href="http://www.herniadedisco.com.br/categoria/tire-suas-duvidas/">aqui</a>. </p>
<p>O post <a href="http://www.herniadedisco.com.br/espaco-dr-coluna/artigos/duvidas-mais-frequentes-2/">Dúvidas mais frequentes</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.herniadedisco.com.br">Hérnia de Disco e fisioterapia para coluna vertebral</a>.</p>]]></content:encoded>
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