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Síndrome do pinçamento no ombro, decorrente da prática esportiva: uma revisão bibliográfica


A sobrecarga repetitiva decorrente de algumas práticas esportivas, sobre a articulação do ombro pode ocasionar lesões agudas e crônicas. O presente levantamento bibliográfico tem como objetivo verificar as causas e incidências dos aspectos relacionados à principal lesão crônica, a qual acomete a articulação do ombro dos atletas, que é chamada de Síndrome do Pinçamento. Fatores como, esporões degenerativos, espessamento crônico da bursa, depósitos crônicos de cálcio, tensão da cápsula posterior do ombro, frouxidão ligamentar e hipovascularização do tendão do supra-espinhoso, juntamente associado à atividade que envolva elevação do ombro acima dos 90 graus, têm sido apontados como fatores importantes na incidência desta patologia.

 

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Fonte: unesp

 

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LESÕES OCUPACIONAIS AFETANDO A COLUNA VERTEBRAL EM TRABALHADORES DE ENFERMAGEM


Através do levantamento das comunicações de acidente do trabalho (CAT) de um hospital universitário no período de janeiro de 1990

a dezembro de 1997, analisou-se determinadas características da ocorrência de acidentes do trabalho relacionados com a coluna vertebral em trabalhadores de enfermagem. Verificou-se que nesse período foram notificados 531 acidentes e 37 (7,0%) destes eram acidentes típicos que comprometeram a coluna vertebral. Os resultados indicam subnotificação do acidente e que a categoria mais acometida foi o atendente de enfermagem. Os acidentes ocorreram principalmente pela movimentação e transporte de equipamentos e pacientes e pelas quedas.

Fonte:scielo

lesoe-ocupacionais

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O IMPACTO DE UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON


A doença de Parkinson (DP) é uma doença crônico-degenerativa do sistema nervoso central que afeta 1 em cada 1.000pessoas acima de 65 anos e 1 em cada 100 acima de 75 anos. Indivíduos com DP apresentam bradicinesia, tremor, rigidez, diminuição da força muscular e da aptidão física, alterações cognitivas, tendência ao isolamento e depressão. Tais alterações favorecem o sedentarismo, a dependência e a piora na qualidade de vida (QV). Objetivos: Avaliar o impacto de um programa de fortalecimento muscular e condicionamento aeróbio na função e na QV de parkinsonianos.

artigo

Fonte: fisionet

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Análise da resistência externa e da atividade eletromiográfica do movimento de extensão de quadril realizado segundo o método Pilates


Alguns procedimentos de fisioterapia nos quais os exer­cícios de Pilates têm sido usados incluem fins terapêuticos, reeducação neuromuscular, atividade funcional e estabilização da região lombar pélvica3,12,13. Entretanto, o critério de escolha das variáveis (posição do indivíduo e posicionamento de mola) que modulam a sobrecarga dos exercícios no Pilates ainda vem sendo realizado por meio de avaliações subjetivas. Por outro lado, o conhecimento do torque de resistência (TR) que um de­terminado exercício oferece juntamente com informações refe­rentes à ativação muscular também deveriam ser considerados como critérios de escolha de exercícios.

Fonte: scielo

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A relação do ângulo da articulação metatarsofalangeana e de medidas antropométricas com a postura dos pés de idosos


Os pés precisam ser uma base firme para a manutenção da postura ereta e, ao mesmo tempo, elásticos e flexíveis o bastante para absorver forças reativas do solo e gerar propulsão. Os pés atuam, ainda, como sensores do solo e participam das estratégias de equilíbrio corporal

.As alterações morfológicas, biomecânicas e funcionais dos pés que ocorrem com o envelhecimento podem gerar lesões e incapacidades. Um exemplo dessas alterações é o valgismo do hálux.

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fonte: scielo

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BIOMECÂNICA DA ARTICULAÇÃO COXO-FEMORAL


Anatomia

A articulação da coxo-femoral é formada pela cabeça do fêmur, que roda dentro do acetábulo formado pelos ossos da bacia;, a cabeça do fêmur e o acetábulo são recobertas por uma camada de cartilagem, que ‚ uma substância branca com aproximadamente 3 milímetros de espessura.

Geralmente não é possível identificá-la com precisão, pois encontra-se em meio a grandes massas musculares, o que o torna dificilmente perceptível.

* BIOMECÂNICA DA COXO-FEMORAL

O quadril é uma articulação proximal do membro inferior, é uma articulação muito importante para a tomada do peso da marcha .Seus movimentos realizados por uma única articulação, denominada articulação coxo - femoral, esta possui três eixos e três graus de liberdade.

>> Um eixo transversal: situado no plano, onde se efetuam os movimentos de flexão e extensão;

>> Um eixo vertical: este eixo longitudinal permite os movimentos de rotação externa e rotação interna.

>> Um eixo ântero: posterior: situado no plano sagital , onde efetua-se de abdução e adução.

O ângulo entre o eixo do colo femoral e o corpo do fêmur normal é 125 graus. Um ângulo patologicamente maior é chamado de coxa valga e um ângulo patologicamente menor coxa vara.

* MOVIMENTOS

1) FLEXÃO: A amplitude da flexão é variável de acordo com vários fatores. A flexão ativa do quadril é menos ampla que a flexão passiva.

A posição do joelho intervém igualmente na amplitude da flexão , enquanto o joelho está estendido , a flexão não é maior que 90 graus enquanto que com o joelho fletido , ela atinge ou ultrapassa os 120 graus.

Se as duas articulações do quadril são fletidos passiva e simultaneamente, enquanto os joelhos são fletidos, a face anterior das coxas entram em contato com o tronco pois, na flexão das articulações coxo femurais, associa-se a báscula do quadril para trás pela retificação da lordose lombar.

2) EXTENSÃO: A extensão leva o membro inferior para trás do plano frontal. O músculo extensor do quadril estão situados atrás do plano frontal que passa pelo centro da articulação, os extensores do quadril tem a função de estabilizar a pelve no sentido ântero-posterior. Na marcha normal a extensão do quadril é realizada pelos ísquios-tibiais, na corrida ou caminhada em terreno aclive o glúteo maior é indispensável.

Quando há o tensionamento do ligamento ílio-femoral . A extensão ativa é menos ampla que a passiva, quando o joelho está estendido a extensão é 20 graus mais ampla do que quando esta fletido. Isso se deve ao fato do músculo ísquios-tibiais perderem a sua eficiência enquanto realizam a extensão do quadril, pois eles utilizam grande parte de seu percurso para flexão do joelho.

A extensão passiva é de somente 20 graus na abertura anterior, ela atinge 30 graus quando o membro inferior é fortemente puxado para trás. A extensão do quadril é notavelmente aumentada pela báscula anterior da pelve, graças a uma hiperlordose lombar.

Essas amplitudes dadas referem-se a um indivíduo não treinado , pois elas podem ser aumentadas pelo exercícios e pelo treinamento.

3) ABDUÇÃO: A abdução leva o membro inferior diretamente para fora e o afasta do plano de simetria do corpo. Os músculos abdutores do quadril estão situados por fora do plano sagital que passa pelo centro da articulação e cujo trajeto passa por fora e acima do eixo ântero-posterior de adução e abdução contido neste plano.

Para obter uma abdução direta, sem nenhum componente parasita é necessário que toda musculatura entre em contração antagonista-sinérgica equilibrada.

A abdução de um quadril é acompanhada automaticamente de uma abdução igual no outro quadril, ficando nítido a partir de 30 graus, amplitude na qual se começa a observar a báscula da pelve . Observa-se que nesta posição cada um dos quadris está com 15 graus de abdução .
No graus de abdução máximo o ângulo entre os membros inferiores é de 90 graus, assim cada quadril está em um ângulo de 45 graus A abdução está limitada pelo apoio ósseo do colo femoral sobre a borda coloideana, mas antes disso intervém os músculos adutores e os ligamentos ílio e pubo-femorais.

Com o exercício e o treinamento é possível aumentar notavelmente a amplitude pois os indivíduos treinados podem atingir os 180 graus que na realidade, não se trata mais da abdução pura, pois para distender os ligamentos, temos a báscula para frente da pelve.

4) ADUÇÃO: A adução leva o membro inferior para dentro e o aproxima do plano de simetria do corpo. A adução do quadril é realizada por movimentos combinados como; adução e extensão do quadril, adução e flexão do quadril, adução com flexão e rotação externa, sendo esta a posição mais instável, e adução de um quadril e abdução do outro .

Estes movimentos são necessários para assegurar o equilíbrio do corpo.

Os músculos adutores são numerosos e fortes , passam por baixo e por dentro do eixo ântero - posterior de abdução-adução, situado no plano sagital.

Estes movimentos de adução combinada, a amplitude máxima de adução é de 30 graus.

5) ROTAÇÃO: Os movimentos de rotação longitudinal do quadril efetuam-se em torno do eixo mecânico do membro inferior

A rotação externa é o movimento que leva a ponta do pé para fora, enquanto que a rotação interna leva a ponta do pé para dentro.

Estando o joelho completamente estendido, não existe a seu nível nenhum movimento de rotação, e somente o quadril é responsável por esse movimento.

Em decúbito ventral, a posição de referência é obtida quando a perna fletida em ângulo reto está vertical

A partir desta posição quando a perna se inclina para fora, mede-se rotação interna, cuja a amplitude total é de 30 a 40 graus.

Quando a perna se inclina para dentro mede-se rotação externa, cuja amplitude total é de 60 graus.

Em posição de ¨Buda¨ a rotação externa combina-se com a flexão que ultrapassa 90 graus de uma abdução

Os músculos rotadores externos do quadril são numerosos e potentes cujo seu trajeto cruza por trás do eixo vertical do quadril, os músculos rotadores internos são mais fracos, e seu trajeto passa anteriormente ao eixo vertical do quadril.

6) CIRCUNDUÇÃO: Como para todas as articulações de três graus de liberdade, o movimento de circundução do quadril define-se como sendo a combinação dos movimentos elementares simultaneamente em trono dos três eixos.

Plano sagital, no qual efetuam-se movimentos de flexão-extensão.

Plano frontal, no qual acontece o movimento de abdução e adução e plano horizontal.

A circundução levada a sua amplitude extrema, forma no espaço um cone irregular, cujo o vértice é ocupado pelo centro da articulação coxo-femoral. É o cone de circundução.

* ESTABILIDADE

Os músculos representam um papel importante e essencial na estabilidade do quadril , desde de que a sua direção seja transversal.

Os músculos cuja direção é semelhante à do colo do fêmur forçam a cabeça do fêmur para o acetábulo, isso também é verdadeiro para os pelvitrocanterianos e o obturador externo, isto também acontece com os glúteos, principalmente o pequeno e o médio cujo componente de coaptação é importante e que devido a sua potência representam papel primordial, por esta razão nós o denominamos músculos sustentadores do quadril.

BIBLIOGRAFIA

SETTINERI, Luiz Irineu Cibils - Biomecânica - Noções Gerais - Editora Atheneu - 1988

Obs.:
- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.
Trabalho realizado por:
Janice Martins Gomes
Mariana Pires da Rocha
fonte: fisioweb

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Avaliação das formas de prevenção da pubalgia em atletas de alto nível - uma revisão bibliográfica


Em razão da pubalgia afetar muitos esportistas, a existência de um trabalho preventivo na preparação de atletas adquire extrema importância, principalmente em relação aos de alto nível, para os quais a lesão significa um grande prejuízo financeiro tanto para sua carreira quanto para o clube a que esta vinculado. Em razão disto, este trabalho procurou verificar as formas e parâmetros de prevenção desse tipo de inflamação, assim como verificar a eficácia destes métodos por meio de revisão de literatura.

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Fonte: uninove acesso 07-08-2009

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AVALIAÇÃO ISOCINÉTICA DA FUNÇÃO MUSCULAR DO QUADRIL E DO TORNOZELO EM IDOSOS QUE SOFREM QUEDAS


Este artigo analisa o impacto da função muscular dos membros inferiores sobre as quedas em uma população de idosos.Os participantes foram 30 idosos, 14 que não haviam sofrido quedas e 16 que já haviam sofrido quedas nos últimos 6 meses, selecionados aleatoriamente no ambulatório de geriatria de um hospital universitário. Todos foram submetidos à avaliação demográfica e clínica e ao teste de função muscular no Dinamômetro Isocinético Biodex.

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Fonte: Bireme acesso dia 27-07-09

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Tendinopatia Patelar


Trata-se de uma revisão bibliográfica, onde será analisado alguns aspectos relevantes da tendinopatia patelar. Primeiramente um pequeno resumo acerca da estrutura e anatomia do tendão patelar e posteriormente algumas considerações sobre os aspectos epidemiológicos e etiológicos da tendinopatia patelar serão observados. Numa segunda fase, serão descritas as principais alterações que ocorrem no tendão patelar. Face aos resultados desses mesmos estudos, são apresentadas algumas considerações acerca dos termos que melhor classificam as tendinopatias. No fim, é feita uma breve alusão aos procedimentos mais utilizados no tratamento conservador da tendinopatia patelar, apresentando-se algumas das evidências científicas disponíveis sobre os mesmos.

Download do artigo: tendinopatia-patelar

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I Simpósio de joelho, coluna e ombro


Data: 08 e 09 de maio de 2009
Local: Hotel Oasis Atlântico - Fortaleza/CE


Palestrantes Convidados

Dr. Adson Sá - Ortopedista
Dr. Agripina Magalhães - Ortopedista
Dr. Cláudio Régis Silveira - Imaginologista
Dr. Eduardo Guedes - Ortopedista
Dr. Fernando Façanha Filho - Ortopedista
Dr. Gustavo Pires - Ortopedista
Dr. Herculano Sabino - Ortopedista
Dr. Manuel Diógenes - Ortopedista
André Parente - Fisioterapeuta
Helder Montenegro - Fisioterapeuta
Isidro Marques - Fisioterapeuta
Jorge Brandão - Fisioterapeuta
Maurício Garcia - Fisioterapeuta - Instituto Cohan/SP
Rochelle Demétrio - Fisioterapeuta
Ressman Cavalante - Professor de Educação Física
Walter Cortêz - Professor de Educação Física

Inscrições

. À vista Parcelado 1º Vencimento 2º Vencimento
Profissional R$ 150,00 2 X R$ 75,00 30/03/09 30/04/09
Estudante R$ 120,00 2 X R$60,00 30/03/09 30/04/09
Sócio Profissional R$ 120,00 - - -
Sócio Estudante R$ 90,00 - - -

Para mais informações e inscrições, acesse: www.fisioterapiamanual.com.br

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Instituto Krion Campolim manaus vitoria eduardo

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