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22 de fevereiro de 2010 (Bibliomed). A caminhada progressiva - aliada ao tratamento com sulfato de glucosamina - pode ajudar as pessoas a melhorar os sintomas de artrose, segundo pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália. Em artigo publicado na revista médica Arthritis Research and Therapy, os especialistas destacaram que pacientes que caminham pelo menos duas series de 1.500 passos em três dias da semana relatam bem menos dor da artrite e, significativamente, melhor função física.
Avaliando 36 pacientes com artrose - todos receberam suplemento de sulfato de glucosamina - os pesquisadores atestaram a eficácia de um programa de caminhada orientada para reduzir os sintomas da doença. Os pacientes que participaram do programa - que incluía um guia de caminhada, um pedômetro (aparelho que mede distâncias e passos), folhas de registro de exercícios e planejamento semanal -, seja caminhando três ou cinco dias por semana, apresentaram significativa melhora nos sintomas da doença inflamatória.
“As descobertas oferecem evidência preliminar de que os pacientes com osteoartrite podem se beneficiar da combinação de sulfato de glucosamina e o exercício de 3 mil passos de caminhada por dia, em séries de pelo menos 1.500 passos, pelo menos três dias por semana”, destacou o pesquisador Kristiann Heesch. Os especialistas destacam que essa quantidade de exercícios é menos do que a das recomendações atuais de atividades físicas para a população geral, mas acompanha as recomendações para pessoas com artrite. Antes da prática, porém, os pacientes devem procurar um especialista.
Fonte: Gazetaweb Acesso: 10-03-2010
São Paulo - O fisioterapeuta Helder Montenegro afirma que a hérnia de disco pode ser curada por meio de tratamentos convencionais combinados com exercícios. Ele faz o alerta ao dizer que muitos médicos insistem apenas na cirurgia, sem avaliar se outros métodos poderiam ser eficazes.
“Embora haja novas técnicas cirúrgicas menos invasivas, se o paciente não cuidar da coluna pós-cirurgia poderá sofrer novamente com a hérnia. O que temos visto atualmente são diversas pesquisas mostrando a eficácia de tratamentos convencionais combinados com exercícios - como pilates e musculação - e, em alguns casos, medicamentos, sempre receitados por um médico.”
De acordo com Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, a aplicação da técnica da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral, que une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão, tem apresentado resultados satisfatórios.
“Por isso, temos insistido na conscientização dos pacientes: em vez de optar logo no primeiro momento pela cirurgia - dependendo do caso, claro -, eles deveriam investir no tratamento convencional aliado a exercícios, sempre com orientação de um profissional”, conclui.
Fonte: Abril Acesso: 04-02-2010
O sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de dores lombares, segundo estudo publicado na edição de dezembro da revista American Journal of Epidemiology. Os resultados de uma revisão de estudos sobre o assunto indicou que obesos e pessoas com sobrepeso têm mais forte associação com a busca de ajuda para alívio da dor lombar baixa e dor lombar crônica.
Avaliando essa relação através de uma pesquisa nas bases de dados Medline e Embase até maio de 2009, os pesquisadores encontraram 95 estudos sobre o assunto, dos quais 33 incluídos na análise. E, segundo os autores, nos estudos transversais a obesidade esteve associada com uma maior prevalência de dor lombar baixa nos 12 meses anteriores ao estudo (OR 1,33), busca de atendimento para dor lombar (OR 1,56) e dor lombar crônica (OR 1,43).
Os resultados mostraram que, comparadas com pessoas com peso normal, aquelas com sobrepeso tiveram uma maior prevalência de dor lombar baixa, mas uma menor prevalência em comparação a pessoas obesas. Em estudos de coorte, apenas a obesidade esteve relacionada com um aumento na incidência de dor lombar baixa por mais de um dia nos 12 meses anteriores (OR 1,53). Além disso, os resultados permaneceram consistentes após ajuste para a limitação da análise a estudos que realizaram controle para outros fatores que poderiam influenciar na dor lombar.
Fonte: uol
A junção de técnicas de fisioterapia manual e aparelhos ajuda a reabilitar a musculatura
Um te deixa mais ágil, forte, belo. Exatamente por isso, todos só costumam dar atenção a ele. O outro é pequenino, discreto, conhecido e reconhecido por poucos. Estamos falando de dois tipos de músculos, com funções absolutamente distintas.
O primeiro é o chamado músculo dinâmico. Espalhado por todo o corpo humano, é ele o responsável pelos movimentos mais atléticos. Correr, saltar, levantar e arrastar pesos seria impossível sem eles. Poderosos, não? Bom, talvez nem tanto. Esses músculos precisam renovar suas energias, pedem descanso após as atividades físicas que ajudam a desempenhar. Do contrário, não funcionariam mais. É exatamente por isso que ficamos exaustos após muita malhação.
O outro tipo de musculatura diz respeito aos músculos profundos e posturais da coluna vertebral. Ao contrário dos dinâmicos, esses não deveriam se cansar. Trabalham vinte e quatro horas por dia, responsáveis naturais pela sustentação corporal. Eles ficam escondidos entre as vértebras da coluna, atravessados por nervos que, se ficam muito comprimidos, acabam provocando dores capazes de tornar a vida de qualquer pessoa um inferno.
´Esses músculos bem pequenos cruzam apenas uma articulação, têm apenas uma função - ou lateroflexão, ou extensão ou rotação -e estão bem juntos da coluna. Já os dinâmicos são grandes. Os músculos profundos servem para agüentar o tranco. Você passa o dia em pé. Se não tivesse esses músculos, é provável que se fatigasse facilmente´, explica o fisioterapeuta Helder Montenegro.
No entanto, conforme o especialista, os músculos profundos também podem se exaurir e se enfraquecer, seja por traumas, doenças sistêmicas, entre outros fatores que acabam provocando a temida (porém comum) dor nas costas.
Montenegro dirige uma clínica, em Fortaleza - com franquias espalhadas pelo Brasil -, especializada no tratamento denominado Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral (RMA), programa criado por ele. Para libertar o paciente da dor, o trabalho se concentra basicamente em melhorar o grau de mobilidade músculo-articular da coluna e diminuir a compressão no complexo disco-vértebras e facetas - estruturas responsáveis por sua flexibilidade.
Fonte: diariodonordeste
A dor na coluna (DC) está entre os sintomas clínicos mais comuns entre os adultos e idosos em todo o mundo. OBJETIVO: Este trabalho tem como principais objetivo estudar no Brasil o ciclo vital da prevalência da DC, desde adulto jovem até idosos, numa perspectiva epidemiológica, comparar os resultados de dois inquéritos domiciliares e estudar fatores associados à dor da coluna.
Fonte:scielo
O vendedor autônomo Vítor Barbosa sentia dores nas costas, mas nem imaginava o que poderiam ser. Até que precisou viajar de ônibus para Mossoró (RN) e sentiu o sufoco que foi passar tantas horas sentado. O problema era uma hérnia de disco, tão séria que, primeiro, ele ficou mancando, e depois não conseguia andar sozinho. De agosto pra cá, Vítor vem fazendo tratamento. “Com a fisioterapia, acredita-se que eu posso voltar ao normal, andando sem problemas”, falou.
O Hospital Getúlio Vargas (HGV), que é referência em ortopedia no Recife, recebe muitos pacientes com a mesma doença. Edmilson Soares, auxiliar de cozinha, tem duas sessões semanais com a fisioterapeuta. Há seis meses, ele não aguenta trabalhar, porque a dor é forte demais. O movimento das pernas foi comprometido.
“Há seis meses que estou assim, sem fazer nada. Não posso nem pegar peso”, disse Edmilson. Para ajudar a conter a dor, ele é tratado com um equipamento que emite corrente elétrica - um leve formigamento que tem função analgésica. “Ele [Edmilson] tem uma crise muito intensa de dor, e usamos isso para aliviar”, explicou a chefe do Serviço de Fisioterapia do HGV, Rejane Figueiredo.
Já Severino José Matias só consegue andar de muleta. Ele usa um colete para sentir um pouco de alívio, e também precisou interromper o trabalho. “Eu sinto dor constante. Tenho que tomar remédio. Faço fisioterapia aqui, e tomo medicamento em casa”.
Mas de onde vem a dor da hérnia? O disco é uma espécie de articulação que fica entre as vértebras da coluna. Ele amortece os impactos e permite o movimento. Só que, às vezes, acontece um desgaste, como se parte do disco saísse da coluna: é a hérnia. Ela pode comprimir o nervo ciático que vai da coluna até o pé. O ortopedista Túlio Rangel explica que há prevenção e tratamento.
“O ideal é repouso e fisioterapia. É inaceitável não ter uma atividade física regular. Também é preciso controlar o tabagismo, além evitar permanecer muito tempo na mesma posição. É, na verdade, uma mudança de postura, de conduta de vida”, explicou.
Para conseguir atendimento no Hospital Getúlio Vargas, primeiro é preciso ser encaminhando por um médico e levar os exames que diagnosticaram a hérnia de disco. Por isso, o recomendável é procurar primeiro atendimento num posto de saúde mais perto de casa.
Fonte: pe360graus Acesso: 20-01-2010
As pessoas que fumam, especialmente os mais jovens, têm mais chances de apresentar dores lombares do que aquelas que nunca fumaram, segundo estudo publicado este mês no American Journal of Medicine. Examinando dados de 40 estudos envolvendo mais de 300 mil adultos e adolescentes, pesquisadores finlandeses concluíram que o tabagismo está “modestamente” associado com o risco de dor lombar – que afeta oito em dez adultos em algum momento da vida –, e os efeitos podem ser “parcialmente reversíveis”.
“Os fumantes atuais têm apenas 31% maior risco de dores lombares, comparados com aqueles que nunca fumaram, mas esta estimativa é apenas para dor na parte inferior das costas por um dia ou mais durante os 12 meses anteriores”, destacou Rahman Shiri, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional. Segundo os autores, essa associação seria ainda mais forte para a dor crônica e incapacitante, embora nenhum estudo tenha determinado se seria uma relação de causa e efeito.
De acordo com os autores, os resultados apontaram, ainda, uma maior vulnerabilidade dos mais jovens aos efeitos do cigarro, porque a associação entre o tabagismo e a dor foi mais forte entre os adolescentes pesquisados, comparados aos adultos. Uma explicação para esses resultados seria a maior facilidade em identificar e estudar a lombalgia em pessoas mais jovens. Outro resultado interessante da pesquisa é a possibilidade de reversão desses efeitos, pois os participantes que haviam parado de fumar pareciam procurar menos atendimento para a lombalgia do que os fumantes.
Os cientistas ainda não sabem as razões da associação entre o tabagismo e as dores lombares, mas apontam uma série de possíveis explicações, incluindo a redução do suprimento de sangue à coluna, o aumento do risco de osteoporose e o aumento da circulação de substâncias tóxicas e inflamação pelo organismo. Por isso, mais estudos são necessários.
Fonte: gazetaweb;American Journal of Medicine. Janeiro de 2010.
O Conceito Mulligan foi originado pelo Fisioterapeuta Brian Mulligan, formado na Nova Zelândia em 1954, engajado no interesse em terapia manual por Stanley Paris, ainda na década de 60. Aluno dedicado do norueguês Fred Kaltenborn, estabeleceu contatos com os principais expoentes internacionais da terapia manual, tais como Maitland, Cyriax, Elvey, McKenzie.
Vem ensinando seus conceitos desde 1972 em diversos países como Nova Zelândia, Austrália, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Singapura, Portugal, sendo hoje uma das mais utilizadas técnicas de tratamento dentro da terapia manual.
Seu conceito baseava-se na teoria da falha posicional. Quando temos uma lesão ou injúria, a articulação poder assumir uma posição ligeiramente anormal, muitas vezes invisível em exames, e estas pequenas falhas posicionais levariam a restrições de movimento resultando em dor.
O tratamento fisioterapêutico das lesões músculo-esqueléticas progrediu desde sua fundamentação na ginástica corretiva e exercício ativo até movimentos fisiológicos passivos e acessórios aplicados pelo fisioterapeuta. O conceito de Brian Mulligan de mobilizações com movimentos(mobilizations with movement – MWM’S) nas extremidades e deslizamentos apofisários naturais sustentados(mantidos) na coluna vertebral(sustained natural apophyseal glides – SNAGS) constituem o caminho lógico dessa evolução. A aplicação concomitante de movimentos acessórios livres de dor pelo fisioterapeuta e a geração de movimentos ativos fisiológicos livres de dor pelo paciente, formam o princípio primário que norteiam o conceito de Mulligan.
Algumas particularidades da técnica de SNAGS:
- Realizadas com carga;
- são mobilizações combinadas com movimentos ativos ou passivos;
- seguem as regras de mobilização de Kaltenborn;
- são sustentadas e necessitam de uma pressão mais intensa no final do arco
- podem ser aplicadas a todas as articulações da coluna vertebral;
- são indolores quando realizadas corretamente e bem indicadas clinicamente
Podemos destacar além das técnicas citadas (MWM, SNAGS):
- NAGS (natural apophyseal glides);
- SMWAM (Mobilização sustentada da coluna com movimentação do membro superior – Mobilizações neuro-meníngeas);
- SMWLM (Mobilização sustentada da coluna com movimentação dos membros inferiores – Mobilizações neuro-meníngeas);
- Técnicas especiais para cefaléias, vertigens, náuseas, sintomas oriundos da artéria vértebro-basilar.
Fonte: terapia manipulativa
Fundado em 2006, em Fortaleza, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral tem ampliado a sua atuação no mercado de saúde brasileiro por meio da Técnica da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral. Depois de anos de pesquisa nos Estados Unidos e Europa, o fisioterapeuta e o osteopata Helder Montenegro criou um programa de tratamento que associa Fisioterapia Manual na coluna vertebral com equipamentos de tração e descompressão das estruturas e o uso de aparelhos que estimulam o fortalecimento dos músculos profundos da coluna vertebral.
“Neste ano, nós duplicamos o número de unidades franqueadas. Iniciamos em Fortaleza, São Paulo, Sorocaba e Manaus e agora inauguramos no Rio de Janeiro, Natal, Vitória e São Luis e Santos. No ano de 2010 inauguraremos mais nove unidades no primeiro semestre, nas seguintes cidades: Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Teresina, Campo Grande e mais três unidades em São Paulo”, afirma o fisioterapeuta osteopata Helder Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
“O pioneirismo da técnica foi justamente fazer com que os fisioterapeutas potencializassem os resultados já obtidos por cada uma delas individualmente. O protocolo se completa ao incluirmos a musculação e o Pilates como exercícios fundamentais para a manutenção do resultado obtido”, explica o fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral. “Isso porque se não houver o comprometimento do paciente, nenhuma técnica será eficaz.”
Outros países
A técnica da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral tem ganhado visibilidade também em outros países como: Inglaterra, Holanda, Argentina, Chile e Venezuela que apresentaram interesse em ter a franquia do ITC Vertebral.
“Percebemos que os fisioterapeutas, inclusive fora do Brasil, querem ir além da fisioterapia convencional, combinando protocolos já existentes para obterem melhores resultados. Em Portugal, o interesse em aplicar a técnica é muito grande, mas por enquanto o nosso foco é o Brasil, onde cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem com hérnia de disco e outros problemas relacionados à coluna que não precisam ser tratados cirurgicamente no primeiro momento”, explica Helder Montenegro, que recentemente foi até Portugal palestrar sobre as características deste protocolo.
Sobre o fisioterapeuta
Fisioterapeuta formado pela UNIFOR (Universidade de Fortaleza), Helder Montenegro foi integrante da equipe do Instituto Fazzi-Amatuzzi em São Paulo; contribuiu para o desenvolvimento da Fisioterapia Esportiva no Brasil sendo um dos primeiros fisioterapeutas a chefiar o departamento médico de um grande clube do futebol brasileiro (Ceará Sporting Clube 93/94); atuou como fisioterapeuta no futebol europeu durante uma pré-temporada no clube Galatasaray na Turquia (2000); contribuiu para a introdução e divulgação das técnicas de Fisioterapia Manual no Brasil, como professor de pós-graduação, ministrando cursos, palestras e promovendo em 2001 o I Congresso Internacional de Fisioterapia Manual; participou de cursos e estágios na Europa (Podoposturologia, Osteopatia, Cadeias Musculares) e nos Estados Unidos (Maitland e Programas científicos da Chattanooga Group utlizando Eletroterapia, Mesa de tração Triton DTS, Mesa de Flexão Ergostyle e Estabilização Vertebral) firmando, então uma parceria com este grande grupo e criando a técnica Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral que vem recebendo o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro através de convites para ministrar cursos e palestras como também a implantação de franquias.
Sobre o ITC Vertebral
O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, fundado pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Helder Montenegro, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação. Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. O ITC Vertebral possui clínicas em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos, Rio de Janeiro, Natal, Vitória e São Luís.
Fonte: Portaisdamoda Acesso: 03-01-2010
Hábitos simples previnem mal que impede 90% dos adultos de trabalhar ao menos um dia
Dores na coluna afetaram recentemente os cantores Roberto Carlos e Beth Carvalho, que precisaram alterar as programações de fim de ano devido ao problema. Segundo o comitê de coluna da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 90% dos adultos terão crise de dor nas costas que os impossibilitará de trabalhar pelo menos um dia. Dicas simples, no entanto, podem ajudar a evitar o problema.
“As pessoas passam muito tempo sentadas de forma errada, por exemplo. O ideal é que os pés estejam apoiados para que os joelhos fiquem levemente mais altos do que o quadril”, explica o vice-presidente do comitê, Sérgio Zylbersztejn. Segundo o ortopedista, outro cuidado necessário é não permanecer mais de uma hora sentado. “É importante se levantar para que os discos intervertebrais sejam reidratados e fiquem novamente em condições de suportar as pressões”.
Atender o telefone e apoiá-lo entre o pescoço e o ombro, por exemplo, é um grave erro, de acordo com a fisioterapeuta Marília Veras, do Studio Physius. “Esse hábito provoca dor na cervical que com o tempo pode se agravar.”
Outro erro muito comum que pode provocar dores na coluna é a postura errada ao pegar um objeto pesado do chão, como uma sacola ou caixa. “O correto é flexionar os joelhos, a agachar”, diz Marília.
Sapatos muito altos ou muito baixos também não são adequados. E eles devem ser confortáveis. “Quando o sapato machuca, a pessoa começa a mancar. Ela sai do eixo e isso pode causar dor no tornozelo, joelhos e coluna”, diz ela.
Já o hábito de espreguiçar é um grande aliado. “É um alongamento que solta as estruturas articulares e musculares. Isso ajuda a evitar contratura e estiramentos que travam a pessoa. O ideal é levantar com calma, deitar de lado, apoiar o braço e se levantar”, ensina a fisioterapeuta.
A prática de exercício físico é outra amiga da coluna. “A musculatura forte protege e segura a coluna”, diz Sérgio. Pilates, RPG e alongamentos também são boas opções.
Fonte: o dia online
POR PÂMELA OLIVEIRA
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