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A maneira de sentar, andar, permanecer em pé ou deitado determina não só a qualidade da postura, mas a qualidade de vida das pessoas. “O modo como cada indivíduo ‘carrega’ seu próprio corpo tem influência direta sobre a dor e pode comprometer a saúde como um todo”, alerta Lafayette Lage, especialista em quadril e medicina esportiva, diretor da Clínica Lage Ortopedia de Ponta.
Segundo o médico, a má postura afeta a posição de alguns órgãos internos, diminui o fluxo sangüíneo e pode prejudicar até mesmo a visão”, diz. De acordo com o ortopedista, todas as partes do corpo ficam em equilíbrio quando se tem boa postura.
“Em pé, é necessário que pescoço, ombros, coluna lombar, pélvis e quadril estejam todos alinhados. Sentado, enquanto o quadril suporta o peso do corpo, os pés devem estar totalmente apoiados no chão e a coluna deve receber todo suporte do encosto da cadeira”.
Desde cedo
Lage defende que desde a infância é importante aprender a ter bons hábitos posturais. “Grande parte das dores na fase adulta poderia ser evitada se as pessoas assumissem uma boa postura desde crianças. É muito importante corrigir casos em que a criança se apóia em uma só perna quando em pé, ou mesmo quando brinca sentada no chão sobre as pernas dobradas, ou ainda quando dorme de bruços. Tem adolescente que debruça metade do corpo sobre a carteira enquanto copia lições da lousa. Eles precisam de ajuda.”
Segundo o especialista, depois de anos cultivando hábitos nocivos ao deitar, sentar, parar ou andar, ossos e cartilagens sofrem um desgaste maior e localizado, sendo comum a pessoa começar a sentir dores agudas, como se fossem ‘pontadas’ ou ‘choques elétricos’ nas pernas, costas, ombros ou pescoço.
“A má postura na fase de crescimento, que vai do nascimento aos 20 anos, chega a ‘torcer os ossos’ levando a um encaixe assimétrico nas pontas dos ossos e sobrecarregando as cartilagens. Algumas vezes, este desencaixe é tão grave que chega a ser de difícil solução, levando a uma artrose (desgaste) precoce da articulação”.
Ao dormir
“Nós passamos quase um terço da vida dormindo. Daí a importância fundamental de adquirir bons hábitos posturais ao deitar”, diz Lafayette Lage. O ideal é permitir que a espinha permaneça em sua posição normal, com sua curva natural.
“Dormir de bruços deve ser combatido, já que a pessoa acaba não só forçando a coluna lombar, como também acaba entortando o pescoço. Essa é a razão por que muita gente acorda mal, mais cansada e dolorida. O ideal é dormir de lado, com um travesseiro que tenha a altura exata entre o ombro e o pescoço”.
E o médico dá mais uma dica:
“Colocar um pequeno travesseiro entre as pernas ligeiramente flexionadas também é aconselhável para que o repouso seja restaurador”, diz Lafayette Lage.
Sapatos
“Os pés devem receber uma atenção especial, já que contribuem para a boa postura. Usar calçados confortáveis é uma das primeiras medidas recomendadas quando o assunto é dor”, ressalta.
“Saltos altos, formatos apertados, ou modelos que ponham em risco a estabilidade da pessoa podem resultar em dores nas costas, cansaço extremo nas pernas, enfim, uma série de desconfortos que chegam ao consultório dos ortopedistas diariamente”.
Dicas para aliviar a dor
Lage chama atenção para a importância dos exercícios regulares para a manutenção da boa postura. “Há alguns exercícios simples que ajudam a fortalecer a musculatura, dando suporte à postura ideal”.
Confira: “Para treinar o corpo a manter o alinhamento adequado, deve-se sentar no chão, com as costas contra uma parede. Certifique-se de que a cabeça, os ombros e o quadril toquem a parede e permaneça na posição por alguns minutos. O ideal é repetir o exercício diariamente até que se aprenda a alinhar a coluna. O paciente pode aproveitar a posição para fazer meditação ou relaxamento, também”.
“Outra dica é adotar a posição anterior, tentando levantar e abaixar sem desencostar da parede”.
“Para exercitar a espinha, deite-se de costas, eleve os joelhos à altura peito, envolvendo-os com os braços. Role o corpo de um lado para o outro nessa posição, sem soltar, por algumas vezes seguidas”.
“Deitado de costas, repita os movimentos de bicicleta, com as pernas no ar. Pedale em grandes círculos, sem pressa e sem mover as costas”.
“Finalmente, acostume-se a caminhar como se fosse um militar em desfile, ou seja, barriga encolhida, ombros e cabeça alinhados com a bacia para quem olha de lado. Essas dicas visam fortalecer toda musculatura que sustenta a coluna, que são os músculos abdominais, glúteos e paravertebrais”.
Fonte: Cadernor Acesso: 02-09-2010
O antigo conceito de tração nas vértebras ganhou um toque de tecnologia, que garante maior precisão e eficiência no tratamento.
Quem nunca ouviu alguma história ou até mesmo a reclamação de alguém que sofre com dores e problemas na coluna? Pequenos descuidos durante as tarefas do dia-a-dia, como bolsa pesada, salto alto e postura inadequada, podem gerar este desconforto. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 85% da população terá pelo menos um episódio de dores nas costas ao longo da vida. E a parte mais complicada é o tratamento. Mas, e se este problema ganhasse uma solução mais eficaz? Em Campinas, a clínica de fisioterapia Roberto Serafim trouxe o que existe de mais moderno no tratamento de problemas na coluna. Trata-se de macas computadorizadas de tração e flexão-descompressão, que integram o programa de Reconstrução Músculo - Articular da Coluna Vertebral (R.M.A Vertebral).
O programa pioneiro de fisioterapia, criado pelo Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral), promove a descompressão das estruturas intervertebrais da coluna, bem como o fortalecimento específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral. O sucesso do tratamento se comprova pelos índices de aprovação. O R.M.A Vertebral solucionou 87% dos casos.
A técnica une fisioterapia manual, a tecnologia das mesas de tração eletrônica e de flexão-descompressão, do Stabilazer – equipamento que condiciona o paciente a usar os músculos profundos da coluna e transverso do abdômen – e exercícios específicos de musculação. Segundo o professor de fisioterapia e fundador do ITC, Helder Montenegro, primeiramente são trabalhados os sintomas para que o paciente inicie o tratamento sem dores. “No primeiro momento, vamos trabalhar para tirar a dor. Depois focamos no fortalecimento e damos orientações para que o paciente tome alguns cuidados no dia-a-dia. Esses cuidados, por serem preventivos, são fundamentais para qualquer pessoa, mesmo as que nunca sentiram dores”.
Em Campinas, o tratamento já está disponível na Clínica Roberto Serafim. Os profissionais passaram por um treinamento durante o último mês para que o atendimento seja completo. De acordo com o professor de Pós Graduação e fisioterapeuta Roberto Serafim, responsável por trazer a nova tecnologia à cidade, alguns pacientes já estão utilizando as macas e estão satisfeitos com os resultados. “Todas as etapas do tratamento apresentam comprovação científica. Por conta do desenvolvimento tecnológico das macas, o trabalho ganhou uma precisão que antes não havia no tratamento da coluna. Isso não só torna os resultados ainda mais eficazes como também garante uma maior segurança nos procedimentos fisioterápicos para as patologias da coluna vertebral”, explica Roberto Serafim.
Piloto de MotoCross nas horas vagas, o diretor comercial Leonardo Satoru Uratani, de 32 anos, sofreu duas lesões na cervical durante uma competição em julho de 2009. Depois de fazer tentativas com a fisioterapia convencional, resolveu experimentar o novo equipamento indicado pelo Dr. Roberto Serafim. “Já realizei 15 sessões e sinto os resultados em um tempo reduzido de tratamento. Há um relaxamento no local o que alivia a dor e proporciona maior estabilidade e segurança para as competições”, afirma Uratani que pretende dar continuidade ao tratamento com a musculação especializada e as aulas de pilates.
Complicações vertebrais - As dores nas costas atingem 85% da população do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Hérnias de disco, problemas posturais, artrose na coluna e problemas no nervo ciático são os caos mais comuns. Os diferentes distúrbios relacionados às vértebras diminuem não só as qualidades de vida dos pacientes como também impedem a realização de algumas atividades cotidianas. As dores na coluna cervical atingem mais as mulheres e a dor lombar é mais comum nos homens. A faixa etária mais atingida está entre 30 e 55 anos, período considerado como o de maior produtividade ao longo da vida.
Um estudo feito pela Escola de Postura da Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas/FMUSP concluiu que dores na coluna causam incapacidade e exclusão social em indivíduos com menos de 45 anos. De acordo com a pesquisa, a lombalgia tem grande impacto nas relações sociais e está diretamente ligada ao isolamento, limitação e diminuição da capacidade de produção. A dor lombar atinge de 65% a 80% das pessoas com menos de 45 anos e é a principal causa de afastamento no trabalho e da vida social. No estudo realizado, verificou-se que além das alterações neurológicas e biomecânicas, a dor crônica afeta psicologicamente o paciente, provocando depressão e ansiedade.
ITC Vertebral em Campinas - A filial do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, trazida a Campinas pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Roberto Serafim, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação.
Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. Além de Campinas, o ITC Vertebral também possui filiais em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos e outras cidades.
A ação dos músculos extensores da coluna tem sido estudada através
da eletromiografia visando conhecer a participação muscular durante varias posturas corporais. Neste trabalho, o objetivo foi verificar a participação do músculo iliocostal lombar(eretor da espinha, durante os movimentos de flexão e extensão do tronco na posição sentada.
Fonte: scielo
Posições desconfortáveis podem acarretar problemas de coluna
É muito bom chegar em casa depois de uma longa jornada de trabalho e deixar o corpo cair no sofá. Neste momento de descanso, prestar atenção em detalhes como a posição correta do corpo no sofá pode parecer exagero. Porém, pequenos detalhes podem influenciar no seu bem-estar e evitar problemas de coluna.
De acordo com Gil Lúcio Almeida, presidente do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo (Crefito-SP), deitar com a cabeça apoiada no braço do sofá por longo período pode gerar várias lesões na região do pescoço. Essa posição é pior quando deitamos com a barriga para cima e viramos a cabeça para olhar para a TV, explica ele.
Se quiser deitar, o melhor é ficar de lado com uma almofada sob o pescoço de modo a manter a cabeça alinhada com o tronco. Nesta postura, dobre os joelhos usando uma almofada entre eles. Colocar os pés sobre o braço do sofá, acima do nível do tronco, pode ajudar na circulação sanguínea, favorecendo a diminuição de edemas e inchaços nos pés.
A melhor posição para assistir TV é a sentado, com o tronco levemente inclinado para trás e bem apoiado no sofá ou em almofadas, orienta o médico. A TV deve ser colocada de preferência em frente ao o tronco e em uma altura que não force a inclinação exagerada da cabeça para baixo, para cima ou para os lados.
Confira outras dicas:
- Se estiver em uma poltrona colocada ao lado da TV, não gire o tronco para vê-la. Levante-se e gire a poltrona, de forma que sua coluna fique o mais alinhada possível com a TV.
- A melhor distância da TV é aquela que possibilita uma visualização confortável.
- Com o advento da alta definição, não existe imagem embaraçada, mas sim olhos que precisam de óculos. Use-os se for necessário para que você veja o mundo colorido da tela com contornos bem definidos.
- Se você é daqueles que dormem assistindo TV, mesmo sentado, lembre-se que com o sono perdemos o controle da musculatura da cabeça e ela pode pender para um dos lados causando dores e lesões no pescoço. Neste caso procure sempre manter um apoio para a cabeça.
Fonte: clicrbs Acesso: 26-07-2010
Sabemos que manter uma postura correta nas atividades diárias é importantíssimo na prevenção de problemas diversos. Parece pouca coisa, mas imaginem determinada atividade sendo repetida por várias horas por dia, todos os dias com uma má postura. Ao longo do tempo esses vícios podem vir a se tornar de fato problemas de coluna, respiração e até de concentração. Isso, porque as más posturas atingem não só o sistema músculo-esquelético, mas também os órgãos internos. Uma atitude de escoliose, por exemplo, pode achatar ou comprimir os pulmões, diminuindo sua capacidades funcional, além de prejudicar a vascularização e oxigenação de todo o corpo. Por isso, é importante estimular desde a infância uma boa postura.
O ideal é ensinar maneiras corretas de se locomover ou mesmo de ficar parado em pé, sentado ou deitado que sejam confortáveis para as crianças. Não adianta exigir algo que ela não possa sustentar por muito tempo e nem levar para seu dia-a-dia, quando estiver longe dos seus olhos. Confira algumas dicas:
Na hora de assistir televisão ou jogar vídeo game, certifique-se de que a TV esteja na altura dos olhos, que a criança enxergue a tela mantendo o pescoço reto e a boca fechada. Se ela estiver mais baixa do que a tela, precisará flexionar o pescoço para enxergar. Essa postura muitas vezes acarreta em dois outros péssimos hábitos: curvar a coluna e manter a boca aberta.
Ainda na hora da televisão, não deixe que seu filho relaxe no sofá jogando as costas para trás com os pés no chão, um hábito muito danoso à coluna lombar. Ele pode relaxar esticando as pernas numa banqueta à frente do sofá, ou então sentando com as pernas cruzadas na “postura do índio”.
Durante as refeições, ensine os pequenos a sentarem-se sobre os ísquios, os ossinhos da bacia que sentimos quando sentamos num lugar mais duro. Encontre os seus ísquios e ensine a criança a encontrar os dela. Sentar sobre os ísquios, e não sobre o sacro (osso triangular do fim da coluna),garante uma coluna ereta.
Se ao sentar os pés da criança não tocarem o chão, e a cadeira não for regulável, propicie um pequeno apoio no chão, certificando que os pés fiquem devidamente apoiados e que os joelhos fiquem dobrados em 90 graus. Pode ser um banquinho ou mesmo listas telefônicas.
Na hora de sentar à escrivaninha ou ao computador, uma sugestão divertida é substituir as cadeiras pelas bolas suíças, aquelas bem grandes usadas para exercícios. Quando sentamos na bola, automaticamente corrigimos nossa coluna, porque se nos curvarmos, escorregamos para frente. Além disso, a bola é ótima para as brincadeiras ou alongamento das crianças.
Ensine a criança a dormir de lado, com as pernas flexionadas, como na postura fetal. O uso de almofadas, travesseiros ou quaisquer outras formas de apoio são sempre válidas para trazer conforto à postura correta. Nesse caso, você pode ajudá-la a colocar um travesseiro na cabeça, um entre as pernas e outro para abraçar. Ainda que ela se mova durante à noite, se aprender a gostar dessa postura,irá buscá-la naturalmente.
A postura correta, além de aumentar a autoconfiança, traz saúde aos ossos, músculos e orgãos internos.“A postura correta, além de aumentar a autoconfiança, traz saúde aos ossos, músculos e orgãos internos.“ E sempre estimule as crianças a fazerem exercícios ou praticar esportes, só assim poderão desenvolver a consciência corporal, fundamental para que ela mesma se corrija. Se você sentir que seu filho precisa de mais ajuda, não hesite em procurar um profissional competente.
Fonte: Personare Acesso: 14-07-2010
A sobrecarga repetitiva decorrente de algumas práticas esportivas, sobre a articulação do ombro pode ocasionar lesões agudas e crônicas. O presente levantamento bibliográfico tem como objetivo verificar as causas e incidências dos aspectos relacionados à principal lesão crônica, a qual acomete a articulação do ombro dos atletas, que é chamada de Síndrome do Pinçamento. Fatores como, esporões degenerativos, espessamento crônico da bursa, depósitos crônicos de cálcio, tensão da cápsula posterior do ombro, frouxidão ligamentar e hipovascularização do tendão do supra-espinhoso, juntamente associado à atividade que envolva elevação do ombro acima dos 90 graus, têm sido apontados como fatores importantes na incidência desta patologia.
fonte: scielo
A lombalgia – dor nas costas – está presente em 80% da população mundial adulta, sendo que de 30 a 40% destas pessoas apresentam de forma assintomática hérnia de disco lombar e de 2 a 3% já estão acometidas pelo sintoma desta patologia, cuja prevalência acima dos 35 anos é de 4,8% no universo masculino e 2,5% no feminino. No país, segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam como “amortecedores” naturais do impacto entre elas. Dessa forma, a estrutura se desloca e comprime os nervos da região.
“A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de aproximadamente 37 anos, sendo que em 76% dos casos há antecedente de dor lombar uma década. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura. Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90$ dos casos”, explica Helder Montenegro, fisioterapeuta, osteopata e fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, que aplica a exclusiva técnica da Reconstrução Múscula-Articular da Coluna Vertebral.
Embora não seja mortal, a hérnia de disco pode levar indivíduos economicamente ativos a se aposentarem por invalidez, sendo as causas multifatoriais, como: permanecer sentado por longas horas e o comportamento sedentário. Devido à repercussão econômica causada pelas lombalgias e hérnias de disco, elas se tornaram a 1ª causa de pagamento de auxílio doença e a 3ª causa de aposentadoria por invalidez.
“O comportamento sedentário tem auxiliado para o crescimento desta enfermidade no país, onde muitos médicos indicam a cirurgia como primeira forma de tratar a doença, sendo que muitas pesquisas apontam o tratamento convencional com ótima resposta. Só no ITC Vertebral, por exemplo, com a aplicação da técnica de Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral – que une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer (equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen), e exercícios de musculação, temos obtido o equivalente a 87% dos casos resolvidos”, afirma Helder Montenegro do ITC Vertebral.
Tratamento convencional combinado com exercícios
A Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilizer – equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen, e exercícios de musculação. A união de todos esses fatores permite que o paciente não tenha mais dor e inicie um trabalho focado no fortalecimento dos músculos posturais.Segundo o fundador do ITC Vertebral, depois de tratada a dor, é hora de investir em exercícios físicos como a musculação e o Pilates desde que bem orientados.
Sobre o ITC Vertebral
O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, fundado pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Helder Montenegro, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral – RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação. Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. O ITC Vertebral possui clínicas em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus, Santos, Rio de Janeiro, Natal e Vitória e São Luís.
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A síndrome dolorosa miofascial (SDM) é condição comum. Pode ser primária ou resultante de anormalidades orgânicas ou funcionais músculo-esqueléticas, neurogênicas, viscerais e ou psicológicas. É caracterizada pela ocorrência de dor muscular localizada ou referida, pontos gatilhos, bandas de tensão, reprodução da dor por digito pressão e reação muscular contrátil localizada.
Fonte:portalsaúde
Este estudo visou avaliar o efeito imediato da mobilização articular pelo método Maitland em paciente (58 anos) com discrepância do comprimento de membro inferior (DCMI) devido a seqüela de acidente automobilístico.
Fonte:scielo
A dor nas costas é a doença crônica mais comum entre os brasileiros. É, também, a menos tratada, apesar de ser percebida precocemente. O problema afeta 36% da população, e 68% dos atingidos buscam tratamento. Os dados são de um estudo realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz. Os pesquisadores entrevistaram 12.423 pessoas com mais de 20 anos, em todas as regiões do Brasil, em 2008.
O problema também está presente nas estatísticas da Organização Mundial da Saúde, que estima que 80% da população mundial sofrerá ao menos um episódio de dor nas costas na vida. Dentre as principais causas para este anunciado episódio de lombalgia acontecer, podemos listar: tumores, cistos, lesões nos nervos, nas vértebras, nos discos, má postura, fraqueza dos músculos da região, tabagismo e obesidade. “Felizmente, a evolução desta dor geralmente é benigna, em termos de alívio, espontâneo. Repousa-se, espera-se um pouco e a tendência é a melhora dos sintomas”, explica o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo).
Em geral, as lombalgias, têm origem mecânico-postural. Embora nas regiões cervical, dorsal e lombar possam ocorrer tumores, infecção ou inflamações, a causa mais freqüente da dor nas costas é mecânico-postural degenerativa. “Alguns pacientes têm a coluna perfeitamente alinhada, não apresentam desvio postural nenhum e reclamam de dor nas costas. Pode-se dizer, então, que nesses casos a dor é causada por alterações musculares resultantes, por exemplo, de a pessoa permanecer muito tempo na mesma posição sem conseguir relaxar a musculatura. Portanto, não é necessário haver um problema de postura para o sintoma aparecer”, explica o médico.
Travou!
A história típica da dor na coluna envolve quase sempre um adulto jovem e está relacionada com as atividades físicas e a sobrecarga a que ele expôs sua coluna ao longo da vida. Em geral, a queixa é que, um dia, ao fazer um esforço, o indivíduo dobrou o tronco para frente para pegar um objeto mais pesado e sentiu uma dor tão intensa na região lombar, que se viu obrigado a deitar-se. O repouso associado ao calor local e, eventualmente, ao uso de analgésicos e antiinflamatórios provocou melhora dos sintomas em dois ou três dias…
O sinal de alerta é dado, porém, quando a pessoa deita, relaxa e a dor não desaparece ou quando ela se manifesta à noite e não melhora com repouso. Além disso, é preciso considerar de novo a faixa etária. “Pessoas idosas, da mesma forma que crianças e adolescentes, requerem atenção especial porque a dor nas costas pode resultar de lesões secundárias, como as fraturas provocadas pela osteoporose ou de alguma doença não diagnosticada ainda”, alerta o reumatologista.
O repouso, no entanto, não deve ser muito prolongado. Está demonstrado que mais de dois dias de repouso absoluto provocam perda de massa óssea e de massa muscular. Portanto, este deve ser relativo. Não se deve fazer esforço, nem carregar peso. Na fase inicial da lombalgia, antiinflamatórios comuns contribuem para aliviar a dor. “Nem medicamentos, nem fisioterapia ou massagens, nem aplicação de calor mudam a história natural da doença. A dor irá melhorar espontaneamente desde que o fator desencadeante do processo seja suspenso”, reforça Lanzotti. De qualquer forma, métodos fisioterápicos e analgésicos são coadjuvantes para diminuir os sintomas, enquanto se aguarda a evolução natural da doença.
E o que fazer para a crise lombar não voltar?
Passada a crise, é preciso afastar os fatores externos que a desencadearam porque provavelmente ocorrerá outra, se a pessoa não se cuidar. Além disso, é importante corrigir a postura e reforçar os músculos que dão suporte à coluna porque manter a musculatura firme é fundamental para garantir a estabilidade da coluna e evitar novas crises.
“Está demonstrado que o fortalecimento do grupo de músculos paravertebrais, principalmente, associado ao dos abdominais e glúteos é o que mais garante a higidez da coluna. Também está provado que uma caminhada de 30 minutos, três vezes por semana, diminui a incidência de novas crises. Só a caminhada, porém, não fortalece todos os músculos. Para tanto, são necessários exercícios específicos, sob orientação profissional para não sobrecarregar os discos”, orienta.
Conheça outras dicas para prevenir uma nova crise de coluna:
· A orientação geral é não carregar peso. No caso de ser obrigado a levantar um volume pesado, nunca se deve manter as pernas esticadas e curvar o corpo. Deve-se dobrar os joelhos que funcionarão como alavancas e manter o objeto o mais próximo possível do tronco quando for erguê-lo;
· É necessário evitar atividades de impacto repetitivo, por exemplo, andar a cavalo, de moto, de jet-sky, de lancha. Quem faz hipismo competitivo precisa estar com a musculatura costal bem desenvolvida para evitar maior desgaste dos discos;
· Profissionais cujo trabalho exige esforço físico maior apresentam mais desgaste nos discos do que os que se dedicam a serviços mais leves. Carregadores de peso, como os estivadores, por exemplo, acabam apresentando mais problemas porque expõem a coluna à sobrecarga contínua;
· Por mais paradoxal que pareça, pessoas que trabalham paradas na mesma posição sem relaxar a musculatura, como os caixas de bancos, ou quem fica horas em frente ao computador, também integram o grupo de risco. Nesse caso, é recomendável levantar-se a cada 40 ou 50 minutos, andar um pouco e colocar um tablado para erguer alternadamente os pés e relaxar a musculatura;
· Motoristas de veículos pesados também estão no grupo de risco. Quem dirige carros mais velhos tem mais problemas de coluna do que quem dirige carros novos e em melhores condições mecânicas;
· Ver televisão, jogado no sofá, com a coluna toda torta também é contra-indicado. O ideal seria sentar-se numa cadeira de braços que servissem de apoio na hora de levantar e bem de frente para a tela;
· Um fator muito comum de dor na região cervical é assistir à televisão ou ler deitado. A pessoa fica numa posição forçada, às vezes, durante horas pressionando o disco. Quem faz questão de ver tevê na cama deve providenciar um suporte para a cabeça e para o tronco, de forma a permanecer quase sentado e colocar o aparelho bem alto, evitando ficar com o pescoço fletido por muito tempo;
· Para a coluna, a posição que oferece menor pressão sobre os discos é a de barriga para cima, com a cabeça apoiada num travesseiro baixo para evitar a hiperflexão. Como nem todo mundo consegue dormir desse jeito, deitar de lado com joelhos flexionados e o travesseiro baixo colocado de forma a impedir que o corpo se incline para um lado ou outro é outra boa opção. Dormir de bruços, mesmo sem travesseiro, como regra geral, não é bom para a coluna.
Fonte: cruzeirodosul Acesso:01-06-2010
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