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Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

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Descrição de uma intervenção cinesioterapêutica combinada sobre a capacidade funcional em portadoras de lombalgia inespecífica crônica


A lombalgia crônica inespecífica apresenta alta prevalência e pode interferir na capacidade funcional e no nível de incapacidade,comprometendo a qualidade de vida. Apesar de diversos estudos, a eficácia do exercício terapêutico no manejo da dor lombar crônica ainda gera controvérsias. O objetivo deste estudo foi descrever a influência de uma intervenção cinesioterapêutica combinada sobre o nível de incapacidade e a capacidade funcional, em três portadores de lombalgia crônica inespecífica (LCI). Tratou-se de um estudo de casos,sendo a amostra composta por três voluntárias, com média de idade de 43,6 ± 18,5 anos, portadoras de LCI. Não foram inclusos voluntárioscom dor lombar de etiologia não mecânica, relato de bandeiras vermelhas e/ou parestesia, irradiação da dor para os membros inferiores,bem como praticantes de atividade física regular. Avaliou-se a capacidade funcional pelo teste de caminhada de seis minutos (TC6) e onível de incapacidade pelo Índice de Incapacidade de Oswestry Modificado (IIOM). A intervenção cinesioterapêutica compôs-se de umacombinação de técnicas direcionadas ao tratamento da coluna lombar. Os resultados iniciais e finais das voluntárias A, B e C, respectivamente,para o TC6, foram: A) 0.66 e 0.78; B) 1.09 e 1.22; C) 0.83 e 0.97. Para o índice de incapacidade de Oswestry, foram: A) 20% e 2%;B) 38% e 22%; C) 32% e 26%. A intervenção cinesioterapêutica foi capaz de aprimorar a capacidade funcional de todas as voluntárias, eapresentou-se potencialmente capaz de reduzir o nível de incapacidade.

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Fonte: Bireme  Acesso: 03-02-2012

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Correlação dos desvios posturais com dores músculo-esqueléticas


O desgaste sofrido pelo corpo, devido às atividades da vida diária, pode ser agravado por posturas inadequadas, pois desvios na postura anatômica tencionam tecidos moles e sobrecarregam estruturas esqueléticas. A má postura pode resultar em dor e vice-versa. O objetivo deste trabalho foi, mediante corte transversal, correlacionar dores musculoesqueléticas e alterações posturais em amostra composta por funcionários e acadêmicos de uma faculdade de Fisioterapia em Salvador-BA, de ambos sexos, entre 20 e 50 anos e com dor músculo-esquelética. Os participantes preencheram um questionário e foram fotografados com a câmara digital para a tomada das imagens nas vistas lateral esquerda, posterior e anterior. Para a análise dos resultados, utilizaram-se os testes estatísticos Pearson chi-square e Likelihood ratio chi-square, para verificação da associação entre as dores mais prevalentes e as alterações posturais dos locais próximos às dores analisadas. A amostra foi composta de 54 pessoas, sendo que 58% nunca realizaram tratamento para dor, 83,3% apresentou cabeça anteriorizada, 68,5% hiperlordose e 66,6% anteversão pélvica. Os locais mais prevalentes de dor foram coluna lombar (39,7%), cervical (12,2%) e torácica (12,2%). No grupo com dor lombar (p=0,98), observou-se semelhança nos desvios posturais considerados; no grupo com dor torácica (p=0,92), encontraram-se mais pessoas com desvios posturais nas regiões lombar e torácica; e no grupo com dor cervical (p=0,69), a maioria de pessoas possuía desvios na região torácica e na inclinação da cabeça. O estudo demonstrou não existir associação de alterações posturais com dor músculo-esquelética na população estudada.

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Fonte: Portalseer  Acesso: 23-01-2012

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Análise da mobilidade lombar e influência da terapia manual e cinesioterapia na lombalgia


Este trabalho objetiva comparar os efeitos da terapia manual e cinesioterapia em pacientes com lombalgia, bem como a mobilidade lombar de indivíduos com e sem dor nesta região. Para evidenciar os efeitos da terapia manual e cinesioterapia, utilizou-se uma amostra de conveniência composta por 25 indivíduos com idade entre 18 - 65 anos, diagnóstico clínico de lombalgia crônica; foram excluídos os pacientes com cirurgias lombares, doenças reumáticas, fraturas e submetidos a outro tratamento clínico. Estes submeteram-se a avaliação da dor pela Escala Visual Analógica (EVA), da mobilidade lombar pelo teste de Shöber e ao tratamento composto por 30 sessões de fisioterapia (terapia manual e cinesioterapia), posteriormente foram reavaliados somente pela escala de dor. Para a análise da mobilidade lombar pelo teste de Schöber, estabeleceu-se um grupo controle, de mesma idade e gênero, com 25 indivíduos assintomáticos. Analisou-se estatisticamente o resultado da EVA dos indivíduos com lombalgia, antes e após o tratamento, pelo teste de Wilcoxon Signed Ranks Test. Para evidenciar a diferença de mobilidade lombar entre indivíduos com lombalgia e assintomáticos, aplicou-se o teste “t” de Student para amostras não pareadas. A significância estatística estipulada foi em 5% (p<0,05). Como resultado, foi encontrada diferença estatisticamente significante na comparação da EVA antes e após o tratamento fisioterápico (p< 0,05) e também para a mobilidade da coluna lombar em indivíduos sintomáticos e assintomáticos (p<0,05). Concluiu-se que a cinesioterapia e a terapia manual têm influencia significativa na melhora da lombalgia e que a mobilidade lombar é diminuída quando comparada a indivíduos assintomáticos.

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Fonte: Bireme  Acesso: 18-11-2011

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Medidas de avaliação clínica em pacientes com espondilite anquilosante: Revisão de literatura


A espondilite anquilosante (EA) é uma doença inflamatória osteoarticular crônica e sistêmica de etiologia desconhecida. Dependendo de sua atividade e gravidade, a EA altera a qualidade de vida do paciente, acarretando diferentes graus de incapacidade física, social, econômica e/ou psicológica. Consequentemente, torna-se difícil quantificar e mensurar a doença, baseando-se apenas em um parâmetro clínico ou laboratorial. Desde o início da década de 90, têm sido descritos diversos instrumentos para avaliar atividade da doença, comprometimento funcional, grau de lesão estrutural, evolução do paciente e qualidade de vida apresentados pelos pacientes com EA. Apresentamos uma revisão desses diferentes instrumentos de avaliação clínica.

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Fonte: Scielo  Acesso: 16-10-2011

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Efetividade do exercício físico em ambiente ocupacional para controle da dor cervical, lombar e do ombro: uma revisão sistemática


Contextualização: As disfunções musculoesqueléticas representam um problema de saúde mundial. Dentre o conjunto de medidas para controle dessas alterações está a prática de exercício físico em ambiente ocupacional que pode ser realizada no próprio setor de trabalho ou em ambientes à parte, mas dentro da empresa. Entretanto, há controvérsias quanto à efetividade e à forma de aplicação desse tipo de intervenção. Objetivos: Avaliar a efetividade e fornecer evidências a respeito da prática de exercício físico no ambiente ocupacional para o controle da dor musculoesquelética. Métodos: As seguintes bases bibliográficas foram consultadas: PubMed, MEDLINE, Embase, Cochrane, PEDro e Web of Science. Dois revisores independentes selecionaram os estudos pertinentes, e as eventuais discordâncias foram solucionadas por consenso. Foram incluídos no estudo os ensaios clínicos randomizados controlados que realizaram intervenção no local de trabalho envolvendo exercício e avaliaram a dor musculoesquelética. A escala PEDRO, que tem pontuação de 0-10, foi utilizada para avaliação da qualidade dos estudos incluídos nesta revisão. Resultados e Conclusões: A busca eletrônica resultou em um total de 8680 referências publicadas em inglês. Ao final do processo de seleção, 18 estudos foram incluídos. Forte evidência foi encontrada para a efetividade do exercício físico no controle de dor cervical em trabalhadores que realizavam atividades em escritórios ou setores administrativos, descritos como sedentários enquanto evidência moderada foi encontrada para a região lombar daqueles que realizavam atividades envolvendo manuseio de pacientes ou materiais na indústria, desde que os treinamentos fossem aplicados por períodos superiores a dez semanas, incluíssem exercícios realizados com algum tipo de resistência e fossem supervisionados. Nenhum estudo avaliando trabalhadores sedentários relatou resultados positivos para o controle da dor musculoesquelética em ombros. Novos estudos randomizados controlados (RCTs) são necessários para avaliar, dentre outros aspectos, o efeito comparado de treinos leves e pesados para ombros.

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Fonte: scielo  Acesso: 29-09-2011

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Associação entre lombalgia e deficiência de importantes grupos musculares posturais


Na lombalgia, a dor resultante inibe a atividade muscular, diminuindo a força muscular disponível. Em amostra de 100 pessoas, sendo 52% com episódios de lombalgia e 48% sem lombalgia, foi pesquisada associação entre a diminuição da força (deficiência) em alguns músculos posturais-chaves e a presença de dor lombar. Os testes para avaliação de flexores de quadril, abdominais e extensores da região lombar (porção inferior) mostraram-se significativamente alterados nos pacientes com episódios de lombalgia em comparação com os sem dor lombar (p < 0,05). Houve associação significativa entre a presença de dor lombar e a palpação dolorosa do músculo quadrado lombar, um dos músculos menos diagnosticados como sede de dor miofascial. Este estudo levanta a possibilidade da utilização de testes clínicos simples para a avaliação da deficiência muscular em determinados grupos musculares e que poderiam ser úteis na avaliação inicial e, possivelmente, no seguimento de uma pessoa com lombalgia.

Fonte: Portalsaudebrasil  Acesso: 16-08-2011

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Dor lombar aguda


O aparecimento de dor aguda nas costas está associado à ruptura das fibras anulares do disco intervertebral (hérnia de disco) ou ao estiramento de estruturas musculares ou ligamentares da coluna vertebral, podendo haver ou não compressão dos nervos. Se houver compressão, a melhora dos sintomas é mais vagarosa.

Um trauma severo ou diversos pequenos traumas na coluna  podem lesar as estruturas do disco intervertebral, levando ao aparecimento da hérnia de disco. 

A hérnia de disco surge quando o núcleo do disco intervertebral migra de seu local, no centro do disco para a periferia, em direção ao canal medular ou nos espaços por onde saem as raízes nervosas. 

 Se a lesão do disco intervertebral ou das estruturas musculares e ligamentares da coluna for muito severa, o repouso no leito com as pernas apoiadas sobre um banco é indicado para aliviar a dor e o desconforto. Pesquisas científicas sobre o tema, provaram que muito repouso é mais prejudicial que benéfico. O paciente deve fazer repouso intercalado com movimentos leves e fisioterapia. 

Exercícios de respiração abdominal e o uso de bolsa térmica no local da dor aliviam os sintomas.

O paciente deve evitar movimentos que piorem a dor mas, na medida do possível, deve fazer pequenas caminhadas, que devem ser aumentadas com a melhora dos sintomas.

A posição sentada é a mais desconfortável pois causa mais dor. Se o paciente tem hérnia de disco, é nessa posição que há mais compressão do disco intervertebral.

A mudança frequente de posturas, tais como deitada com pernas apoiadas num banco, deitada de lado, sentada com apoio lombar e caminhadas, é importante para melhorar a dor e manter o condicionamento físico.

A prática de repouso intercalado com movimentos adequados melhoram a dor e evitam o descondicionamento físico.

Evite fazer movimentos que piorem a dor.

Evite carregar peso, empurrar carrinhos, abrir e fechar portas pesadas ou qualquer atividade que exija força nos braços e no tronco.

Faça caminhadas curtas em terreno plano. Evite subir e descer ladeiras ou escadas. 

O uso de medicamento deve ser feito somente com prescrição médica.

Faça fisioterapia nas modalidades: técnicas para aliviar a dor, alongamento das cadeias musculares, reeducação postural e orientação ergonômica.

Coletes ortopédicos

 O uso de coletes ajudam a diminuir a dor e manter uma boa postura. Há vários tipos de suportes lombares no mercado, mas é bom que seja prescrito por seu médico, o mais indicado para o seu caso. O colete deve ser usado somente na fase aguda da dor, pois eles não melhoram as condições físicas do paciente, podendo piorá-las pois substituem os músculos que suportam a coluna (os músculos abdominais e os músculos dorsais), deixando-os mais fracos. Os coletes não substituem um programa de tratamento para os problemas de coluna, nem vão prevenir novas lesões.

Fonte: Dornascostas  Acesso: 04-07-2011

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Dorsalgias


As mais freqüentes razões das dorsalgias são as afecções músculo esqueléticas incluindo as síndromes dolorosas miofasciais da musculatura regional das lesões traumáticas, inflamatórias, degenerativas, tumorais ou constitucionais da coluna vertebral, seguindo-se a dor referida de afecções vertebrais e as neuropatias. Os dados de história clínica e de semiologia e a adequada interpretação dos exames complementares possibilitam diagnóstico na maioria dos casos. O tratamento consiste da remoção dos fatores causais, do uso de medicações analgésicas, antiinflamatórias e ou opióides, psicotrópicos, miorrelaxantes, medidas de medicina física e, em poucos casos, de procedimentos neurocirúrgicos, ortopédicos ou de cirurgia torácica.

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Fonte: portalsaudebrasil  Acesso: 01-06-2011

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Pilates pode ajudar a fortalecer a coluna


O método Pilates é indicado para todos os tipos de doras lombares. Os exercício abdominais oferecem mais força e flexibilidade a coluna, fazendo as dores desparecerem.

A estabilidade da coluna lombar depende do “centro do corpo”, fortes e trabalhados, trazendo flexibilidade e força em conjunto para transformar o abdomem e a coluna resistentes, o que é essencial para a vida diária e a prática de atividades esportivas.

O método Pilates oferece ao aluno exercícios que aumentam a extabilidade lombar, possibilitando a reeducação e a relação dos membros inferiores (bacia) desbloqueando a cintura.

O trabalho é focado não só na força dos músculos do tronco, mas também no desenvolvimento, na coordenação e no melhor padrão das atividades musculares.

Os movimentos fisiológicos do Pilates ajudam a eliminar as tensões e desequilíbrios que refletem na coluna cervical, ajudando também na liberação dos movimentos da cabeça.

Ao final, o que se apresenta é um tronco estável, forte e flexível para organizar membros inferiores e membros superiores alinhados e fluentes.

Fonte: PortalEducação Acesso: 01-05-2011

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Estabilização muscular lombo-pélvica em pacientes com espondilolistese


Estudos têm demonstrado a eficácia do treinamento específico da musculatura que provê estabilidade dinâmica e o controle segmentar na abordagem das disfunções lombares. Existem evidências que mostram que o transverso abdominal e o multífido são preferencialmente afetados na presença de uma instabilidade lombar. O presente estudo tem o objetivo de conhecer os efeitos de um programa de exercícios específicos para estabilização em pacientes com diagnóstico clínico de espondilolistese. Participaram deste estudo 12 indivíduos, com espondilolistese de grau 2, diagnosticado através de exames clínicos. Todos participantes foram submetidos a um programa de exercícios específicos para o recrutamento da musculatura profunda do abdome agindo em co-contração com o multífido. Medidas de dor e incapacidade funcional foram realizadas antes e após o tratamento. Após oito semanas de treinamento os pacientes apresentaram melhora significativa da dor e da capacidade funcional mostrando que exercícios específicos de estabilização foram efetivos no tratamento da instabilidade lombar.

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Fonte: Univap  Acesso:11-04-2011

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