ITC - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Conheça mais sobre coluna vertebral, encontre os melhores tratamentos e saiba tudo sobre fisioterapia.

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Coluna em ordem - Para deixar a postura correta é necessário alguns cuidados constantes


Para se manter saudável e longe de problemas de postura, os médicos sempre fazem diversas recomendações. Entretanto, com a correria do dia-a-dia, muitas vezes ignoramos ou nem percebemos o mal que podemos estar fazendo para a nossa coluna. “A degeneração da coluna é resultado de vários fatores em conjunto, como genética, hábitos de vida, atividade física, obesidade, sobrecarga da coluna no passado, entre outros”, explica Eduardo Puppi Moro, neurocirurgião do Hospital Nossa Senhora das Graças.

Todos os nossos descuidos podem causar diversos problemas de coluna como escoliose (desvio da coluna vertebral, que pode ser cervical, torácica ou lombar), lordose (aumento da curvatura lombar) e a cifose, conhecida popularmente como corcunda, quando a pessoa joga os ombros para frente, e distúrbios de crescimento, no caso de crianças. Todos esses desvios, se acentuados, além do mau efeito estético, podem ocasionar dores e outras complicações se não forem tratadas.

De acordo com Renato Raad, ortopedista do Hospital Nossa Senhora das Graças, todos esses desvios podem ser resolvidos, desde que se realize alguma atividade para regular a postura. “Além da fisioterapia, técnicas como Pilates, que fortalece e alonga os músculos e RPG (Reeducação Postural Global) são muito eficientes nessa correção”, aponta.

Uma medida que ajuda deixar a coluna em ordem é a prática de exercícios físicos frequentemente, no mínimo, três vezes por semana e nunca esquecer de alongar-se antes e depois da atividade. “O alongamento prepara os músculos e relaxa o corpo. Exercícios sem alongamento podem causar lesões e deixar ligamentos e músculos sobrecarregados”, alerta o ortopedista.
Os piores inimigos da coluna

Carregar peso é uma dos principais problemas que acabamos cometendo. Como passamos muito tempo fora de casa, precisamos levar cada vez mais coisas em bolsas e mochilas. A moda também contribui: as bolsas enormes – chamadas de maxi bolsas – acabam contribuindo para que mais peso seja carregado. “Um sobrepeso em somente um lado do corpo pode causa dor, principalmente se induzir a má postura”, esclarece o neurocirurgião.

O peso ideal que adultos e crianças podem carregar sem causar danos e lesões, é entre 10 e 15% do peso corporal. “Pessoas com um bom condicionamento físico podem suportar até 20% do peso corporal”, afirma o ortopedista Renato Raad. Porém, é importante ficar atento para a maneira correta de carregar bolsas e mochilas. “Deve-se revezar a bolsa nos ombros e carregar o mínimo de peso. No caso de mochilas, o ideal é carregar com as duas alças nas costas e uma cinta abdominal. Você distribui o peso e não sobrecarrega tanto as costas”, observa o ortopedista.

Os saltos altos, preferidos das mulheres, também causam uma maior sobrecarga para a coluna. “Não há maiores restrições no uso esporádico, contanto que se use o bom senso e vigie qualquer sinal de dor durante o uso. Entretanto, a melhor opção é dar preferência para os saltos baixos”, ressalta o neurocirurgião Eduardo Puppi Moro.

E para quem está acima do peso, cuidado! A obesidade e o sobrepeso são prejudiciais à coluna, principalmente se houver a formação da famosa “barriga”. “Ela sobrecarrega a coluna lombar e pode acelerar o processo degenerativo da mesma”, salienta Dr. Eduardo.

Fonte: Expressacom

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Fortalecimento de músculo postural diminui dores na coluna


Técnica de Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral apresenta 87% de bons resultados

A dor na coluna é a segunda maior fonte de reclamação das pessoas. E segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, 85% da população vai viver ao menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida. O problema pode começar por causa de uma postura errada indo até problemas mais graves como os processos degenerativos (artrose, hérnia de disco, protusão discal, etc). Para o professor e fisioterapeuta Helder Montenegro, do ITC Vertebral, os problemas seriam bem menores se as pessoas mudassem alguns hábitos e fortalecessem os músculos posturais, responsáveis por dar sustentação à coluna.

“A técnica de Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA Vertebral – une o trabalho da fisioterapia manual com a tecnologia das mesas de tração e descompressão e do Stabilazer (equipamento que condiciona o paciente a usar o músculo transverso do abdômen), e exercícios de musculação. A união de todos esses fatores permite que o paciente não tenha mais dor e inicie um trabalho focado no fortalecimento dos músculos posturais. O resultado apresentado equivale a 87% dos casos resolvidos”, afirma professor e fisioterapeuta Helder Montenegro, autor da técnica e fundador do ITC Vertebral.

O primeiro passo para quem busca colocar a coluna em ordem é fazer uma boa avaliação, identificando as causas da dor. São feitos testes ortopédicos e fisioterapêuticos específicos, de mobilidade, de força, de alongamento muscular e do sistema nervoso para saber qual é a situação clínica do paciente. Com o quadro definido, o tratamento é iniciado. Neste momento, as mesas de tração e descompressão são importantes, pois diminuem a compressão sobre a raiz nervosa dando mais espaço para os nervos.

“No primeiro momento, vamos trabalhar para tirar a dor. Depois focaremos no fortalecimento e daremos orientações para que o paciente tome alguns cuidados no dia-a-dia. Esses cuidados, por serem preventivos, são fundamentais para qualquer pessoa, mesmo as que nunca sentiram dores. O último passo do tratamento é a manutenção, para isso indicamos pilates e/ ou musculação. No entanto, tanto os exercícios de pilates quanto de musculação precisam ser bem orientados porque, do contrário, as dores podem voltar”, explica o fundador do ITC Vertebral.

Sobre o ITC Vertebral
O Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, fundado pelo professor de pós-graduação e fisioterapeuta Helder Montenegro, oferece a técnica exclusiva de “Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - RMA da Coluna Vertebral”, que utiliza técnicas da Fisioterapia Manipulativa, Mesa de Tração Eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica, Estabilização Segmentar Vertebral e exercícios de musculação. Com o reconhecimento e o respeito de fisioterapeutas no mundo inteiro, a técnica tem ganhado espaço no mercado brasileiro devido ao elevado índice de bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas. O ITC Vertebral possui clínicas em Fortaleza, Sorocaba, São Paulo, Manaus e, em breve, Londrina, Natal, São Luís e Rio de Janeiro.

Fonte: ClicNews

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LER pode provocar deformidades e deve ser tratada ao primeiro sinal de dor


Análise ergonômica, exercícios físicos, ginástica laboral e pausas ajudam a prevenir a Lesão por Esforços Repetitivos que surge com certa freqüência no ambiente de trabalho. Reveja a sua postura em frente ao computador para se prevenir.

No começo, uma dor localizada surge durante uma atividade motora rotineira. Em repouso, o incômodo desaparece. Depois, a dor irradia para outras regiões e é latente e intensa durante a realização da atividade. Nesta fase, a recuperação costuma ser mais lenta e o incômodo pode aparecer durante outras atividades. Por vezes, observa-se uma pequena nodulação na bainha de tendões envolvidos e dificuldade de segurar objetos.

A partir da terceira fase, as sensações de dor, fadiga e fraqueza são persistentes, mesmo em repouso. Nesse estágio, a doença pode se tornar crônica. Em processo degenerativo, as inflamações podem causar deformidades e perda da função motora.

Toda e qualquer atividade motora, seja de trabalho, de lazer ou esportiva, que se executa em repetições seguidas, qualifica potencialmente um quadro de LER, sigla para a doença chamada Lesão Por Esforços Repetitivos. A persistência do gesto motor sem tratamento agrava o quadro inflamatório, que se instala na articulação e na periferia e agrava os sintomas.

DORT
A sigla, que desgina um tipo específico de LER, significa: Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho. O mal costuma afetar o trabalhador no auge de sua produtividade, por volta dos 30, 40 anos.

Bancários, digitadores, operadores de telemarketing, secretárias, profissionais de enfermagem e jornalistas são as categorias mais afetadas. O distúrbio é uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil, segundo a previdência social.

Uma classificação especial para LERs causadas no ambiente trabalho evidencia a relação da síndrome com os tempos atuais. Esta que foi a “doença dos escribas”, durante a Idade Média, e a “doença dos digitadores”, a partir da década de 80, continua se manifestando majoritariamente em ambientes de trabalho.

“O mouse e o teclado do computador trouxeram à tona algo que já era conhecido anteriormente em outras situações”, diz Clarice Tanaka, professora titular do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Outros fatores compõem o quadro de uma estação de trabalho inadequada. “Por exemplo: mobiliário: altura da mesa e da cadeira, posição do monitor; condições ambientais: iluminação, reflexos no monitor, posições do telefone, e apoio de material de trabalho, tudo influi na funcionalidade do usuário do computador”, explica a professora.

Tratamento
Exercícios físicos são bastante recomendáveis. “No entanto, uma análise ergonômica do posto de trabalho é aconselhável para se obter um diagnóstico funcional mais apropriado”, explica Clarice Tanaka. “Como forma de prevenção, além da adequação dos itens de risco, a ginástica laboral e as pausas são recomendadas”, complementa.

A ginástica laboral faz parte de um conjunto de ações para se controlar ou minimizar o problema. De forma geral as ações são efetivas, mas quando a condição crônica está instalada, outros itens da ação são prioritários, como o estudo da mudança de função.

Ergonomia
Aproveite que você está em frente ao computador e comece a prestar atenção na postura:

• O antebraço e o cotovelo devem ser apoiados pelo menos 1/3 na mesa ou no braço da cadeira, formando um ângulo de 90°
• O topo do monitor deve estar na altura dos olhos
• A mão e o pulso precisam ficar quase em linha reta – um apoio para o pulso ajuda
• As costas têm que estar totalmente apoiadas no encosto da cadeira
• Regule a altura da cadeira para que o joelho fique de 1 a 2 cm acima do nível do quadril. Se necessário, coloque um apoio sob os pés

Por Isabela Gaia

Fonte: Abril

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Como dirigir sem dor na lombar


4 dicas para reduzir dores na coluna provocadas por má postura no carro
Texto: Adriana Bernardino
Fotos: da autora/Renato Takahashi

Antes do câmbio automático, do vidro elétrico, do celular e outras inovações tecnológicas o corpo encontrava mais ocasiões para fazer aquilo que lhe é inerente: mover-se. A rigidez corporal praticada na dinâmica da vida urbana – dirigir e trabalhar sentando por longas horas, por exemplo – representa uma das vilãs das dores nas costas.

“Hoje 80% da população apresentam ou irão apresentar dor lombar”, diz o fisioterapeuta Helder Montenegro, especialista em Reconstrução Muscular Articular da Coluna Vertebral.

Segundo Montenegro, os efeitos colaterais mais comuns ocasionados pelo trânsito são dores lombares e articulares, tensão na base do pescoço, dores nos membros inferiores e superiores, além de problemas circulatórios. “O fator desencadeante dessas dores é a postura sentada inadequada e a permanência prolongada nesta posição. Acima de 45 minutos, a musculatura começa a se fadigar”, alerta.

Manutenção preventiva
Com quase mil novos carros todos os dias nas ruas e, conseqüentemente, mais tempo no trânsito, motoristas e passageiros não podem abrir de mão de certos cuidados com a coluna. O banco dos veículos é o primeiro obstáculo a ser vencido.

“A padronização dos assentos usados pelos meios de transporte contribui para os maus hábitos posturais, pois raramente dão suporte adequado à coluna lombar. O encosto ideal deve fornecer um suporte lombar para que a lordose seja mantida, evitando assim futuras dores lombares ou prevenindo o agravamento das lesões já instaladas”, explica o Montenegro.

Mudança de postura
O fisioterapeuta dá dicas especiais para que a saúde de sua coluna não seja comprometida enquanto você dirige. São elas:

Inclinação – um suporte lombar pode promover o conforto do indivíduo quando sentado. Como poucos assentos fornecem o suporte adequado, o rolo lombar portátil ou toalha enrolada são essenciais para pessoas com problemas lombares em progressão.

O rolo irá facilitar a manutenção da lordose e da postura correta. Já o uso da toalha tem sido considerado eficaz, pois fornece o volume de acordo com a maneira que é pressionada.

Onde colocar: a toalha deve ficar na altura da terceira vértebra lombar, acima da bacia.

Apoio lombar, rolo lombar ou toalha enrolada que estejam fora das medidas podem provocar dores. O tamanho desse suporte dependerá do biótipo de cada indivíduo.

Braços e pernas – regule a distância do banco para que carga adicional no uso dos pedais não seja transmitida para coluna lombar. Os braços devem estar relaxados e com os cotovelos semifletidos para não tensionar ombros e pescoço. Nada de dirigir “em cima do volante” nem muito afastado, evitando assim que os braços e pernas fiquem esticados. Pausas freqüentes são importantes para evitar sobrecarga nos discos intervertebrais.
As pernas devem ficar paralelas. Evite dirigir com os joelhos muito flexionados, pois se corre o risco de comprometer a circulação sanguínea.

Chicote – o pescoço também merece cuidado especial. Para que não haja o chamado “chicote”, isto é, movimento brusco do pescoço ocasionado por freadas, a cabeça deve estar próxima ao encosto, mas não relaxada sobre ele, já que a posição pode provocar sono.

Farol vermelho – hora de parar. Faça repousos intercalados com movimentos adequados, como alongamento. Esses cuidados simples melhoram a dor e evitam a falta de condicionamento físico.

Pioneiro em adaptar a técnica de estabilização vertebral para dentro da sala de musculação, Montenegro recomenda também atividade física que possa prevenir dores na coluna, as mais indicadas são musculação e pilates. “Lembre-se: nunca levante ou suspenda um peso sem contrair a musculatura abdominal e sem dobrar os joelhos. Atividade física em excesso também pode causar dor na coluna vertebral. No primeiro sintoma ou crise de dor, procure um profissional especializado em coluna”.

Fonte: Revista Webmotors

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Tratamentos não cirúrgicos para a coluna


Conheça o novo tratamento fisioterápico que se vale de aparelhos de tração e flexão mais atividade física para dar um fim nas dores de hérnias de disco e outros problemas de coluna.

Quando o disco, a cartilagem entre as vértebras da coluna, está em crise, os incômodos não tardam a aparecer. E só depois de muita avaliação que os especialistas no assunto podem bater o martelo para a melhor terapia. Às vezes, opta-se pelo controle da dor por meio de medicamentos. Outras tantas, recorre-se à fisioterapia. Ou, então, a solução está na cirurgia - minimamente invasiva ou não. Porém, muitos concordam que, em boa parte dos casos, o tratamento é paliativo. E mais: se o paciente não toma alguns cuidados ou faz exercícios físicos sem orientação, a dor voltará a dar o ar de sua desgraça.

Não por acaso, o fisioterapeuta cearense Helder Montenegro resolveu estudar o assunto para buscar mais uma alternativa no combate às encrencas no disco vertebral. Depois de trabalhos e viagens, o expert trouxe dos Estados Unidos dois equipamentos que, segundo ele, trazem alívio para os problemas de coluna, entre eles, a hérnia de disco, a desidratação e degeneração discal e a instabilidade vertebral.

Um desses aparelhos é a mesa de tração eletrônica. Ela lembra uma cadeira de dentistas e é acoplada a um computador, por meio do qual o profissional poderá calcular as cargas aplicadas ao paciente. Ao contrário das mesas de tração antigas, usada nos anos 1970, esta depende do que é programado pelo fisioterapeuta. O paciente é preso pelo tórax e pelos quadris por cintos que o conectam ao equipamento. Depois de calculados o peso e a quantidade de etapas em que o procedimento será realizado, são programados os movimentos de tração, compressão e relaxamento da coluna, com a definição de uma carga mínima e outra máxima. Tudo para não prejudicar a musculatura da região.

“Os movimentos realizados na mesa imitam aqueles feitos no dia-a-dia”, explica Montenegro. E são eles que promovem uma abertura entre uma vértebra e outra. Assim, o nervo que passa pela coluna não fica comprimido. Em outras palavras, não há dor. “Quando o disco é pressionado pelas vértebras, diminui a quantidade de oxigênio que ele recebe e aumenta a concentração de hidrogênio”, afirma o fisioterapeuta. “Isso faz com que o pH da região se torne ácido, favorecendo a irritação e a dor”, completa. Depois de entrar em ação, a mesa ajuda a preservar esse espaço e permite que o disco permaneça mais hidratado e, portanto, saudável.

O outro item que auxiliará o combate das hérnias e afins é a mesa de descompressão dinâmica, que também se vale de movimentos nas articulações. “Assim como a outra, esta visa aumentar o espaço intradiscal”, conta Montenegro. A diferença é que o especialista recorre a ela quando o paciente já se sente menos incomodado com o problema no disco - geralmente ela é usada depois de o indivíduo passar pela mesa de tração eletrônica.

Para fechar a lista de equipamentos, Helder Montenegro, que tem clínicas em Fortaleza e na cidade de São Paulo, aposta no estabilizador vertebral. O utensílio vem da Austrália e, quando colocado sob o paciente, verifica as condições da musculatura que sustenta a coluna, especialmente na porção lombar, próxima à cintura. “Ele serve como um guia para trabalhar corretamente esses músculos”, diz o especialista.

O tratamento que reúne esses três aparelhos costuma durar dois meses. Mas, atenção, depois de se submeter a ele, o paciente deve se comprometer a fazer atividades físicas específicas para a manutenção dos benefícios. “Caso contrário, em cerca de um ano e oito meses, o problema pode voltar”, conta o fisioterapeuta. Os exercícios em questão são musculação dirigida e acompanhada por um professor de educação física, ou pilates. Montenegro, aliás, é categórico: “Se o paciente não se compromete a fazer os exercícios, não iremos atendê-lo”. Na visão do especialista, eles são imprescindíveis.

As principais contra-indicações da terapia que aposta nessa tríade de aparelhos são os casos de hérnia de disco aguda. “Não a recomendamos a pacientes que, por causa do problema, têm incontinência urinária ou já perderam a força nas pernas”, avisa Montenegro. Baseado em pesquisa com 30 pacientes, o especialista assegura que 87% deles se consideram satisfeitos com o tratamento.

Procuramos ortopedistas e cirurgiões para ouvir outras visões sobre a terapia. Eles preferiram não emitir opinião uma vez que, como o uso das mesas é recente, ainda poucos a conhecem suficientemente bem para uma análise correta. Sem contar que existem poucos trabalhos científicos a respeito.

Fonte: Saúde!

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