ITC - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Conheça mais sobre coluna vertebral, encontre os melhores tratamentos e saiba tudo sobre fisioterapia.

Estamos com franqueados ITC Vertebral em todas as regiões do Brasil. Escolha a baixo um estado para encontrar uma franquia próxima de você:

ATM e cintura escapular


Normalmente as dores nos ombros e na cervical decorrente da ATM estão associadas à musculatura postural da cabeça que é acessória da mastigação, como por exemplo o trapézio (que sai do crânio para os ombros e coluna), o esternocleidomastoieo (do crânio para a clavícula e o esterno) e os músculos supra e infra-hioideos que participam da abertura da boca e estão direta ou indiretamente ligados à chamada cintura escapular, que é a “cintura” dos ombros.

Há um músculo em especial, que quando afetado, reflete diretamente no omoplata/escápula (aquele osso da “asa” da parte posterior do ombro) que é o músculo omohioideo que vai do omoplata até o osso hióide que está conectado com a mandíbula.

Entretanto determinar quando um problema na ATM é o responsável por dor na cervical e nos ombros não é algo muito simples de se fazer…

Uma radiografia e/ou uma ressonância cervical podem ser necessárias para checar se não há um problema na própria cervical antes de se pensar em atribuir a culpa à ATM. Nestas situações, um fisioterapêuta e um médico com experiências em cervicopatias (doenças da região cervical) podem ser grandes aliados na detecção do problema. A dificuldade maior é quando se encontra algo também nas ATM´s… E aí, a dúvida que aparece é definir se são dois problemas em paralelo ou se um tem relação com o outro. Nesse ponto, estudos combinados de eletromiografia e posturologia podem lançar algumas luzes sobre o caso em questão.

Em particular, o que tenho percebido é que na maior parte das vezes o paciente já possui um problema na cervical que se agrava com uma alteração da musculatura acessória da ATM (músculos do pescoço e ombros). Nesses casos, ao tratar a ATM, ocorre uma melhora da queixa ligada à cintura escapular mas que fica limitada ao tanto que a lesão cervical permitir que melhore.

Os casos envolvendo postura, dor cervical, nos ombros e ATM costumam ser bem complexos e exigem bastante de todos os profissionais envolvidos, entretanto há uma coisa que facilita o tratamento: um diagnóstico precoce!

Fique esperto!

Fonte: Blog.marcelomatos  Acesso: 16-09-2011

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Dor lombar aguda


O aparecimento de dor aguda nas costas está associado à ruptura das fibras anulares do disco intervertebral (hérnia de disco) ou ao estiramento de estruturas musculares ou ligamentares da coluna vertebral, podendo haver ou não compressão dos nervos. Se houver compressão, a melhora dos sintomas é mais vagarosa.

Um trauma severo ou diversos pequenos traumas na coluna  podem lesar as estruturas do disco intervertebral, levando ao aparecimento da hérnia de disco. 

A hérnia de disco surge quando o núcleo do disco intervertebral migra de seu local, no centro do disco para a periferia, em direção ao canal medular ou nos espaços por onde saem as raízes nervosas. 

 Se a lesão do disco intervertebral ou das estruturas musculares e ligamentares da coluna for muito severa, o repouso no leito com as pernas apoiadas sobre um banco é indicado para aliviar a dor e o desconforto. Pesquisas científicas sobre o tema, provaram que muito repouso é mais prejudicial que benéfico. O paciente deve fazer repouso intercalado com movimentos leves e fisioterapia. 

Exercícios de respiração abdominal e o uso de bolsa térmica no local da dor aliviam os sintomas.

O paciente deve evitar movimentos que piorem a dor mas, na medida do possível, deve fazer pequenas caminhadas, que devem ser aumentadas com a melhora dos sintomas.

A posição sentada é a mais desconfortável pois causa mais dor. Se o paciente tem hérnia de disco, é nessa posição que há mais compressão do disco intervertebral.

A mudança frequente de posturas, tais como deitada com pernas apoiadas num banco, deitada de lado, sentada com apoio lombar e caminhadas, é importante para melhorar a dor e manter o condicionamento físico.

A prática de repouso intercalado com movimentos adequados melhoram a dor e evitam o descondicionamento físico.

Evite fazer movimentos que piorem a dor.

Evite carregar peso, empurrar carrinhos, abrir e fechar portas pesadas ou qualquer atividade que exija força nos braços e no tronco.

Faça caminhadas curtas em terreno plano. Evite subir e descer ladeiras ou escadas. 

O uso de medicamento deve ser feito somente com prescrição médica.

Faça fisioterapia nas modalidades: técnicas para aliviar a dor, alongamento das cadeias musculares, reeducação postural e orientação ergonômica.

Coletes ortopédicos

 O uso de coletes ajudam a diminuir a dor e manter uma boa postura. Há vários tipos de suportes lombares no mercado, mas é bom que seja prescrito por seu médico, o mais indicado para o seu caso. O colete deve ser usado somente na fase aguda da dor, pois eles não melhoram as condições físicas do paciente, podendo piorá-las pois substituem os músculos que suportam a coluna (os músculos abdominais e os músculos dorsais), deixando-os mais fracos. Os coletes não substituem um programa de tratamento para os problemas de coluna, nem vão prevenir novas lesões.

Fonte: Dornascostas  Acesso: 04-07-2011

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Dor lombar no esporte


“Quem ainda não sofreu de dores na lombar, um dia terá de conhecê-la”, frases como esta são cada vez mais comuns em escolas de saúde das mais variadas e passaram a fazer parte também do dia a dia de pessoas por todo o mundo. Mesmo com as facilidades oferecidas pelo mundo moderno, onde os esforços são cada vez menores para práticas corriqueiras como dirigir, levantar pesos, ou mesmo levantar-se para mudar o canal da TV, onde temos tecnologia e engenhosidade trabalhando por nós, encontramos nos consultórios e academias, quase uma unanimidade, queixas de dores nas costas. Hora, se tudo está mais fácil para o homem, os esforços diminuíram tanto, por que as dores na lombar nunca saem de moda? Isso tentarei apresentar e discutir nesta matéria. Boa leitura e que as opiniões se formem!

No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje se quisermos não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, porquê também sofrem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Bom perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim, a boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar.

Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação…pronto simples, não é? Nem tanto, senão as famosas lombalgias não dominariam tanto as queixas dentre nossa moderna população, entre homens e mulheres, onde dados da sociedade americana assustam. Em pesquisa recente, estimou-se que 15% da população daquele país sofresse de dor lombar. Essa é a segunda principal queixa nos consultóriios médicos, sendo a causa mais comum de incapacidade em pessoas acima dos 45 anos, e gerando ao governo anualmente entre US$ 20 e 50 bilhões no tratamento da dor lombar.

A dor lombar:

Pode surgir por diversas causas, onde as mais comuns são as artrites, traumas, degenerativas (hérnias discais), postural, dor visceral (como exemplo, os rins) e metabólico (osteoporose), como nos referimos aos atletas, falaremos apenas das relacionadas diretamente ao esporte.]

O atleta é um lesionado em potencial, palavras fortes, mas reais, pois os treinamentos, quanto mais intenso e de impacto ele for, maior o sofrimento das estruturas osteo músculo ligamentares, além de todo o organismo, e por isso grande deve ser o cuidado com estes indivíduos. Seu organismo levado ao extremo num Ironman ou maratona, desafiando os limites da força e flexibilidade no judô ou jiu jitsu, impactos fulminantes nos saltadores e ginastas, e nossa máquina, mesmo muito treinada, sofre desgastes, e no centro de todo esse esforço mecânico, está nossa lombar, onde distribuímos nosso peso, nosso centro de gravidade, colocando em esforço máximo nossos músculos lombares e abdominais, nossos ligamentos, discos e diversas nobres estruturas próximas como rins e útero. Então como não dizer que uma atleta é um indivíduo muito próximo de um desconforto ou lesão?

Vemos muitas reportagens falando no mal do sedentarismo, da obesidade, das más posturas no trabalho associadas a inatividade física, mas poucos falam das dores lombares nos atletas, e são muito comuns e em todos os esportes, e claro as diversas soluções e maneiras de lidar e resolver o problema, onde cada profissão determina um caminho, deixando o paciente/atleta, muitas vezes confuso e sem direção.

A dor lombar pode ser:

• Dor lombar simples: surge entre 20 e 55 anos, na região, lombo sacra (final da coluna), nádegas e coxa, normalmente de natutreza mecânica e com estado geral preservado;

• Dor lombar por compressão de raiz nervosa: normalmente unilateral da perna pior que lombar, irradiada para perna e pés, formigamento e redução da sensibilidade na mesma irradiação, com 50% dos casos em recuperação em até seis semanas;

O surgimento de qualquer quadro doloroso, independente da idade, atividade, ou forma como surgiu o desconforto, deve ser consultado com um profissional responsável para que possa fazer uma avaliação inicial e melhor encaminhar o aluno ou paciente ao tratamento ideal, e quanto mais cedo for feito o diagnóstico correto do problema melhor o resultado do tratamento.

  • Patologia severa da coluna: abaixo dos 20 e acima dos 55 anos de idade, associada a traumatismo severo, com dor constante, progressiva e não mecânica e restrição persistente a flexão lombar (dobrar o corpo).

 Entre as atividades para tratamento de um desconforto lombar, temos uma variedade de técnicas. Entre as mais conhecidas estão a RPG e a osteopatia. Enquanto técnicas terapêuticas de tratamento de disfunções na lombar, onde o princípio de abordagem terapêutica se difere, o RPG tem uma ação mais global sobre a coluna vertebral e a postura, e a osteopatia tem uma ação mais localizada do tratamento, mas também visando um resultado global. Ambas partem do princípio de restabelecer o equilíbrio corporal com manipulações e alongamentos associados a reequilíbrio de tensões musculares e posturais, retirando a sobrecarga e redistribuindo a força para outras áreas, como por exemplo, a estabilização segmentar, onde aprende-se a contrair de forma voluntária e eficaz e, sem sobrecarga, os músculos posteriores (multífido), abdominais (principalmente os transversos), numa expiração normal.

Saindo um pouco do enfoque tarapêutico, temos o Pilates e o Gyrotonic, com uma abordagem física maior, com uso de aparelhos e sistemas de polia e molas para fortalecimento muscular, conscientização postural e respiratória, servindo como meio facilitador de recuperação pós terapêutica ou mesmo preventivo de desconfortos lombares. E ainda uma terceira visão da musculação e exercícios de core Training, onde o atleta é submetido a um trabalho de carga, preferencialmente visando sua atividade em questão, no caso corredores, lutadores, etc, onde baseia-se no princípio de que fortalecer o corpo com músculos resistentes, impede o surgimento da dor lombar.

Todas as abordagens são corretas, desde que feitas de forma criteriosa, respeitando a individualidade pessoal de cada um e de sua atividade e, principalmente, de forma ética, indicando o profissional ideal para cada momento. Um atleta com dor, por exemplo, deve ser indicado a um médico ou fisioterapeuta para avaliação e tratamento do quadro doloroso e posteriormente retornando a atividade esportiva e preventiva.

Existe espaço para todos e cada um em sua área deve atuar como profissional para melhor indicar a seu cliente o trabalho mais adequado. Não existe atividade ruim, mas profissionais mal preparados, independente da visão ou linha de abordagem, seja professor de educação física, médico ou fisioterapeuta. Para melhor se defender, todos devem estar bem informados para melhor escolher seus profissionais.

Fonte: oglobo  Acesso: 16-01-2011

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Torcicolo: saiba como evitar e tratar o problema


Atender ao telefone e apoiá-lo entre o pescoço e o ombro é um erro

A dor na região cervical da coluna é chamada de cervicalgia. Quando ela acontece de maneira transitória, é popularmente conhecida como torcicolo. No Brasil, acredita-se que 55% da população terão estes sintomas, sendo que destes, 12% das mulheres e 9% dos homens terão cervicalgia crônica. Segundo o chefe do Serviço de Fisiatria do Hospital São Lucas da PUCRS, Carlos Alberto Musse, o que muitos não sabem, no entanto, é que ele não é um problema em si e sim o sintoma de que pode haver algo errado com a sua coluna cervical.

- O torcicolo se traduz na dor e na dificuldade de movimentar o pescoço. Ele é um sintoma, ou seja, uma queixa do paciente. Não é um diagnóstico de causa. Somente o médico, com o auxílio de exames de imagem, pode detectar o problema - afirma.

Conforme o fisiatra, que na medicina tradicional se ocupa do diagnóstico de doenças traumáticas e de sua reabilitação, a causa mais comum do problema é uma sobrecarga da musculatura da região cervical (pescoço).

- Ela pode ocorrer por diversos fatores, mas, especialmente por peso, estresse e tensão, ou postura inadequadas - explica.

Musse revela que o músculo, quando sobre carregado, desenvolve um quadro conhecido como “espasmo”, ou seja, uma contração contínua, não controlada e dolorida, que configura o torcicolo.

- Quando há uma doença associada, por exemplo, um pinçamento de um nervo na coluna (hérnia de disco), o espasmo é uma tentativa do organismo em proteger a região. As doenças dos discos da coluna com osteófitos (bicos de papagaio, formações ósseas anormais) podem tornam os movimentos rígidos e dolorosos. Nos casos mais graves podem ser uma manifestação de doença neurológica - alerta.

O especialista revela que a escolha correta do travesseiro e do colchão são fundamentais para evitar o problema.

- O ideal é dormir de lado com um travesseiro que tenha a altura igual à distância entre a cabeça e o colchão - aconselha Musse, lembrando que o colchão deve ter a densidade correta para cada pessoa, geralmente acima de D35.

Como tratar

O fisiatra esclarece que, dependendo da causa que origina o problema, há um tratamento indicado. Geralmente, são usadas compressas frias e quentes. As compressas frias tem efeito analgésico, já as quentes, possuem propriedades relaxantes e devem ser usadas por último.

- Além disso, o médico pode lançar mão de analgésicos, relaxantes musculares ou anti-inflamatórios para abreviar o desconforto - diz.

Musse recomenda ainda que alongamentos suaves e de baixa intensidade, podem auxiliar no controle do problema. No entanto, em alguns casos, a dor e o desconforto impedem que eles sejam feitos.

Dicas de Musse para evitar esse tipo de lesão:

:: Não veja TV deitado;

:: Evite leituras prolongadas na cama, prefira a posição lateral;

:: Ao atender o telefone não prenda-o com o ombro:

:: Na sua mesa de trabalho, por exemplo, os objetos mais usados não podem obrigá-lo a girar a cabeça com frequência. Eles precisam estar bastante acessíveis;

:: Ao sentar, encoste-se bem na cadeira. Evite debruçar-se sobre a mesa;

:: Não fique de costas para o ar condicionado, especialmente o frio;

:: Não deixe os músculos do seu pescoço esfriarem-se subitamente;

:: Durma de lado com os travesseiros na altura de forma que sua cabeça fique reta;

:: Nos momentos tensos, relaxe. Perceba sua tensão, respire fundo e solte o ar sem fazer força.

Quando é hora de procurar um médico:

:: Quando os sintomas persistirem por mais de 24 horas;

:: Quando há perda força ou formigamento no braço;

:: Quando, associado ao desconforto, houver dor de cabeça;

:: Quando a dor estiver acompanhada de febre.

Quem mais sofre com o problema:

:: Quem trabalham em desvantagem postural;

:: Quem está tenso, emocionalmente;

:: Os sedentários;

:: Quem trabalha em computadores, sem pausa e com monitores em posição inadequada.

Fonte: Zerohora  Acesso: 02-12-2010

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Gravidez: como aliviar a constante dor nas costas


Idade, sedentarismo e aumento de peso são fatores determinantes para que essas dores apareçam

Além de enjoos e de alguns quilinhos indesejáveis, as dores nas costas podem se tornar grandes vilãs das mulheres durante a gravidez. De acordo com o Chefe de Serviço de Ginecologia e Obstetria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Sérgio Martins Costa, a idade, o sedentarismo e o aumento de peso são fatores determinantes para que essas dores apareçam.

- Todas as mulheres terão algum tipo de desconforto, mas as que não praticam exercícios físicos sentirão as dores com mais facilidade.

Porém, os problemas de coluna podem aparecer em função de algumas alterações hormonais, como explica a fisioterapeuta e professora do curso de Fisioterapia do IPA Carla Brito. Segundo ela, no decorrer da gestação, a musculatura tende a se adaptar ao crescimento da barriga. Por isso, é comum que e o desconforto ocorra.

O obstetra alerta que, nesse período, ocorre uma contratura no músculo e a tendência é de que a mulher desloque o seu centro de gravidade e passe a utilizar a musculatura das costas. Ele também explica que, no final da gestação, há uma distinção dos ligamentos, aumentando ainda mais as dores na lombar.

- No início, as dores podem ser esporádicas, mas, quando está próximo do final da gestação, a tendência é que as dores aumentem, uma vez que a cabeça do bebê passa a se acomodar na região pélvica da mãe.

Confira algumas dicas dos especialistas para aliviar as dores nas costas: 

- Na hora de dormir, varie as posições laterais. Coloque um travesseiro entre as pernas, o que ajudará a relaxar a coluna. 

- Os exercícios são muito importantes durante a gravidez, mas cuidado. Se você não está acostumada a praticar algum tipo de esporte, é aconselhável que o trabalho físico passe a ser feito apenas no segundo trimestre da gestação. 

- Exercícios de alongamento e consciência corporal podem ajudar a manter uma boa postura e a ter uma gravidez saudável. 

- Quando estiver sentada, mantenha os pés elevados. Isso fará com que a coluna mantenha-se acomodada na cadeira. 

- Deitar de barriga para cima, elevando as pernas com alguns travesseiros ou almofadas, pode ser uma ótima posição de conforto. Quanto mais próximas da barriga estiverem as pernas, maior será a sensação de alívio. 

- Deixe o salto alto de lado. Os calçados mais rasteiros vão evitar que a coluna se incline ainda mais.

Fonte: Bem-estar Acesso 26-11-2010

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Pisar errado gera desequilíbrio corporal e origina dores


Podoposturologia combate e corrige desequilíbrios posturais

Os pés são à base do alinhamento e sustentação do corpo. Desde que aprendemos a andar, nossos pés sofrem varias alterações até encontrar um melhor ponto de equilíbrio, desenvolvendo a postura e alinhando toda a estrutura esquelética do nosso corpo através de tendões, articulações e músculos.

Da mesma forma, o modo como se pisa ou o tipo de pisada pode ser a origem de uma série de dores. A pisada pode refletir problemas decorrentes de desequilíbrio, bem como determinar algumas disfunções no sistema postural. Segundo especialistas, as dores nas costas lideram as queixas. Alterações no equilíbrio comprometem a região lombar, o quadril, os joelhos, os tornozelos e os pés.

A Podoposturologia é uma técnica francesa da área da fisioterapia que tem como objetivo reeducar e realinhar a estrutura do corpo através de exames especializados que geram a prescrição de palmilhas proprioceptivas, que podem ser usadas tanto na prevenção como na cura dos problemas. A técnica corrige vícios posturais decorrentes dos desequilíbrios que comprometem a saúde tanto de atletas quanto de pessoas sedentárias.

A técnica utiliza palmilhas confeccionadas em EVA, borracha feita da mistura de etil, vinil e acetato, material usado em calçados esportivos de última geração. A avaliação e a confecção das palmilhas é realizada pelo fisioterapeuta.

- Na maioria dos casos, o uso das palmilhas é periódico. Há problemas que são solucionados entre 45 dias a seis meses, outros em um, dois ou três anos. Em apenas cerca de 30% dos casos, o uso de palmilhas é necessário de forma continuada - declara o fisioterapeuta e diretor da FisioClínica Londrina, no Paraná, Mauro Pedroni Junior.

- Após a reorganização postural, o paciente deve estabelecer uma rotina no seu dia a dia, percebendo e reeducando seus hábitos posturais nas atividades diárias - complementa o fisioterapeuta Vidigal Afonso Gasparini, responsável pela Corpo Equilíbrio Fisioterapia, clínica localizada na capital de São Paulo.

Não apenas utilizadas para efeito de correção, as palmilhas podem ser utilizadas também para prevenir e manter a boa postura, tanto para o dia-a-dia quanto para praticas esportivas. Neste segundo caso, são desenvolvidas as chamadas Palmilhas Esportivas, capazes de absorver parte do impacto dos pés no solo e devolver essa energia em forma de impulso.

Fonte: zerohora  Acesso: 25-11-2010

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90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia


Rio de Janeiro (Agência Rio) - Lombalgias agudas são muito comuns e possuem como causas movimentos realizados de forma errada. Já lombalgias crônicas são menos comuns mas requerem tratamento multidisciplinar devido a sua complexidade. Casos de dor na coluna são cada vez mais frequentes em função do sedentarismo, obesidade e estresse

De acordo com o neurocirurgião e especialista em cirurgia de coluna vertebral do Hospital 9 de Julho, Dr. Alexandre José Reis Elias, 90% da população terá pelo menos um episódio ou crise de dor na coluna ou lombalgia no decorrer da vida. E os motivos para isso estão cada vez mais frequentes. “Podemos dizer que o número de pessoas que sofrem de dor nas costas tem aumentado principalmente em função do sedentarismo, do sobrepeso e do estresse”, afirma o médico.

Mas, como definir quando a dor nas costas é passageira ou pode indicar um problema mais grave? O Dr. Alexandre explica que o problema mais comum é a lombalgia aguda, com duração da dor menor que 12 semanas. Trata-se de uma dor que aparece na coluna lombar (entre a última costela e as nádegas), que piora muito ao fazer qualquer movimento com o corpo. Por isso, o paciente “anda com o corpo duro”.

A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto, com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão ao invés de rodar todo o corpo; ou, ainda, pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás.

Quando a dor nas costas dura mais que 12 semanas é caracterizada como lombalgia crônica e, por ter causa multifatorial, é bem mais difícil de ser tratada, requerendo a procura de um centro especializado em dor, com equipe multidisciplinar formada por neurocirurgião, reumatologista, fisiatra, ortopedista etc.

Independentemente da duração da dor, o indicado é, ao surgimento dos sintomas, que a pessoa procure um especialista para avaliar a gravidade do problema e iniciar o tratamento. “Apesar de rara, a causa da dor pode ser a presença de fraturas, tumores ou até mesmo uma infecção da coluna. Somente com uma avaliação médica podemos saber se é alguma doença mais grave ou não”, completa.

Dicas para evitar a sobrecarga na coluna e a dor:

- Melhor posição para dormir: Não dormir de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;

- Tipo de colchão: não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual;

- Melhor forma de levantar da cama: virar o corpo para o lado e começar a levantar-se de lado. Não levantar-se para frente;

- Transportar objetos pesados que estão no chão: Agachar-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo (exemplo: maior que três quilos).

- No trabalho em escritórios: utilizar cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços; sentar usando todo encosto e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical (pescoço) ficar em posição confortável;

- Carregar mochilas: utilizar mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente nas crianças;

- Uso do salto alto: o salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso;

- Dirigir: sempre com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos (não esticados totalmente);

- Recomendação especial para gestantes: manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. Lembrar que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises;

- Massagem e outros tratamentos alternativos: terapias locais como massagem, calor etc. podem trazer alívio para o paciente. Muitas vezes não trazem alívio da dor propriamente dita, mas causam bem estar e só isso já justificaria o seu uso, sempre com a indicação de um médico especialista.

- RPG e Pilates: para os pacientes com forte dor aguda é indicada a fisioterapia analgésica junto com RPG. Para os pacientes que melhoraram, a indicação é RPG ou Pilates para tentar prevenir novas crises de dor.

Fonte: oreporter  Acesso: 05-11-2010

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Sapato alto causa dor nas costas?


Os sapatos são os únicos contatos entre o corpo e o solo e suportam o peso de todo o corpo, como pneus, dando estabilidade, postura e conforto, por isso que bons calçados são o caminho para uma coluna saudável. 

 

 

CONFORTO. Imagine que você tenha que caminhar por algumas horas em um piso de concreto com sapatos desconfortáveis. A cada passo o impacto passa por toda a coluna, e com o tempo as ondas de choque são acompanhadas de dor em estruturas da coluna sensíveis à pressão como juntas, ligamentos e discos. Para amortecer as costas do impacto já existem calçados com amortecedores, mas a maioria de salto alto, botas e sandálias ainda não tem.

ESTABILIDADE. Seus calçados devem dar estabilidade. Se os seus pés balançam, escorregam ou machucam, todo esforço para manter a postura passa das pernas até a coluna. Algumas mulheres gostam de se equilibrar em saltos altos e finos. A caminhada não deve ser um ato em que põe o corpo em risco. Tamancos são exemplos de calçados instáveis. Um bom calçado firma o calcanhar seja com tiras de amarrar ou fechado atrás e assim maior estabilidade na caminhada.

POSTURA. Quando foi a última vez que você fez o seu alinhamento? Ou melhor, verificou a sua postura? Comece observando os pés. A posição dos pés interfere na posição dos calcanhares, joelhos, quadris e coluna. Os sapatos de salto alto deixam os calcanhares acima dos pés e qualquer mudança mínima nos pés muda também a postura. A coluna vertebral tem curvaturas naturais que estão sempre distribuindo o peso do corpo e o salto alto as modifica, pois os discos, juntas e ligamentos das costas passam a ser usados para compensar a postura errada.

O calçado tem tudo a ver com coluna. Promovendo conforto, estabilidade e postura os sapatos são a sua base de sustentação. Ocasionalmente não há qualquer problema em usar sapatos de salto alto ou qualquer um que não tenha um sistema de amortecimento, mas que isso não se torne rotina, pois maus hábitos levam a dor crônica.

 

Fonte:cérebro e coluna

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Cuidados com postura eliminam dores


A maneira de sentar, andar, permanecer em pé ou deitado determina não só a qualidade da postura, mas a qualidade de vida das pessoas. “O modo como cada indivíduo ‘carrega’ seu próprio corpo tem influência direta sobre a dor e pode comprometer a saúde como um todo”, alerta Lafayette Lage, especialista em quadril e medicina esportiva, diretor da Clínica Lage Ortopedia de Ponta.

Segundo o médico, a má postura afeta a posição de alguns órgãos internos, diminui o fluxo sangüíneo e pode prejudicar até mesmo a visão”, diz. De acordo com o ortopedista, todas as partes do corpo ficam em equilíbrio quando se tem boa postura.

“Em pé, é necessário que pescoço, ombros, coluna lombar, pélvis e quadril estejam todos alinhados. Sentado, enquanto o quadril suporta o peso do corpo, os pés devem estar totalmente apoiados no chão e a coluna deve receber todo suporte do encosto da cadeira”.

Desde cedo

Lage defende que desde a infância é importante aprender a ter bons hábitos posturais. “Grande parte das dores na fase adulta poderia ser evitada se as pessoas assumissem uma boa postura desde crianças. É muito importante corrigir casos em que a criança se apóia em uma só perna quando em pé, ou mesmo quando brinca sentada no chão sobre as pernas dobradas, ou ainda quando dorme de bruços. Tem adolescente que debruça metade do corpo sobre a carteira enquanto copia lições da lousa. Eles precisam de ajuda.”

Segundo o especialista, depois de anos cultivando hábitos nocivos ao deitar, sentar, parar ou andar, ossos e cartilagens sofrem um desgaste maior e localizado, sendo comum a pessoa começar a sentir dores agudas, como se fossem ‘pontadas’ ou ‘choques elétricos’ nas pernas, costas, ombros ou pescoço.

“A má postura na fase de crescimento, que vai do nascimento aos 20 anos, chega a ‘torcer os ossos’ levando a um encaixe assimétrico nas pontas dos ossos e sobrecarregando as cartilagens. Algumas vezes, este desencaixe é tão grave que chega a ser de difícil solução, levando a uma artrose (desgaste) precoce da articulação”.

Ao dormir

“Nós passamos quase um terço da vida dormindo. Daí a importância fundamental de adquirir bons hábitos posturais ao deitar”, diz Lafayette Lage. O ideal é permitir que a espinha permaneça em sua posição normal, com sua curva natural.

“Dormir de bruços deve ser combatido, já que a pessoa acaba não só forçando a coluna lombar, como também acaba entortando o pescoço. Essa é a razão por que muita gente acorda mal, mais cansada e dolorida. O ideal é dormir de lado, com um travesseiro que tenha a altura exata entre o ombro e o pescoço”.

E o médico dá mais uma dica:

“Colocar um pequeno travesseiro entre as pernas ligeiramente flexionadas também é aconselhável para que o repouso seja restaurador”, diz Lafayette Lage.

Sapatos

“Os pés devem receber uma atenção especial, já que contribuem para a boa postura. Usar calçados confortáveis é uma das primeiras medidas recomendadas quando o assunto é dor”, ressalta.

“Saltos altos, formatos apertados, ou modelos que ponham em risco a estabilidade da pessoa podem resultar em dores nas costas, cansaço extremo nas pernas, enfim, uma série de desconfortos que chegam ao consultório dos ortopedistas diariamente”.

Dicas para aliviar a dor

Lage chama atenção para a importância dos exercícios regulares para a manutenção da boa postura. “Há alguns exercícios simples que ajudam a fortalecer a musculatura, dando suporte à postura ideal”.

Confira: “Para treinar o corpo a manter o alinhamento adequado, deve-se sentar no chão, com as costas contra uma parede. Certifique-se de que a cabeça, os ombros e o quadril toquem a parede e permaneça na posição por alguns minutos. O ideal é repetir o exercício diariamente até que se aprenda a alinhar a coluna. O paciente pode aproveitar a posição para fazer meditação ou relaxamento, também”.

“Outra dica é adotar a posição anterior, tentando levantar e abaixar sem desencostar da parede”.

“Para exercitar a espinha, deite-se de costas, eleve os joelhos à altura peito, envolvendo-os com os braços. Role o corpo de um lado para o outro nessa posição, sem soltar, por algumas vezes seguidas”.

“Deitado de costas, repita os movimentos de bicicleta, com as pernas no ar. Pedale em grandes círculos, sem pressa e sem mover as costas”.

“Finalmente, acostume-se a caminhar como se fosse um militar em desfile, ou seja, barriga encolhida, ombros e cabeça alinhados com a bacia para quem olha de lado. Essas dicas visam fortalecer toda musculatura que sustenta a coluna, que são os músculos abdominais, glúteos e paravertebrais”.

Fonte: Cadernor  Acesso: 02-09-2010

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Descansar também deve fazer parte do treinamento


Parar no momento certo é essencial para a recuperação fisiológica dos tecidos


Dependendo do esporte ou atividade física praticada, as lesões tendem a afetar os músculos, tendões, ossos (no caso dos corredores, tendinites, tendinoses, condromalácia patelar e fratura por estresse), entorses no joelho e tornozelo (nos jogadores de futebol ), nos ombros (síndrome do impacto, comum entre nadadores e jogadores de voleibol), lesões no cotovelo (em tenistas). Tais lesões podem afastar o esportista dos treinos por longos períodos, gerando um descompasso em seu condicionamento físico.
É o que afirma o fisioterapeuta, especialista em terapias manuais e osteopatia, Helder Montenegro.
Lesões
“A maioria das lesões ocorre durante a realização de exercícios, sendo consequência de métodos de treinamento incorretos ou de anomalias estruturais do praticante”, afirma o fisioterapeuta. Na definição do profissional de Educação Física, Marcos Vinícius Leitão, a ocorrência de lesões independe do tipo de atividade escolhida, já que até uma simples caminhada pode gerar problemas a curto ou a longo prazo caso a atividade não seja devidamente acompanhada por um profissional de Educação Física.
Helder Montenegro relaciona alguns esportes mais agressivos, em termos de impacto no corpo. São os de contato, os quais geram mudanças dinâmicas de direção: futebol, basquete, futebol americano, artes marciais, entre outros. Atualmente, informa, a popularização do wakeboard (onde o praticante se equilibra numa prancha puxada por uma lancha) o transformou esse esporte um dos mais lesivos.
No âmbito da fisiologia do movimento, as manobras que normalmente promovem mais lesões são as que exigem as articulações (joelhos, tornozelos e coluna lombar). Como existe um momento de neutralidade (zona neutra), isto se dá quando ocorre um grau mínimo de estabilidade involuntária. “A fim de a cinemática articular suceder de forma correta, é sempre necessário que os sistemas estabilizadores dinâmicos, estáticos e neurais estejam em perfeito estado funcional. Caso um desses sistemas já tenha sido comprometido anteriormente ou durante o movimento articular, essa articulação será lesionada”, avisa.
Indisciplina
O fisioterapeuta adverte os esportistas indisciplinados (amadores e profissionais), sem um compromisso sério com o esporte praticado e os quais não procuram ter um acompanhamento de uma equipe de profissionais. Além de comprometer o desempenho, passam a integrar um grupo de risco (são os jovens do sexo masculino).
E quando já se está com uma lesão, o que fazer? O fisioterapeuta Helder Montenegro informa que as lesões musculares têm um tempo médio de recuperação de duas a três semanas. Já as lesões ligamentares e ósseas apresentam uma grande variedade de duração, uma vez que depende muito se o problema ter indicação cirúrgica ou não. Admite que, tanto a fisioterapia convencional quanto a manual são importantes no processo de recuperação do atleta. No entanto, reforça que a fisioterapia manual age mais diretamente no mecanismo da lesão, tratando a causa e não apenas os sintomas decorrentes dela, o que acelera o retorno à pratica esportiva, prevenindo recidivas.
Outro perigo grande para o atleta de alto desempenho é o “over training”. O excesso de treinamento, admite o fisioterapeuta, é muito prejudicial ao rendimento do atleta, pois não permite a recuperação das fibras e células que compõem as estruturas envolvidas na prática esportiva. Isso expõe o atleta a lesões que podem, muitas vezes, afastá-lo dos treinos e das competições. “É bom lembrar que o descanso é fundamental na recuperação fisiológica dos tecidos músculo-articulares e deve fazer parte de todo treinamento esportivo”, recomenda Helder Montenegro.
Para as pessoas que nunca praticaram esportes e decidem fazê-lo, o fisioterapeuta diz ser fundamental procurar um médico realizar uma série de exames clínicos, seguido de um profissional de Educação Física. E lembra aos esportistas iniciantes a tomarem cuidado com os excessos: “Descanso também faz parte do treino”, destaca. Após sofrer a lesão e procurar tratamento, o tempo médio em que o esportista pode ficar sem treino, sem prejudicar seu desempenho, vai depender do tipo da lesão.
Retorno aos treinos
“Temos observado que houve uma evolução muito grande na forma como os profissionais de saúde tratam as lesões esportivas, mas a etapa do tratamento mais importante independente da técnica. É quando o atleta volta aos treinos”, explica..
Nesta fase, complementa o fisioterapeuta, “independente do condicionamento físico geral do atleta, o retorno aos treinos deve acontecer de forma gradativa, respeitando as adaptações articulares e músculo-tendíneas. Esta etapa deve ter a participação direta do fisioterapeuta, do educador físico e, principalmente, das informações verdadeiras fornecidas pelo atleta”, conclui Helder Montenegro.
Lesões frequentes
Nos Joelhos: lesões ligamentares; LCA (ligamento cruzado anterior) ocorre mais nos futebolistas; lesões nos meniscos ; artrose; lesão fêmur-patelar; e as tendinites inflamações nos tendões.
Coluna verterbral: lombalgias (dores no final da coluna); cervicalgias no pescoço; hernia de disco (deteriorização do disco intervertebral); desvios de posturas provocados pela má execução de exercícios físicos (quando se exercita mais um lado que o outro do corpo, provocando uma assimetria).
Ombros: tendinites, inflamações que ocorrem no tendão do manguito rotador; bursites (inflamações no saco que envolve as articulações); e as artroses.
Retorno
“Esta etapa conta com a participação do educador físico e do fisioterapeuta”
“Após sofrer uma lesão, o atleta deve voltar ao treino de forma gradativa”
Helder Montenegro
Fisioterapeuta e especialista em terapias manuais

fonte: caderno viva diário do nordeste

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