ITC - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral

Conheça mais sobre coluna vertebral, encontre os melhores tratamentos e saiba tudo sobre fisioterapia.

Estamos com franqueados ITC Vertebral em todas as regiões do Brasil. Escolha a baixo um estado para encontrar uma franquia próxima de você:

Depoimento: Flávio Ramalho (40), surfista, Presidente da ASUP-CE, Funcionário Publico.


Meu nome é Flávio Ramalho (40), surfista, Presidente da ASUP-CE, Funcionário Publico.

Comecei a surfar com 14 anos de idade, e nestes 26 anos posso dizer que este esporte faz parte da minha vida e na minha alma, todavia, nunca fiz nenhum tipo de atividade de condicionamento físico, como musculação ou qualquer coisa que me preparasse meu corpo para Surf depois dos 30.

Há anos sofria com Torcicolos intensos aliados a lombalgias, cada vez mais o tempo passava essas dores aumentavam a intensidade, até que em Março de 2011, o meu corpo praticamente travou.

Os Torcicolos não paravam mais e as uma lesão lombar não permitia mais eu me levantar, me deixando totalmente curvado.

Fui a alguns médicos especialistas em coluna que a todo custo queriam me abrir, sem fazer um tratamento antes, eles afirmavam que o que tinha era muito sério não poderia dirigir pois corria o risco de ficar tetraplégico, a única solução era a operação para retirada dos discos.

Meu diagnostico: possuo 02 Hérnias Cervicais C4 e C5, discopatia degenerativa, artrose, acompanhada de espondilólise e de espondilolistese lombar (um problema crônico que nasceu comigo) que está acabando com o disco, criando protrusão no local.

 Bem, essa sopa de palavras difíceis e a ideia de não poder trabalhar e ser produtivo, operação e nunca mais surfar, me deixaram com depressão profunda, fiquei 10 dias em uma cama e tinha medo até de entrar no carro.

 Até que meu primo o Ortopedista Dr. Edilberto Ramalho, que é um dos médicos mais conceituados do Brasil que mora no RJ, me indicou o Dr. Fernando Façanha, cearense e um dos melhores médicos especialistas no assunto de coluna do Brasil, o Dr. Fernando, antes de dar um prognóstico, avaliou meu caso com muita calma e crivo e fez uma série de exames e testes, então, ele me informou que a operação era realmente é um fato, e que era uma instância de ação para problemas como o meu, mas antes devia fazer um tratamento e se buscar uma cura.

O mesmo me explicou que eu não tinha a perca de massa muscular, dormência, paralisia e nem Irradiação de dor para os locais como mãos e braços, realmente o que eu tinha era sério, mas tinha solução e não era a operação, ele me mostrou como o meu corpo havia se adaptado ao problema, sou leigo, mas amigos médicos ficaram impressionados com a detecção dessas alterações, somente um especialista sério e estudioso saberia disso.

Ele me alertou sobre a musculatura que envolve a coluna, ela não era desenvolvida na região cervival, isso era perigoso e que eu precisava criar essa musculatura para fortalecer a região e acabar com a pressão exercida nestes discos que poderiam piorar e ter os sintomas que eu ainda não sentia.

 O Dr. Fernando me explicou que teria que mudar muitas coisas da minha vida, como postura, forma de dormir e acordar, entrar e sair do carro, etc… Além de abdicar de alguns esportes de impacto pesado como o Skate, que antes fazia muito, ele me disse que se eu fizesse tudo direitinho eu voltaria a surfar!

Então Dr. Fernando receitou a fisioterapia do ITC como tratamento.

Quando fiz minha avaliação pelo ITC com o Dr. Helder Montenegro e o Dr. André Alcantará, ambos foram incisivos e me garantiram que eu iria voltar a surfar em 3 meses, fiquei muito ansioso, mas tinha que ter paciência e muita perseverança. Foram quase três meses de fisioterapia - tração, alinhamento da coluna, alongamento da musculatura e a osteopatia.

As dores pareciam que não iam mais acabar, mas aos poucos estavam desaparecendo, o corpo estava reagindo, mas o importante era seguir a risca as recomendações do Dr. Fernando e dos meus fisioterapeutas (Dr. André, Dra. Sâmara. Dr. Ícaro e Dra. Mônica), como mudar totalmente minha rotina, exemplo: a forma de dormir (não foi fácil), corrigir minha postura no trabalho, emagrecer 10 kilos. Etc. Tudo funcionou muito bem, foi um trabalho pesado, o Dr. Fernando acompanhou tudo e ficou muito satisfeito com os resultados.

 Hoje faço, o reforço muscular com o método de Pilates  e que deverá ser feito para o resto da vida, pois o segredo esta na pequena musculatura que sustenta a coluna, ela esta agora diminuindo o esforço antes praticado pelas articulações.

O mais importante que hoje voltei a surfar com a mesma intensidade de antes, surfo a remo em um esporte chamado de Standup Paddle ou SUP, que é um esporte Havaiano que trabalha o muito core e o equilíbrio (Propriocepção).

Também consigo surfar de longboard, mas ainda não consigo surfar de pranchinha e nosso objetivo e chegar lá com o reforço muscular, estabilização cervical, lombar e persistência.

O que tenho é degenerativo não tem volta, continua lá, mas as dores horríveis e as crises acabaram sem remédios pesados, agora tenho que me manter sempre em forma, praticando uma dieta saudável com exercícios regulares e nunca passar dos meus limites, o importante para curtir a vida, que só se tem uma.

 

 

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

ATM e cintura escapular


Normalmente as dores nos ombros e na cervical decorrente da ATM estão associadas à musculatura postural da cabeça que é acessória da mastigação, como por exemplo o trapézio (que sai do crânio para os ombros e coluna), o esternocleidomastoieo (do crânio para a clavícula e o esterno) e os músculos supra e infra-hioideos que participam da abertura da boca e estão direta ou indiretamente ligados à chamada cintura escapular, que é a “cintura” dos ombros.

Há um músculo em especial, que quando afetado, reflete diretamente no omoplata/escápula (aquele osso da “asa” da parte posterior do ombro) que é o músculo omohioideo que vai do omoplata até o osso hióide que está conectado com a mandíbula.

Entretanto determinar quando um problema na ATM é o responsável por dor na cervical e nos ombros não é algo muito simples de se fazer…

Uma radiografia e/ou uma ressonância cervical podem ser necessárias para checar se não há um problema na própria cervical antes de se pensar em atribuir a culpa à ATM. Nestas situações, um fisioterapêuta e um médico com experiências em cervicopatias (doenças da região cervical) podem ser grandes aliados na detecção do problema. A dificuldade maior é quando se encontra algo também nas ATM´s… E aí, a dúvida que aparece é definir se são dois problemas em paralelo ou se um tem relação com o outro. Nesse ponto, estudos combinados de eletromiografia e posturologia podem lançar algumas luzes sobre o caso em questão.

Em particular, o que tenho percebido é que na maior parte das vezes o paciente já possui um problema na cervical que se agrava com uma alteração da musculatura acessória da ATM (músculos do pescoço e ombros). Nesses casos, ao tratar a ATM, ocorre uma melhora da queixa ligada à cintura escapular mas que fica limitada ao tanto que a lesão cervical permitir que melhore.

Os casos envolvendo postura, dor cervical, nos ombros e ATM costumam ser bem complexos e exigem bastante de todos os profissionais envolvidos, entretanto há uma coisa que facilita o tratamento: um diagnóstico precoce!

Fique esperto!

Fonte: Blog.marcelomatos  Acesso: 16-09-2011

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

Dor lombar aguda


O aparecimento de dor aguda nas costas está associado à ruptura das fibras anulares do disco intervertebral (hérnia de disco) ou ao estiramento de estruturas musculares ou ligamentares da coluna vertebral, podendo haver ou não compressão dos nervos. Se houver compressão, a melhora dos sintomas é mais vagarosa.

Um trauma severo ou diversos pequenos traumas na coluna  podem lesar as estruturas do disco intervertebral, levando ao aparecimento da hérnia de disco. 

A hérnia de disco surge quando o núcleo do disco intervertebral migra de seu local, no centro do disco para a periferia, em direção ao canal medular ou nos espaços por onde saem as raízes nervosas. 

 Se a lesão do disco intervertebral ou das estruturas musculares e ligamentares da coluna for muito severa, o repouso no leito com as pernas apoiadas sobre um banco é indicado para aliviar a dor e o desconforto. Pesquisas científicas sobre o tema, provaram que muito repouso é mais prejudicial que benéfico. O paciente deve fazer repouso intercalado com movimentos leves e fisioterapia. 

Exercícios de respiração abdominal e o uso de bolsa térmica no local da dor aliviam os sintomas.

O paciente deve evitar movimentos que piorem a dor mas, na medida do possível, deve fazer pequenas caminhadas, que devem ser aumentadas com a melhora dos sintomas.

A posição sentada é a mais desconfortável pois causa mais dor. Se o paciente tem hérnia de disco, é nessa posição que há mais compressão do disco intervertebral.

A mudança frequente de posturas, tais como deitada com pernas apoiadas num banco, deitada de lado, sentada com apoio lombar e caminhadas, é importante para melhorar a dor e manter o condicionamento físico.

A prática de repouso intercalado com movimentos adequados melhoram a dor e evitam o descondicionamento físico.

Evite fazer movimentos que piorem a dor.

Evite carregar peso, empurrar carrinhos, abrir e fechar portas pesadas ou qualquer atividade que exija força nos braços e no tronco.

Faça caminhadas curtas em terreno plano. Evite subir e descer ladeiras ou escadas. 

O uso de medicamento deve ser feito somente com prescrição médica.

Faça fisioterapia nas modalidades: técnicas para aliviar a dor, alongamento das cadeias musculares, reeducação postural e orientação ergonômica.

Coletes ortopédicos

 O uso de coletes ajudam a diminuir a dor e manter uma boa postura. Há vários tipos de suportes lombares no mercado, mas é bom que seja prescrito por seu médico, o mais indicado para o seu caso. O colete deve ser usado somente na fase aguda da dor, pois eles não melhoram as condições físicas do paciente, podendo piorá-las pois substituem os músculos que suportam a coluna (os músculos abdominais e os músculos dorsais), deixando-os mais fracos. Os coletes não substituem um programa de tratamento para os problemas de coluna, nem vão prevenir novas lesões.

Fonte: Dornascostas  Acesso: 04-07-2011

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

HÉRNIA DE DISCO LOMBAR


   A  Hérnia de Disco (HD) é uma lesão produzida pela
degeneração do disco intervertebral (entre os ossos da coluna), que originalmente
é constituído de um anel fibroso, envolvendo um conteúdo central chamado núcleo
pulposo, que contem um material em forma de gel.
Quando o disco se rompe, o conteúdo do núcleo pulposo tende a sair do
espaço delimitado pelo disco, o que acarreta fenômenos de compressão e
irritação das estruturas ao redor (raízes nervosas).
A  HD é uma patologia freqüente que  afeta grande parte da população
distribuída de forma equilibrada entre homens e mulheres. A Hérnia de disco
lombar e a doença degenerativa do disco (discopatia degenerativa) são as causas
mais freqüentes de dor lombar (lombalgia) e dor irradiada para a coxa e perna, por
acometer o nervo ciático (lombociatalgia).
 
Como ela aparece?
 
  As principais causas das HD são:
-Envelhecimento articular (osteoartrose) com degeneração do disco.
-Microtraumatismos
-Mecanismo de flexo-extensão do tronco associada à carga elevada.
-Movimentos de rotação da coluna com impacto associado.
-Atrofia da musculatura paravertebral lombar.
-Causas genéticas em investigação
 
Quais são os sintomas?
 
  Os sintomas são:
- Dor lombar de instalação súbita ou gradual.
- Dor irradiada para o membro inferior direito ou esquerdo, geralmente unilateral.
- Dificuldades de movimentação do tronco, dor ao caminhar.
- Problemas no controle de esfíncteres nos casos mais graves.
- Sensações de mudança de sensibilidade  na região da nádega, virilha, região
posterior da coxa.
 
 
Como é diagnosticada?
 
  A história clínica, com descrição  dos fenômenos dolorosos e associados,
assim como o exame físico, são fundamentais para o diagnóstico da HD.
  Algumas alterações são identificadas no exame físico: perda da lordose
fisiológica (curva lombar normal), espasmo muscular, curvatura da coluna
(escoliose), dor à flexão do tronco, incapacidade ou dor ao movimento de
alongamento da região posterior da coxa, diminuição da sensibilidade da pele da
perna e pé.

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

Dor lombar no esporte


“Quem ainda não sofreu de dores na lombar, um dia terá de conhecê-la”, frases como esta são cada vez mais comuns em escolas de saúde das mais variadas e passaram a fazer parte também do dia a dia de pessoas por todo o mundo. Mesmo com as facilidades oferecidas pelo mundo moderno, onde os esforços são cada vez menores para práticas corriqueiras como dirigir, levantar pesos, ou mesmo levantar-se para mudar o canal da TV, onde temos tecnologia e engenhosidade trabalhando por nós, encontramos nos consultórios e academias, quase uma unanimidade, queixas de dores nas costas. Hora, se tudo está mais fácil para o homem, os esforços diminuíram tanto, por que as dores na lombar nunca saem de moda? Isso tentarei apresentar e discutir nesta matéria. Boa leitura e que as opiniões se formem!

No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje se quisermos não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, porquê também sofrem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Bom perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim, a boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar.

Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação…pronto simples, não é? Nem tanto, senão as famosas lombalgias não dominariam tanto as queixas dentre nossa moderna população, entre homens e mulheres, onde dados da sociedade americana assustam. Em pesquisa recente, estimou-se que 15% da população daquele país sofresse de dor lombar. Essa é a segunda principal queixa nos consultóriios médicos, sendo a causa mais comum de incapacidade em pessoas acima dos 45 anos, e gerando ao governo anualmente entre US$ 20 e 50 bilhões no tratamento da dor lombar.

A dor lombar:

Pode surgir por diversas causas, onde as mais comuns são as artrites, traumas, degenerativas (hérnias discais), postural, dor visceral (como exemplo, os rins) e metabólico (osteoporose), como nos referimos aos atletas, falaremos apenas das relacionadas diretamente ao esporte.]

O atleta é um lesionado em potencial, palavras fortes, mas reais, pois os treinamentos, quanto mais intenso e de impacto ele for, maior o sofrimento das estruturas osteo músculo ligamentares, além de todo o organismo, e por isso grande deve ser o cuidado com estes indivíduos. Seu organismo levado ao extremo num Ironman ou maratona, desafiando os limites da força e flexibilidade no judô ou jiu jitsu, impactos fulminantes nos saltadores e ginastas, e nossa máquina, mesmo muito treinada, sofre desgastes, e no centro de todo esse esforço mecânico, está nossa lombar, onde distribuímos nosso peso, nosso centro de gravidade, colocando em esforço máximo nossos músculos lombares e abdominais, nossos ligamentos, discos e diversas nobres estruturas próximas como rins e útero. Então como não dizer que uma atleta é um indivíduo muito próximo de um desconforto ou lesão?

Vemos muitas reportagens falando no mal do sedentarismo, da obesidade, das más posturas no trabalho associadas a inatividade física, mas poucos falam das dores lombares nos atletas, e são muito comuns e em todos os esportes, e claro as diversas soluções e maneiras de lidar e resolver o problema, onde cada profissão determina um caminho, deixando o paciente/atleta, muitas vezes confuso e sem direção.

A dor lombar pode ser:

• Dor lombar simples: surge entre 20 e 55 anos, na região, lombo sacra (final da coluna), nádegas e coxa, normalmente de natutreza mecânica e com estado geral preservado;

• Dor lombar por compressão de raiz nervosa: normalmente unilateral da perna pior que lombar, irradiada para perna e pés, formigamento e redução da sensibilidade na mesma irradiação, com 50% dos casos em recuperação em até seis semanas;

O surgimento de qualquer quadro doloroso, independente da idade, atividade, ou forma como surgiu o desconforto, deve ser consultado com um profissional responsável para que possa fazer uma avaliação inicial e melhor encaminhar o aluno ou paciente ao tratamento ideal, e quanto mais cedo for feito o diagnóstico correto do problema melhor o resultado do tratamento.

  • Patologia severa da coluna: abaixo dos 20 e acima dos 55 anos de idade, associada a traumatismo severo, com dor constante, progressiva e não mecânica e restrição persistente a flexão lombar (dobrar o corpo).

 Entre as atividades para tratamento de um desconforto lombar, temos uma variedade de técnicas. Entre as mais conhecidas estão a RPG e a osteopatia. Enquanto técnicas terapêuticas de tratamento de disfunções na lombar, onde o princípio de abordagem terapêutica se difere, o RPG tem uma ação mais global sobre a coluna vertebral e a postura, e a osteopatia tem uma ação mais localizada do tratamento, mas também visando um resultado global. Ambas partem do princípio de restabelecer o equilíbrio corporal com manipulações e alongamentos associados a reequilíbrio de tensões musculares e posturais, retirando a sobrecarga e redistribuindo a força para outras áreas, como por exemplo, a estabilização segmentar, onde aprende-se a contrair de forma voluntária e eficaz e, sem sobrecarga, os músculos posteriores (multífido), abdominais (principalmente os transversos), numa expiração normal.

Saindo um pouco do enfoque tarapêutico, temos o Pilates e o Gyrotonic, com uma abordagem física maior, com uso de aparelhos e sistemas de polia e molas para fortalecimento muscular, conscientização postural e respiratória, servindo como meio facilitador de recuperação pós terapêutica ou mesmo preventivo de desconfortos lombares. E ainda uma terceira visão da musculação e exercícios de core Training, onde o atleta é submetido a um trabalho de carga, preferencialmente visando sua atividade em questão, no caso corredores, lutadores, etc, onde baseia-se no princípio de que fortalecer o corpo com músculos resistentes, impede o surgimento da dor lombar.

Todas as abordagens são corretas, desde que feitas de forma criteriosa, respeitando a individualidade pessoal de cada um e de sua atividade e, principalmente, de forma ética, indicando o profissional ideal para cada momento. Um atleta com dor, por exemplo, deve ser indicado a um médico ou fisioterapeuta para avaliação e tratamento do quadro doloroso e posteriormente retornando a atividade esportiva e preventiva.

Existe espaço para todos e cada um em sua área deve atuar como profissional para melhor indicar a seu cliente o trabalho mais adequado. Não existe atividade ruim, mas profissionais mal preparados, independente da visão ou linha de abordagem, seja professor de educação física, médico ou fisioterapeuta. Para melhor se defender, todos devem estar bem informados para melhor escolher seus profissionais.

Fonte: oglobo  Acesso: 16-01-2011

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

Torcicolo: saiba como evitar e tratar o problema


Atender ao telefone e apoiá-lo entre o pescoço e o ombro é um erro

A dor na região cervical da coluna é chamada de cervicalgia. Quando ela acontece de maneira transitória, é popularmente conhecida como torcicolo. No Brasil, acredita-se que 55% da população terão estes sintomas, sendo que destes, 12% das mulheres e 9% dos homens terão cervicalgia crônica. Segundo o chefe do Serviço de Fisiatria do Hospital São Lucas da PUCRS, Carlos Alberto Musse, o que muitos não sabem, no entanto, é que ele não é um problema em si e sim o sintoma de que pode haver algo errado com a sua coluna cervical.

- O torcicolo se traduz na dor e na dificuldade de movimentar o pescoço. Ele é um sintoma, ou seja, uma queixa do paciente. Não é um diagnóstico de causa. Somente o médico, com o auxílio de exames de imagem, pode detectar o problema - afirma.

Conforme o fisiatra, que na medicina tradicional se ocupa do diagnóstico de doenças traumáticas e de sua reabilitação, a causa mais comum do problema é uma sobrecarga da musculatura da região cervical (pescoço).

- Ela pode ocorrer por diversos fatores, mas, especialmente por peso, estresse e tensão, ou postura inadequadas - explica.

Musse revela que o músculo, quando sobre carregado, desenvolve um quadro conhecido como “espasmo”, ou seja, uma contração contínua, não controlada e dolorida, que configura o torcicolo.

- Quando há uma doença associada, por exemplo, um pinçamento de um nervo na coluna (hérnia de disco), o espasmo é uma tentativa do organismo em proteger a região. As doenças dos discos da coluna com osteófitos (bicos de papagaio, formações ósseas anormais) podem tornam os movimentos rígidos e dolorosos. Nos casos mais graves podem ser uma manifestação de doença neurológica - alerta.

O especialista revela que a escolha correta do travesseiro e do colchão são fundamentais para evitar o problema.

- O ideal é dormir de lado com um travesseiro que tenha a altura igual à distância entre a cabeça e o colchão - aconselha Musse, lembrando que o colchão deve ter a densidade correta para cada pessoa, geralmente acima de D35.

Como tratar

O fisiatra esclarece que, dependendo da causa que origina o problema, há um tratamento indicado. Geralmente, são usadas compressas frias e quentes. As compressas frias tem efeito analgésico, já as quentes, possuem propriedades relaxantes e devem ser usadas por último.

- Além disso, o médico pode lançar mão de analgésicos, relaxantes musculares ou anti-inflamatórios para abreviar o desconforto - diz.

Musse recomenda ainda que alongamentos suaves e de baixa intensidade, podem auxiliar no controle do problema. No entanto, em alguns casos, a dor e o desconforto impedem que eles sejam feitos.

Dicas de Musse para evitar esse tipo de lesão:

:: Não veja TV deitado;

:: Evite leituras prolongadas na cama, prefira a posição lateral;

:: Ao atender o telefone não prenda-o com o ombro:

:: Na sua mesa de trabalho, por exemplo, os objetos mais usados não podem obrigá-lo a girar a cabeça com frequência. Eles precisam estar bastante acessíveis;

:: Ao sentar, encoste-se bem na cadeira. Evite debruçar-se sobre a mesa;

:: Não fique de costas para o ar condicionado, especialmente o frio;

:: Não deixe os músculos do seu pescoço esfriarem-se subitamente;

:: Durma de lado com os travesseiros na altura de forma que sua cabeça fique reta;

:: Nos momentos tensos, relaxe. Perceba sua tensão, respire fundo e solte o ar sem fazer força.

Quando é hora de procurar um médico:

:: Quando os sintomas persistirem por mais de 24 horas;

:: Quando há perda força ou formigamento no braço;

:: Quando, associado ao desconforto, houver dor de cabeça;

:: Quando a dor estiver acompanhada de febre.

Quem mais sofre com o problema:

:: Quem trabalham em desvantagem postural;

:: Quem está tenso, emocionalmente;

:: Os sedentários;

:: Quem trabalha em computadores, sem pausa e com monitores em posição inadequada.

Fonte: Zerohora  Acesso: 02-12-2010

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

Gravidez: como aliviar a constante dor nas costas


Idade, sedentarismo e aumento de peso são fatores determinantes para que essas dores apareçam

Além de enjoos e de alguns quilinhos indesejáveis, as dores nas costas podem se tornar grandes vilãs das mulheres durante a gravidez. De acordo com o Chefe de Serviço de Ginecologia e Obstetria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Sérgio Martins Costa, a idade, o sedentarismo e o aumento de peso são fatores determinantes para que essas dores apareçam.

- Todas as mulheres terão algum tipo de desconforto, mas as que não praticam exercícios físicos sentirão as dores com mais facilidade.

Porém, os problemas de coluna podem aparecer em função de algumas alterações hormonais, como explica a fisioterapeuta e professora do curso de Fisioterapia do IPA Carla Brito. Segundo ela, no decorrer da gestação, a musculatura tende a se adaptar ao crescimento da barriga. Por isso, é comum que e o desconforto ocorra.

O obstetra alerta que, nesse período, ocorre uma contratura no músculo e a tendência é de que a mulher desloque o seu centro de gravidade e passe a utilizar a musculatura das costas. Ele também explica que, no final da gestação, há uma distinção dos ligamentos, aumentando ainda mais as dores na lombar.

- No início, as dores podem ser esporádicas, mas, quando está próximo do final da gestação, a tendência é que as dores aumentem, uma vez que a cabeça do bebê passa a se acomodar na região pélvica da mãe.

Confira algumas dicas dos especialistas para aliviar as dores nas costas: 

- Na hora de dormir, varie as posições laterais. Coloque um travesseiro entre as pernas, o que ajudará a relaxar a coluna. 

- Os exercícios são muito importantes durante a gravidez, mas cuidado. Se você não está acostumada a praticar algum tipo de esporte, é aconselhável que o trabalho físico passe a ser feito apenas no segundo trimestre da gestação. 

- Exercícios de alongamento e consciência corporal podem ajudar a manter uma boa postura e a ter uma gravidez saudável. 

- Quando estiver sentada, mantenha os pés elevados. Isso fará com que a coluna mantenha-se acomodada na cadeira. 

- Deitar de barriga para cima, elevando as pernas com alguns travesseiros ou almofadas, pode ser uma ótima posição de conforto. Quanto mais próximas da barriga estiverem as pernas, maior será a sensação de alívio. 

- Deixe o salto alto de lado. Os calçados mais rasteiros vão evitar que a coluna se incline ainda mais.

Fonte: Bem-estar Acesso 26-11-2010

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

Pisar errado gera desequilíbrio corporal e origina dores


Podoposturologia combate e corrige desequilíbrios posturais

Os pés são à base do alinhamento e sustentação do corpo. Desde que aprendemos a andar, nossos pés sofrem varias alterações até encontrar um melhor ponto de equilíbrio, desenvolvendo a postura e alinhando toda a estrutura esquelética do nosso corpo através de tendões, articulações e músculos.

Da mesma forma, o modo como se pisa ou o tipo de pisada pode ser a origem de uma série de dores. A pisada pode refletir problemas decorrentes de desequilíbrio, bem como determinar algumas disfunções no sistema postural. Segundo especialistas, as dores nas costas lideram as queixas. Alterações no equilíbrio comprometem a região lombar, o quadril, os joelhos, os tornozelos e os pés.

A Podoposturologia é uma técnica francesa da área da fisioterapia que tem como objetivo reeducar e realinhar a estrutura do corpo através de exames especializados que geram a prescrição de palmilhas proprioceptivas, que podem ser usadas tanto na prevenção como na cura dos problemas. A técnica corrige vícios posturais decorrentes dos desequilíbrios que comprometem a saúde tanto de atletas quanto de pessoas sedentárias.

A técnica utiliza palmilhas confeccionadas em EVA, borracha feita da mistura de etil, vinil e acetato, material usado em calçados esportivos de última geração. A avaliação e a confecção das palmilhas é realizada pelo fisioterapeuta.

- Na maioria dos casos, o uso das palmilhas é periódico. Há problemas que são solucionados entre 45 dias a seis meses, outros em um, dois ou três anos. Em apenas cerca de 30% dos casos, o uso de palmilhas é necessário de forma continuada - declara o fisioterapeuta e diretor da FisioClínica Londrina, no Paraná, Mauro Pedroni Junior.

- Após a reorganização postural, o paciente deve estabelecer uma rotina no seu dia a dia, percebendo e reeducando seus hábitos posturais nas atividades diárias - complementa o fisioterapeuta Vidigal Afonso Gasparini, responsável pela Corpo Equilíbrio Fisioterapia, clínica localizada na capital de São Paulo.

Não apenas utilizadas para efeito de correção, as palmilhas podem ser utilizadas também para prevenir e manter a boa postura, tanto para o dia-a-dia quanto para praticas esportivas. Neste segundo caso, são desenvolvidas as chamadas Palmilhas Esportivas, capazes de absorver parte do impacto dos pés no solo e devolver essa energia em forma de impulso.

Fonte: zerohora  Acesso: 25-11-2010

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

Relação entre lombalgia e sobrepeso em praticantes de atividade física.


A lombalgia é uma das alterações musculoesqueléticas mais comuns na sociedade, sendo uma das causas mais freqüentes de incapacidade funcional. Oitenta a noventa por cento da população adulta sente dor lombar em algum momento da vida.

lombalgiaxsobrepeso

 

Fonte:portaluninove acesso dia 21/11/10

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!

90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia


Rio de Janeiro (Agência Rio) - Lombalgias agudas são muito comuns e possuem como causas movimentos realizados de forma errada. Já lombalgias crônicas são menos comuns mas requerem tratamento multidisciplinar devido a sua complexidade. Casos de dor na coluna são cada vez mais frequentes em função do sedentarismo, obesidade e estresse

De acordo com o neurocirurgião e especialista em cirurgia de coluna vertebral do Hospital 9 de Julho, Dr. Alexandre José Reis Elias, 90% da população terá pelo menos um episódio ou crise de dor na coluna ou lombalgia no decorrer da vida. E os motivos para isso estão cada vez mais frequentes. “Podemos dizer que o número de pessoas que sofrem de dor nas costas tem aumentado principalmente em função do sedentarismo, do sobrepeso e do estresse”, afirma o médico.

Mas, como definir quando a dor nas costas é passageira ou pode indicar um problema mais grave? O Dr. Alexandre explica que o problema mais comum é a lombalgia aguda, com duração da dor menor que 12 semanas. Trata-se de uma dor que aparece na coluna lombar (entre a última costela e as nádegas), que piora muito ao fazer qualquer movimento com o corpo. Por isso, o paciente “anda com o corpo duro”.

A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto, com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão ao invés de rodar todo o corpo; ou, ainda, pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás.

Quando a dor nas costas dura mais que 12 semanas é caracterizada como lombalgia crônica e, por ter causa multifatorial, é bem mais difícil de ser tratada, requerendo a procura de um centro especializado em dor, com equipe multidisciplinar formada por neurocirurgião, reumatologista, fisiatra, ortopedista etc.

Independentemente da duração da dor, o indicado é, ao surgimento dos sintomas, que a pessoa procure um especialista para avaliar a gravidade do problema e iniciar o tratamento. “Apesar de rara, a causa da dor pode ser a presença de fraturas, tumores ou até mesmo uma infecção da coluna. Somente com uma avaliação médica podemos saber se é alguma doença mais grave ou não”, completa.

Dicas para evitar a sobrecarga na coluna e a dor:

- Melhor posição para dormir: Não dormir de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;

- Tipo de colchão: não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual;

- Melhor forma de levantar da cama: virar o corpo para o lado e começar a levantar-se de lado. Não levantar-se para frente;

- Transportar objetos pesados que estão no chão: Agachar-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo (exemplo: maior que três quilos).

- No trabalho em escritórios: utilizar cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços; sentar usando todo encosto e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical (pescoço) ficar em posição confortável;

- Carregar mochilas: utilizar mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente nas crianças;

- Uso do salto alto: o salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso;

- Dirigir: sempre com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos (não esticados totalmente);

- Recomendação especial para gestantes: manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. Lembrar que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises;

- Massagem e outros tratamentos alternativos: terapias locais como massagem, calor etc. podem trazer alívio para o paciente. Muitas vezes não trazem alívio da dor propriamente dita, mas causam bem estar e só isso já justificaria o seu uso, sempre com a indicação de um médico especialista.

- RPG e Pilates: para os pacientes com forte dor aguda é indicada a fisioterapia analgésica junto com RPG. Para os pacientes que melhoraram, a indicação é RPG ou Pilates para tentar prevenir novas crises de dor.

Fonte: oreporter  Acesso: 05-11-2010

Compartilhe:

  • TwitThis
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Netvibes
  • Technorati
  • Digg
  • Yahoo! Buzz
  • MySpace
  • Turn this article into a PDF!
  • RSS
  • Print this article!
  • E-mail this story to a friend!
Instituto Krion Campolim manaus vitoria eduardo

Mande uma mensagem para o franqueado de sua preferência:




Copyright ITC. Todos os direitos reservados ®.
É proibida a reprodução do conteudo desta página em qualquer rede de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do ITC.

ITC Vertebral - Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral
Av. Beira Mar, nº 3900 - Mucuripe - Fortaleza - CE - CEP 60165-121
Fone: (85) 3263.2717